domingo, 19 de fevereiro de 2017

SERIE ESTUDO - SERIE : OS PROFETAS DO VELHO TESTAMENTO - JACO - MOISÉS -...

SERIE ESTUDO - SERIE : OS PROFETAS DO VELHO TESTAMENTO - JACO - MOISÉS -...

COMO INICIOU O MINISTÉRIO GERAÇÃO GRAÇA E PAZ

Merkel pede que autoridades muçulmanas denunciem o islã violento

A chanceler alemã, Angela Merkel, advertiu neste sábado que "não é o islã a causa do terrorismo, mas uma interpretação desviada do islã" e pediu às autoridades religiosas islâmicas que apontem essa diferença e se distanciem do jihadismo.
Merkel fez estas declarações ao discursar na Conferência de Segurança de Munique (MSC), à qual também está presente o vice-presidente americano, Mike Pence, onde defendeu a necessidade da cooperação "internacional e multilateral" para lutar contra a "ameaça assimétrica" do terrorismo islamita.
"Não é o islã a causa do terrorismo, mas uma interpretação desviada do islã", afirmou a chanceler tentando ressaltar uma diferença que gera dúvidas em alguns setores de ambos lados do Atlântico.
Por isso, pediu que "as autoridades religiosas do islã" se posicionem com "palavras claras" sobre "a diferenciação entre islã pacífico e o terrorismo em nome do islã", já que "isso os não mulçumanos não pode fazer como as autoridades islâmicas".
A chanceler defendeu, além disso, "as estruturas multilaterais e internacionais", e citou a União Europeia (UE), a Otan, a ONU e o G20 (grupo de países desenvolvidos e emergentes), como instrumentos para resolver "os desafios de hoje", que "não podem ser resolvidos por um só país".
"Tenho a convicção profunda de que a atuação conjunta nos faz mais fortes", manifestou a chefe do governo alemão.
No entanto, Merkel reconheceu que as estruturas multilaterais não são atualmente "suficientemente eficientes" e advogou por reforçá-las e melhorá-las, ao invés de cair no "protecionismo e no isolamento".
"Estou convencida de que vale a pena lutar pelas estruturas multilaterais na comunidade internacional, mas em muitos âmbitos devemos melhorá-las", indicou.
Entre as instituições que precisam de reformas, Merkel se centrou na UE e reconheceu os erros na construção da moeda única que provocaram a crise da dívida e os erros da zona de livre movimento, evidenciados com a crise dos refugiados.
A respeito da Otan, a chanceler ressaltou que a Alemanha se comprometeu em 2014 com seus parceiros a elevar em uma década seu orçamento militar até 2% do PIB e garantiu que seu governo fará "todos os esforços" precisos porque está "comprometido com esse objetivo".
Além disso, destacou a "grande preocupação" que representa o fato de a Rússia ter violado o princípio da integridade territorial, segundo sua opinião, um dos pilares sobre os quais foi construída a "segurança e a paz" na Europa nas últimas décadas.
Neste sentido,reconheceu que ele gostaria ter "relações razoáveis" com a Rússia, mas que isto é impossível desde que Moscou anexou a Crimeia de forma ilegal.
Apesar de suas reservas com a Rússia, a chanceler advogou por se aferrar à "esperança" do acordo de paz de Minsk já que este acordo "é o único que temos por enquanto".
Merkel também reconheceu os problemas na implementação de Minsk, bloqueado há meses pelas diferenças entre Rússia e Ucrânia. EFE

