quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Mariana Valadão lança álbum "Santo" em Belo Horizonte


"Sem tempo para respirar! Mas vibrando por cada notícia, cada testemunho que tenho recebido sobre este novo trabalho" - com este comentário, Mariana Valadão deixa claro a todos sobre a intensidade do trabalho de divulgação do seu mais novo trabalho, o álbum "Santo" lançado recentemente pela Sony Music. A cantora vem dividindo sua agenda de eventos pelo país com o trabalho em sua igreja local em Niterói/RJ e ainda, com o trabalho de divulgação e promoção do novo projeto.

Nesta última segunda-feira (11), Mariana esteve em São Paulo participando do programa do Raul Gil no SBT onde apresentou maiores detalhes do projeto e cantou a música "Só Uma Frase", seu primeiro single e hit que vem conquistando todo o país. No próximo domingo, Mariana embarca para Belo Horizonte onde seguirá com uma intensa agenda de divulgação na capital mineira. No dia 19, terça-feira, Mariana Valadão faz o lançamento oficial com banda ao vivo na Igreja Batista da Lagoinha. A cantora também se apresentará na Igreja Quadrangular Templo dos Anjos (20) e gravará diversos programas na Rede Super, Rádio 107FM, Rádio Gospel e outras mídias locais. 




Mauricio Soares 
Diretor Executivo - Gospel Music

Gui Rebustini no Programa Encontro com Fátima Bernardes, que vai ao ar dia 15 de novembro



O cantor Gui Rebustini estará no Programa Encontro com Fátima Bernardes, que vai ao ar no dia 15 de novembro às 10:40h

Gui Rebustini foi o maior vencedor do Troféu Promessas de 2013. Ele ganhou três prêmios: música, revelação e videoclipe. 

Guilherme Rebustini nasceu em São Paulo em 1987. Filho mais novo dos Prs. Edson e Célia Rebustini da Igreja Bíblica da Paz estudou no Colégio Batista Brasileiro, no Instituto Mackenzie e no Colégio Objetivo. 

Em 2005 foi para a cidade de Tulsa, Oklahoma nos Estados Unidos para fazer escola bíblica. Estudou no IMT USA (In Ministry Training), um curso de preparação para o ministério em tempo integral, onde fez várias viagens missionárias dentro e fora dos Estados Unidos, incluindo México e Honduras. Graduou-se pelo Victory Bible Institute em Tulsa, escola bíblica de uma das maiores igrejas dos Estados Unidos, estudando com homens como Billy Joe Daugherty e T.L. Osborn. 

Foi lá que surgiu o interesse pela música também, neste período de 6 anos ele se preparou, e lançou em 2012, seu primeiro álbum pela Sony Music.

Guilherme é casado com Natália desde 2010 e tem uma filhinha chamada Ana Clara.



