domingo, 15 de maio de 2016

14 SINAIS DE QUE VOCÊ ESTÁ COM EXCESSO DE AÇÚCAR NO SANGUE (E ALIMENTOS QUE VÃO CORRIGIR ISSO)

Você anda sentindo fome constantemente?
Esse é apenas um sintoma do elevado índice de açúcar no sangue.
Há quem pensa que apenas os diabéticos sofrem com a elevação de açúcar no sangue.
Mas isso não é verdade - qualquer pessoa pode sofrer com os sintomas provocados por alimentos muito doces.
Portanto, refrigerante, bombons, bolos e biscoitos recheados, por exemplo,  devem ser evitados por todos.
Então, para que fique claro: dependendo do que se come, todos em algum momento podem ter elevação do açúcar no sangue.
O verdadeiro problema, porém, é quando os níveis de açúcar no sangue permanecem elevados por um longo período de tempo, pois isso pode causar problemas de saúde mais graves.
Veja o que mais pode causar a elevação do açúcar no sangue:
- Uso de medicamentos químicos
- Alguns problemas de saúde
- Estresse
- Falta de exercícios físicos
Estar com o nível de açúcar elevado não significa necessariamente que você tem diabetes - este é apenas um sintoma dela.
Outros sintomas que indicam a elevação do açúcar no sangue são:
Boca seca
Aumento da sede
Vontade de fazer xixi frequentemente
fome constante
cansaço extremo
pele seca
ganho de peso e excesso de gordura abdominal
dificuldade de concentração
Visão embaçada
infecções recorrentes
problemas de estômago
problemas de nervos
cicatrização lenta de feridas e cortes
Impotência sexual
Para diminuir os sintomas de alto teor de açúcar no sangue, a recomendação é aumentar o consumo de alimentos de baixo índice gliêmico.
Se você não for diabético, apenas isso pode ser o bastante para resolver o problema.
Os alimentos com baixo IG são digeridos e absorvidos lentamente.
Eles produzem aumento gradual do açúcar no sangue.
Os alimentos de baixo IG são muito benéficos para a saúde, pois reduzem os níveis de açúcar e a resistência à insulina.
As dietas de baixo IG também têm benefícios para o controle de peso, porque elas ajudam a controlar o apetite e atrasar a fome.
Aqui está uma relação com alimentos de baixo IG - coma-os com frequência e sentirá a diferença:
maçã
banana
cereja
pera
melão
kiwi
limão
laranja
cenoura
iogurte natural
kefir
brócolis
quinua
grão-de-bico
brotos
batata-doce
cebola
feijão-branco
lentilha
nozes
castanha-do-pará
farinhas funcionais (coco, banana verde, berinjela, maracujá, linhaça)
E a melancia?
É um caso especial que merece explicação.
A melancia tem um índice glicêmico elevado, mas uma carga glicêmica baixa.
Traduzindo: a glicose proveniente da melancia é absorvida rapidamente, mas o total de glicose é baixo.
Isso significa que, numa dose moderada, a melancia não aumenta a glicemia.



http://www.curapelanatureza.com.br/post/03/2016/14-sinais-de-que-voce-esta-com-excesso-de-acucar-no-sangue-e-alimentos-que-vao-corrigir

METAS, DEVERES E OBRIGAÇÕES


Em Atos 20:18-36 encontramos as palavras com que o apóstolo Paulo se despede dos supervisores da igreja de Éfeso. Ele estava de passagem para Jerusalém, e não esperava ter a oportunidade de vê-los outra vez. Paulo tinha sido o seu professor e mestre por três anos, e havia uma profunda afeição entre eles e Paulo. Em poucas palavras, Paulo descreve a sua missão, que cumpriu por completo entre eles, e define em linhas gerais o trabalho que os supervisores devem desenvolver.
O obreiro cristão, particularmente aquele que se dedica inteiramente à obra missionária, encontrará aqui princípios importantes para orientá-lo em sua conduta e em seu trabalho.
O apóstolo Paulo começa definindo sua própria meta: "Testificar a todos o arrependimento do pecado para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo."
Os onze apóstolos eram testemunhas do que haviam visto e ouvido enquanto o Senhor Jesus estava na terra, e foram escolhidos e enviados por Ele com o comando: "Ide ... fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado" (Mateus 28:19-20).

Paulo não estava entre eles; ao contrário, foi perseguidor da igreja primitiva em seu início, mas arrependeu-se e submeteu-se a Cristo imediatamente quando O viu no caminho de Damasco. Ele também foi escolhido pelo Senhor Jesus para levar o Seu nome aos gentíos e reis bem como os filhos de Israel, e o Senhor iria lhe mostrar quanto lhe importava sofrer pelo Seu nome (Atos 9:15,16). Paulo se colocou entre os apóstolos, por isto e porque recebeu o Evangelho diretamente mediante revelação de Jesus Cristo, e não de homens (Gálatas 1:1, 11,12).
O apóstolo Paulo era, em primeiro lugar um evangelista (um mensageiro de bem). Semelhantemente são evangelistas todos aqueles cuja missão é levar o evangelho da Salvação para o mundo que não conhece Cristo: são os missionários ou obreiros, que se dedicam a este trabalho.
Para alcançar sua meta, foi preciso usar de toda a humildade e perseverança, mesmo com lágrimas, vencendo provações vindas do inimigo. Não foi fácil. O caminho do crente em Cristo, testemunhando do seu Salvador, também não é fácil. Exige:
  • humildade: encontrei recentemente uma definição muito boa de humildade: humildade não consiste em pensar pouco a respeito de nós próprios, mas sim em não pensar em nós. Por outro lado, foi João Calvino que disse "Todos os que exaltam a si próprios lutam contra Deus".
  • perseverança: sobre perseverança disse o grande evangelista Spurgeon: com perseverança a lesma chegou até a arca de Noé.
  • coragem para enfrentar o inimigo que nos ataca onde julga que somos mais vulneráveis. Corrie ten Boom, uma crente que teve que suportar horrores dos nazistas durante a última grande guerra na Holanda disse o seguinte: "quando o trem entra num túnel e fica escuro, não desistimos da viagem e pulamos do trem. Ficamos quietos e confiamos no maquinista!"
O evangelista de hoje, penetra dentro de um mundo hostil, cheio de preconceitos contra os crentes, de orgulho e desprezo por imaginar que tem um conhecimento superior. Como Paulo, ele precisa de uma grande dose de humildade, perseverança e coragem, lembrando-se que o grande apóstolo Paulo, com a vantagem de ter recebido o evangelho diretamente da boca de Cristo ressuscitado, às vezes chegava a chorar diante da incredulidade e dureza de coração do mundo que enfrentava.
O apóstolo Paulo era, em segundo lugar, um mestre: ele ensinava os novos-convertidos, muitos dos quais eram gentios e portanto desconheciam não só os ensinos de Cristo que todos agora precisavam aprender dos apóstolos, mas também o Velho Testamento, do qual Paulo era profundo conhecedor. Ele ensinou tudo o que sabia, que fosse proveitoso para os que se convertiam a Cristo. No desempenho da sua tarefa, Paulo foi uma testemunha fiel de Jesus Cristo e da Palavra de Deus, nada retendo para si. Foi fiel mesmo ao enfrentar a oposição dos religiosos judeus. Paulo mandou a Timóteo, um dos primeiros "obreiros" das igrejas em seu tempo "prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina" pois "haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina ..." (2 Timóteo 4:2,3).
Os novos convertidos precisam de mestres pois, como os gentíos do tempo de Paulo, nada conhecem das Escrituras. Hoje temos a Bíblia impressa e relativamente barata, que é uma grande vantagem, mas o mestre ainda é de grande valor para esclarecer e orientar, bem como para corrigir, repreender e exortar como Paulo mandou que Timóteo fizesse. O missionário e obreiro tem que estar bem preparado para essa finalidade, conhecendo bem a Palavra de Deus.
Ao ensinar, o mestre nada deve reter para si daquilo que é útil para os seus discípulos: no discipulado cristão estamos trabalhando para preparar outros para continuarem a nossa tarefa, e nos compete assegurar que estarão tão bem equipados quanto nós próprios.
Na Bíblia não encontramos qualquer justificativa para o clericalismo na igreja. Ao contrário o domínio de um ou mais irmãos sobre a igreja é condenado: vemos isto, por exemplo, na terceira epístola de João, onde um certo Diótrefes queria dominar a igreja ao ponto de isolá-la das outras chegando a difamar o apóstolo João. Também em duas das cartas às igrejas no Apocalipse há referências à doutrina dos nicolaítas, que significa dominadores do povo: era o início do clero, que tanto mal fez ao povo de Deus.
O trabalho do ministério cristão pertence a cada um dos membros da igreja e para isso devem ser equipados pelos seus mestres. Barnhouse, obreiro e escritor, escreveu: "Se eu só tivesse três anos para servir ao Senhor, eu reservaria os primeiros dois para estudo e preparação."
Paulo teve que dar seu testemunho, tanto em público, como de casa em casa. Ao pregar o Evangelho, Paulo adaptava suas mensagens à sua audiência, mas o teor era sempre o mesmo: o arrependimento do pecado seguido pela fé em Jesus Cristo.
Como Paulo, devemos estar sempre prontos a testemunhar aos outros a fé que recebemos de Deus e instá-los a deixar o seu pecado e receber a Cristo como o Redentor e o Senhor de suas vidas. A respeito do testemunho cristão, um comentarista, chamado Vance Havner disse: "Somos o sal da terra, não o açúcar, e nosso ministério é para purificar, não somente mudar o sabor." Estamos no mundo para ser testemunhas, e devemos nos dedicar a essa vocação. Segundo Spurgeon, todo o crente é um missionário ou um impostor!
A missão de Paulo entre os efésios só se completou depois de ter anunciado todo o desígnio de Deus a todo aquele que estava pronto a ouvir sua mensagem: a responsabilidade de Paulo terminava ali. Ao ouvinte cabe aceitar ou rejeitar o Evangelho, e é a obra do Espírito Santo convencer o pecador do pecado, da justiça e do juízo (João 16:8).
Não existe lugar para o orgulho do pregador, ou de qualquer um em ter ele próprio obtido a conversão de almas: o máximo que ele pode fazer é testemunhar de Cristo, apresentando o Evangelho de maneira clara e compreensível: com isto ele está anunciando todo o desígnio de Deus de que Paulo está falando. É Deus, o Espírito Santo, que faz o resto, e a conversão é o resultado de uma decisão expontânea e sincera daquele que ouve.
Esquecendo-se disso, muitos procuram forçar decisões com longos apelos, música e linguagem comovente. Por causa deste tipo de pressão, alguns se declaram convertidos, e atendem ao chamado do pregador; não sendo por obra do Espírito, a conversão não é genuina: é como o solo rochoso, ou espinheiro da parábola do semeador. O diabo sempre esteve empenhado em fazer com que os não-convertidos sejam admitidos nas igrejas. Tomemos cuidado para não o ajudarmos no seu trabalho.

