sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Cristianismo cresce na Coreia do Norte, após 70 anos de perseguição religiosa


Os cristãos da Coreia do Norte cristãos têm sofrido com 70 anos de perseguição, mas nem mesmo diante de um tempo tão longo de opressão, deixaram de compartilhar a sua fé e trabalhar pelo crescimento do cristianismo na nação comunista.
Imagem redimensionadaDesde 1995, o governo norte-coreano tem permitido que cerca de 480 organizações estrangeiras trabalhem no país, sendo que 70 delas são cristãs, como no caso da Bolsa do Samaritano e da Visão Mundial.

Estas organizações cristãs atendem a 85 dos 145 municípios e 23 das 27 cidades da Coreia do Norte, o que significa que uma grande parte da população do país já teve algum contato os trabalhos cristãos, de acordo com um artigo da Análise Global de Lausanne.

Até mesmo alguns funcionários do governo norte-coreano estão começando a olhar para os grupos cristãos com certa tolerância, não só por causa dos benefícios que essas organizações dão, mas também porque são tidas como grupos liderados por pessoas de integridade.

"Em uma das minhas viagens, um guarda comentou comigo: 'Muitas pessoas que entram em nosso país querem tirar vantagem de nós, mas vocês [cristãos] querem nos ajudar", contou o autor do artigo.

Diferente da China, o cristianismo teve parte na história da Coreia do Norte e foi associado a fatores positivos durante décadas.

A Coreia do primeiro abriu as suas portas ao cristianismo em 1884, quando missionário americano Horace Allen teve a oportunidade de ajudar a curar o irmão da Rainha com o uso de um medicamento. Devido a isso, mais missionários foram convidados para o país, que levou à criação de 293 escolas e 43 universidades. A partir de então, uma onda de atividades cristãs sucederam na cidade de Pyongyang.

Assim, dentro de uma perspectiva histórica, os cristãos na Coreia do Norte chegaram a ser associados à educação e progresso.

No entanto, a perseguição aos cristãos no país tornou-se intensa desde 1945. O governo, visando a remover todos os vestígios do cristianismo, investiu em uma repressão maciça contra os cristãos. Na década de 1970, o governo chegou a anunciar que os cristãos já não existiam mais no país.

Pelo 14º ano consecutivo, a Coreia do Norte foi classificada pela lista anual da Missão Portas Abertas como o país onde os cristãos sofrem a mais intensa perseguição religiosa em todo o mundo.
Um relatório divulgado no mês passado pela organização 'Christian Solidarity Worldwide' disse que há milhares de cristãos que são torturados das mais diversas formas na Coreia do Norte. O relatório disse que, em alguns casos, eles são pendurados em uma cruz para depois serem queimados ou então são esmagados por um rolo compressor.

"Os prisioneiros são forçados a realizar longos dias de trabalho duro, como mineração e extração de madeira. A desnutrição é frequente devido às rações pobres, e aumenta a taxa de mortalidade. Os prisioneiros vivem em condições precárias de acomodação, que não fornecem proteção adequada contra os invernos rigorosos, prejudicando ainda mais a deles. Além disso, estão sujeitos ao tratamento brutal, à tortura e até mesmo a execução pelas mãos dos guardas da prisão", disse o relatório.

No entanto, apesar disso, a presença cristã no país continua a se fortalecer. Um desafio importante atualmente para os cristãos da Coreia do Norte é a unidade.

"Se estamos a operar em áreas mais sensíveis ou trabalhando para melhorar a vida dos norte-coreanos em seu próprio país, é imperativo que nos unamos como Corpo de Cristo", destacou.

Fonte: Guia-me

ONU , braço do anti cristo , decide que judeus não tem “laços” com o Monte do Templo


A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura Nações Unidas (Unesco) anunciou nesta quinta-feira que o Monte do Templo, em Jerusalém, “não tem ligação” com os judeus.

A resolução associa somente nomes muçulmanos aos locais sagrados da Cidade Antiga. Vinte e quatro países-membros assinaram o documento e 26 se abstiveram. Apenas EUA, Reino Unido, Lituânia, Holanda, Estônia e Alemanha votaram contra.

A determinação foi concluída durante um encontro em Paris, reiterando uma votação similar realizada em abril. Ao desconsiderar os laços históricos do local, a ONU virtualmente entrega o Muro Ocidental [Muro das Lamentações] aos palestinos.