Ex-agente norte-coreana diz que assassinas de Kim Jong-nam eram mercenárias

A ex-agente norte-coreana Kim Kyon-hui, uma das autoras do mortal atentado contra um voo sul-coreano em 1987, afirmou neste sábado que as duas mulheres detidas na Malásia como suspeitas do assassinato do irmão mais velho do líder da Coreia do Norte eram provavelmente mercenárias.
"Não posso acreditar que sejam agentes que tenham completado um rigoroso treino na Coreia do Norte", afirmou Kim em entrevista no jornal japonês "Mainichi".
De acordo com esta ex-agente, o mais provável é que se trate de "mulheres contratadas como mercenárias para o ataque" e procedentes do sudeste asiático "para não levantar suspeitas".
A polícia malásia deteve nesta semana uma mulher vietnamita e outra indonésia como supostas autoras do suposto assassinato de Kim Jong-nam, que morreu a caminho de um hospital após ser aparentemente envenenado.
Aparentemente, as duas mulheres o abordaram no aeroporto internacional de Kuala Lumpur antes de passar pelos controles de imigração e, enquanto uma o distraía, a outra o envenenou.
"Acho que é estranho. As duas mulheres não parecem ter recebido uma rigorosa preparação física e psicológica na Coreia do Norte", afirmou Kim, que se passou por uma cidadã japonesa para cometer o atentado em 1987.
Kim completou uma formação como espiã de quase oito anos antes de instalar uma bomba junto com outro agente norte-coreano no Boeing 707 de Korean Air, que explodiu em pleno voo e deixou 115 mortos, um crime pelo qual foi condenada à morte na Coreia do Sul embora sua pena foi perdoada posteriormente.
A ex-agente também tachou de inverossímil a versão de uma das mulheres detidas na Malásia, que durante seus interrogatórios relatou que pensava que estava participando de uma piada, segundo recolheu a imprensa local.
Além disso, Kim afirmou que a data na qual o primogênito do ex-ditador Kim Jong-il faleceu em Kuala Lumpur -em 15 de fevereiro- é exatamente a mesma na qual há duas décadas foi mortalmente atacado em Seul seu sobrinho, Yi Han-yong.
Yi, cujo nome de nascimento era Ri Il-nam, era filho de Song Hye-rang (irmã de Song Hye-rim, a primeira concubina de Kim Jong-il) e desertou para Coreia do Sul em 1982. Em 15 de fevereiro de 1997, recebeu vários disparos que lhe mataram, sem que os responsáveis fossem achados.
"Poderia ser só uma coincidência. Mas ambos ataques foram cometidos justo um dia antes de 16 de fevereiro, quando é celebrado o aniversário de Kim Jong-il", ressaltou a célebre ex-terrorista norte-coreana, que vive atualmente na Coreia do Sul.
Kim Jong-nam nasceu em 1971 em Pyongyang fruto da relação entre o morto ditador norte-coreano e a antes citada Song Hye-rim.
Além das duas mulheres, as autoridades malaias detiveram outro homem desta nacionalidade e um norte-coreano por vínculo com o caso. EFE
ahg/ff

https://br.noticias.yahoo.com/papa-denuncia-m%C3%A9xico-trag%C3%A9dia-humana-dos-s%C3%A3o-obrigados-235959615.html

Bill Gates alerta: mundo deve se preparar para uma pandemia

Bill Gates, copresidente da Fundação Bill & Melinda Gates, em Munique, no dia 18 de fevereiro de 2017
A comunidade internacional deve se dar conta de que tem que se preparar para uma pandemia, disse neste sábado Bill Gates, fundador da Microsoft, na Conferência de Segurança em Munique.
Tomando como exemplo a epidemia do ebola na África Ocidental em 2014 e 2015, a gripe espanhola em 1918 e mencionando a possível invenção de um vírus com fins "terroristas", Gates considerou "possível" uma catástrofe em nível mundial.
Segundo o empresário americano, as guerras e os movimentos de agitação caminham lado a lado com as doenças e são mais propensos a provocar uma pandemia.
"Que apareçam na natureza ou pelas mãos de um terrorista, os epidemiologistas dizem que uma doença transmitida pelo ar que se propagam rapidamente pode matar 30 milhões de pessoas em menos de um ano", explicou Gates durante esta reunião anual de responsáveis da diplomacia mundial.
"As zonas de guerra e outros cenários são os lugares mais difíceis para eliminar as epidemias", assegurou.
Gates disse que é "bastante provável" que o mundo viva uma epidemia assim nos "próximos 10 ou 15 anos". "Para lutar contra as pandemias globais, também se deve lutar contra a pobreza... É por isso que corremos o risco de ignorar a relação entre segurança de saúde e segurança internacional".
Bill Gates, que fez sua fortuna com a empresa de software Microsoft e agora destina milhões de dólares para a filantropia, pediu que os Estados invistam na pesquisa para desenvolver tecnologias capazes de criar vacinas em poucos meses.
E lembrou que a maioria das medidas de controle necessárias são as que os governos realizaram para fazer frente a um ataque biológico terrorista.
"O custo global na preparação diante de uma pandemia está estimado em 3,4 bilhões de dólares por ano. A perda anual que uma pandemia provocaria poderia alcançar os 570 bilhões", afirmou.

https://br.noticias.yahoo.com/bill-gates-alerta-mundo-deve-se-preparar-pandemia-174545819--finance.html

Passo Fundo se torna núcleo da islamização, centrada na "indústria halal"

Passo Fundo se torna núcleo da islamização, centrada na "indústria halal"