Silvane Moraes 

BALÕES MISSIONÁRIOS



Evangelização por balões alcança a Coreia do Norte
A Coreia do Norte é o país mais fechado do mundo e vive querendo retomar a guerra contra a coirmã do sul. Está em primeiro lugar na lista de países que mais perseguem os cristãos. Bíblias são proibidas, bem como toda forma de evangelização.
Uma das maneiras mais comuns de se levar o Evangelho até os norte-coreanos nos últimos anos é através de balões. O pastor Eric Foley e sua esposa são apenas um dos casais de missionários que se dedicam a isso quando as condições climáticas são favoráveis.
Pequenos balões caseiros são enviados da Coreia do Sul perto da linha de fronteira com a nação vizinha. O plástico fino traz impresso porções de textos bíblicos, como uma espécie de panfleto cheio de gás. Outros são grandes, com cerca de 10 metros, e carregam consigo vários exemplares da Bíblia que eventualmente cairão no solo e poderão ser encontrado por alguém que ainda não conhece a Palavra de Deus.
“Eu fico emocionado toda vez que vejo um deles subindo”, disse Foley. Conta que já ouviu muitos testemunhos do que acontece com as pessoas que encontram esses balões que viajam dezenas de quilômetros em direção ao norte. Ninguém sabe quantas pessoas formam a igreja subterrânea na Coreia, mas de tempos em tempos algum de seus membros consegue escapar e traz relatos sobre as lutas dos cristãos norte-coreanos.
O pastor Foley é membro da missão SEOULUSA que tem usado a tecnologia GPS para ajudar a guiar os balões. Eles já enviaram 50 mil deles somente este ano. Sua missão tem como alvo prioritário as áreas rurais, onde poderão cair sem chamar muita atenção do governo.
“São os fiéis mais perseguidos na Terra”, explica Foley. Ele acredita que existem cerca de 100.000 cristãos na Coréia do Norte. Ninguém sabe ao certo, mas acredita-se que mais de 70 mil estão atualmente detidos em campos de concentração, onde fazem trabalhos forçados, passam fome, são torturados e até mortos. Para a missão Portas Abertas, que também contrabandeia Bíblias usando balões, seriam perto de 400 mil cristãos.
Na Coréia do Norte, a “religião” oficial é uma ideologia que mistura marxismo e o culto aos “Grandes Líderes”, da dinastia Kim, avô e pai do atual presidente Kim Jong Un. Existem elementos de cristianismo, como a igreja e hinos, mas são distorcidos.
Foley casou com uma sul-coreana que emigrou para os EUA em 1984. Desde 2003, eles decidiram se dedicar a evangelização por balões. Vêm fazendo isso regularmente desde 2006. Ele conta que os balões normalmente são enviados durante a noite e as condições climáticas mais favoráveis são quando ocorrem fortes chuvas, pois os ventos podem levar o material mais longe.
“Toda vez que vamos lançar um, oramos em voz alta e sempre com lágrimas”, relata Foley. Seu desejo era entrar na Coreia do Norte, mas o último missionário americano que tentou, Kenneth Bae, foi preso em 2012 e condenado a 15 anos de prisão e trabalhos forçados por “crimes contra o Estado”, já que ele atuava evangelizando a população.
Os balões-missionários também incluem testemunhos escritos por cristãos norte-coreanos que conseguiram fugir para a Coreia do Sul. Eles falam sobre sua vida com Cristo e como a ideologia de Kim esconde a realidade. Além disso, transmitem por ondas curtas programas de rádio que incluem hinos e leitura de porções da Bíblia. Ele conta que cerca de 20 por cento dos norte-coreanos possuem aparelhes de rádio, mesmo que sejam ilegais. Também usa a internet para estimular igrejas de todo mundo para que orem pela igreja na Coreia do Norte e para que Deus mude a história daquele país. 

Via Gritos de Alerta /  inf.  Gospel Prime

Treinamento e discipulado na igreja persa clandestina



Treinamento e discipulado na igreja persa clandestina
O professor Hafez* é um verdadeiro contador de histórias. Ele anda para lá e para cá pelo espaço que é utilizado como sala de aula. Sua turma de alunos da língua persa está trabalhando com o quarto módulo do treinamento e discipulado oferecidos pela Portas Abertas
A classe de oito crianças recita com alegria o versículo da Bíblia que precisaram memorizar nesta aula: Marcos 10.43, falando sobre ser servo. "Jesus veio para servir", o professor explica: "É tão triste ver um monte de líderes que só querem ser servidos".
Estas crianças são membros de igrejas clandestinas. O curso em persa, para elas e suas famílias está sendo realizado em um local seguro; onde eles podem falar livremente sobre o seu Senhor e Salvador. Alguns dos alunos têm um exemplar da Bíblia, outros leem os versículos em seu telefone celular ou tablet.
O treinamento DOTA (Discipleship On The Air ou Discipulado no ar, tradução livre) começou há muitos anos como um programa de discipulado transmitido via rádio para a China. O programa foi um sucesso e acabou sendo traduzido para outros idiomas, como o persa. Hoje em dia, a Portas Abertas não apenas leva o programa "ao ar" como também oferece treinamento a muitos membros da igreja clandestina da comunidade falante do persa.
Azadeh*, 28 anos, é uma das estudantes. Ela conta que gosta muito das aulas práticas. "Os professores compartilham situações e experiências reais de sua própria vida. Eu entendo mais da Bíblia ao ver como ela nos fornece soluções práticas para os nossos problemas diários." Salman*, que é quatro anos mais velho, acrescenta: "Não aprendemos apenas na teoria, mas na prática também".
Além de discipular cristãos, um dos objetivos do curso é a "formação de instrutores". Alguns alunos desta classe especial já estão lecionando. Em sua igreja doméstica, Azadeh discipula outras mulheres. "Vou ensinar-lhes tudo o que aprendi no DOTA." Salman está realizando reuniões com outros alunos. Babak*, 44 anos, é o líder de um grupo doméstico. Mitza*, 29 anos, também terá seu próprio grupo de discipulado depois de ter sido treinada nos primeiros quatro módulos do DOTA.
Pedidos de oração
- Ore pela nova geração de cristãos.
- Peça para que eles tenham força e coragem para compartilhar o evangelho em sua comunidade.
- Interceda pelos participantes que estão discipulando outros cristãos. 
*Por motivos de segurança, todos os nomes foram trocados.
Fonte: Portas Abertas

