segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Pastor que usava cobras em culto morre após ser picado

O pastor Jamie Coots, conhecido internacionalmente por usar cobras durante os cultos, morreu neste sábado (15) depois de ser picado por uma das cobras.
A morte do religioso foi confirmada pelo  Departamento de Polícia de Middlesboro, em Kentucky (Estados Unidos), que recebeu uma chamada de emergência vinda da própria igreja onde o pastor pregava naquela noite.
Após ser picado pelo cobra, o pastor não quis esperar o socorro e foi para sua casa. As equipes de emergência chegaram até a residência de Coots, mas ele recusou o tratamento e uma hora depois faleceu.
O pastor usava as cobras para testar a fé dos fiéis durante o culto e manipulava os animais para tentar provar o poder de Deus. Em alguns cultos os fiéis precisavam segurar esses animais nas mãos enquanto recebiam uma oração de Coots.
A forma como ele pregava chegou a ser tema de uma reportagem do canal National Geographic no episódio “Snake Salvation”.
Jamie Coots também ganhou destaque nacional quando foi pego em flagrante transportando três cascavéis e duas copperheads de Knoxville, no Tennessee, para o estado de Kentucky, onde morava. O caso aconteceu em janeiro de 2013 e os policiais confiscaram as cobras e prenderam o pastor por posse ilegal de animais selvagens.  Por conta desse crime, ele foi condenado e recebeu um ano de liberdade condicional sem supervisão.

GP

Mais da metade dos solteiros cristãos fazem sexo antes do casamento


Mais da metade dos solteiros cristãos fazem sexo antes do casamentoMais da metade dos solteiros cristãos fazem sexo antes do casamento
Um estudo mostrou que os cristãos solteiros dos Estados Unidos não seguem a doutrina de fazer sexo só após o casamento.
O grupo Christian Mingle, site de relacionamento voltado para cristãos, entrevistou quase 3 mil solteiros com idades entre 18 e 59 anos a respeito de diversos assuntos ligado a encontro, namoro e casamento.
Entre as perguntas respondidas estava: você fará sexo antes do casamento? As respostas foram 63% disseram que sim, 19% afirmaram que só farão se estiverem apaixonadas, 5% que sim apenas se o relacionamento for sério e apenas 13% responderam que não farão sexo antes do casamento.
Pelos dados apresentados os homens estão mais dispostos a ferirem a regra religiosa do que as mulheres, mas a diferença é pequena, sendo 69% deles, contra 57% delas.
A idade também interfere na decisão de fazer sexo antes do casamento, para se ter uma ideia 68% pessoas com idades entre 45 e 54 anos não querem esperar o casamento para ter relações sexuais. Já entre os jovens de 18 e 24 anos esse número é de 58%.
Os resultados frustram alguns líderes religiosos e mostram que cada vez mais a juventude cristã americana tem assumido posicionamentos parecidos com as atitudes de não-cristãos.
A conferencista Renee Fisher, autora de livros voltados para relacionamentos, teve acesso aos dados da Christian Mingle e ficou preocupada com os resultados. Ela escreveu em seu blog que o sexo fora do casamento não é o melhor de Deus para a vida de um casal.
Ela cita Marcos 10. 7 a 9 e afirma: “O sexo é muito maior do que um relacionamento, a necessidade de compartilhar um sentimento ou de experimentar a química sexual como um ‘test-drive’. Há uma conexão divina que Deus criou entre o marido a esposa”.
Fisher rejeita os ensinamentos de que sexo é ruim e sujo. Ela afirma que quando se casou precisou romper com este pensamento e descobriu que o relacionamento sexual é ótimo. “O sexo é tão bom que ele tem poder de mudar e transformar vidas”, disse ela. Renee afirma também que o sexo deve ser praticado depois do casamento “porque foi o jeito que Deus planejou” e deixou uma mensagem de encorajamento dizendo “que vale a pena esperar”.

