quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Arqueólogos encontram provas de que Jesus lançou demônios na manada de porcos


Arqueólogos encontram provas de que Jesus lançou demônios na manada de porcos
Em três dos quatro livros que compõem os Evangelhos da Bíblia Sagrada, é relatado um grande sinal do poder transformador de Jesus na terra dos Gadarenos.
Ali, dois homens foi libertos de espíritos malignos que atormentavam a eles e toda a cidade, que foram parar em uma manada de porcos ao comando de Cristo.
Arqueólogos de Israel encontraram evidências desta passagem bíblica em Kursi, um distrito historicamente gentílico da antiga Decápole na margem do Mar da Galiléia, segundo informa o site Breitbart.
Em Kursi, foi encontrado um pedaço de mármore de 1.500 anos de idade, com inscrições hebraicas que começam com as palavras "lembrados para sempre."
Sobre o mármore, os cientistas também identificaram as palavras "amém" e "marmaria", que poderia se referir ao mármore ou à Maria, mãe de Jesus.
Nos séculos V e VI, uma igreja cristã foi construída no local a fim de se tornar uma marca do evento bíblico. No entanto, seu prédio foi destruído pelo exército persa em 614 a.C, relata o site Breitbart.
A igreja foi reconstruída, mas foi novamente destruída — desta vez, por um incêndio. O local permaneceu abandonado por mais de 1.300 anos.
A igreja foi esquecida até ser descoberta por acaso durante a construção de uma nova estrada em 1970.
Próximo às ruínas da igreja, as cavernas são ainda visíveis e há uma montanha que desce para o mar, exatamente como é descrito no relato da Bíblia.
De acordo com o apologista cristão Steve Ray, desde que Kursi teve o maior mosteiro em Israel, o local passou a ser muito estimado pelos primeiros cristãos.
"Os primeiros judaico-cristãos se lembraram dos lugares e acontecimentos em torno da vida de Cristo, e assim que o cristianismo foi legalizado, igrejas foram construídas sobre estes locais diferentes", disse Ray.
"Quanto mais coisas a arqueologia descobre, mais a Bíblia é confirmada", disse o pesquisador.

QUE O VERDADEIRO SENTIDO DO NASCIMENTO DE JESUS SEJA UMA CONSTANTE EM SUA VIDA - FELIZ NATAL E UM ANO NOVO REPLETO DE VIDA COM DEUS . Ap . Roberto Torrecilhas


Israel testa escudo antimíssil e abre frente contra Hezbollah


Israel testa escudo antimíssil e abre frente contra HezbollahGrupo xiita libanês acusa israelenses de ataque que matou um dos seus operacionais em Damasco e disparou rockets na fronteira.

Chama-se funda de David (David"s Sling) - como a arma que no Antigo Testamento este usou para derrotar Golias - e vai estar operacional em meados de 2016. 

Israel realizou o último teste ao novo escudo antimíssil, criado para derrubar rockets de médio alcance (cem a 200 km), como os que estão na posse do Hezbollah. O grupo xiita libanês, que está na Síria a combater ao lado do presidente Bashar al-Assad, acusou ontem Israel de ser responsável pelo raide que matou o seu comandante Samir Kuntar, em Damasco. Seguiu-se uma troca de rockets que talvez não tivesse acontecido se a funda de David já estivesse a funcionar.

Hassan Nasrallah, o líder do Hezbollah, já garantiu que a morte de Kuntar não terá sido vã e prometeu vingança. A confirmar as suas palavras está a queda no Norte de Israel de três rockets Katyusha disparados pelos combatentes xiitas a partir do Sul do Líbano. Estes não causaram danos nem vítimas, mas levaram à resposta imediata de Israel, que realizou vários disparos de artilharia sobre o Sul do Líbano, reacendendo um velho conflito na fronteira entre os dois países, palco de duas guerras - em 1982 e 2006.