Líder de jovens é morto em ataque à igreja na Tanzânia



Líder de jovens é morto em ataque à igreja na TanzâniaOutro líder cristão do norte do país foi morto e dois membros da igreja ficaram gravemente feridos em ataque ocorrido no dia 22 de outubro. Um líder cristão local afirmou: "Não acho que isso seja roubo porque nada sumiu, até dinheiro foi deixado para trás"Eles foram agredidos com facões por homens desconhecidos. Os agressores chegaram cerca de uma hora da manhã, enquanto o Centro de Adoração Cristã Gilgal (pentecostal) realizava um culto noturno. O motivo do ataque não está claro.O incidente ocorreu em uma área conhecida como bairro de Pasiansi, em Ilemela, província de Mwanza, às margens do Lago Victoria, que é dividido entre Uganda e Quênia. O homem morto foi identificado como Elias Lunyamila Meshack, um líder de jovens de 35 anos. Os membros da Igreja Gilgal descreveram-no como uma boa pessoa e disseram que sua morte causou grande tristeza.O cristão Elias Msakuzi sofreu cortes na cabeça, mas já recebeu alta do hospital. O comandante da polícia regional de Msakuzi Mwanza, Earnest Mangu, disse que outro membro da igreja, Tumsifu Pungu, estava em condição crítica, mas acredita-se que esteja se recuperando.Falando sobre o incidente, o líder do Centro de Adoração Cristã Gilgal, bispo Eliabu Sentozi, disse que não havia evidência de roubo porque os agressores não levaram nada. Ele pediu à polícia que investigasse rápida e cuidadosamente o incidente, uma vez que, outros como esse já haviam acontecido.O chefe de polícia confirmou a ocorrência do incidente e pediu aos membros da igreja e ao público que aguardassem as investigações. O caso é o mais recente em uma série de ataques a igrejas e pastores por toda a África Oriental; no Quênia, por exemplo, dois pastores foram mortos no mesmo dia.Em maio deste ano, oito pessoas (quatro sauditas e quatro tanzanianas) foram presas com ligações ao ataque à bomba à nova Igreja Católica Romana, no norte da cidade de Arusha, na Tanzânia. Elas foram detidas quando atravessavam a fronteira para o Quênia.Outros dois pastores foram atacados na Tanzânia no início deste ano. Um grupo grande de jovens radicais muçulmanos atacou o lar do pastor Robert Ngai, da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, na cidade de Geita, também no nordeste do país. O pastor sofreu cortes graves em suas mãos e braços quando levantou os braços para proteger sua cabeça dos golpes, tendo de ser transferido com urgência para um hospital para tratamento especializado.Na cidade de Buseresere, menos de 80 quilômetros de Geita, o pastor Mathayo Kachili foi morto por radicais islâmicos em junho. Relatos indicam que, duas noites antes do ataque ao pastor Ngai, um grupo de agressores visitou o lar do pastor Daudi Nzumbi, também em Geita. Ele lidera a Igreja Pentecostal Livre da Tanzânia, na cidade. Naquela noite, os agressores se assustaram com o latido dos cães de guarda e fugiram.A Tanzânia foi formada em 1964, da união entre a Tanganica continental e o arquipélago costeiro de Zanzibar. De acordo com estimativas, 41,8 milhões de tanzanianos vivem no continente e 1,2 milhão vivem em Zanzibar.No continente, estima-se que 54% da população seja cristã, 31% muçulmana e 13% etno-religiosa. Há pequenos números de hindus, budistas e outras religiões. Entretanto, em Zanzibar, 97% da população é muçulmana.Pedidos de oração- Ore pelas famílias que perderam entes queridos em ataques como esse.- Peça a Deus pela proteção e segurança da comunidade cristã local.- Interceda pelos radicais que atacaram os cristãos e as igrejas, para que eles possam se arrepender e entregar suas vidas a Cristo.  Fonte: Portas Abertas