O Brasil vem recendo a sua leva de imigrantes e refugiados oriundos do oeste da África. Os muçulmanos são atraídos, dentre outros motivos, pela expansão veloz da "indústria halal" que impõe o abate de aves e bovinos seguindo o rito islâmico, no qual apenas muçulmanos podem fazer o abate, e, a rigor, manipular o processo. Esta expansão é apoiada por grandes grupos econômicos ligados ao mercado muçulmano internacional.
É natural que estes muçulmanos se agrupem. E é também natural que a nossa boa índole nos leve a ajuda-los. Contudo, é importante que aprendamos as lições da Europa Ocidental, que vem sofrendo com uma islamização desenfreada, e por grupos que desejam impor sobre a Europa os mesmos padrões de comportamento que os levaram a deixar os seus países de origem. 
Duas reportagens da emissora de TV da Universidade de Passo Fundo tratam deste assunto. A primeira, versa sobre a importância do abate halal no processo de islamização, e como nós acabamos alterando nosso padrão de comportamento, e não o contrário. A segunda reportagem mostra com bastante clareza como uma sociedade pluralista, como a brasileira, pode ser facilmente manobrada para acomodar uma ideologia monocultural (o islamismo). 
O último vídeo é uma reportagem da TV Al Jazeera sobre o tráfico de refugiados para o Brasil. Quando o Brasil, como qualquer outro país, aceita refugiados trazidos por traficantes, ele aceita que a sua política migratória seja definida por criminosos.   
Um entendimento completo do contexto requer uma leitura sobre a certificação halal, algo discutido no nosso artigo Boicote Produtos Halal, que recomendamos que seja lido. 
A emissora de TV da Universidade de Passo Fundo (UPF TV) fez duas reportagens sobre o impacto dos imigrantes senegaleses em Passo Fundo e arredores.

O primeiro vídeo, intitulado "Senegaleses em Passo Fundo", diz que existe um número estimado de 750 senegaleses vivendo em Passo Fundo e arredores, incluindo as cidades de Marau, Carazinho e Tapejara, todas dentro de um raio de 60 quilômetros. Esta é a segunda maior concentração de senegaleses no Rio Grande do Sul.
A cidade de Passo Fundo fica a 300 km de Porto Alegre 
e a 600 km de Foz do Iguaçú

Segundo a reportagem, os senegaleses começaram a chegar em Passo Fundo a partir de 2008, aparentmente como refugiados econômicos, pois muitos remetem dinheiro para as suas famílias no Senegal. A reportagem entrevistou João Carlos Tedesco, professor de História da UPF, e que se especializou no fluxo migratório senegalês para o Brasil. Ele diz que a demanda deste contingente migratório é gerada pelos interesses de grandes grupos econômicos ligados aos países islâmicos e o mercado muçulmano. Estes senegaleses são levados a trabalharem em um dos 10 frigoríficos, adaptados para o abate halal de aves.  

A reportagem mostra, então, o trabalho dentro de um frigorífico. Um total de 18% dos empregados no frigorífico são muçulmanos e 17% da produção de aves abatidas é voltada para a exportação para países islâmicos. O mais interessante foi a entrevista com uma funcionária que disse:
... com o pessoal do Senegal nós temos que nos adaptar a uma forma totalmente diferente, a uma cultura diferente. São pessoas diferentes, uma língua diferente. A gente tem que tentar se adaptar com eles da melhor forma possível.
Aparentemente, o frigorífico está no Senegal, pois são os brasileiros que precisam se adaptar.

Esta mesma funcionária diz (minuto 7:01) que, muito embora apenas 17% da produção precisa ser halal, visando a exportação, toda ela é halal, para minimizar os custos de produção. Ou seja, toda a produção do frigorífico que visa o mercado interno (ou talvez exportação para mercados não islâmicos) faz parte da certificação halal. Repetimos: TODA A PRODUÇÃO É HALAL. A funcionária não menciona se existe algum selo que identifique o produto vendido no mercado interno como sendo halal, possibilitando ao consumidor escolher o tipo de carne que ele deseja consumir.

Um dos problemas da "indústria halal" é que apenas muçulmanos podem trabalhar nela porque os infiéis são impuros e tiram a pureza dos alimentos. Isso resulta no controle da indústria alimentícia, bem como cria-se uma reserva de mercado de empregos que apenas muçulmanos podem ocupar (algo inconstitucional, pois discrimina-se com base religiosa). O outro problema é que o abate halal é desumano. No abate humano, o animal é atordoado, sem sentir a dor do corte e da sangria. No abate halal (desumano) o animal não pode ser atordoado, sofrendo pelo corte e agonizando durante a sangria.

O preocupante é que a reportagem mostrou isso como algo normal, e não como algo a se questionado.