GP

Cresce a força das pastoras na igreja brasileira


Cresce a força das pastoras na igreja brasileiraCresce a força das pastoras na igreja brasileira
No terceiro maior grupo religioso do Brasil, batistas abrem espaço para que as mulheres
A revista Época deu amplo espaço para a questão da ordenação feminina, que ainda divide muitas igrejas e denominações pelo país. Uma das provas do crescimento da influência das pastoras foi a recente decisão da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB).
A Convenção Batista Brasileira (CBB), segundo maior grupo evangélico do país, é historicamente resistente à presença de pastoras em seus quadros. Dentre os 10.356 filiados, existem apenas dez mulheres. Contudo, em 22 de janeiro, a OPBB aprovou o ingresso de mulheres na entidade. A tendencia é aumentar a força das pastoras. Existem muitas que são reconhecidas pelas suas igrejas locais, mas não tinham a aprovação oficial da denominação.
“A decisão da Ordem facilita o caminho para a ordenação de outras mulheres que atendem ao chamado de Deus”, diz Zenilda Reggiani Cintra, da Igreja Batista Esperança, em Taguatinga, Distrito Federal. Formada em teologia desde 1980, Zenilda é casada com o pastor Fernando Cintra. Foram necessários 24 anos para ela ser reconhecida pela igreja e passar a usar o título de pastora.
A revista, contudo, se confunde ao tratar todos os batistas como um bloco homogêneo, ignorando as diferentes denominações que levam o nome de batista e que tomam decisões de forma autônoma. Mesmo assim, o fato da CBB, uma das denominações mais conservadoras do país mudar de opinião inegavelmente tem sua influência sobre os evangélicos como um todo.
“Hoje, as igrejas estão em permanente diálogo. Decisões como essa têm impacto sobre todos os grupos”, acredita Sandra Duarte de Souza, teóloga e professora da Universidade Metodista de São Paulo.
O debate acirrado sobre a inclusão (ou não) das mulheres na liderança de grupso religiosos não se restringe ao Brasil. O tema ganhou força a partir do século XX, um reflexo da mobilização das mulheres para terem posição de igualdade dentro da sociedade.
O teólogo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes tem escrito sobre o assunto e classifica as opiniões como “diferencialistas” (contra) e “igualitaristas” (a favor). Ambos usam trechos bíblicos para defender suas posições.
Os diferencialistas defendem que homens e mulheres foram criados com papéis distintos e que cabe ao homem exercer autoridade em casa e na igreja. Já os igualitaristas são favoráveis à participação mais ativa da mulher nas religiões, alegando que as diferenciações resultantes do pecado original foram apagadas pelo sacrifício de Cristo.
Breno Martins Campos, professor de pós-graduação em religião da PUC de Campinas, enfatiza: “A localização do texto bíblico em seu contexto histórico permite outras possibilidades de interpretação”. A argumentação não está restrita ao campo da teologia.. A teóloga Sandra Duarte de Souza acredita que argumentos sociológicos são legítimos em uma discussão religiosa. “Os argumentos contra as sacerdotisas só encontram acolhida hoje porque ainda vivemos numa cultura patriarcal”.
Ao longo do século XX, as mulheres foram conquistando maiores espaços nas denominações evangélicas. Nas Assembleias de Deus dos Estados Unidos, as primeiras pastoras foram reconhecidas na década de 1930. Nas décadas seguintes, o mesmo ocorreu nas igrejas metodistas, presbiterianas e luteranas. Isso acabou influenciando as igrejas Metodista, Evangélica de Confissão Luterana e Presbiteriana Independente, no Brasil, que também aceitam mulheres como pastoras.
Nas igrejas pentecostais e neopentecostais, a presença de pastoras é mais comum. Algumas delas como Ana Paula Valadão e Cassiane ficaram famosas por conta de sua carreira como cantoras. O sociólogo Gedeon Alencar, um estudioso das Assembleias de Deus, explica que essa prática não representa uma inclusão real, pois muitas vezes exclui do sacerdócio as mulheres sem laço familiar com pastores. A teóloga Sandra pensa diferente, defendendo que a ordenação de mulheres de pastores “ajuda a mudar as concepções sobre o papel da mulher na igreja”.
O assunto está longe de chegar a uma definição, mas a mudança de postura entre os batistas certamente é um passo importante para que em breve o quadro mude mais ainda.
Com informações de Época