Pastor Cláudio Duarte se define como conservador


O pastor Cláudio Duarte, 45 anos, casado, dois filhos e pastor da Igreja Batista Monte Horebe, na Barra da Tijuca, no Rio, é conhecido por suas pregações engraçadas.

Os vídeos do pastor Cláudio Duarte estão bombando na internet. Digite o seu nome e logo aparecerão dezenas de gravações, algumas com títulos bem sugestivos: Homem banana e mulher abacaxi, Eu não desisto nunca ou Não deixe o seu coração azedar, por exemplo.Também estão lá os vídeos de suas entrevistas a programas populares na TV, como o Agora é tarde, da Bandeirantes, e o Programa do Ratinho. Mas quem é esse pastor que tem conquistado tanta visibilidade dentro e fora das igrejas? Bem, ele tem 45 anos, é casado, tem dois filhos e pastoreia a Igreja Batista Monte Horebe, na Barra da Tijuca, no Rio. Seu negócio é fazer graça de coisas sérias, como a Palavra de Deus, a vida cristã, família e sexualidade. Claro, tudo de maneira irreverente, mas sem perder a reverência ao Senhor.

"O humor ajuda a tratar de assuntos delicados. É bom rir de si mesmo", diz Cláudio. Um dos temas preferidos de suas falas é o sexo. Sua agenda está carregada de eventos e palestras nas quais fala para casais, estimulando-os, através de tiradas engraçadas, a conversar sobre o assunto, procurar ajuda, se necessário, e viver bem. Não apenas nesta área – "A Bíblia diz que podemos comer do melhor da terra. A graça da vida está justamente em viver bem", defende. Nesta conversa com CRISTIANISMO HOJE, o pastor do stand-up, como tem sido chamado, aborda assuntos não tão engraçados na certeza de que a verdadeira graça, aquela de Deus, é a melhor de todas.

CRISTIANISMO HOJE – Qual é a graça da vida cristã?
CLÁUDIO DUARTE – A graça da vida cristã está relacionada a viver muito bem aqui nesta vida. Todos os ensinos e informações bíblicas têm por objetivo criar qualidade de vida, fazendo o ser humano viver bem consigo mesmo, com o próximo e com Deus. A graça de ser crente é a graça de ter a Bíblia como fundamento de fé e prática. A Palavra de Deus diz que estamos aqui para provar do melhor desta terra. Por mais que as pessoas não gostem da literatura bíblica, elas não podem argumentar que o que a Bíblia proíbe seja bom e que o que ela aprova seja ruim. Isso se aplica a todas as áreas da vida.

Como o senhor começou a usar o humor em suas mensagens?
Isso apareceu na Escola Bíblica dominical na Igreja Metodista Wesleyana em Santa Cruz da Serra, na Baixada Fluminense, onde fui membro durante 14 anos. Não foi algo pensado – ou seja, eu não decidi, simplesmente, pregar e falar de maneira engraçada. Aliás, quando eu era mais novo, nunca fui daqueles de fazer piada na escola, nada disso. Mas, como eu lidava com jovens na igreja, e ambiente de jovem sempre tem aquela descontração, percebi que usar piadas ajudava a transmitir os conteúdos. Depois, acabei incorporando isso à minha maneira de pregar. O humor é muito útil para tornar os assuntos mais acessíveis às pessoas, inclusive na igreja. Ele quebra o gelo, deixa as pessoas mais à vontade para ouvir as verdades da Bíblia.