O Espírito Santo dirigia os movimentos de Paulo, impedindo-o de ir para um lado e impelindo-o para outro. O Espírito Santo impediu Paulo de pregar a palavra na Ásia, e de ir para Bitínia (Atos 16:6,7). No entanto as palavras traduzidas "Constrangido em meu espírito" (Atos 19:21) nos dizem que Paulo estava resolvido a ir para Jerusalém apesar de ter sido prevenido pelo Espírito Santo (versículo 23) que o esperavam cadeias e tribulações. Se o seu espírito estava sob o controle do Espírito Santo (Romanos 8:16), ele estava justificado em continuar a viagem, mesmo quando os discípulos em Tiro, movidos pelo Espírito Santo, logo depois recomendaram que ele não fosse para Jerusalém (Atos 21:4).
Alguns comentaristas mantêem que a tradução correta destas palavras é "obrigado no Espírito" pois o pronome meu não se encontra no original nem se distinguem as letras maiúsculas das minúsculas. Neste caso era o Espírito Santo que impelia Paulo de maneira irresistível para que retornasse a Jerusalém: como nos casos anteriores, o Espírito Santo poderia ter impedido que Paulo continuasse sua viagem até lá.
Seja como for, Paulo declarou que considerava a sua vida menos importante do que completar a sua carreira e seu ministério para testemunhar o evangelho da graça de Deus. Mais tarde, de sua prisão em Roma, quando sua vida aqui na terra estava para terminar, Paulo escreveria a Timóteo: "combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé" (2 Timóteo 4:7); ele sabia que tinha completado a sua missão.
A sua prisão lhe deu a oportunidade de escrever as suas epístolas, parte importante do alicerce da nossa fé, mediante as quais o evangelho ainda é pregado em todo o mundo; o seu testemunho escrito atingiu e ainda alcança imensamente mais pessoas do que as que ouviram seu testemunho verbal. No entanto, quando ele havia completado a sua carreira, ele podia ver apenas uma pequena parte do efeito do seu trabalho.
Paulo tinha uma meta clara e definida para a sua vida, e todo aquele que se empenhe em ser um obreiro do Senhor deve seguir seu exemplo: a meta de Paulo era testemunhar ao mundo o evangelho da graça de Deus, substanciada na vida, morte e ressurreição de Cristo para a salvação dos que nele crêem. Deus ainda precisa de obreiros, como Paulo, cujas vidas sejam dedicadas inteiramente a dar esse testemunho ao mundo. A eles o Espírito Santo impelirá e impedirá conforme os superiores desígnios de Deus.
Em seguida Paulo define a meta dos supervisores (chamados bispos, presbíteros ou anciãos):
Pastorear a igreja de Deus.
Os supervisores devem cuidar de si e do rebanho a eles confiado (é de notar que cada igreja tinha uma pluralidade de supervisores encarregados do pastoreio). Não lhes compete presidir sobre o rebanho, como se fossem seus proprietários, pois é a igreja de Deus, comprada por Ele com o Seu próprio sangue, sendo Ele o Pastor e Bispo das suas almas (1 Pedro 2:25); esses homens são constituidos supervisores (os presbíteros, Atos 20:17, chamados bispos, 20:28) sobre o rebanho pelo Espírito Santo, e terão um dia que prestar contas pela sua atuação. Sua responsabilidade é a mesma que o Senhor passou a Pedro (João 21:16, 1 Pedro 5:2).

Devem estar atentos aos lobos vorazes: o diabo anda em derredor, procurando alguém para devorar (1 Pedro 5:8), e muitos fazem o trabalho dele, por que são inimigos do Evangelho. Alguns são lobos disfarçados de ovelhas: falsos profetas e mestres (Mateus 7:15).

Também devem precaver-se contra aqueles que se levantarem dentro da própria congregação, mesmo entre os supervisores (dentre vós mesmos), falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles (é o início das heresias). Falsos ensinos motivados por ganância e orgulho, envolvendo filosofia, imoralidade, asceticismo (Colossenses 2:8,18; Efésios 4:14, 5:6, 1 João 2:19, Judas).

Além disso devem vigiar atentamente para manter a sã doutrina, de acordo com a Bíblia, que no início fora admoestada aos supervisores, um por um, pelo apóstolo Paulo.
O evangelho custou o precioso sangue de Cristo, acima de qualquer preço; a manutenção da verdadeira fé através de quase dois milênios custou imenso sacrifício, inclusive a vida, de pessoas e populações inteiras, martirizadas pelos inimigos do Evangelho, principalmente o falso cristianismo que procurou esmagar toda a oposição ao seu controle. A nossa fé é portanto preciosíssima e devemos vigiar para que se mantenha em sua pureza.
Finalmente, devem trabalhar para o seu próprio sustento e para socorrer os necessitados, seguindo o exemplo de Paulo. "Mais bem-aventurado édar do que receber" são palavras do Senhor Jesus registradas por Paulo e que não foram registradas nos Evangelhos.
O obreiro cristão não deve ambicionar riquezas materiais para si, nem cobiçar o dinheiro ou bens do rebanho de Cristo: Paulo trabalhava para sustentar-se a si e para ter o que dar aos seus companheiros. Ele nunca cobrou nada a ninguém pelo seu ministério na obra de Deus.
Por outro lado, o mesmo apóstolo Paulo ensinou que devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na Palavra e no ensino, pois a Escritura declara: "Não amordaces o boi, quando pisa o grão; e ainda: O trabalhador é digno do seu salário" (1 Timóteo 5:17-18).
Resumindo:
  1. o supervisor não deve pedir sustento do rebanho, mas trabalhar ele próprio, se necessário, para se suster;
  2. as igrejas têm o dever de contribuir para o sustento dos supervisores, particularmente os que trabalham bem e dedicam muito ou todo o seu tempo ao evangelismo e ensino. Assim classificamos os obreiros "de tempo integral", e é por isso que temos a IDE e outros instrumentos para reunir as ofertas das igrejas e canalizá-las a esses trabalhadores.
  3. Em conclusão, ecoando as palavras inspiradas de Paulo, esperamos que
    os mensageiros de Cristo continuem humildes e perseverantes, testemunhando do Evangelho de Cristo em todo o lugar,
  4. que os supervisores do rebanho se mantenham atentos aos inimigos da fé e aos falsos ensinos, e vigiando pela sã doutrina,
  5. e que as igrejas estejam sempre cônscias da sua responsabilidade para suprir as necessidades dos que se afadigam na Palavra e no ensino, para que tenham todo o seu tempo disponível para aplicar-se à obra.
E, repetindo as palavras finais da sua carta de Paulo aos efésios:
Paz seja com os irmãos, e amor com fé, da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo. A graça seja com todos os que amam sinceramente a nosso Senhor Jesus Cristo.

