quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Pastor alerta cristãos e diz que novelas tem trazido muita destruição para as famílias

A novela ainda é uma plataforma gigantesca que influencia o Brasil. Está presente na moda, nas novas gírias, na nova sandália que será lançada. Ultrapassando os muros do país, o produto tem sido exportado para diversos outras nações. Avenida Brasil, por exemplo, de João Emanuel Carneio, foi vendida para 130 países e dublada em 19 idiomas.
Imagem redimensionadaPara conversar sobre o assunto, Cássio Miranda, apresentador do programa Bate-Papo (Rede Super), convidou os pastores Rossi Lamounier e Leonardo Capochim, responsável pelo Seminário Teológico Carisma em Belo Horizonte.

"Eu vejo que nem sempre é saudável e na maioria das vezes, na maioria dos casos que eu já conversei, muitas vezes a gente acompanha e aconselha, tem trazido muita destruição para as famílias”, iniciou Leonardo.

O pastor Rossi Lamounier complementa: “A telenovela começa na década de 50, na rede Tupi. Então ela está bem enraizada na nossa cultura. Ela faz parte do que a gente chama de cultura popular que é qualquer manifestação, seja folclore, música, arte, dança, onde a sociedade participa de forma ativa”, ressaltou.

“A novela imita a vida?”
A palavra retorna para Leonardo que responde a pergunta de uma espectadora: “Ao mesmo tempo que a novela imita a vida, a vida imita a novela. Ao mesmo tempo que eles querem trazer aquilo que acontece na sociedade, eles também vão implantando a maneira como eles enxergam esse assunto na sociedade. Uma coisa é eu trazer a discussão, o fato. Outra coisa é eu trazer esse princípio já com a maneira como eu enxergo. É uma doutrinação”, disse.

O pastor aprofunda seu argumento: “Ela [a novela] não apenas mostra como a sociedade enxerga um assunto, mas ela quer doutrinar a sociedade a como enxergar esse assunto. Você pode perceber que o assunto do divórcio é muito abordado. Principalmente na década de 90, esse assunto era muito corriqueiro nas novelas, nos filmes e ela foi doutrinando a maneira como as pessoas viam o divórcio. Aquilo que era um tabu, deixou de ser um tabu para se tornar exatamente o que as novelas diziam”, alertou.

“As novelas ajudaram a banalizar o relacionamento de pais e filhos. Sempre mostrando que o filho rebelde estava certo no final, porque o pai não pensava da maneira como ele pensava, o mundo tinha mudado. Então, tudo isso veio desconstruir muitos valores na sociedade. Porque infelizmente, nem todo mundo tem uma mentalidade, uma mente firme para assistir essas coisas e não ser contaminada por elas”, pontuou.

Confira o debate na íntegra:



Fonte: Guia-me

Na Espanha, média de doze igrejas evangélicas são abertas todos os meses

Mesmo sendo um país tradicionalmente católico, a Espanha tem se tornado cada vez mais religiosamente diversificada. Segundo dados do último relatório de pluralidade religiosa do governo espanhol, já existem quase 4 mil igrejas evangélicas no país.
De acordo com dados divulgados em dezembro de 2016, o cristianismo evangélico é a religião que experimenta crescimento no país. São registradas exatas 3.910 igrejas desta confissão na Espanha.
Em 2016, 141 igrejas evangélicas abriram — o que representa quase 12 novas congregações a cada mês.   
Dentre as minorias religiosas da Espanha, os evangélicos são o grupo que possuem o maior número de igrejas, com 57% dos espaços religiosos. Os muçulmanos possuem 1.508 locais de culto, seguido pelas Testemunhas de Jeová (650), cristãos ortodoxos (197), budistas (155), mórmons (119), e judeus (36).   
De acordo com o missiólogo Máximo Álvarez, a presença dos cristãos evangélicos espanhóis tem se fortalecido com o passar do tempo. "Nós vemos que houve um grande aumento desde o início do século 21, mas houveram menos igrejas na última década", disse ele ao site Protestante Digital.
Por outro lado, Álvarez observar que existem regiões da Espanha que ainda não possuem igrejas evangélicas. “Cerca de 587 cidades com mais de 5 mil habitantes não têm igrejas evangélicas".        
Catolicismo sofre baixa   
Enquanto isso, o catolicismo romano atingiu uma histórica marca mínima. Segundo informações do Centro de Estudos Sociológicos, 69% dos espanhóis se identificam como católicos (em 2006, esse número era de 77%). Muitos destes católicos não frequentam missas regularmente.
Nas escolas estaduais, 60% dos alunos responderam à pesquisa com a opção "abertos à alternativas" diante da escolha de religião.
Em 1992, 79% dos casamentos eram oficializados pela Igreja Católica. Em 2015, este número caiu para 29,1%. Em 2016, 3 em cada 4 casamentos foram feitos de maneira "não-confessional".    
Muitos jovens são ateus
Cerca de 16% dos espanhóis se definem como "não-religiosos". O número de ateus cresceu de 6% para 9% nos últimos dez anos.   
O crescimento da incredulidade é ainda mais claro quando se relaciona com a juventude. Quase metade das pessoas entre 18 e 34 anos se definem como não-religiosos ou ateus.

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