E qual a diferença entre ser engraçado e ser engraçadinho?
Esse, talvez, seja o grande equilíbrio do negócio. Há uma linha muito tênue entre a brincadeira, o humor em si, e o exagero. Eu já me peguei ultrapassado essa barreira. Aí, é um negócio complicado – se falou alguma besteira, já era, não adianta consertar, senão fica pior a emenda que o soneto. Eu vou muito pelo retorno do público. Vou medindo a aceitação pelas palmas, pelas risadas. Existem igrejas em que você pode usar uma linguagem mais aberta, engraçada; outras, não. Como pregador itinerante, eu tenho de respeitar isso.

O senhor cobra cachê para pregar?
Não. Não cobro nada para pregar em lugar nenhum. Hoje, vivo da venda de meus DVDs e do aluguel de alguns imóveis que possuo. As pessoas que me recebem ficam à vontade quanto a isso. Quem pode, dá ofertas. Funciona assim. Não uso isso como base para fazer minha agenda. Eu tive uma origem muito pobre. Meus pais são separados e fui criado por parentes numa casa que não tinha luz, nem banheiro. Nunca passei fome, mas a situação era difícil. Então, estou acostumado à simplicidade.

Quando o senhor começou a falar de sexualidade em suas mensagens e palestras?
Nunca planejei me tornar um conferencista na área de sexualidade. Isso também surgiu meio por acaso. Há uns sete anos, fui convidado para falar num congresso que tinha esse tema. Fui lá e falei o que sabia, de acordo com a Palavra de Deus, minha própria experiência conjugal e com tudo que tenho visto nesses anos todos lidando com pessoas. O pessoal gostou e fui chamado outras vezes. Isso acabou me projetando no meio batista, que é minha origem denominacional. Aí, começaram a gravar esses eventos e logo havia vídeos caindo na internet, essas coisas.

Quais são as principais queixas dos casais crentes?
Costumo dizer que o que estraga um casamento, nesta ordem, é a incompatibilidade de gênio, o dinheiro, o sexo e a intromissão de parentes. As pessoas me mandam muitos emails e cartas falando não somente de sexualidade. As pessoas falam pouco de sexo, ou porque têm vergonha, ou porque não encontram espaços para tratar desse assunto. É muita dificuldade. Sou procurado por gente em busca de felicidade, porque estão infelizes com a falta de dinheiro, com a falta de sexo, com problemas com os filhos. É isso que faz as pessoas me procurarem. Nem todo pastor tem habilidade para tratar desse assunto. E eu as faço rir de si mesmas, e isso as faz se sentirem bem. Homem abomina falar de sexo – então, nas palestras para casais, eu falo de impotência e ejaculação precoce de maneira descontraída. Aí, o sujeito ri, olha para o lado, finge que não é com ele. Mas eu sempre espero que, depois, ele e a mulher se motivem para buscar tratamento médico ou psicológico, se for o caso, ou aconselhamento.

O fato de não ter formação específica na área de psicologia e comportamento humano não compromete o seu trabalho?
Olha, eu faço as coisas observando as respostas que as pessoas me dão. No dia em que eu encontrar alguém que me disser que seguiu uma orientação ou sugestão minha, nas palestras ou pelo DVD, e isso acabou com seu casamento ou piorou as coisas dentro de casa, eu paro de falar sobre isso. Como todas as respostas que ouço até agora, depois desses anos todos, são positivas, acho que temos colaborado com muita gente. Claro que pouca gente vem dar retorno. É mais ou menos como a história dos dez leprosos – só um voltou. Mas é bom sinal. Quando as coisas dão certo, poucos vêm para falar. Agora, se desse errado, todo mundo vinha...

