quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Crescimento dos “sem religião” em todo o mundo preocupa líderes evangélicos


Os "sem religião" já são o terceiro maior grupo “religioso” do mundo, atrás de cristãos e muçulmanos. Os bancos vazios refletem-se no número recorde de igrejas fechadas ou vendidas.

Os autores Thom e Joani Schultz dedicam-se a fazer estudos constantes sobre como ajudar as igrejas a se fortalecerem. Afirmam serem consultores e já escreveram um livro polêmico anos atrás chamado “Why Nobody Learns Much of Anything in Church Anymore” [Por que ninguém mais aprende muita coisa na igreja]. Eles afirmam terem ficado muito preocupados após uma pesquisa conduzida por eles indicar que:

12% dos presentes afirmam lembrar o conteúdo do sermão no dia seguinte

90% afirmam que pensam em outras coisas durante o sermão

33% acham os sermões “longos demais”

11% dos homens e 5% das mulheres afirmam que o sermão dominical é a principal maneira como eles aprendem sobre Deus

Seu novo livro, “Why Nobody Wants to Go to Church Anymore” [Por que Ninguém mais quer ir à Igreja] promete ser igualmente polêmico. Assim como no primeiro, lideranças cristãs afirmam que a Igreja não é um esforço puramente humano e, por isso, as conclusões não podem ser aceitas sem questionamentos.

O fato é que em muitos países historicamente cristãos, principalmente na Europa e nos EUA, a frequência aos cultos diminui a cada ano. Cada vez mais, os bancos vazios aos domingos refletem-se no número recorde de igrejas fechadas ou vendidas para a abertura de templos para muçulmanos ou lojas.

No livro lançado este mês, os autores procuram fornecer algumas respostas, com destaque para as “quatro soluções possíveis” para o problema. Thom Schultz e sua esposa dizem que algumas das causas estão relacionadas com tendências sociais e culturais, mas para ele o problema pode ser identificado no mundo todo, especialmente entre os mais jovens.

Schultz disse que é uma questão complexa, pois a cultura atual questiona como nunca as crenças e o estilo de vida dos cristãos. Afirma ainda que as pessoas não querem simplesmente ser ministradas em um sistema de comunicação unidirecional, pois estão acostumadas a fazer parte de um debate constante nas redes sociais.

Os quatro aspectos principais de seu estudo, considerado por ele os “motivos” são:

1) As pessoas sentem-se julgadas na igreja. Como solução, ele propõe a “hospitalidade radical”. Isso significa aceitar a pessoa como ela é, mas sem concordar com o que ela faz. “Essa nada mais é que uma abordagem semelhante à que Cristo usava”, garante.

2) Falta de diálogo no que se refere ao ensino. Para Schultz é necessário existir uma “conversa sem medo”, que significa considerar os vários pontos de vista, ao invés de simplesmente oferecer palestras com o assunto já decidido. “As pessoas querem ser envolvidas na conversa sobre a fé”, por isso incentiva que as igrejas estejam mais abertas para ouvir opiniões.

3) Para a maioria dos não-crentes, “os cristãos são hipócritas” e essa percepção só aumenta com os casos de escândalo financeiros e sexuais em alguns meios. Por isso, o autor está pedindo “humildade genuína”. Defende que as igrejas não devem querer estar acima desses problemas sem oferecer soluções e mostrar na prática que isso é uma generalização.

4) É enorme o número de críticos argumentando que Deus está distante ou morto e por isso o mundo está nesse estado atual. Schultz acredita que as igrejas precisam voltar a sintonizar suas mensagens na pessoa de Deus. “Muitas igrejas já se esqueceram de falar sobre Deus, falam apenas sobre o que ele fazia nos tempos bíblicos”, afirma. A ênfase exagerada nos benefícios materiais que a fé pode trazer também contribui para que as pessoas percam a noção de elementos como graça e pecado, vendo sua relação com Deus como apenas uma troca de ofertas por bênçãos.

O Centro Pew de Pesquisa sobre Religião e Vida Pública, realizou um estudo demográfico abrangente em grande parte dos países do mundo.
A pesquisa incluía estatísticas e análise de tendências para as próximas décadas. Uma de suas principais conclusões é o rápido crescimentos dos “sem religião”, especialmente em países tradicionalmente cristãos.

Eles já são o terceiro maior grupo “religioso” do mundo, atrás de cristãos e muçulmanos. Cerca de uma em cada seis pessoas do mundo (16,3%) afirma ser “sem religião”. A maioria deles afirma que, embora tenha suas crenças particulares, não se identifica com nenhuma religião “oficial”.