As Promessas de Deus Aos obreiros


Um obreiro é aquele que executa uma obra. Obra, por sua vez, é o conjunto das ações realizadas por alguém, alguma coisa ou um fenômeno (natural, social, psicológico) tendo em vista um certo resultado.
Transpondo esse vocábulo para a área espiritual, entendemos que um “obreiro” é todo aquele que executa a obra de Deus aqui na Terra. Todos os que recebem Jesus Cristo como o Senhor de suas vidas se submetem à situação de servos. Os servos obedecem ao desejo do seu Senhor, agindo para desempenhar o que lhes é designado, logo todos são “obreiros”.
Ao final do “sermão do monte das Oliveiras”, dois dias antes da Sua crucificação, o Senhor Jesus contou uma parábola que, embora contada no contexto dos dias finais antes da Sua segunda vinda e da seleção dos que vão participar do Seu reino milenar, bem ilustra o obreiro cristão. É a “Parábola dos Talentos” encontrada em Mateus 25:14 a 28, em que três servos de um senhor, que partia em viagem, receberam um valor em dinheiro cada um correspondente à sua capacidade, a fim de negociar e produzir lucro para ele.
 Senhor Jesus está atualmente ausente, e também distribui responsabilidades correspondentes à capacidade de cada um dos Seus obreiros. É comum confundir os “talentos”, medida de moeda usada na parábola, com qualidades naturais ou adquiridas, como habilidades físicas e mentais que denominamos também de “talentos”. Estas qualidades é que constituem a “capacidade de cada um”, e é em função destas que são distribuídas as responsabilidades, os “talentos” da parábola.
Ao voltar o senhor da parábola, ele acertou contas com os seus servos, e verificou que os dois que haviam recebido mais para aplicar haviam trabalhado bem e obtido bom resultado, proporcional ao valor que receberam. Efetivamente demonstraram ser verdadeiros “servos” porque fizeram o que o seu senhor lhes ordenara e obtiveram sucesso.
Um dia os obreiros haverão de prestar contas ao Senhor Jesus pela maneira em que executaram as tarefas confiadas à sua responsabilidade. Terão se aplicado em Sua obra, nas oportunidades que se lhes ofereceram, com amor e dedicação, tendo assim algo de positivo para apresentar quando o Senhor voltar? Quanto mais tiverem se envolvido no trabalho do Senhor, mais responsabilidades lhes serão confiadas: “a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância...”.Finalmente, serão honrados com a aprovação do Senhor, e recompensados com a sua nomeação para algo mais importante: “Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:23).
Na parábola há uma séria advertência aos falsos obreiros, que são como o terceiro servo da parábola que nada fez além de enterrar o que tinha recebido. Ele provou que na verdade não amava o seu senhor, pois nada fez em seu benefício e ainda o insultou quando veio prestar contas. Se, ao menos, tivesse entregue seu dinheiro aos banqueiros para que rendesse juros, ainda teria sido aprovado.
Se um obreiro realmente ama ao Senhor e se acha incapaz de tomar uma responsabilidade, pelo menos tem a oportunidade de dar o seu apoio financeiro, etc., a outros que o possam usar para o Senhor. Como exemplo, podemos citar diversas formas de apoio aos trabalhos missionários, de evangelização, etc.
O servo mau e negligente da parábola simboliza os que apenas se apresentam como sendo de Cristo, mas na realidade nunca se converteram, na realidade não O amam e nada querem fazer por Ele, até mesmo se ressentem contra ele. Serão severamente repreendidos pelo Senhor como servos inúteis e condenados ao inferno.
A obra do Senhor às vezes parece desapontadora. O obreiro se afadiga e vê pouco resultado, às vezes mesmo nenhum. Como ele gostaria de ver almas se chegando para ouvir o Evangelho, e recebendo de bom grado as boas novas de salvação! Mas o interesse é pouco, o inimigo parece prevalecer, e a tentação de desistir é grande. Mas o Senhor promete, nas palavras de Paulo: “Meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Coríntios 15:58). O nosso trabalho para o Senhor, seja ele qual for, nunca será em vão se for feito segundo a vontade dele. O resultado será positivo, mesmo quando não podemos vê-lo diante de nós.
Deus nunca Se esquece do nosso trabalho, e do amor que demonstramos para com o Seu nome, em qualquer coisa que façamos para Ele, e para o bem-estar dos demais obreiros, ou santos: “Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra, e do trabalho do amor que para com o seu nome mostrastes, enquanto servistes aos santos; e ainda servis” (Hebreus 6:10). Toda e qualquer coisa que façamos para o bem da obra de Cristo, como contribuições financeiras, sacrifícios de oração, dedicação de tempo para encorajamento, conforto e admoestação, hospedagem, e muito mais - tudo ficará gravado na infalível memória de Deus. Tudo é serviço para ser prestado revelando o nosso amor e dedicação ao nome de Deus, e do Seu Amado Filho, e nunca é inútil.
Haverá recompensa para cada obreiro em proporção com o seu próprio trabalho: “Nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho” (1 Coríntios 3:7-8). Plantar e regar são funções diferentes num jardim, e Paulo aqui afirma que nem ele, que pregou o Evangelho, nem Apolo que ensinou os novos convertidos, são importantes por si próprios, pois é Deus que dá o crescimento. Os dois são uma unidade, pois sem plantar nada brota, e sem regar nada sobrevive. Cada obreiro faz a sua parte e receberá o galardão segundo o que o seu trabalho merece. Isso se aplica a todo o trabalho na obra de Cristo, onde há muitos obreiros, cada um fazendo a sua parte.
Em lugar nenhum encontramos o ensinamento que um obreiro receberá galardão em função do trabalho de outro, por exemplo, um irmão que ora, e contribui financeiramente para o trabalho de outro irmão envolvido diretamente em uma obra missionária não é responsável nem receberá galardão segundo o que o trabalho do outro merece. Cada um é um obreiro, servo do Senhor, e seu galardão tem a ver exclusivamente com o seu próprio serviço, como vimos acima.
Certos obreiros, no desejo de dedicar o seu tempo integral para a obra de Deus, abrem mão do trabalho secular e respectiva remuneração. Seu sustento deveria vir, em primeiro lugar, dos que são beneficiados pelo seu ministério (1 Coríntios 9:14). Mas muitos não usam desse direito, seguindo o exemplo de Paulo, a fim de apresentar o Evangelho gratuitamente, passando a depender inteiramente da provisão de Deus. Às vezes, como Paulo, eles encontram trabalho remunerado em sua área de trabalho, outras vezes contam com a contribuição daqueles do povo de Deus que têm os recursos disponíveis e são movidos a desta forma cooperar com seus irmãos “na vanguarda”, que é um privilégio do cristão (2 Coríntios 8:7).
Em suma, são todos co-participantes do trabalho de Deus, todos os seus recursos para a obra são provenientes de Cristo, e é Deus Quem dá o crescimento. Serão julgados pessoalmente pela maneira em que empregaram seus recursos. Se tiverem colaborado com outros obreiros, sem dúvida o julgamento ainda assim terá por base o valor da sua própria colaboração, mas não serão responsabilizados também pela parte que coube aos outros.

O MAL INTENCIONADO APROVEITA A OPORTUNIDADE E NÃO LARGA MAIS O MICROFONE .

Resultado de imagem para obreiros falsosCerta vez , em meio a um culto na igreja , resolvi dar a oportunidade , para dar uma saudação , um obreiro , que a pouco tinha chegado de outro ministério.
O convidei , ele subiu ao púlpito , e quando pegou o microfone , foi até quase o término do culto .
Para não ficar feio para ele , e não causar problemas na igreja , fui deixando , até que o individuo resolve soltar uma .
Quando DEUS quer falar , NÃO POSSO SEGURAR , tem que entregar o recado .
Esse tipo de comportamento , se da sempre em pessoas descapacitadas , que precisam usar dessa oportunidades para tentar colocar para fora suas frustrações , suas incapacidades .
No caso desse obreiro ,poucos meses depois ele foi excluido da igreja por desrespeito a igreja e a liderança , e hoje se encontra desviado , e lançado no vícios do crack .

Existem  também casos de obreiros que foram mortos por envolvimento em drogas , roubos etc .

Essas experiencias  que passamos , sendo líderes ,  servem para nos capacitar ainda mais  ,pois hoje , caso eu dê alguma oportunidade , já deixo claro que é de tantos minutos , e que se passar desligo o microfone .

Poia a cada dia , os púlpitos estão sendo tomados por incapacitados , aproveitadores , que de DEUS não tem nada , e cabe a nós , estarmos ligados ao trono da graça , buscarmos em DEUS a direção , e não colocarmos qualquer um em cima das tribunas .

Para esses obreiros , deixo abaixo um estudo ,para ver se aprendem e  tomem vergonha na cara , pois púlpito não é lugar para brincadeiras .


        Após alguns anos de estudos, pesquisas e experiências pessoais o Espírito Santo me iluminou e me inspirou a fazer um estudo voltado exclusivamente a Obreiros, ou podemos dizer: “Ministério do Obreiro”. O mesmo tem por objetivo contribuir no desenvolvimento do nosso Ministério, pois, entendemos que no século XXI (mais do que nunca) precisamos ser um “gigante” na graça e no conhecimento para enfrentarmos os dardos inflamados do inimigo. Sabemos e cremos em se tratando de ministério é um assunto extremamente profundo e longo, mas o nosso desejo que através deste material o Obreiro possa acrescentar ao seu conhecimento sua experiência e trabalho mais este estudo.
            Que Deus continue a abençoar-nos e capacitar-nos para esta preciosa tarefa que pesa sobre nossos ombros.
           
1. Definição da Palavra Obreiro.

1.1         Segundo a enciclopédia de ORLANDO BOYER a palavra Obreiro significa, “Aquele que coopera no desenvolvimento de uma empresa ou de uma idéia.”
1.2         Ou seja, Obreiro é aquele que trabalha na “obra”, que corresponde a trabalho, resultado de um trabalho, ou aquilo que um artifício produz. Enciclopédia ORLANDO BOYER.  
1.3         Podemos também definir pelo termo ministério, é como PAULO dirigia-se aos seus amados e queridos Obreiros. (Cl 4.17 ou 2 Tm. 4.5).
A palavra ministério vem da tradução original como “DIAKONIA” quer dizer “SERVIÇO”, ou seja, ministério é serviço, se alguém quer ser Obreiro tem que estar disposto a trabalhar no serviço e na obra do Senhor.
1.4         É de suma importância o Obreiro saber o significado desta palavra, pois muitos engajam no ministério e desconhece para que e por que foi chamado e escolhido como Obreiro. Não podemos entrar no ministério e cruzar os braços, pois ministério é serviço, vamos trabalhar e não nos acomodar, pois ministério é para dar continuidade à obra do Senhor, e não é para ocioso, preguiçoso e interesseiro de fazer pé de meia ou ganhar dinheiro, mas sim trabalhar. Assuma o serviço!
O Obreiro do Senhor tem que se empenhar em cumprir seu papel diante da Igreja e de todos, pois quantos obreiros assumem, mas não sabem, nem por que foram levantados!
Não tem outra razão a não ser trabalhar, é de suma importância que o Obreiro honre o significado desta palavra, e tem por obrigação apresentar aquilo que como trabalhador tem executado na obra ou aquilo que foi confiado, se está sem apresentar relatórios, frutos e serviços de tão incumbido ministério, este tal Obreiro esta falhando, não há desculpas para justificar a ausência de não ter resultados. O Obreiro que não estiver trabalhando e não tendo resultados esta negligenciando seu “chamado e ministério” (Lc19.11-26).
Não fiquem parados, mãos a obra, vamos trabalhar!!