A decisão foi classificada por Israel como “antissemita e absurda”, sendo severamente criticada pelo que chama de “abusos provocativos que violam a santidade e a integridade” da área.

Esse é um duro golpe diplomático contra Israel, que podia ser antecipado após a decisão no ano passado da UNESCO entregando dois locais sagrados para os judeus ao controle de muçulmanos.

O Túmulo de Raquel, perto de Belém, e a Caverna dos Patriarcas em Hebrom, estão desde outubro de 2015 na mão dos palestinos. Na ocasião, a proposta incluía o Muro das Lamentações, considerando-o uma extensão da mesquita de al-Aqsa. Contudo, foi retirado da proposta final por pressão de países aliados de Israel. Um ano depois, a proposta foi aceita.

De acordo com o jornal Ynet News, o Ministério israelense das Relações Exteriores entregou um panfleto mostrando a inegável conexão histórica dos judeus com Jerusalém. Ele foi distribuído a todos os 120 delegados permanentes da UNESCO cujos países têm relações diplomáticas com Israel.

Fugindo da tradição, Israel buscou a ajuda inclusive da Santa Sé, argumentando que isso também iria prejudicar os cristãos. O Vaticano não se manifestou oficialmente.

Os representantes da Palestina estão buscando, entre outras coisas, nomear um observador permanente da UNESCO em Jerusalém. O objetivo seria forçar a condenação das atividades israelenses em territórios disputados.

A julgar pela decisão de hoje, a ONU acabará cedendo à pressão e intervindo em território israelense, forçando o reconhecimento da Palestina como Estado independente, cuja capital seria Jerusalém Ocidental.

“Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”

O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu protestou contra a decisão da ONU. “O teatro do absurdo continua com a UNESCO. Hoje, a organização tomou sua decisão mais bizarra, dizendo o povo de Israel não possui nenhuma ligação com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações. Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”, disparou.

Foi mais incisivo, pedindo: “gostaria de aconselhar os membros da UNESCO que visitem o Arco de Tito, em Roma, onde poderão ver o que os romanos levaram para Roma após terem destruído e saqueado o Monte do Templo dois mil anos atrás. Poderão ver gravado no Arco, o menorah de sete braços, que é o símbolo do povo judeu, bem como o símbolo do Estado judaico hoje. ”

Cumprimento profético

O Conselho Executivo da UNESCO tem 58 países membros. A maioria deles é de nações muçulmanas, o que garante o apoio aos palestinos. Como a Palestina não é reconhecida como nação e tampouco é membro da comissão, seis Estados árabes apresentaram a proposta em nome dos palestinos: Argélia, Egito, Kuwait, Marrocos, Tunísia e Emirados Árabes Unidos.

Segundo o documento, o Muro das Lamentações passaria a se chamar Al-Buraq Plaza. Buraq é o nome do cavalo alado que teria levado Maomé em sua viagem mística a Jerusalém. Também faria parte desse “complexo palestino” a Porta de Mughrabi, que dá acesso ao local.

Também pedem “ações” da ONU contra o que denominam “a capital ocupada da Palestina”.

Em outras palavras, conseguiriam ampliar o domínio palestino justamente no local mais sagrado para o judaísmo. Ao mesmo tempo, forçariam o reconhecimento que a Autoridade Palestina tem direito a parte Oriental de Jerusalém, conquistada por Israel na Guerra de 1967.

A Esplanada das Mesquitas é o terceiro lugar mais sagrado do islã e a Jordânia tem a custódia deste santuário, segundo o tratado de paz entre ambos países de 1994. Segundo a Bíblia e a arqueologia, é nesse local, no alto no Monte Moriá, que ficava o templo de Salomão e posteriormente foi edificado o Segundo Templo, pelo governador romano Herodes.

Os incidentes e a luta pelo Templo se reascenderam no último ano, após os sucessivos anúncios por parte de judeus religiosos que estaria tudo pronto para a construção do Terceiro Templo no local.

Os judeus veem a reconstrução do Templo como parte do cumprimento das profecias do Antigo Testamento e anúncio da vinda do Messias.