Schultz acredita que essa tendência pode ser revertida caso as igrejas sejam mais relevantes em suas mensagens, especialmente se posicionando biblicamente sobre questões como desigualdade social, cuidado com o meio-ambiente, e tantas outras “perguntas que todos estão se fazendo”.

O autor mencionou a homossexualidade como um exemplo de assunto que rapidamente é abordado pelos pastores, que se esquecem que existem muitos outros tipos de imoralidades que eles parecem não ver.
“Eu acredito que a igreja pode prosperar de novo”, disse ele, observando que para isso é necessário mudar a metodologia, não a mensagem.

Fonte: Gospel Prime com informações de The Blaze.

PM encontra lista de tráfico interno até dentro de bíblia em presídios



Além de mais de 300 armas brancas, como facas e chuços, 32 celulares, bebida alcoólica e drogas encontradas durante revista no Complexo Penitenciário de Pedrinhas e na Central de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ) do Anil, a Polícia Militar encontrou também listas de tráfico interno na Central de Custódia de Presos de Justiça de Pedrinhas e no Presídio São Luís 2.
Polícia Militar durante revista realizada na terça-feira, no Complexo de Pedrinhas (Foto: Biné Morais/O Estado)"Encontramos lá dentro cadernos, folhas, que funcionam como uma espécie de caderno de contabilidade, onde estariam descritas as encomendas, quem devia, quanto devia. Achamos esses 'controles' escritos até em bíblia. Tudo que foi apreendido vai ser encaminhado à Polícia Civil, para a comissão de delegados definida pela governadora Roseana Sarney, para que seja feita a investigação, dentro de todos os procedimentos previstos", afirmou o comandante do Batalhão de Choque da PM, tenente coronel Raimundo Sá. 
De acordo com o coronel Ivaldo Barbosa, comandante do Policiamento Especializado, durante a noite dessa terça-feira (31) houve um princípío de tumulto no Presídio São Luís 2, mas foi contido pelo policiamento.

"Um dos motivos foi porque eles não tiveram indulto. Falaram em quebra-quebra, em fazer zuada, mas, como viram que nos antecipamos, resolveram se acalmar. Temos uma força de 24 horas de prontidão. É importante lembrar que ninguém está ali de graça. Todo mundo que está ali está pagando por alguma coisa. Tem que ser linha dura", reiterou.
Facas e chuços apreendidos dentro dos presídios (Foto: Reprodução/TV Mirante)Facas e chuços apreendidos dentro dos presídios (Foto: Reprodução/TV Mirante)
Policiais do Batalhão de Choque da PM fazem a segurança do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, desde a última sexta-feira (27), após o sistema carcerário da capital maranhense entrar em colapso.
"A operação nos presídios continua até a governadora dizer que acabou. Em princípio, são 90 dias. Por dia, entregamos 40 homens da PM para a segurança nas unidades mas, para missão, como revistas, triplicamos esse número. Além disso, há o auxílio da Força Nacional. Em média, são de 120 a 150 homens", explicou Sá.

G1

Quase meio milhão de cristãos no Iraque estão em constante perigo


Desde 2003, dezenas de igrejas e casas de culto foram alvos, matando 900 pessoas e ferindo 6 mil. No dia do Natal deste ano, cerca de 30 pessoas foram mortas nas áreas cristãs de Bagdá, capital do país.

Em outubro de 2010, uma igreja cristã foi atacada durante a missa de domingo, deixando 94 pessoas mortas ou gravemente feridas, de acordo com Rimon Albeer Misattr (33), um membro da minoria cristã no Iraque.

"As vidas de quase meio milhão de cristãos no Iraque estão em constante perigo", conta Rimon.

"Desde 2003, dezenas de igrejas e casas de culto foram alvos, matando 900 pessoas e ferindo 6 mil", lembra.

Os ataques a cristãos no Iraque muitas vezes os expulsam de sua terra natal para o centro e o norte do país, especificamente Erbil, a capital da região curda do Iraque, explica Rimon. "Como somos internamente deslocados, muitas vezes é difícil encontrar trabalho por causa do excesso de população em muitas dessas cidades."

Rimon diz que a educação é outra área de preocupação para os cristãos internamente deslocados no Iraque. "Muitos estão fora do sistema de ensino há sete anos, esperando sua situação se resolver", diz ele. Após o centro e o norte do Iraque, Rimon explica que os cristãos muitas vezes procuram asilo na Turquia, Jordânia, Líbano e Europa.