2. A Chamada do Obreiro.
Logo depois de termos estudado sobre a palavra Obreiro somos direcionados a tratar sobre outro assunto de uma natureza muito especial e primordial na vida de um Obreiro, que é a “chamada para o ministério”.
Um Obreiro sem chamada é:
·         Um peixe fora da água,
·         Um viajante sem destino ou rota de chegada,
·         Um homem sem farolete no escuro da noite,
·         Um céu sem estrelas,
·         O sol sem sua luz e calor,
·         Uma casa sem alicerce e tudo mais que não tem sentido.
Obreiro do Senhor tem que ter certeza da sua chamada, sem a qual ele não irá muito além no seu serviço e ministério. Leia (Mc 1.17; Rm 1.1; Mt 9.9).

2.1. O Método da Chamada do obreiro.
a)    Método direto: Deus tem chamado homens de um modo direto (Gn 6.13;12.1; Ex 3.10; 1Sm 3.20 e Is 6.9 ).
b)         Método indireto: Deus também usou o método indireto na Bíblia para chamar e designar com grande objetividade. (Gn 37.5-10; Nm 27.18 ; Rm 16.21 ).

2.2. A Chamada e suas razões.
      a) Esclarecer que ministério, nunca foi uma profissão. (Ef 4.11; Hb 5.4).
      b) A certeza da chamada faz o servo de Deus superar, os obstáculos.
            (Nm 12.1-16; At 14.19-22).
      c) A chamada acompanha a Missão faz ter convicção para onde deve ir e não ir.

2.3. As duas faces da Chamada.
a)      Chamada geral e Universal: Está é destinada aos salvos e participantes da salvação. (At 1.8; Jo 10.9-11 e 1Tm 1.15).    
b)       Chamada Individual e Especifica: Esta chamada é para viverem do Evangelho e viver para o Evangelho. (1Co 9.16-17; Fp 3.14).

O Obreiro do Senhor tem que ter Convicção da chamada, não pode fazer a obra por fazer ou porque foi colocado, e não sabe nem a razão de estar ali na determinada função ministerial. O Obreiro que se encontrar nessas condições não vai demorar a naufragar no ministério e voltar para trás (1Tm 1.19-20).
Quantos Obreiros e Igrejas têm sofrido por não Ter convicção da chamada. Digo Igreja porque quando um Obreiro não tem certeza da sua chamada só irá causar prejuízos à obra do SENHOR e a Igreja a qual é congregado e executa seu ministério. Mas não é assim com o Obreiro que traz consigo a convicção da chamada, ele irá dar muitos frutos e desempenho a seu ministério e Igreja a qual pertence, será honrado e respeitado por todos e por DEUS. Tudo irá bem, e se surgir obstáculos ele com bastante convicção irá passar por cima e “tirar de letra” e ganhar a vitória, pois traz consigo a certeza da sua chamada. (At 21.12-14 e 2Tm 4.7).
3. Caráter do obreiro.

Depois de termo estudado sobre a chamada tem pôr necessidade o estudo e pesquisa do caráter do Obreiro.

O caráter é de suma importância porque afeta a vida do Obreiro tanto para o bem como para o mal. De acordo com o caráter do Obreiro será o fruto do seu ministério e de seu reconhecimento para sociedade, para Igreja e para Deus.
Em (1Tm 3.1- 16) podemos tirar o caráter do Obreiro do Senhor. Paulo aplica vários deveres para com aqueles que querem ou são Obreiros do Senhor. Vamos estudar ponto a ponto destes requisitos.
Paulo começa dizendo “se alguém deseja; excelente obra deseja”, mas em (1Tm3.2) ele diz “CONVEM” ou seja, tem que ter essas qualidades ou virtudes para ser um Obreiro e não só um Obreiro, mas um excelente Homem de DEUS e Obreiro aprovado por DEUS na sua obra. No (Salmo 101.6) diz que DEUS procura os fiéis da terra, para que estejam com ele e esse o servirá, ou seja, será um grande instrumento Dele na terra e na sua obra. Por que muitos Obreiros não progridem em seu ministério e também não vão adiante? Por que lhe falta o caráter que DEUS deseja que esteja presente em sua vida (At 23.1) tendo consciência de Caráter.

3.1. Primeiro Requisito
Irrepreensível (1Tm 3.2), ou seja, um homem cuja maneira de viver, reputação e atitudes não podem sofrer qualquer reprovação. É bom associar com “mas sê o exemplo dos fiéis” (1Tm 4.12).

3.2. Segundo Requisito
Marido de uma mulher (1Tm 3.2): o Obreiro tem prestar a sua esposa o devido respeito em todos os sentidos dentro e fora do lar. A obra do Senhor tem sofrido muito por causa de muitos Obreiros que não sabem lidar com o sexo oposto; Que DEUS conceda fidelidade matrimonial a todos que desejam o ministério. Quando digo DEUS conceda, não que DEUS permite-nos pecarmos, mas que ele nos ajude e nos fortaleça para não darmos lugar ao diabo e a carne. Quando a BIBLIA diz “marido” está associado a tratar a mulher com respeito e amor como vaso mais frágil e não como carrasco, bruto e autoritário dentro de nossos lares e fora. Vamos ser maridos e Obreiros segundo o modelo que a BIBLIA diz e ordena a todos nós. (Ef 5.25-33).

3.3. Terceiro Requisito
Vigilante (1Tm 3.2): ou seja, diligente, cauteloso. São chamadas de vigilantes e temperantes uma pessoa que é moderada nos seus apetites quanto à bebida, comida, sexo e todas as coisas que diz respeito de si.

3.4. Quarto Requisito
Sóbrio (1Tm3.2): ou seja, sensato, cordato, prudente, sem luxo, sem excessos. Ter autocontrole, moderado, prudente em todas os aspectos da vida. É humilde, não se precipita. É prudente aguardando no seu DEUS.

3.5. Quinto Requisito
Honesto (1Tm3.2) : convém ao Obreiro ser honesto em tudo. Tanto no sentido interior como no exterior. Em todos os aspectos de sua vida. O Obreiro que não for honesto logo perderá a autoridade e convicção do seu ministério para com todos, portanto convém ao Obreiro guardar está virtude em sua vida, pois, muitos darão valores especiais ao seu ministério.

3.6. Sexto Requisito
Hospitalidade (1Tm3.2) : a hospitalidade é uma das “estacas” do ministério do Obreiro, pois hospitalidade significa: “que acolhe com satisfação”. O Obreiro tem que ser hospitaleiro com todos aqueles que vir até si, e em todos os aspectos da sua vida para com o próximo deve ser hospitaleiro. Quantos Obreiros são incomunicáveis e achegados. Não dão acesso a ninguém. A BIBLIA diz em (Hb 13.2) “Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos”. Vamos ser comunicativos e amorosos.

3.7. Sétimo Requisito
Apto para ensinar (1Tm3.2) : o ensino é parte fundamental para levar o povo de DEUS a maturidade. O Obreiro tem que ser apto para ensinar. Em vários ministérios e Igrejas o ensino é de responsabilidade do Pastor, mas como estamos tratando de Obreiro deve buscar e estudar todos os assuntos ligados à salvação e a Igreja para que quando for designado para algum ou qualquer tipo de estudo ele não venha se embaraçar, mas seja apto e digno de ser ouvido e respeitado, ou seja, pregue o que está vivendo, e seja um Obreiro aprovado naquilo que ensina a Igreja.

3.8. Oitavo Requisito
Não dado ao vinho (1Tm3.3) : Não beber nada que é embriagante ou alcoólico, pois tira a identidade do Obreiro. Para maior profundidade no assunto é conveniente que o Obreiro estude sobre o vinho no Antigo Testamento e no Novo Testamento.

3.9. Nono Requisito
Não espancador (1Tm3.3): Há muitos Obreiros que não tem este ponto, pois são espancadores, ou seja, brigão e valentão. Gostam de tirar satisfação e ao mesmo tempo revidar com palavras no púlpito em pregações etc... No lar, na vida particular e em todos os aspectos o Obreiro tem que ser equilibrado.

3.10. Décimo Requisito
Não ser cobiçoso de torpe ganância (1Tm3.3) : a cobiça e a ganância é uma das maiores inimigas do Obreiro. Todo Obreiro deve ser moderado e equilibrado no que toca a este assunto. Muitos Obreiros são tachados de aproveitadores e insatisfeitos por não terem virtude em sua vida. O Obreiro que falha aqui estará em queda e no caminho da derrota. Leia (At 20.28-36).

3.11. Décimo Primeiro Requisito
Moderado (1Tm3.3) : virtude essa que evita qualquer tipo de excesso, seja, em qualquer situação em que se encontrar. Convém ao Obreiro ser moderado e modelo para a Igreja em moderação.

3.12. Décimo Segundo Requisito
Não contencioso (1Tm3.3) : o Obreiro deve ser uma pessoa sem dívida e reclamações, digo no sentido e aspecto espiritual de sua vida, não deve ser uma pessoa que gere contendas e nem a provoque, Leia (2Tm 2.24;Rm 12.16-21;14.19; Ef 4.1-3)

3.13. Décimo Terceiro Requisito
Não avarento (1Tm3.3) : ou seja, que não dá, mesquinho. Convém ao Obreiro de SENHOR não ser mercenário fazendo do seu ministério fonte de enriquecimento ou lucro próprio. A obra de DEUS tem recebido um certo descrédito por causa de Obreiros avarentos que fazem da Igreja ou ministério ganho ou fonte de enriquecimento particular e leviano por sua parte. Há muitos exemplos que poderíamos tirar das SAGRADAS ESCRITURAS de homens que caíram por causa da avareza. (Js 7.21; Nm 31.15-16 e 22.5-23. 8; Jd 11. Mt 26.14-16).

3.14. Décimo Quarto Requisito
O governo familiar (1Tm3.4,5) : quantos Obreiros são irrepreensíveis em todos os aspectos ministeriais, mas quando se trata ou entra na área familiar são reprovados. O lar é o primeiro lugar onde o Obreiro deve realizar e executar os requisitos da obra do SENHOR, sendo um bom pai, cabeça, administrador, Obreiro, servo, crente, filho de DEUS e todos os assuntos tocantes a seu ministério.