Se a incompatibilidade de gênios é o principal problema, como evitar que ela se estabeleça?
Bem, os menores índices de divórcio, segundo as pesquisas, acontecem entre gente que se casou com 28 anos ou mais. É que essas pessoas seriam melhor resolvidas, tanto em termos financeiros como pessoais. São mais maduras, e, em princípio, já encaminhadas na vida. Então, já começam o casamento com melhores condições. Geralmente, têm o seu cantinho para morar e uma renda que lhes permite tocar a vida. Agora, se o casalzinho tem que ficar junto cedo demais – como quando vem um filho inesperado no namoro, por exemplo –, vai ter que morar com os pais de um ou de outro, num quarto, sem privacidade. Aí, é quase certo que virão os problemas. Eu diria que a melhor maneira é agir antes do casamento. Vamos montar uma estrutura, um lar, mesmo que modesto, porque é até melhor começar com pouco e ir conquistando tudo junto, o carro, o apartamento financiado, essas coisas. s, essas coisa. Criar essa estrutura emocional e financeira vai ajudar muito a prevenir esse problema de incompatibilidade.

E o que mais separa os casais, hoje?
As pequenas coisas. Eu nunca vi um casal me dizer que vai se separar porque apareceu um câncer, ou porque o filho foi assassinado. São casos extremos que deixam as pessoas descontroladas, mas acabam unindo ainda mais marido e mulher. Agora, a toalha molhada na cama, o tubo de pasta de dentes apertado no meio, isso desgasta. As pessoas vêm reclamar muito dessas coisinhas.

Mesmo os crentes?
Ô. Mesmo os cascudos! O que demonstra que a crise está chegando é a falta de comunicação. Com o tempo, essas coisinhas vão se acumulando, ficam grandes, e quando o casal se dá conta, já nem se falam mais. A comunicação fica truncada, negativa, é feita com ironias, até o silêncio total. Se acertar a comunicação, pronto, as coisas se acertam. Uma boa comunicação entre o casal acerta até o sexo.

E por que esse assunto é tão delicado de tratar, mesmo entre quatro paredes?
Porque as pessoas têm bloqueios tremendos. Não sei muito a origem disso, mas todo mundo tem essa dificuldade de falar. Por que o marido não diz à mulher que gostaria de tentar em outra posição, se eleOpen in new windowdeseja isso? E porque a mulher não diz: "Amor, você poderia fazer isso comigo, me tocar desse jeito". Eu luto para que isso aconteça. Tento estimular a intimidade dos casais.

O senhor se recusa a tratar determinados temas?
Depende do ambiente. Se for em um culto aberto a todos, não vou falar certas coisas que podem ser inadequadas para uma criança, para uma pessoa mais idosa. Mas, nas palestras, costumo responder ao que me é perguntado.

No Programa do Ratinho, o senhor foi perguntado sobre sexo oral e disse que preferia não responder. Por quê?
É que eu estava em um programa de rede nacional, em horário nobre, com todo tipo de gente assistindo. Fiquei preocupado de o Ratinho me interromper com outro assunto ou não deixar eu terminar de falar. Aí, alguma coisa poderia ficar no ar.

Então, eu vou deixar o senhor terminar. Pode falar sobre isso.
[Risos]. Vamos lá. Sexo oral. A boca não foi feita para recebe sêmen, todo mundo sabe disso. Não haja nada bíblico que proíba. Alguns amigos pastores até dizem que, entre as tais quatro paredes, vale tudo, desde que haja conivência. Eles até consideram que mesmo o sexo anal, se praticado em comum acordo entre marido e mulher, não pode ser considerado sodomia. Eu não partilho dessa opinião. E nenhum médico sério dirá que sexo anal é saudável. Agora, cada um faz o que quiser. Tudo bem. Já o sexo oral é menos agressivo, e eu vejo que ele pode ser visto como uma carícia, uma modalidade diferente; e, se o casal quiser, não há nada que impeça. No sexo, vale tudo, desde que não fira a Palavra de Deus e a vontade do cônjuge. Senão, é violência, é pecado.

Por falar em pecado, acha que sexo antes do casamento é pecado?
Sim.