Página do Black Bloc faz ameaça a quem revela detalhes do grupo

Um dia depois da revelação de uma planilha de gastos e arrecadações para um evento na Cinelândia, no qual aparecem os nomes de dois vereadores, de um delegado e de um juiz como doadores, a página “Black Bloc RJ” fez uma ameaça a integrantes do movimento a quem acusam de traição. “Ninguém, absolutamente ninguém tem o direito de expor a imagem de qualquer pessoa que esteja na luta fazendo acusações sem provas”, diz uma mensagem publicada nesta sexta-feira. “Se continuarem, medidas serão tomadas”, diz outro trecho da mensagem.

A partir da morte do cinegrafista Santiago Andrade, da rede Bandeirantes, morto por um rojão lançado por dois mascarados, jovens que se apresentam como “ex-black blocs” ou que se dizem decepcionados com o movimento passaram a expor detalhes do grupo. Uma das imagens de gastos e de doações parece extraída de um grupo fechado do qual participa a cineasta Elisa Quadros, conhecida como Sininho.
Na quinta-feira, o site de VEJA revelou uma planilha de doadores encabeçada pelos nomes de vereadores do PSOL: Renato Cinco e Jefferson Moura. Assessores dos dois vereadores admitiram que houve doações para um evento realizado em 23 de dezembro na Cinelândia. Também admitiu ter colaborado o delegado de Polícia Civil Orlando Zaccone. O juiz João Damasceno, cujo nome está na planilha, negou ter feito doação.

A mensagem também parece ser um recado para o auxiliar de serviços gerais Caio Silva de Souza, 22 anos, preso e indiciado pela morte de Santiago Andrade. Souza e seu advogado, Jonas Tadeu Nunes, afirmaram, na terça-feira, que há partidos políticos e diretórios regionais patrocinando tumultos nas manifestações. Segundo Nunes, Caio Souza receberia 150 reais por cada manifestação. O jovem afirmou que a polícia “tem que investigar” o aliciamento de jovens e a participação de partidos políticos.
Leia a íntegra da mensagem:
“Pensam que não estamos de olho????

NINGUÉM, ABSOLUTAMENTE NINGUÉM TEM O DIREITO DE EXPOR A IMAGEM DE QUALQUER PESSOA QUE ESTEJA NA LUTA FAZENDO ACUSAÇÕES SEM PROVAS.

Manifestantes que se diziam "Brabos" agora estão com medo e expondo a imagem de pessoas que não tem nada a ver. NÃO TEM OUTRO NOME PRA ISSO DO QUE COVARDIA E TRAIÇÃO.

SE CONTINUAREM, MEDIDAS SERÃO TOMADAS
Vamos expor todos os "falsos manifestantes"

Batem nas suas costas dizendo que são irmãos, mas na verdade estão ali pra te f¨%$ e expor sua vida quando percebem o perigo se aproximando. NÃO TEM A CAPACIDADE DE ENFRENTAR E ENTÃO PONHE O DO OUTRO PRA TIRAR O SEU DA RETA.. COVARDES!

É isso que o governo quer (não sermos unidos e com isso diminuir as manifestações). Essa é a hora onde separamos claramente os verdadeiros dos traíras!

NÃO PASSARÃO
AGUARDEM”

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/pagina-do-black-bloc-faz-ameaca-a-quem-revela-detalhes-do-grupo

Exposição que mostra pedofilia e zoofilia provoca bate boca entre deputados

Não foi só nas redes sociais que a mostra “QueerMuseu” gerou debates e bate boca. Na noite desta terça-feira (12) o assunto foi amplam...