3.15. Décimo Quinto Requisito
Não Neófito (1Tm3.6): pessoas que se converteram há pouco tempo ao evangelho traduz também como sem raiz. O Obreiro deve ter maturidade espiritual. Quantos Obreiros crianças, meninos na obra do SENHOR. A maturidade é de suma importância na vida do Obreiro e se ele não for maduro não terá muito proveito. Sempre necessitará de alguém para guiá-lo e socorrê-lo em muitas enrascadas. Devemos lembrar de JOÃO MARCOS que voltou do campo por não ter maturidade da responsabilidade que assumia, portanto convém ao Obreiro Ter maturidade.

3.16. Décimo Sexto Requisito
Bom testemunho (1Tm3.7) : fala-se de uma vida pública irrepreensível para com os de fora. Quantos Obreiros que na Igreja tem uma certa credibilidade afetada por não ser testemunha verdadeira e real de seu serviço ministerial, pois todos esperam que o Obreiro seja uma testemunha primordial e exemplar para a Igreja e a todos que convém seja verdadeiro e não falso porque logo nossas atitudes vão soar mais do que nossas palavras.

4. Elementos Fundamentais na Vida do Obreiro

4.1. Ser Cheio do Espírito Santo.
a)        Agora estudaremos algumas coisas ou elementos que o Obreiro deve guardar, cultivar e exercitar no seu ministério. Vamos começar pela Gloriosa pessoa do Espírito Santo.
Sabemos que o Espírito Santo é peça fundamental no ministério do Obreiro. É uma doutrina Bíblica que o Obreiro seja batizado com o Espírito Santo. No livro de Atos dos Apóstolos vemos ali quando foi designado o ministério diáconal era por necessidade que o Diácono fosse cheio do Espírito Santo.
O Obreiro deve ser batizado com o Espírito Santo. Até porque o Espírito Santo irá auxiliá-lo na jornada ministerial. JESUS antes de enviar seus discípulos ordenou dizendo: “... ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder”. Em outras palavras estava dizendo vós precisam de UNÇÂO, para depois fazer a missão.

b) O Espírito Santo atuou no Antigo Testamento na criação. Separou Obreiro para DEUS como José, Moisés, Josué, Otniel, Bezalel, Gideão etc..., Ainda inspirou os profetas do Senhor como oradores para o Senhor para comunicar-se ao seu povo.                                                                               
c) O Espírito Santo em Cristo no seu nascimento e concepção, no seu batismo, no seu ministério, até porque Cristo afirmou dizendo O ESPIRITO DO SENHOR ME UNGIU, (Lc 4.18) O Espírito Santo levou ao deserto, esteve com ele nas suas jornadas ministeriais, pois os Evangelhos registram que dizia pelo dedo de DEUS, ou seja, pelo seu Glorioso Espírito Santo (Lc 11.20 – Mt 12.28).
d) O Espírito Santo hoje na vida do homem, pois ELE convence do pecado, justiça e do juízo. Encoraja o homem a expor a ESCRITURA como no caso de Pedro, Estevão, Felipe, Paulo etc... Hoje ELE é dado como Dom de DEUS aos homens (At 2.38-39).
Convém então que o Obreiro do Senhor tenha a pessoa do Espírito Santo em sua vida, pois seu desenvolvimento ministerial depende totalmente dos frutos, dons etc...
Vamos ser Obreiros que cultiva uma vida cheia do Espírito, pois teremos grandes resultados em nossas orações, atos ministeriais, pregações e tudo que formos ministrar. DESPERTE O DOM. (2Tm 1.6).
4.2. Ter uma vida devocional de oração.
a)        Sabemos através das ESCRITURAS que todos os homens de DEUS eram homens de oração, e venceram pela oração.
A palavra de DEUS diz “Orai sem cessar” (1Ts 5.17), o Obreiro tem que exercer e ter uma vida de oração. Sabemos que Abraão orava, Isaque, Jacó, José, Moisés, Josué que não se apartava da tenda, todos os juizes tinham que desenvolver uma vida de oração. Os profetas, o próprio Senhor JESUS se retirava ao deserto para orar, a Igreja primitiva, Paulo, etc...
Como examinamos todos oravam e hoje é um dos maiores desafios do ministério do Obreiro é orarAntônio Gilberto diz que todos os pregadores e Obreiros "antes de falar aos homens a respeito de DEUS, fale com DEUS a respeito dos homens".
b) Os benefícios da oração:
·          A oração traz unção.(At 1.14 “resultado” 2.1)
·          A oração faz abalar.(At 4.31)
·         A oração enche do Espírito Santo. (At 4.31)
·         A oração traz ousadia.(At 4.31)
·         A oração faz milagres. (At 9.40-42)
·         A oração traz revelações. (At 10.9-10)
·         A oração tira da prisão. (At 12.5)
·         A oração abençoa a missão. (At 13.3-4)
·         A oração abre as portas. (At 16.25-27)
c)        Enfim sem oração não faremos nada. O Obreiro deve ser um homem de oração, Paulo disse a Timóteo que façam deprecações, orações, interseções e ações de graças por todos os homens (1Tm 2.1). Na carta aos Efésios, Paulo diz: “não cesso de dar graça a DEUS por vós, lembrando-lhe de vós nas minhas orações”. Veja minhas! Minhas orações.
        Paulo era um homem que desfrutava dos mistérios e graças das orações (Ef 1.16).
        "O Obreiro tem que ser um homem de ORAÇÃO".
4.3. Ter uma vida de intimidade com a Palavra de Deus, a Bíblia.
Todo serviço e trabalhador têm suas ferramentas de trabalho, pois no ministério do Obreiro também tem, e uma das maiores ferramentas que o Obreiro vai usar e necessitar é a Palavra de DEUS, a Bíblia (2Tm 2.15).
a)    A Bíblia é a arma que o Obreiro usará sempre em seus trabalhos ministeriais, então é necessário que o Obreiro vivo uma vida de comunhão integral com a Bíblia.
b)    O Obreiro deve ler, estudar, examinar, extrair, consultar, basear-se, andar, ordenar enfim tudo com respaldo e intimidade Bíblica. Quantos Obreiros estão sendo negligenciados, pois não têm habilidades com a Palavra. Um dos maiores problemas da Igreja é a falta de Bíblia em seus púlpitos e trabalhos ministeriais.
c)    O Obreiro do Senhor deve estudar a Palavra diariamente, (Dt 17.19 e Is 34.16).
d)    O Obreiro do Senhor deve examinar minuciosamente a Bíblia, (Lc 1.3-4).
e)    O Obreiro do Senhor deve conhecer a Bíblia no seu todo. Quantos Obreiros que nunca leram a Bíblia toda. Isto é injustificável ao Obreiro do Senhor! JESUS disse: "Errais, não conhecendo as ESCRITURAS" (Mt 22.29).
f)     O Obreiro do Senhor deve conhecê-la sistematicamente, estudando-a de forma sistemática todos os assuntos englobados no seu conteúdo e que diz respeito à salvação e ministério da Igreja, (Jo 5.39).
g)    O Obreiro deve usá-la sempre em suas tarefas e pregações (2Tm 4.2). Quantas pregações têm em nossos dias sem conteúdo Bíblico.
h)           O Obreiro deve desfrutar de seus benefícios e Poder (Rm 1.16-17), Enfim sei que alguns Obreiros não têm formação teológica, mas o Obreiro tem por dever e obrigação ministerial conhecer a Bíblia, lembremos da promessa de (Ap 1.3).
"Leiamos e vivamos a Palavra do SENHOR".

5. Alguns Cuidados que o Obreiro deve tomar.
(1Tm 4.16)

Não são poucos os perigos que passam o Obreiro do Senhor em virtude da sua posição. O inimigo fará de tudo para derrotá-lo atingindo muitas pessoas dentro e fora da Igreja.
Os escândalos trazem conseqüências terríveis à Igreja. Tentaremos abordar alguns desses perigos que podem afetar o Obreiro. Identificando-os é possível se precaver e tomar o devido cuidado.
5.1. A Acomodação (1Tm 4.14).

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Obreiros com mesma mensagem sempre aguardando uma revelação do Senhor ocasional. Sem iniciativa a obra, preguiçoso, sem ânimo não oferece nada, nem perigo ao diabo.
Lembremos de DAVI que ficou em Jerusalém, não foi a guerra, adulterou, e cometeu um homicídio. (2Sm 11.).
 a) Como vencer a acomodação? É com a autodisciplina.
Encontramos os passos da autodisciplina em (1Tm 4.6-12).
1) Alimentar-se com as palavras da fé (vers.6)
2) Alimentar-se com a boa doutrina (vers. (6).
3) Abster-se das fábulas profanas (vers.7; Hb 5.11-14).
d) Exercitar-se na piedade (vers.7).
5.2. O Profissionalismo.

Muitos Obreiros consideram o trabalho do Senhor como profissão. O verdadeiro Obreiro realiza a obra sem qualquer tipo de profissionalismo ou também interesse de dinheiro ou qualquer outro tipo de atitude que não identifique com o caráter do ministério da Igreja.
O apóstolo Paulo combatia o tal procedimento. (1Tm 6.5)
Estudaremos também “Atos 20” que tudo era em base e alicerce o "amor".
a)    Amor pela profunda afeição existente entre ele e os irmãos (At 20.36-38).
b)   Amor demonstrado pelo espírito liberal. Recolhia as ofertas para os crentes de Jerusalém, (At 20.1- 1Co 16.1-4). Paulo fazia essas coletas para os crentes de Jerusalém. Que amor Paulo exercia a favor dos crentes! Paulo sabia dar como receber. (Fp 4.10-20 At 20.24-33-35)
c)    Amor demonstrado pela disponibilidade ministerial. (At 20.7-11 e 18.21)
Paulo estava sempre pronto a atendê-los e ministrar a Palavra a eles, com amor e dedicação insuperáveis.
5.3. As Tentações na vida de um obreiro.