Algo que também não é mencionado na reportagem é como os senegaleses vieram parar no Brasil? Eles vieram por conta própria, foram financiados ou tiveram que pagar algum traficante para os trazer? Eles são imigrantes ou refugiados? E, sendo refugiados, em que base legal eles foram aceitos no país?

Outra indagação interessante que a reportagem não aborda é sobre a religião dos refugiados. Considerando que 4.2% da população do Senegal é cristã (95% são muçulmanos sunitas) é de se esperar que aproximadamente 30 dos 750 senegaleses em Passo Fundo sejam cristãos. Se isso não ocorre, por que?  E, por que cristãos ou ateus da África Negra não migram para o Brasil de outros países e na mesma proporção?

https://youtu.be/WnfvsyjzsxA OK

Senegaleses em Passo Fundo

A segunda reportagem da TV da Universidade de Passo Fundo (UPF) tem o título Práticas Religiosas Muçulmanas. A rigor, ela trata de uma parceria da UPF visando expandir o islamismo na região, através de uma nova mesquita.

No começo da reportagem, a repórter, tendo ao fundo os muçulmanos rezando, diz "o idioma é diferente, não interpretamos, mas sabemos que há muito a nos dizer." É verdade. Vejamos alguns exemplos do "muito a nos dizer": 
09:29 : "Combata aqueles que não crêm em Alá."
2:191-193: " E matai-os onde quer os encontreis, [ ...] Combata-os, até que não exista perseguição e a religião seja a de Alá".
05:33 : "Este é a castigo para aqueles que lutam contra Alá e Seu Mensageiro, [ ...]: eles serão mortos violentamente, ou crucificados, ou suas mãos e pés devem ser decepados, alternadamente; ou serão banidos da terra."
A reportagem também menciona que os muçulmanos trazem normas culturais novas, e as imagens mostram uma delas, a segregação entre os sexos: os homens na frente, e as mulheres atrás, dentro de uma jaula, chamada de purdah. Aceitar isso é um retrocesso! Mas parece que a reportagem acha isso muito bacana.
A Purdah, uma prática medieval, sendo importada para o Brasil. Triste.

E, claro, a maravilha do conceito de que a mulher menstruada não pode rezar. Um conceito bastante progressista. 

A parceria com a UPF, através de um escritório modelo de arquitetura, foi feita dentro de um programa chamado Projeto de Extensão da Educação das Relações Étnico-Raciais. O vídeo dá a entender que o parceiro islâmico é o ILAEI, o Instituto Latino-Americano de Estudos Islâmicos, que é uma organização internacional, com filiais em diversos países do mundo e diversas cidades brasileiras.  Alguém está preocupado com a linha salafista seguida por este instituto?

Seria salutar que existisse mais questionamento no que acontece ao redor do mundo. É isso que se espera de uma universidade. Mais questionamento e menos festa. A pergunta básica é a seguinte: o que o Brasil ganha se tornando mais islâmico? Olhar o que acontece no resto do mundo já ajudaria bastante.

Outras questões interessantes que mereceriam ser levantadas são:
  1. O escritório modelo de arquitetura é composto por mulheres. Elas ficariam satisfeitas, como mulheres, sabendo que estão prestando um serviço para uma "comunidade" que defende que, por exemplo, para uma mulher provar que foi estuprada ela precisa do testemunho de quatro homens, caso contrário, ela é culpada de sexo ilícito, podendo ser apedrejada? Leia mais em Direitos das Mulheres sob o Islão.   
  2. Qual a postura dos muçulmanos senegaleses quanto a lei islâmica Sharia? Eles querem viver sob ela ou desejam aceitar a Constituição do Brasil? Eles desejam "direitos especiais" por serem muçulmanos? Pesquisas das mais diversas indicam que a maioria dos muçulmanos desejam a Sharia. Os muçulmanos senegaleses (bem como os de outras origens, bem como os brasileiros) não desejam a Sharia?
Ficam aqui as sugestões para um jornalismo mais investigativo e ousado e menos água-com-açucar.

https://youtu.be/KeatlVTc9t8 OK

Práticas Religiosas do Islão

O terceiro vídeo é uma reportagem da Al Jazeera que mostra que o Brasil está definitivamente na rota dos traficantes de refugiados. Talvez a UPF TV pudesse fazer jornalismo investigativo para saber se este é o caso dos senegaleses de Passo Fundo. 



