terça-feira, 29 de março de 2016

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Governo anula lei de `proteção aos pastores´ após ameaças de Disney, Coca-Cola e Marvel
O governador do estado norte-americano da Geórgia, Nathan Deal, anunciou nesta segunda-feira (28) que irá vetar o projeto de lei de "liberdade religiosa", diante da pressão de artistas, empresas e instituições.
O projeto de lei 757 pretende proteger líderes, representantes e instituições religiosas que se recusassem a realizar ou participar de casamentos gays, baseados nos princípios de sua fé.
No entanto, grandes corporações como Disney, Marvel e Coca-Cola ameaçaram boicotar o estado caso o projeto fosse aprovado como lei. Além disso, a Liga Nacional de Futebol Americano (NFL, na sigla em inglês) insinuou que Atlanta, capital da Geórgia, não hospedaria o Super Bowl em 2019 caso a nova legislatura fosse aprovada.
Diante das ameaças, um grupo de Direitos Humanos desenvolveu uma carta com as assinaturas de diversos profissionais da indústria do entretenimento — incluindo a atriz Anne Hathaway e ator Seth MacFarlane — ameaçando boicotar filmagens feitas na Geórgia caso Deal assinasse o projeto de lei.
“A Geórgia é um estado acolhedor. É repleta de pessoas calorosas, amigáveis e generosas. E é isso o que devemos desejar. Eles escolhem adorar a Deus na forma que entendem, em uma miríade de formas, em uma variedade de diferentes configurações. Eu acredito que esse é o nosso melhor lado", disse Deal em nota oficial.
"Por essa razão, vou vetar a HB 757. Eu não acho que devemos discriminar ninguém para proteger a comunidade de fé na Geórgia, da qual eu e minha família temos feito parte por toda a nossa vida", acrescentou o governador.
O veto da lei atraiu a indignação de muitos líderes e ativistas cristãos, enquanto foi inundado de elogios da comunidade LGBT.
No Twitter, Russell Moore, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, chamou o veto de "vergonhoso". "O governador Nathan Deal vendeu a liberdade religiosa a grande pressão comercial, em mais um exemplo do que servir a Mamom pode fazer para o bem comum".
Timothy Head, diretor da Coligação Fé e Liberdade, lamentou a decisão do governo. "O HB 757 simplesmente protege pastores, igrejas e organizações religiosas de serem forçados a violar as suas crenças religiosas”, disse ele. "O veto do governador subverte a vontade do povo da Geórgia, que está apoiando este projeto de lei".

Padre foi crucificado pelo EI na Sexta-Feira Santa

A mídia europeia está noticiando que o líder cristão Thomas Uzhunnali, 56, de origem indiana, foi crucificado pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na sexta-feira (26). Ele trabalhava com uma missão católica no Iêmen.
O padre católico indiano fora sequestrado por terroristas ligados ao EI no Iêmen no início deste mês. Como uma forma de ridicularizar a pequena comunidade cristã iemenita, o padre foi crucificado na sexta-feira santa, data que a maior parte dos cristãos do mundo lembrava a Páscoa.
Thomas era responsável por um asilo na cidade de Aden, no sul do país. Segundo relatos, na ocasião, os jihadistas atacaram o local e mataram pelo menos 15 pessoas, em 4 de março. Entre os mortos estavam quatro freiras. No ano passado, a igreja mantida pela missão que ele trabalhava foi incendiada por terroristas que exigiam que os missionários saíssem do país. Eles se recusaram.
De acordo com o arcebispo de Viena, Christoph Schönborn, a Igreja Católica admite que o padre foi torturado e crucificado. Falando sobre os recentes ataques a cristãos no Iêmen (cerca de 0,01% da população), o secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, afirmou que o papa Francisco “ficou chocado e profundamente entristecido ao saber destes ato de violência sem sentido e diabólicos”.
As autoridades iemenitas não se pronunciaram sobre o caso, pois o país atravessa uma guerra civil e o governo não tem mais controle sobre parte do seu território. Embora pouco divulgado no Brasil, a guerra no país se desenvolve há dois anos.
O governo russo apoia os iranianos que estão por trás do movimento dos houthis, um grupo islâmico xiita. O presidente iemenita, Abed Rabbo Mansour Hadi, fugiu do Iêmen e pediu exílio na Arábia Saudita.
Do outro lado, estão soldados de uma coalizão, que conta com a presença de Emirados Árabes, Catar, Bahrein e Egito. Esses, por sua vez, são apoiados pelos Estados Unidos.
Aden passou a ser temporariamente a capital do Iêmen, após Sanaa (capital oficial) cair nas mãos dos rebeldes, em setembro de 2014. Há registros que grupos radicais como a Al-Qaeda fazem constantes ataques à região de Aden. Eles já haviam pedido o extermínio dos judeus e cristãos no paísCom informações de Daily Mail

JACO - ISRAEL

De todos os relatos da Torá, este é um dos mais envoltos em mistério. Conta-nos a história da luta entre um ser humano e um anjo e a da ...