São muitas as tentações na vida do Obreiro, muitos pensam que o Obreiro é uma pessoa isenta de tentações e problemas. Estão enganados, pois o Obreiro do Senhor sofre tais tentações. Por isso deve se preparar e depender de seu DEUS e vigiar para que alcance a vitória.

 

a) Alguns tipos de tentações:


1. Sexo

O sexo é uma das maiores dádivas do casamento, mas também pode ser a causa da queda de muitos Obreiros do Senhor. Por que o Obreiro sofre tentações na área do sexo quando está:
a)   Relaxando na autodisciplina;
b)   Mau relacionamento com a esposa;
c)    Deixando-se envolver com alguma irmã. Cuidado com visitas, conversas etc;
d)   Dando asas a pensamentos pecaminosos;
e) E outras coisas que poderíamos sugerir aqui, mas convém ao Obreiro discernir e tomar conhecimento dos perigos.




2. Dinheiro
O amor ao dinheiro é raiz de todos os males diz o apóstolo Paulo (1Tm 6.10), por esse motivo o Obreiro deve tomar muito cuidado, pois muitos caíram por causa do dinheiro, como o caso de Judas (Mt 26.14-16).

 

Causas deste mal

a)   Inveja por aqueles que prosperam;
b)   Atividades lucrativas;
c)    Cobiça e Ambição;
d)   Falta de uma verdadeira fé e confiança no seu DEUS.

3. Inveja no ministério

a)          Muitos Obreiros tem caído na cilada do maligno e do inconformalismo, da inveja e cobiça. Nunca estão satisfeitos com o que estão fazendo, na obra do SENHOR.
Se estiverem dirigindo uma Igreja, acham que tem capacidade para dirigir outra maior e outra mais localizada;
b)          Quantos Obreiros estão caindo no mesmo pecado de Miriã e Arão e de Coré e seus
Seguidores (Nm 12.1-8 ; 16.1-35);
c)          O Obreiro tem que ser humilde e se colocar na posição que DEUS o colocou. A inveja e ambição maligna foram à razão da queda de Lúcifer do céu e infelizmente muitos Obreiros estão caindo por causa do mesmo motivo. Temos que nos contentar com aquilo que DEUS tem confiado em nossas mãos;
d)          Outros exemplos de inveja: Absalão, (2Sm 15.1,2,4), Adonias (1Rs 1.5) e os filhos de Zebedeu (Mt 20.20-21).
Evite o espírito de rivalidade e competição na obra do Senhor. 

6. A Ética Ministerial


A ética ministerial na vida do Obreiro é de suma importância para que saiba se conduzir nas suas tarefas ministeriais sem qualquer embaraço.
Definição da palavra "ética" é estudo crítico da Moralidade, ou seja, uma análise da natureza da vida humana, incluindo os padrões do certo e errado, pêlos quais sua conduta possa ser guiada e dirigida.
6.1. Ética no trajar e outros comportamentos.
a)           Sabemos que o Obreiro não é nenhum “mega star” que tem muitas roupas luxuosas que possa vestir-se em cada reunião, porém temos por necessidade de orientar os Obreiros do Senhor a se comportar de maneira ética vestindo-se de acordo com sua capacidade financeira, mas é importante que o Obreiro não ande tudo sujo, despenteado, barbado, roupa suja e rasgada e de pé descalços. Sabemos que muitos de nossos Obreiros não ganham o suficiente para possuir um guarda roupa rico e sobejaste, porém é de suma importância que o Obreiro ande com roupas bem passadas e lavadas e que não seja motivo de chacotas;

b)           Cuidados indispensáveis como ter os sapatos sempre lustrados, cabelos sempre bem aparados e penteados, barba feita diariamente, unhas sempre limpas e aparadas para que não gere nenhum tipo de resignação e repugnarão por parte daqueles que irão falar e /ou trabalhar.
c)           Os dentes também são fundamentais na vida do Obreiro. A escovação dos dentes é um hábito necessário e deve ser feita logo após as refeições e antes de dormir. Ir ao dentista pelo menos uma vez por ano. Com tais cuidados evitaremos mal hálito, perca de dentes pela ação das cáries etc. Lembre-se dentes bem cuidados é uma “carta de apresentação” quando sorrimos!
d)           É importante que se banhe pelo menos uma vez ao dia para evitar qualquer cheiro de suor etc... É necessário que o Obreiro se perfume e evite cheiros corporais que possam vir a constranger aqueles que se aproximar perto dele.
6.2. Ética no Púlpito.
O Obreiro deve ter em mente e conhecer a responsabilidade de reverenciar, ao tomar o púlpito da igreja. Muitos Obreiros ficam com ministério sujo, critico e ruim por não saber fazer o uso do púlpito do Senhor. Sabemos e cremos que são até chamados por DEUS e são grandes homens de DEUS, mas por não saber fazer uso do púlpito acabam sendo negligenciados por parte do ministério e de todos. Entendemos porque Paulo dizia e escreveu que era para nós portarmos de modo que não gerem escândalos (1Co 10.32).
Regras básicas para usar com reverência o púlpito.
a) O púlpito deve ser usado por homens nascido de novo, puros, santos e com vocação ministerial. Quantas pessoas que fazem uso do púlpito e não são dignas e nem possuem caráter e vida com DEUS para usá-lo.
b) O púlpito é lugar do Atalaia de DEUS dar a mensagem e de onde as almas recebem o alimento do céu e onde as almas são conduzidas e guiadas para o céu.
c) O púlpito não é lugar de brincadeira, também não é picadeiro de circo para contar anedotas para fazer a congregação rir. Muitos usam o púlpito para apresentar suas histórias e seus espetáculos de diversão. Precisamos de pregadores que tragam em seus corações a chama do Espírito Santo para inflamar a congregação.

6.3. Tentações no Púlpito


a)    A auto-exaltação: o Obreiro é tentado a achar-se um grande pregador ou ensinador;
b)    Confiança em sua capacidade: o Obreiro é tentado a confiar em suas habilidades e conhecimentos e eloqüência, ao invés de depender do Espírito Santo e sua preciosa inspiração;
c)    Pregar a palavra sem que ela seja uma realidade em sua vida: nos dias de hoje há muitos atores nos púlpitos das Igrejas, pois só representam papéis. Quando estão em suas vidas particulares não são o que dizem ser nos púlpitos, só representam um papel, mas não vivem o que pregam ( Mt 23.3-4 );
d)    Mentir ou exagerar quando está contando uma ilustração e estória (Pv12.19 ; Ef 4.25);
e)    Falar o que as pessoas querem ouvir ao invés de obedecer ao Espírito Santo, (At 4.20);
f)     Manipular os ouvintes com estórias e ilustrações emocionantes;
g)    Usar o púlpito como martelo, para descarregar suas frustrações e nervosismo;
h)    Relaxar nas pregações da palavra de DEUS, por causa da preguiça e desculpar-se que é o Espírito que dá a mensagem (At 17.11 – Rm 15.4 – 1Tm 4.13-15 – Sl 1.2).
Poderíamos colocar muitos outros pontos para conhecimento do obreiro sobre o uso do púlpito, mas para encerrarmos deixaremos para meditação (2Tm 4.2). O púlpito é lugar da pregação e exposição da Palavra de DEUS (Sl 119.130)

    6.4. Ética com os companheiros de ministério.
O sucesso do ministério do Obreiro também está focalizado com seu comportamento com seus amigos de ministério, muitos têm falhado aqui, por isso que esboçamos o comentário que pode ser muito útil ao Obreiro de Senhor.
a)           Tratar os Obreiros como Cooperadores na qualidade de co-participantes das responsabilidades do ministério que DEUS lhe confiou;
b)           Nunca tomar decisões a respeito do ministério sem antes consultar seus colegas e Cooperadores de trabalho;
c)           Não force seus colegas e Cooperadores aceitarem suas idéias e opiniões. E bom ouvi-los e considerar suas opiniões;
d)           Evite liberar por decretos se quiser gozando da simpatia de seus Cooperadores;
e)           Evite criticar seus Cooperadores principalmente do púlpito, diante da Igreja. Escolha um lugar à parte e longe dos outros; se persistir leva ao conhecimento dos outros em reunião ministerial;
f)             Sê sábio nas distribuições de serviços ministeriais e de acordo com a capacidade de seu cooperado;
g)           Não centralize o trabalho em você. Dê o trabalho na responsabilidade de seus Cooperadores e tenha em mente o companheirismo ministerial;
h)           Evite brigas, desavenças, discussões e falatórios que não levam a nada e não produzem edificações;
i)             Ame seus colegas ministeriais e seja um grande amigo e se for necessário até pai em algumas ocasiões, mas ame e desfrute do companheirismo de seus Cooperadores.
Seja um Obreiro aprovado em relações ao trato com seus amigos ministeriais, e DEUS prosperará seu ministério fazendo-o brilhar e ser visto por todos, e o nome de DEUS será glorificado no seu ministério e serviço.                          
  
7. Identidade Ministerial do obreiro.
É necessário o Obreiro do Senhor descobrir sua identidade ministerial, para que não venha sofrer nenhum choque e problema no seu ministério.
Temos na palavra de DEUS muitos exemplos, de homens que sofreram e até pagaram um preço muito caro por estar num lugar que não era seu. O rei Uzias, Nadabe e Abiú e outros exemplos (Lv 10.; 2Cr 26).
Sabemos pela palavra de DEUS que os apóstolos, principalmente Paulo sempre com muita autenticação afirmava seu ministério e vocação na obra do Senhor, quando lemos as cartas e epístola sempre se identificava como apóstolo, pregador e doutor (1Tm 2.7) Paulo conhecia o seu ministério, e lugar na obra do Senhor, o que é bom, é o Obreiro saber sua identidade ministerial.
Vamos estudar o Obreiro como evangelista, avivalista e ensinador da palavra de DEUS, (Ef 4.11) encontramos outros ministérios, mas devido o espaço estudaremos, o Obreiro como evangelista, avivalista e ensinador.