Fonte: Gospel Prime

Estudo revela que 8 em cada 10 cristãos ex-muçulmanos retornam à antiga fé por falta de acompanhamento


Milhares de muçulmanos têm se rendido aos pés Jesus em diversas partes do mundo. Apenas na Alemanha, país que mais tem abrigado os refugiados dos conflitos no Oriente Médio, 3.500 se voltaram para Cristo e foram batizados nos últimos dois anos.

Segundo o estudo feito pela organização alemã evangélica Idea, a maioria dos batizados são ex-muçulmanos do Irã, Iraque e Síria. Muitos deles haviam se convertido em seus países de origem, mas tinham medo de serem assassinados por revelar sua nova fé.
Imagem redimensionadaMesmo sendo classificado como o 9º país que mais sofre de perseguição religiosa no mundo, o Irã tem a população evangélica que cresce mais rápido no mundo, de acordo com Emily Fuentes, porta-voz da organização Portas Abertas.

A República Islâmica do Irã é baseada em uma teocracia muçulmana xiita, mas abriga cerca de um milhão de novos convertidos ao cristianismo em igrejas subterrâneas.

Embora o trabalho missionário tenha obtido efeitos, muitas pessoas que são novas na fé deixam de receber o suporte necessário para permanecer firmes na caminhada cristã.

De acordo com a Portas Abertas, especialistas e missiólogos afirmam que nos países de maioria muçulmana, 8 em cada 10 cristãos ex-muçulmanos retornam à antiga fé por falta de acompanhamento, solidão e isolamento.

A organização ainda aponta que menos de 10% dos líderes cristãos que integram a comunidade de cristãos que sofrem perseguição por causa da fé em Jesus, receberam algum tipo de treinamento teológico.

Um dos casos mais recentes de abandono da fé cristã foi divulgado pela organização em agosto de 2016. Depois de sofrer abuso extremo nas mãos do governo de seu país, o egípcio Mohamed Hegazy não resistiu à pressão e deixou de ser cristão para voltar ao islamismo.

Hegazy se converteu ao cristianismo em 2007 e chegou a mudar o seu nome por isso. No entanto, sua decisão de seguir a Cristo também lhe expôs a anos de perseguição religiosa em seu país, incluindo a tortura brutal na prisão.

Em 2013, Hegazy foi preso, mas seria libertado em junho deste ano pelo fato das acusações contra ele serem falsas ou já terem expirado. No entanto, o processo garantiu que ele ainda não era realmente um homem livre e em julho, Hegazy declarou publicamente o seu retorno ao islamismo.

Fonte: Guia-me

LIMPEZA E POLIMENTO DE PEDRAS EM JAGUARIÚNA - HOLAMBRA - PEDREIRA - AMPARO - SERRA NEGRA - INDAIATUBA


Vida de Edir Macedo vai virar trilogia no cinema e custar até R$ 50 milhões

  • Vida de Edir Macedo e história da Igreja Universal vão virar trilogia no cinema
    Vida de Edir Macedo e história da Igreja Universal vão virar trilogia no cinema
A vida do bispo Edir Macedo e a saga da Igreja Universal vão virar não um só filme, mas três no cinema. Cada um tem orçamento estimado em cerca de R$ 16 milhões. É mais que o dobro da média dos filmes de alto orçamento no país (R$ 7,5 milhões).
A Record, a princípio, não pretende recorrer a nenhuma lei de incentivo, como a Rouanet, para bancar o filme. A intenção é que a trilogia seja inteiramente patrocinada por terceiros.
A emissora começou nos últimos dias a sondar empresas e interessados em uma eventual parceria para a execução dos três filmes, que serão baseados nas três biografias escritas pelo jornalista e diretor da Record, Douglas Tavolaro – também produtor-executivo dos filmes.
Pelo cronograma mais otimista as gravações começariam no segundo semestre do próximo ano ou no mais tardar em 2018. Dada a imensa variedade de países e complexidade das locações (e custos) onde serão rodadas cenas, uma das propostas é realizar os três filmes de uma só vez – o que pode se transformar na maior empreitada da história do cinema brasileiro.
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Além de empresas, a Record também pode pedir apoio a governos internacionais, já que o filme tem locações previstas em todos os continentes.
Uma das comunidades que podem ser chamadas à parceria seria a judaica --dada a ótima relação entre a Universal e o governo de Israel.

JACO - ISRAEL

De todos os relatos da Torá, este é um dos mais envoltos em mistério. Conta-nos a história da luta entre um ser humano e um anjo e a da ...