Israel tem-se mantido oficialmente afastado da guerra na Síria, apesar de os peritos internacionais citados pela Reuters garantirem que realizou ataques contra o Hezbollah em solo sírio. O grupo xiita libanês garante agora que Qantar foi morto num desses raides, numa zona residencial de Damasco. Detido em 1979 em Israel, acusado de participar num atentado terrorista que resultou na morte de quatro pessoas, Qantar - um druso que se juntou à Frente da Libertação da Palestina - foi libertado em 2008 e repatriado para o Líbano numa troca de prisioneiros com o Hezbollah.

Desde então, Qantar manteve-se afastado. E, se o Hezbollah recusa dizer que papel teve na guerra da Síria, os media estatais sírios garantem que esteve envolvido numa ofensiva junto aos montes Golã - ocupados por Israel desde 1967.

Israel não confirma nem desmente a autoria do ataque que matou o libanês de 53 anos, mas o ministro da Construção, Yoav Gallant, garantiu à rádio israelita: "É bom que pessoas como Samir Qantar já não façam parte deste mundo."

Proteção

A funda de David vai juntar-se ao Iron Dome (Cúpula de Ferro) - que intercepta rockets de curto alcance - e ao Arrow (Flecha) - o interpcetor de mísseis balísticos -, completando o escudo que Israel desenvolveu com os EUA para se proteger de um ataque do Irão - ou dos aliados xiitas deste junto à sua fronteira. O sistema de radares está preparado para abater desde os Katyusha do Hezbollah ou do Hamas a mísseis balísticos, como os Shebab ou os Scud, do Irão e da Síria.

O objetivo das forças armadas israelitas é ter um pequeno número de rampas de lançamento da funda de David operacionais em meados dos próximo ano, duplicando estas até final de 2016. Fabricado pelas mesmas empresas que o Iron Dome, os responsáveis esperam que seja tão efetivo como este: capaz de destruir 90% dos rockets lançados pelo Hamas a partir da Faixa de Gaza.


COISAS JUDAICAS

Evangélicos são roubados e espancados enquanto oravam no monte

O município de Açailandia, no Maranhão, tem pouco mais de 100 mil habitantes. Mas esta semana a pacata cidade foi surpreendida por um caso de violência urbana pouco comum.
Uma quadrilha de sete assaltantes (incluindo menores de idade) atacou um grupo de evangélicos que estavam orando em um monte localizado nas proximidades do bairro Sarney Filho. Armados com uma arma do tipo “garrucha” e facões, levaram celulares, joias, dinheiro e chave dos veículos.
Segundo as vítimas, eles também espancaram bastante as pessoas que estavam no local. Para o pastor, que prefere não se identificar, pois teme represálias, isso é um verdadeiro absurdo. “Aonde vamos chegar com tanta violência? Não será nenhuma surpresa se qualquer hora dessas formos abordados por marginais, dentro de nossas Igrejas”, desabafou.
A Polícia Civil e Militar da cidade deflagrou uma operação batizada de “Peniel”. Comandada pelo capitão Deocelio e o delegado Tiago Gardon, realizou as prisões de quatro adolescentes e um adulto que fazem parte da quadrilha. Os outros membros fugiram da cidade.
Todos os apreendidos foram reconhecidos pelas vítimas, mas os objetos roubados das vítimas ainda não haviam sido recuperados.

FALTO DE CONHECIMENTO - Líder extremista judeu quer proibir Natal e chama cristãos de 'vampiros'

