quinta-feira, 5 de maio de 2016

Nomes bíblicos são os mais comuns no Brasil


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na semana passada um ranking com os nomes mais populares no Brasil.
Os nomes bíblicos ou ligados a personagens religiosos estão entre os mais utilizados pelos brasileiros na hora de registrar seus filhos.
No topo da lista temos Maria, nome de mais de 11 milhões de mulheres no país, segundo os dados do Censo Demográfico 2010.
Em segundo lugar está José, com mais de 5 milhões de homens registrados. Ana aparece em terceiro lugar com mais de 3 milhões, seguidos por João, Antônio, Francisco, Carlos, Paulo, Pedro e Lucas.
A lista segue mostrando outros dez nomes muito utilizados no país como Luiz, Marcos, Luís, Gabriel, Rafael, Francisca, Daniel, Marcelo, Bruno e Eduardo.
O IBGE afirma que entre os 200 milhões de habitantes do Brasil, há mais de 130 mil nomes diferentes, dos quais 63.456 masculinos e 72.814 femininos. A pesquisa considerou apenas o primeiro nome.
Quando separamos a lista dos nomes mais populares de acordo com a década de nascimento, percebemos que na década de 2000 o nome de José não aparece nas primeiras cinco posições.
Os brasileiros nascidos a partir do ano 2000 foram registrados com nomes como: Maria, Ana, João, Gabriel, Lucas, Pedro, Mateus, José, Gustavo, Vitória, Guilherme, Carlos, Júlia, Vitor, Felipe, Letícia, Marcos, Rafael, Luiz e Daniel.
O Instituto ainda liberou em seu site um campo de pesquisa (link), onde é possível conhecer o número de pessoas com o mesmo nome que o seu, além de consultar o ranking de nomes populares de acordo com o seu Estado.

Tirinha diz que deputados evangélicos nasceram com má formação


Tirinha diz que deputados evangélicos nasceram com má formaçãoTirinha: deputados evangélicos nasceram com má formação

Após sua postura clara e esforço contínuo para que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff fosse levado adiante, a bancada evangélica tem sido alvo de ataques por parte da mídia. Como já é corriqueiro no Brasil, muitos ‘memes’ de páginas que apoiam o atual governo passaram a circular nas redes sociais.
O anúncio de que um bispo licenciado da IURD ligado ao PRB,assumiria o Ministério da Ciência e Tecnologia num eventual governo Temer gerou diferentes protestos e questionamentos. O temor infundado que a ligação religiosa do futuro ministro fosse “incompatível” com a pasta gerou debates de alguns órgãos de imprensa.
O jornal Folha de São Paulo publicou na sessão de quadrinhos, uma tirinha que foi considerada ofensiva pelos deputados evangélicos. Uma ‘nota de repúdio’ foi emitida nesta quarta (4/5) no perfil da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) no Facebook.
Tirinha da FPE
Assinada pelo deputado Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ), o comunicado afirma que o desenho foi considerado um ataque, pois ridiculariza a bancada como um todo. “Registramos nossa indignação e repúdio ao autor dessa tirinha desrespeitosa e ao jornal Folha de S. Paulo, por publicá-la”, diz a nota.
Cavalcante explica, em nome da FPE que “isso nada tem a ver com liberdade de expressão, trata-se de um ato desrespeitoso, preconceituoso e intolerante”. Para os deputados da Frente, “Qualquer coisa que nós cristãos falamos baseados nas Escrituras Sagradas, e na nossa Constituição em relação às famílias e seus direitos, somos acusados de fazermos discurso de ódio”.
Contudo, quando eles são alvo desse tipo de ataque nada se fala a respeito. “Que tipo de manifestação é essa, que tipo de liberdade de expressão é essa, onde a fé cristã é ridicularizada, zombada e desrespeitada? Este ato não tem nada a ver com liberdade de expressão, isso é #IntolerânciaReligiosa”, finaliza.


GOSPEL PRIME

JACO - ISRAEL

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