Como um dos 13 bolsistas selecionados para participar do Programa de Bolsas das Minorias de 2013 do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) em Genebra, Rimon recebeu a oportunidade de aprender sobre o sistema da ONU, instrumentos e mecanismos de direitos humanos. Após completar o programa de treinamento, cuja primeira edição foi em 2005, os bolsistas também participaram da 6ª sessão do Fórum sobre Questões das Minorias, intitulada "Além da liberdade de religião ou crença: Garantindo os direitos das minorias religiosas".

O fórum anual fornece uma plataforma para promover o diálogo e a cooperação sobre as questões das minorias, assim como uma oportunidade para compartilhar as melhores práticas, analisar os desafios e criar oportunidades para a posterior implementação da Declaração sobre os Direitos das Pessoas Pertencentes a Minorias Nacionais ou Étnicas, Religiosas e Linguísticas.

Rimon, que é um correspondente do canal ISHTAR TV Broadcasting no Iraque, participou do programa para aprender sobre mecanismos de direitos humanos e para entregar a mensagem de seu povo. "Como jornalista, eu me esforço para expor o problema", diz.

Segundo ele, depois de 2003, novas facções sectárias e doutrinárias criaram tensões e reforçaram questões de segurança no Iraque, incluindo para a minoria cristã. Além disso, avalia, o Estado não tem fornecido a segurança e a proteção necessárias para seus cidadãos.

Rimon também afirma que muitos, particularmente na cidade iraquiana de Mosul, sofrem da incapacidade de vender ou alugar suas casas quando são expulsos de sua terra natal.

Na apresentação em Genebra, Suíça, o jornalista apelou pela integração do ensino de direitos humanos no currículo escolar iraquiano e pediu aos países anfitriões que forneçam condições decentes de vida para os cristãos iraquianos requerentes de asilo.

Após participar das cinco semanas do Programa de Bolsas para Minorias, Rimon planeja usar seu novo conhecimento adquirido para aumentar a consciência global das questões pertinentes à minoria cristã do Iraque.

Segundo relatos, no dia do Natal deste ano, cerca de 30 pessoas foram mortas nas áreas cristãs de Bagdá, capital do país. Um dos muitos ataques naquele dia incluiu um carro-bomba, que explodiu quando fiéis deixavam uma missa.

Fonte: ONU via UOL

Ele voltou: AndersonSilva , as muletas e um sorriso

UntitledAnderson foi diretamente para Los Angeles após ter alta, e pôde passar a virada do ano com a família. Ele deixou o hospital pelos fundos, no começo da tarde de terça-feira, e rumou para casa para uma recuperação estimada em 6 a 9 meses, segundo os médicos do UFC.
O lutador fraturou a tíbia e a fíbula no segundo round da luta principal do UFC 168, na revanche contra Chris Weidman, quando deu um chute baixo com a perna esquerda e foi bloqueado pelo campeão.
Ainda não se sabe se a recuperação de Anderson terá como objetivo uma volta ao octógono ou se o brasileiro partirá para a aposentadoria, aos 38 anos.

VIA G.A

Internautas criam campanha contra revista Veja por deixar Marco Feliciano de fora da lista de personalidades do ano


Enquanto o portal UOL colocou o pastor Marco Feliciano (foto) na lista e o público o colocou em segundo lugar entre os mais influentes de 2013, a revista Veja deixou Feliciano fora de sua lista.

Em 2013, um dos nomes mais comentados na política e na sociedade brasileira foi o do pastor Marco Feliciano (PSC-SP), devido às polêmicas em que se envolveu quando foi acusado de homofobia e racismo e também por ocupar a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

A revista Veja tradicionalmente faz uma lista de personalidades do ano, e em sua edição de 2013, Marco Feliciano não apareceu. O portal Uol, um dos que mantém a mesma prática, colocou o pastor na lista e o público o colocou em segundo lugar das personalidades mais influentes nos últimos 12 meses.

Internautas criaram no Twitter uma campanha de protesto contra a Veja por deixar o pastor de fora. As alegações dos admiradores de Feliciano era que ele foi um dos políticos com maior exposição na mídia.

O próprio Marco Feliciano comentou a postura da Veja e explicou que foi procurado por uma das repórteres da revista, que tentou agendar entrevista e uma sessão de fotos para a matéria especial, mas o contato não foi adiante.