(Arquivo) O líder Bentzi Gopstein
(Arquivo) O líder Bentzi Gopstein
Dois movimentos antirracistas israelenses pediram a abertura de uma investigação por declarações do chefe de uma organização extremista judaica que pede o cancelamento das comemorações de Natal em Israel e compara os cristãos a vampiros.
"O Natal não tem lugar na Terra Santa", afirma Ben-Zion ("Bentzi") Gopstein, chefe da Lehava, uma organização que se inspira na ideologia de Meir Kahana, fundador do movimento racista antiárabe Kach.
Suas declarações foram feitas em um artigo publicado no site de informação ultraortodoxo Kooker.
Gopstein, um colono residente em Hebrón, no sul da Cisjordânia ocupada, também denuncia no texto o que considera uma "queda da linha defensiva do povo judeu contra nossos inimigos há centenas de anos, a Igreja católica".
"A missão destes vampiros e sanguessugas continua. Se não se pode matar os judeus se pode convertê-los", acrescenta. Por isso, diz, é preciso "fazer os vampiros desaparecerem antes que bebam de novo nosso sangue".
A polícia israelense já deteve em várias ocasiões este homem por declarações racistas contra cristãos e muçulmanos.
O movimento judeu liberal em Israel e a Coalizão contra o racismo em Israel pediram à justiça e à polícia que investiguem estas declarações.
Em Israel se multiplicaram nos últimos dias os apelos pedindo a proibição do Lehava.
Este movimento é suspeito de dois incêndios: o de 18 de junho na igreja da Multiplicação dos Pães e dos Peixes e no dia 31 de julho que causou a morte de um bebê palestino de 18 meses e de seus pais na Cisjordânia.
Uma adolescente israelense também morreu esfaqueada por um ultraortodoxo na Parada Gay de Jerusalém em julho.



https://br.noticias.yahoo.com/l%C3%ADder-extremista-judeu-quer-proibir-natal-chama-crist%C3%A3os-151457240.html

JUSTIÇA FEITA - Jovens que foram presas sob ordem de Feliciano por se beijarem em culto perdem ação na Justiça



A Justiça decidiu negar o pedido de indenização feito por duas jovens que foram presas no litoral paulista sob ordem do pastor Marco Feliciano (PSC-SP), após se beijarem em forma de protesto contra ele durante um culto ao ar livre.

O juiz Ivo Roveri Neto, da 2ª Vara Cível de São Sebastião (SP) negou o pedido das jovens, que exigiam indenização do pastor e deputado federal por dano moral.
Imagem redimensionadaNa ocasião, em setembro de 2013, Feliciano era o alvo preferido dos ativistas gays, por causa de sua eleição para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). Joana Palhares e Yunka Mihura, na época com 18 e 20 anos, respectivamente, se beijaram durante o sermão e Feliciano pediu que os policiais intervissem.

“A Polícia Militar que aqui está, dê um jeitinho naquelas duas garotas que estão se beijando. Aquelas duas meninas têm que sair daqui algemadas. Não adianta fugir, a guarda civil está indo até aí. Isso aqui não é a casa da mãe Joana, é a casa de Deus”, disse o pastor, à época.

Na repercussão ao fato, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota de repúdio ao pastor, por meio da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da entidade, afirmando que “declarações como estas incitam o ódio e a intolerância e promovem a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero”.

Pouco mais de dois anos depois, a Justiça entendeu que o pastor não causou nenhum dano à dupla quando deu voz de prisão a elas, pois elas ignoraram o sentimento religioso da multidão presente.

Segundo informações do site Consultor Jurídico, o juiz considerou que as autoras apoiavam-se no direito à liberdade de expressão, mas “agiram de forma provocativa e deliberada, sem atentar para o sentimento religioso daquelas pessoas”.

Na sentença, o juiz pontuou que “o fato de o réu ter dado voz de prisão às autoras não pode ser causa de responsabilidade civil, já que a conduta das autoras, em tese, configura crime contra o sentimento religioso, previsto no artigo 208 do Código Penal”, e destacou que se houve abuso por parte dos agentes da Guarda Civil Municipal de São Sebastião no momento da prisão, a culpa não pode ser imputada a quem ordenou a prisão.

Em julho, a dupla saiu vencedora de uma ação contra a prefeitura, e receberam R$ 4 mil de indenização. O juiz Guilherme Kirschner, também da 2ª Vara, entendeu que os agentes públicos agiram corretamente a princípio ao retirá-las da multidão do evento, para manter a integridade física das próprias autoras, mas chegou à conclusão que se excederam quando as levaram para baixo do palco e as agrediram sem qualquer necessidade.