7.1. Obreiro Evangelista.

   O Obreiro que descobrir que seu ministério é o de evangelista deve evidenciar esses pontos.
a) Amor profundo pelas almas perdidas;
b) Chamada divina por plena convicção;
c) Fé na eficácia do Evangelho;
d) Mensagem recebida de DEUS;
e) Empenhar-se em resultados concretos para seu ministério;
f) Mensagem com muita objetividade;
g) Muita simplicidade em suas pregações;
h) Com insistência, por parte do Espírito aos ouvintes, para que venham tomar uma decisão.


7.2. Obreiro Avivalista.
    O Obreiro que descobrir que seu ministério é avivalístico, esse deve evidenciar esses pontos.
a) Entregar a Igreja tudo que o Senhor lhe manda entregar;
b) Ensinar tudo lhe que o Senhor designar para ensinar mediante a Palavra de DEUS;
c) Pregar com muita inquietude a levar seus ouvintes a uma profunda experiência com
   DEUS, mediante a poderosa Unção na sua mensagem;
d) Contribuir para que a Igreja seja uma fornalha acessa não uma geladeira;
e) Levar a Igreja a um clima festivo e não de um velório;
f) Como avivalista sua mensagem deve ser com fervor;
g) Pregar com convicção a Palavra de DEUS;
h) Pregar aquilo que ouviu ou viu e recebeu do Senhor. Só assim sua mensagem terá efeitos aos ouvintes.
7.3. Obreiro Ensinador.
   O Obreiro que descobrir que seu ministério é ensinar, esse deve evidenciar esses pontos.
a) Maneje bem a Palavra (2Tm 2.15);
b) Ensine com esmero (Rm12.7);
c) Ensine assiduamente (At20.20);
d) Ensine aplicadamente (1Tm 4.13);
e) Ensine com integridade (Tt 2.7);
f) Ensine com reverência (Tt 2.7);
g) Faça da Palavra de DEUS a fonte de seus estudos (1Pe 4.11);
i) Cuidado para não ensinar uma coisa e viver outra (Rm 2.21-22);
j) Estude assuntos diversos para diversificar seus estudos e ensinos da Palavra de DEUS.

Seja qual for o seu ministério, o Obreiro cristão deve fazer o possível para ser achado aprovado no seu ministério. Se todos os Obreiros der o devido valor ao seu ministério este vai procurar descobrir sua identidade e executá-la com muita habilidade e graça concedida por parte de Deus Pai. Não fique se chocando, descubra seu lugar na obra de Deus, e realize-a com muita convicção.
Quantos Obreiros sendo decepcionado por não terem ainda descoberto seu ministério e função na obra de DEUS. Ore e permita que o Espírito Santo lhe guie e te oriente a onde ir, ficar e fazer.              
8. O Obreiro como Pregador do Evangelho.

Um dos maiores privilégios que DEUS pode dar ao homem é ser seu mensageiro Dele aqui na terra aos homens. Transmitir a palavra de DEUS é uma maravilhosa porta que DEUS dá aquele que almeja ser útil na obra do Senhor (1Co 16.9ª).
Como Obreiro do Senhor, sabemos que temos, está tão nobre responsabilidade em nossos ombros. O Obreiro do Senhor tem que se preparar em todos os sentidos para transmitir a Palavra de DEUS aos homens, com eficácia e resultado. Estudaremos alguns pontos que o Obreiro de Senhor deve ter em sua vida como pregador e mensageiro do Senhor.

8.1. O Pregador e seus requisitos espirituais.

       Começaremos este assunto com o caráter espiritual do Obreiro como Pregador.

a)           PIEDADE – A palavra piedade vem do latim “pietate”, que significa devoção a DEUS, retidão, amor e respeito com as coisas sagradas. No Pregador a piedade deve ser uma qualidade de alma e reverente dedicação à vontade divina. Não é estudada nem adquirida em livros.
Um espírito piedoso torna o Pregador autêntico na sua missão de levar paz aos corações oprimidos. A piedade anula o egocentrismo porque visa sempre o soerguimento espiritual e moral dos fracos e caídos. A piedade não admite simulações, pois, tem um realismo espiritual que desafia os inimigos comuns da vida.
Ela incute o zelo ardente, aviva a chama do Espírito Santo no coração do crente e quebranta os corações endurecidos e impenitentes (1Tm 4.8- 5.4; 2 Pe 1.3,6,7). Exercite em ti mesmo a piedade (1Tm 4.7).
b) DEVOÇÃO – É uma palavra que vem do latim “Devotione”, significa sentimento.            
Religiosa observância das práticas religiosas. O Pregador que leva a sério a sua missão de mensageiro do Senhor coloca-se a disposição de DEUS para o seu controle e direção. Isto é Devoção.
Piedade e Devoção são inseparáveis. A devoção deve ser cultivada pelo Pregador como um prumo que nivela e coloca em posição correta perante DEUS.
Ser devotado não significa ser separado, isolado do mundo e das pessoas, mas ter uma vida de dedicação de tempo ao estudo sistemático da Palavra de DEUS. Significa dar tempo integral à vivência de acordo com esta Palavra. O alimento espiritual do Pregador deve ser a Palavra de DEUS.
O Pregador que cultiva a devoção fala com dedicação e amor, não como mero profissionalismo no ministério que o torna presunçoso e irreverente.
Aquele que tem devoção possui sensibilidade espiritual e nunca deixa se levar pela simpatia, mas sempre é sensível a necessidade de outras pessoas.
Conquiste a Piedade e logo se manifestará a Devoção.
c)             SINCERIDADE – A sinceridade significa ao Pregador do evangelho que sua pregação deve refletir a verdade na sua alma. Paulo destacou a sinceridade quando ensina, “o amor seja sem Hipocrisia” (Rm 12.9).
O Pregador que não possuir esse requisito não passará de um ator e personagem que ele não é, dizendo uma mentira como se fosse uma verdade.
A sinceridade deve ser invariável na vida do Pregador da Palavra, hoje, amanhã e depois, em presença ou na ausência, ele será o mesmo. Assim a sinceridade em qualquer circunstância deve prevalecer.
Ser sincero não é ser frio, duro de palavras e atitudes, nem tão pouco usar o púlpito para ferir a dignidade alheia. Ser sincero é mostrar dignidade, humildade, mansidão e firmeza de atitude. Ser sincero não significa fechar-se em si mesmo. Alguns acham que é preciso não se comunicar ao povo a verdade para que seja sincero. Não! A sinceridade não afeta em nada a verdadeira comunicação, ao contrário desperta a simpatia dos ouvintes. Paulo exorta a Tito a Sinceridade (Tt 2.7,8).
d)            HUMILDADE – A humildade é primordial na vida do Pregador. Quantos Pregadores caídos quando são assaltados pela fama e vanglória no ministério! É importante zelar por essa qualidade e virtude. O Pregador deve lembrar que toda glória e honra deve ser a JESUS CRISTO, certo pensador cristão disse “O PODER DOS GRANDES MESTRES ESTÁ NO ESQUECIMENTO DE SI MESMO”, a vitória da humanidade é a queda do EU. Nenhum Pregador deve subir ao púlpito antes de ter derrubado o EU pela oração e humildade consciente.
Evite todo tipo de egoísmo e espírito de capacidade pessoal, mas exercite sua fé e qualidades em DEUS em humildade (Tg 4.6 ;1Pe 5.5,6).
e)            HONESTIDADE – A honestidade é uma das virtudes que não pode faltar na vida do Pregador. Ele deve fazer aquilo que prega. Uma má reputação sempre vai adiante de nós, como Obreiro e Pregador deve ser honesto em todos os aspectos de suas responsabilidades, pregações, ensinos etc.
Também com compromissos e finanças, tratos, pontualidade e atitudes que são fortes para refletir a honestidade (Rm 12.17; Fp 4.8).
f)              SERIEDADE – Esse conceito não quer dizer que o Obreiro não possa sorrir, mas seriedade quer dizer prática da honestidade, ou seja, ser reverente com o que diz respeito ao exercício do ministério. Cada Pregador possui sua personalidade, mas convém ao Pregador ser de dose certa de humor sadio e não provocar gracejos irreverentes. A falta de seriedade no púlpito torna a congregação irreverente e a pregação não alcança o seu objetivo.
Seja sério, mas, não iracundo. Seja sério sem ser triste. Seja sério, mas não leviano. Seja sério, mas não frio.
g)    CORAGEM – DEUS jamais comissiona covardes e medrosos, mas homens valentes e com ousadia divina. O Pregador que possui coragem agride o pecado e não o pecador. Os discípulos antes de receber essa coragem estavam no cenáculo, mas ao receber coragem o mundo de então foi envolvido com a mensagem do Evangelho (2Tm 1.7,8; Rm 8.15; Lc 24.49).
h)            OTIMISMO – O Otimismo é uma das forças motoras que o Espírito Santo aciona no coração do Pregador. Otimista é aquele que vê o ministério sempre com uma mente positiva, ainda com dificuldade, males que o cercam, ele da energia suficiente produzindo soluções, alegrias, esperanças e paz interior aos que o buscam e ouvem a sua mensagem. Produza vida aos que te ouvem e não morte e pessimismo.
8.2. O Pregador e a Oração.
No cultivo da espiritualidade a oração é o ponto de partida, a chave mestra. Os homens e mulheres mais poderosos da história sagrada e eclesiástica que nos apresentam foram aqueles que se dedicaram intensamente à oração.
Já comentamos sobre a oração neste estudo, mas devemos saber que sem dúvida a oração é a arma mais poderosa do pregador. Os sermões mais eficazes e poderosos nascem sob os joelhos. A oração inspira a mensagem ao pregador e capacita a transmiti-la ao povo.
O caráter de nossa oração determinará o caráter de nossa pregação. Jesus foi o melhor modelo de oração por isso devemos imitá-lo.
8.3. O Pregador e a Exposição da Palavra de Deus

Quando Paulo escreveu a Timóteo orientou que pregasse a palavra.