“Estava lendo minha timeline, e li alguns comentários sobre a Veja não ter me citado sobre personalidade do ano. Agradeço a jornalista da Veja, Thaís Botelho , por me procurar para a tal citação. Entendi que o Editor-Chefe da @VEJA não aceitou, ou seja, boicote mesmo, mas mesmo assim obrigado a Thaís. Escrevi estes posts só pra informar aos meus seguidores que a Veja se lembrou de mim sim… (risos) Abraços”, escreveu o pastor.

VIA GRITOS DE ALERTA .
INF. G+

Seguidores de pastor tentam dar golpe de Estado

Seguidores de pastor tentam dar golpe de EstadoSeguidores de pastor tentam dar golpe de Estado
Segundo informações oficiais da República Democrática do Congo, 103 pessoas morreram nos ataques realizados nos últimos dias do ano nas cidades de Kinshasa e Lubumbashi, as principais do país.
“O balanço final é pesado, muito pesado (…) O resultado definitivo desta ofensiva terrorista é de 103 mortos, incluindo 95 terroristas e 8 elementos das Forças Armadas”, explicou Lambert Mende, porta-voz do governo.
Um dos aspectos inusitados e pouco divulgados pela imprensa é que esse “bando de terroristas” que realizou os ataques era formado em parte por fiéis de uma igreja evangélica.
Armados com facões e revólveres, eles atacaram a estação de televisão estatal, o aeroporto e a principal base militar na capital do Congo, mas foram repelidos por militares.
O porta-voz do governo explicou que 16 pessoas foram mortas na base militar, 16 no aeroporto e oito na estação de TV. Outros seis foram capturados, disse ele.
Parte da tentativa de golpe foi transmitida pela Televisão Nacional Congolesa, que estava transmitindo ao vivo quando foi invadida. Os homens que invadiram o estúdio se identificaram como seguidores do pastor Joseph Mukungubila Mutombo. Considerado um profeta no país, Mukungubila foi candidato na eleição presidencial de 2006. Ele perdeu para Joseph Kabila, que é o atual presidente.
Os homens que atacaram a estação de televisão disseram que tinham uma mensagem para compartilhar, mas o sinal foi cortado antes que pusessem entregá-la. Segundos funcionários da emissora, antes de serem presos, os homens gritaram nos corredores “Mukungubila veio para libertar Congo da escravidão que nos foi imposta por Ruanda.”
Segundo o porta-voz da presidência, o pastor Mukungubila está foragido e é considerado parte da tentativa de golpe.
Com 66 milhões de habitantes, o Congo é uma das maiores nações africanas e considerada uma das mais pobres do mundo. O país vive um clima de instabilidade política desde 2001, quando ocorreu o assassinato de Laurent Kabila, pai do atual presidente. Ele vem ganhando as eleições desde então, mas é acusado por seus opositores de fraudar todas elas. Com informações Scotsman

Evangélicos preferem passar virada do ano na igreja


Evangélicos preferem passar virada do ano na igrejaEvangélicos preferem passar virada do ano na igreja
Igrejas de diversas denominações realizam cultos especiais agradecendo à Deus pelo ano que se finda, e entregando o novo ano nas mãos do Criador.
Foi essa a escolha de Andressa Lemos que respondeu a enquete dizendo que passaria a virada do ano “no melhor lugar do mundo! Na casa do Senhor, de joelhos, aos pés do Salvador!”
Outros usuários da rede social fizeram a mesma escolha e boa parte deles vão acompanhados de sua família. “Na Igreja com meu esposo agradecendo a Deus pela família, saúde, amigos e por tudo que tens feito em nossas vida”, relatou Livyanne Aragão.
A segunda opção mais citada pelos internautas é passar a virada de ano com a família, viajando ou em suas próprias casas. Muitos, inclusive, até realizam pequenos cultos em suas casas.
Para o pastor Zwinglio Rodrigues não há regras para que as denominações promovam cultos especiais para réveillon. Como líder da pastor da Igreja Batista Viva, ele não realizou esse tipo de comemoração.
“Penso que cada igreja deve sentir-se a vontade para fazer o que achar melhor. Virada de ano com um culto congregacional não pode nem deve ser regra, nós, por exemplo, não tivemos culto.”
Em grandes ministérios, como por exemplo Igreja Renascer em Cristo e Ministério Internacional da Restauração, os cultos de virada fazem parte do calendário oficial das igrejas e é durante o culto de réveillon que os apóstolos entregam a palavra profética para o ano todo.

GP

O BODE E O JEGUE E A POMBA .

É engraçado quando em meio as ministrações usamos figuras de aminais para ilustrações . Nos deparamos com as vidas sentadas na cade...