No entanto, mesmo dando ganho de causa às jovens, Kirschner também repudiou o comportamento das jovens: “As autoras, homossexuais, pretendiam fazer um manifesto contra um parlamentar por suas posições supostamente homofóbicas. Mas para isto foram a um evento de natureza eminentemente evangélica e passaram a se beijar ostensiva e provocativamente na boca. Repisa-se: não se tratou de espontânea manifestação de carinho e afeto, mas ato de repúdio ao parlamentar”, destacou o juiz.


Fonte: Gospel Mais

Construir igreja com dinheiro público não fere laicidade do Estado, decide STJ


Imagem redimensionada

O governante que constrói igreja com dinheiro público não fere laicidade do Estado. Com esse entendimento, a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça reformou a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que condenou o ex-prefeito César Maia por improbidade administrativa.

Maia foi condenado por ter destinado R$ 150 mil do orçamento municipal à construção de uma igreja no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. Para o TJ-RJ, o financiamento da obra feriu o caráter laico do estado brasileiro (sem religião oficial) por ter beneficiado uma religião em detrimento de outras.

O relator no STJ, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, entendeu pela mudança da decisão. Segundo ele, a laicidade do estado não pode ser confundida com antirreligiosidade.

O ministro destacou a religiosidade do povo brasileiro, citou diversas iniciativas públicas em favor de outras denominações religiosas e que não houve enriquecimento ilícito ou prejuízo aos cofres públicos com o financiamento da construção da igreja.

Para Napoleão, a laicidade não impede o Estado de promover ações em favor da religiosidade de uma comunidade, mas sim a atitude de impor o seguimento de determinada crença.

O relator lembrou ainda que a jurisprudência do STJ é pacífica no sentido de exigir a comprovação de dolo (quando há intenção de cometer crime) na configuração de atos de improbidade, o que, segundo Napoleão, não foi verificado no caso. 

Fonte: Consultor Jurídico com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

Igreja desaba após ventania e mata pastor


Igreja desaba após ventania e mata pastor
Uma igreja desabou em Senador Canedo, região Metropolitana de Goiânia, e deixou um pastor morto. O acidente aconteceu na última semana no período da tarde após uma forte ventania que passou pela cidade.
O pastor Luís Pereira de Oliveira, de 50 anos, estava dentro da igreja quando o muro desabou, ele chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi levado com vida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas antes mesmo de ser atendido veio a óbito.
“Chegamos para o resgate e vimos que o muro caiu todo em cima dele. Não houve outros feridos. Ele tinha pulso, mas estava com a oxigenação do cérebro mais baixa que o normal”, disse Claudinei Dourado, técnico do Samu que participou do atendimento em entrevista ao G1.
O pastor já estava inconsciente quando foi socorrido. Uma enfermeira da UPA, que pediu para não ser identificada, explicou ao G1 que a vítima teve uma parada cardiorrespiratória e mesmo com as tentativas dos médicos, o homem não resistiu.

Pastor Farshid Faith é libertado no Irã Ele foi condenado a seis anos de prisão, acusado por `agir contra a segurança nacional´, simplesmente por pertencer a uma organização cristã


Pastor Farshid Faith é libertado no Irã
Louvado seja Deus, há esperança no Natal! Farshid Fathi, preso há cinco anos, foi libertado ontem, dia 21.
Embora tenha sido capturado um dia após o Natal, no ano de 2010, foi condenado a seis anos de prisão apenas em 2011, acusado por "agir contra a segurança nacional", simplesmente por pertencer a uma organização cristã.
Continue orando! Peça a Deus pela segurança dele e de sua família nas próximas semanas, assim como a adaptação dele fora da prisão e por sua saúde. Clame a Deus pelos mais de 70 cristãos presos no Irã. Que o Senhor lhes conceda graça, sabedoria e os cubra com o seu amor.

PORTAS ABERTAS

ISRAEL SE PREPARA PARA A GUERRA NA PALESTINA: 'NOSSA RESPOSTA SERÁ DURA'

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, responsabilizará o Hamas em caso de um ataque vindo da Faixa de Gaza. Neste domingo, ...