Hoje a muitas mensagens, mas pouca pregação da palavra de Deus. Quando digo mensagem digo sem vida, sem conteúdo, sem espiritualidade, sem sentido, sem base bíblica, sem objetividade. Quando falo de pregação digo da Palavra de Deus! É aquela que possui conteúdo, vida, inspiração, sentido, base bíblica e objetividade de salvação dos ouvintes. Toda pregação que tem como caráter bíblico tem esses pontos e virtudes que acabei de citar, pois o nosso Deus afirmou que toda palavra que sair da sua boca não voltará vazia (Is 55.11). Quantas mensagens sem ter conteúdo bíblico em nossos dias! Hoje é tempo de pregarmos a Palavra e não ficar contando histórias e anedotas em uso do púlpito da congregação, mas pôr em prática aquilo que Paulo disse a Timóteo: PREGUES A PALAVRA. Para obtermos sucesso e frutos em nossas pregações temos que semear a Palavra em nossas pregações e em nossos púlpitos (Hb 4.12 ;Jr 23.29 ).
Cinco razões que A.B, Gibbs cita em seu livro "Pregai a Palavra" sobre o uso de textos bíblicos na pregação.
1)    Dá autoridade à mensagem;
2)    Exerce influência irrestrita para que o pregador se mantenha dentro do seu tema;
3)    Unifica o sermão;
4)    Prepara o povo para o sermão;
5)    Serve para promover variedade na pregação.

8.4. O Obreiro e a preparação do pregador.
 Isso é prioritário. O Pregador deve se preparar antes de preparar o sermão. Como é esse preparo?

a)    Preparação mental.
·      Mente tranqüila aberta. Contribui para isso ambiente calmo, estar a sós, livre de pressões e problemas.
·      Mente instruída na Palavra divina e no saber humano, pois vamos falar aos homens (1Co 14.9).
b) Preparo espiritual.
·      Dependência do Espírito Santo para unificar e ungir a mensagem que o sermão trará. Podemos sim preparar o sermão, mas só Deus dará a real mensagem (Jô 6.63ª; At.10.44).
·      Oração é preciso. O pregador deve falar primeiro com Deus a respeito dos homens, antes de falar com os homens a respeito de Deus.
·        Estudo da Palavra de Deus. É ela que vai ser usada e não nossas próprias idéias. Quem semeia a Palavra colherá frutos, pois ela é chamada SEMENTE (Sl 126.6; 2Tm 2.15).
Quem semeia apenas o que é humano não obterá frutos espirituais. A preparação espiritual é vital para o pregador no seu sermão. A palavra que sai de um coração abrasado, após ter estado na presença do Senhor, vai até o coração do ouvinte, mas a que flui apenas da cabeça, só vai até a cabeça do ouvinte.
 c) Obstáculos à preparação do Pregador.

·      Interrupções e obstáculos. O pregador sábio resistirá a essas perturbações, sabendo, via de regra, tratar-se do diabo em sua ação maligna de roubar a Palavra.

8.5. O Obreiro e a preparação do sermão.
       O sermão, quanto às suas fontes, isto é, fontes ou motivações para sermões.

a)   A Palavra de Deus. Esta é uma fonte inesgotável!
b)   Fichário de assuntos do pregador.Todo pregador deve ter seus apontamentos individuais;
c)    Livros, revista e jornais apropriados. O pregador deve ler muito;
d)   A natureza em geral. O pregador deve ser um bom e atento observador. Suas viagens fornecem bons campos de observação;
e)   Acontecimentos locais e mundiais importantes. O pregador deve estar atento e atualizado quanto às manchetes que valem sermões;
f)     As necessidades espirituais do rebanho, no momento, fornecem temas;
g)   Sermões de outros. Não plagiados, nem repetidos, mas adaptados, quando assim feitos adquirem nova feição e inspiração levando a estampa e a individualidade do novo pregador por cujo cérebro e coração fluiu novamente com oração;
h)   A inspiração divina momentânea. Isto pode ocorrer em qualquer lugar e ocasião onde menos se espera;
i) A experiência do próprio Obreiro. A história se repete.
 8.6. O Obreiro e o propósito do sermão.

a)    A conversão dos perdidos deve ser a visão continua a crescente de todo pregador;
b)    A edificação dos crentes, aqui a fonte de temas é inesgotável;
c)    Despertamento da igreja, crentes frios e desviados;
d)    Instrução dos Obreiros. O Obreiro deve tomar tempo para instruir a outros enquanto é tempo (2 Tm 2.2 ).
e)    A obra missionária, tema missões.
f)     Promoção do trabalho local, cruzadas, campanhas, conferências etc...
g)    Comemorações, cívicas, sociais e religiosas.
h)    O sermão quanto à sua forma. A classificação dos sermões, quanto à forma pode ser classificado em temático, textual, expositivo e ocasional.
    Todas as fases do culto, inclusive o sermão, devem conduzir aos itens “a, b”, acima os pontos citados.

8.7. O Obreiro e a estrutura do sermão.
         O sermão compõe geralmente de três partes.

1)   Introdução, o mesmo que exórdio deve ser breve constando de:
a)    Anúncio do tema;
b)    Texto bíblico e sua leitura;
c)    Matéria introdutória “é a moldura do sermão”;
           d) A introdução do sermão pode ser constituída de um fato ambiental ou circunstância, local  ou não.

2)   Corpo do sermão é o mesmo que desenvolvimento do sermão.
a) É a apresentação da seqüência das divisões do sermão;
b) Deve Ter de 3 a 5 divisões. O ideal é três.

3)   Conclusão do sermão é o mesmo que peroração.
a) Deve ser breve;
b) Deve ser objetiva, isto é ter aplicação prática junto ao auditório;
c)   Deve conter veemente apelo à rendição a Cristo, à santificação pessoal e a consagração a Deus. 
9. O Obreiro e as Prioridades de um Obreiro.
Uma das maiores armas que o diabo tem usado contra a igreja é desviar seus Obreiros de suas prioridades e responsabilidades para com Deus.
Devido a esta carência comentaremos sobre algumas prioridades na vida de um Obreiro e ministro do Senhor. Cabe ao Obreiro zelar e se precaver contra este ataque que o inimigo tem lançado contra a Igreja, caso não aceite logo, seu brilhante e bonito ministério vai naufragar. Vamos nos preparar!

a)    O Obreiro e sua vida com Deus.
Sabemos que todo Obreiro deve ter sua vida com Deus. Não é de se assustar que desde a Igreja primitiva o diabo lutou e luta ainda hoje parar frustrar a progressividade da obra do Senhor. Como Obreiro deve manter num nível bem qualificativo a sua comunhão com o seu Deus. O Obreiro deve ter pelo menos duas prioridades na sua comunhão com Deus (At 6.4).
·              A Oração que o mantém ligado ao céu e o céu ligado a ele;
·         A meditação e estudo da Palavra de Deus que o faz Ter, consistência no seu ministério, vitória e frutificação em todos os aspectos que são necessários.

b) O Obreiro e sua esposa e família:
1)    O diabo sabe o quanto destrói a Igreja quando consegue destruir um matrimônio de um Obreiro, já que o Obreiro é o ponto de partida de toda Igreja na terra. O Obreiro deve zelar pela vida e permanecia do versículo que diz “TORNANDO-SE OS DOIS UMA SÓ CARNE” (Gn 2.23.24; Mt 19.4.6; Ef 5.29.31).
Estudando este texto podemos notar que não existe outra união mais profunda do que o casamento.
A esposa é companheira inseparável do Obreiro no ministério. Ninguém conhece os propósitos, a sinceridade, o sofrimento, as alegrias de um Obreiro \mais do que a sua esposa.
Por esse motivo o Obreiro deve dar amor, tempo, atenção a sua esposa para que seu casamento não se torne uma farsa e sua união fracasse. É impossível que o Obreiro tenha uma vida de comunhão com Deus e sua vida conjugal um desastre, não existe e não conseguirá prosseguir.
É preciso manter uma vida de uma só carne com a esposa para que vivamos bem e sejamos abençoados por Deus.

2)    Outra prioridade na família é os filhos.

O Obreiro deve se precaver e se orientar da melhor maneira possível para que seja aprovado dentro do lar.
O Obreiro deve governar bem sua casa, criando seus filhos em sujeição, disciplina e respeito. Aquele que estiver em falha nesta área deve se colocar em ordem, caso contrário seu ministério não irá fluir e progredir.
O Obreiro deve ser com os filhos, amoroso, levá-los a Cristo, instruí-los na Palavra de Deus, não provocá-los a ira, prover para eles aquilo que for necessário, e corrigi-los quando preciso (Tt 2.4 ; Mt 19.13,14; Dt 4.9; Pv 22.6; Ef 6.4; 2Co 12.14; 1Tm 5.8; Pv 13.24; Hb 12.7).
É de suma importância que o Obreiro cuide de sua família, em tudo sê o exemplo não esquecendo que sua família é a sua prioridade a delegar essa função é responsabilidade do Obreiro.

C)   O Obreiro e a igreja.

1)    Outra prioridade na vida do Obreiro é a Igreja, caso contrário, não haveria motivo para que fosse levantado para ser Obreiro. Quantos Obreiros estão fracassando neste ponto, Deus o levantou para cooperar com ele e muitas vezes o Obreiro não executa o que lhe é de sua responsabilidade ministerial.
Quantos Obreiros colocando a Igreja como último assunto de sua vida estão permitindo que alguma coisa sufoque sua responsabilidade para com a Igreja, e devido a essa negligência a obra juntamente com a Igreja tem sofrido e até ficado sem os devidos resultados por causa dos Obreiros que sufocam sua responsabilidade com a Igreja.
2)    Responsabilidades do Obreiro com a igreja.

Levá-la a maturidade espiritual, zelar dos devidos assuntos que lhe são ligados a Igreja. Aperfeiçoar os santos,








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