Leitura Complementar:
Conheça o que a lei islâmica estabelece para você, não muçulmano, bem como para as mulheres, homossexuais e apóstatas (ex-muçulmanos ou muçulmanos considerados como "muçulmanos falsos"), neste livro Sharia, Lei Islâmica para os não muçulmanos.


https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3413813496355562593#editor/target=post;postID=8352080640914443134

PREFEITO DE SÃO PAULO , JOÃO DÓRIA ABRE SÃO PAULO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA CULTURA ISLÂMICA , SOB A BATUDA DE FAZER BONS NEGÓCIOS COM OS ÁRABES .

Resultado de imagem para DORIA E OS ARABESPrefeitura de São Paulo se abre ao capital islâmico. E qual a contrapartida?


O prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), encerrou uma visita de vários dias aos tremendamente ricos países do Golfo Pérsico, Emirados Árabes Unidos e Catar. Ele visitou as cidades de Abu Dabi, Dubai e Doha. Segundo suas próprias palavras no seu Facebook:

O dinheiro do mundo está aqui. O dinheiro árabe. Dinheiro dos principais fundos. Nós visitamos 6 fundos, dos quais 5 estão entre os 10 mais importantes, mais poderosos do mundo. Visitamos também 6 bancos investidores, 4 grupos privados de investimentos, 2 dos Emirados e 2 do Catar. 
Missões já organizadas e previstas para março e maio, ao Brasil, e vocês terão notícia disso.
A minha missão, minha função, e ser acima de tudo é de ser brasileiro, mais do que prefeito de São Paulo, eu sou uma pessoa que torce e trabalha pelo Brasil. 
Segundo informações em diversas mensagens no seu Facebook, o prefeito afirma ter firmado parceria com Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways para revitalizar marginais de São Paulo, com Al Ameri Al Tareq, presidente da Abu Dhabi Motosports para trazer o modelo do autódromo da cidade para Interlagos, atraído o interesse de Khalid Al Thani, dono de uma fortuna de 20 bilhões de dólares. Também a Investment Corporation do Dubai e a Dubai Chamber (uma câmara do Comercio e Indústria, que virão ao Brasil em março.

O Facebook do prefeito também mostra um vídeo que básicamente coloca a cidade de São Paulo à venda. Eu não vou esconder que o meu viés político é nacionalista e não é muito chegado a privatizações, notadamente quando se transfere propriedade para grupos estrangeiros. Mas o problema maior neste caso são os grupos estrangeiros que o prefeito está namorando. São grupos islâmicos, oriundos de uma região onde o radicalismo do salafismo e do wahabismo é a norma. (Leia um resumo sobre a Lei Islâmica Sharia aqui)

https://youtu.be/otTrRbOeYNs OK


Este é o vídeo com o qual a Prefeitura de São Paulo se põe à venda para o capital islâmico

É importante compreender que para os muçulmanos, em geral, e os salafistas e wahabistas em particular, a propagação do islamismo é um dever. O investimento islâmico virá com um aumento da imigração (hégira), uma ampliação do controle da indústria alimentícia pela "certificação halal" (e consequentes doações para a jihad global), um aumento da construção de mesquitas e madrassas e um aumento do proselitismo islâmico em todos os níveis. O que o Brasil ganha com uma ideologia monocultural crescendo no seu seio? O islamismo não traz nada de bom, basta olhar como é a vida das minorias nos países de maioria populacional islâmica, incluindo-se aí os ateus, os homossexuais, as mulheres, os ex-muçulmanos, os cristãos, e demais religiões.

O ganho econômico aparente irá desaparecer por completo com a deterioração das relações sociais que surgem associadas ao crescimento de uma população islâmica!

Se fosse para privatizar para grupos que estejam apenas interessados em auferir lucro, ainda vai. Mas se deixar compar por grupos que, além do lucro, desejam alterar a cultura e a história do Brasil? Isso não é boa governança.

O que vemos são modos diferentes de apoio ao islamismo, seja por segmentos de uma Esquerda pró-islâmica (como foi o caso do ex-prefeito Hadad), seja por capitalistas que só vêm o lucro à sua frente (como é o caso do atual prefeito João Dória). (E o último está sendo preparado pelo PSDB como candidato a presidência da república.)

É possível ser esquerda sem ser pró-islâmico.
É possível ser capitalista sem ser pró-islâmico.
Basta um pouquinho mais de amor ao Brasil.

Mais do que o lucro, o que o investimento islâmico almeja é a conquista da própria alma do Brasil e da América Latina


São Paulo sendo posta à venda para o pior tipo de investidor

Caio Fábio pode ser chamado para depor sobre Lula, na operação Lava Jato

Caio Fábio Nesta sexta-feira (8), o site O Antagonista informou que integrantes do Ministério Público Federal (MPF) poderão chamar o pas...