sexta-feira, 1 de julho de 2016

DESCAMBADO - Pastores Presbiterianos dos EUA fazem orações em nome de Alá “contra islamofobia”

A Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) fez orações a Alá durante a reunião da Assembleia Geral da denominação, realizada na semana passada.
“Alá nos abençoe e abençoe nossas famílias e abençoe nosso Senhor. Nos guie no caminho reto de todos os profetas: Abraão, Ismael, Isaque, Moisés, Jesus e Maomé”. Estas palavras foram repetidas diante da congregação durante o encontro nacional que reuniu líderes presbiterianos em Portland, Oregon.
Wajidi Said, co-fundador do Fundo de Educação Muçulmano, conduziu os participantes na invocação do nome do deus islâmico. O momento foi parte do momento do programa reservado ao ministério ecumênico e inter-religioso da PCUSA.
A oração realizada durante a sessão de abertura do encontro, acompanhou um momento dedicado à intercessão pelas pessoas feridas no atentado em Orlando, ocorrido recentemente. “Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso, louvemos ao Senhor… a paz esteja com eles e a paz esteja com Deus”, pediu Said. Ele também orou pela paz sobre a vida dos “fanáticos” e dos “islamofóbicos.” Centenas de pastores presentes concordaram com um “amém” no final.
Mais tarde, no final da sessão, o pastor Gradye Parsons fez um pedido de desculpas a quem, porventura, se ofendeu com a oração. A PCUSA afirmou durante a reunião que defende “relações positivas com pessoas de outras tradições religiosas” e está empenhada em lutar “contra o aumento da islamofobia”.
Com cerca de um milhão e seiscentos mil membros, a PCUSA é o maior segmento dos presbiterianos americanos. Pautada pela teologia liberal, desde 2011 ela ordena pastores homossexuais. No ano passado, anunciou o primeiro caso de ordenação de duas lésbicas que vivem maritalmente, como pastoras.
A aproximação de evangélicos e muçulmanos é defendida por outras denominações americanas, como a Igreja Universalista, que cedeu um de seus templos para islâmicos fazerem suas orações. Com informações dee Gospel Prime  CBN News

ATENÇÃO CRISTÃOS DO BRASIL - HADDAD , PREFEITO PAULISTA DO PT VETA PROJETO QUE CRIAVA O DIA DE COMBATE A CRISTOFOBIA

O prefeito de SÃO PAULO , HADDAD , ou RUINDDAD PARA OS CRISTÃOS , acabou de vetar o PROJETO QUE CRIAVA O DIA DE COMBATE A CRISTOFOBIA .
Movido por seus instintos comunistas ele se achou no direito de vetar esse projeto , deixando assim os que nos atacam livres para continuar sua trajetória de ódio contra os CRISTÃOS.

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NESSAS ELEIÇÕES PARA PREFEITO , DEVEMOS ARRANCAR ESSAS ERVAS DANINHAS DO PODER , E LANÇA LAS AO ESQUECIMENTO .

PREFEITO RUINDDAD , PREFEITO MALDDAD , PREFEITO  HADDAD NUNCA MAIS .


EQUIPE GRITOS DE ALERTA .


SEGUE  MATÉRIA DO ESTADÃO .


O prefeito Fernando Haddad (PT) decidiu vetar o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal no começo do mês que pretendia instituir o “Dia de Combate à Cristofobia” na capital. A data seria no dia 25 de dezembro, em que é celebrado o nascimento de Jesus Cristo.
O projeto, do vereador Eduardo Tuma (PSDB) foi aprovado com a justificativa de que os cristão não teriam liberdade de proferir suas ressalvas à união homoafetiva, e assim seriam alvo de discriminação. Por isso, precisariam de uma data para defender seus direitos de “liberdade religiosa”.
Ao justificar o veto, em despacho programado para sair nesta quinta-feira, 30, no Diário Oficial, Haddad argumentou que a instituição da data estimularia “a separação entre religiões cristãs e outras religiões, além da população LGBT, prestando desserviço aos esforços que o conjunto do Município de São Paulo tem feito em prol da convivência pacífica com a pluralidade democrática”.
“Com efeito, ao pretender vitimizar e conferir uma espécie de deferência especial a grupo que, na realidade, é majoritário na sociedade brasileira, o projeto demonstra a intenção de provocar os defensores dos direitos das minorias”, continua Haddad em suas razões para o veto. “Além disso, ao escolher o dia de Natal para tanto, a iniciativa beira a blasfêmia”, diz o prefeito, no texto.
“Por tudo isso, a proposta revela-se oposta ao interesse público e aos princípios constitucionais basilares, vale dizer, a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, a redução das desigualdades sociais, a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, e a prevalência dos direitos humanos”, conclui o prefeito de São Paulo.
Autor do projeto, Tuma diz que vai reapresentar o texto à Câmara. “Não é um projeto que apregoa qualquer religião. Ele foi apresentado para garantir a liberdade de expressão dos cristãos falarem sobre qualquer tema, e fatalmente isso leva à questão da opção sexual”, disse o vereador.

No entendimento de Tuma, “na verdade, com essa medida, ele (Haddad) mostra que não prestigia (a todos) de forma igualitária”, concluiu.  


GRITOS DE ALERTA / ESTADÃO
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