Mas esse papo cola entre a moçada?
Se cola, não sei. Só sei que não dá para negociar. Como vamos administrar essa situação? Hoje, já tem até camisinha teen, em menor tamanho, para se ajustar ao pênis de adolescentes. Na minha visão, sexo antes do casamento é imoralidade. A Bíblia diz que, quando você se relaciona sexualmente com uma pessoa, torna-se um com ela. Não tenho como concordar com isso. A coisa está ficando esquisita. Já tem crente dizendo que o casal pode fazer sexo grupal, desde que os dois cônjuges estejam presentes e um autorize o outro a participar. Outra coisa errada é essa história de fazer sexo antes de casar para saber como é, se vai dar certo com aquela pessoa depois. Que negócio é esse de experimentar? Não se está lidando com um produto, e sim, com uma pessoa, que tem sentimentos. "Ah, mas se não fizer antes, dá errado depois". Mas o que eu vejo é pessoas que fizeram sexo antes de casar se separando, depois, justamente por causa disso. Aí, eu pergunto: "Mas vocês não fizeram antes para saber?" Aí, dizem que esfriou, que as coisas ficaram sem graça e não dá mais.

Ouvindo-o falar assim, fica a impressão de que o senhor, apesar de brincar muito, é bem conservador. Considera-se assim?
É, as pessoas acham que, por ser bem humorado nas minhas falas, eu sou liberal. Mas eu sou conservador, de formação batista. Sou firme nos meus posicionamentos, não concordo com pecado.

Na sua vida pessoal, as coisas funcionam como o senhor defende em público?
Graças a Deus, conseguimos desenvolver um bom nível de intimidade no nosso casamento. É até comum que, quando Jane Mary me acompanha, as pessoas venham perguntar a ela se eu vivo o que falo, se eu sou assim mesmo, se dou atenção, se valorizo. Querem investigar, e eu acho bom isso.

E ela não reclama de ver algumas coisas particulares expostas?
Ah, mas tudo é combinado antes. Ela sabe o que vou falar. E, se por acaso, eu resolver tocar em algum ponto novo, antes tenho o cuidado de perguntar se, para ela, está tudo bem. Se ela disse não, é não.

O senhor tem sido entrevistado em programas seculares. Seus vídeos são muito acessados na internet e o senhor percorre igrejas de todo o país. Está com a agenda tão lotada que tivemos dificuldades para agendar esta entrevista. A superexposição não é perigosa?
Superexposição requer, é claro, cuidados. Hoje, devido a esse excesso de exposição, recebo convites de todos os lados. Uma manhã, estou em Santa Catarina; à noite, em Pernambuco. Como eu não tive, por assim dizer, uma escola, alguém que me orientasse, isso acabou me levando a um ativismo que considero ruim. Você abre muito o leque, e nem sempre Deus quer que eu vá a todos os lugares que as pessoas me convidam para ir. A coisa fica pesada.

Se o seu chamado é pastoral, o senhor não deveria estar cuidando de ovelhas?
Sim. Frustra um pouco a gente não ser pastor de ovelha. Os irmãos daqui da igreja se queixam porque eu não tenho muito tempo para eles. Quando eu vim para cá, meu acordo com o pastor Paulo Roberto Ramos, que é o presidente deste ministério, era para cobrir uma ausência pastoral por seis meses. Esse tempo já passou, mas ainda estou aqui. Não sei o que Deus tem para mim neste sentido, mas uma coisa já decidi: para o ano que vem, vou mudar minha postura, dedicando-me à igreja local e à família. Claro que eu preciso manter o ministério itinerante, como conferencista, para ter recursos e levar à frente alguns projetos, inclusive um trabalho com jovens e outro com casais, numa propriedade que compramos. Pretendo ali construir suítes e promover encontros, com a ajuda de outros pastores, visando a ajudar pessoas em seu relacionamento conjugal.

Outros pastores de grande presença midiática acabaram erigindo ministérios pessoais que os tornaram inacessíveis para as pessoas...
Eu não pretendo seguir esse caminho, não. Não tenho nenhuma preocupação em criar um império, nada nessa linha. Tanto que, aqui na igreja, se as pessoas que atendem ao apelo e recebem a Jesus como Salvador moram longe, eu as aconselho a procurar uma igreja onde se sintam bem e onde não se negocia com o pecado.

Tem havido um vazio de pastoreio?
Realmente, as pessoas reclamam muito por isso, e eu estou inserido nessas reclamações. Por isso, estou mudando. É preciso ter tempo para ouvir as pessoas. Muitas vezes, não sou nem procurado para oração ou aquele aconselhamento, no sentido tradicional: as pessoas querem é desabafar suas angústias e falar, falar, falar... Então, o que os pastores precisam é estar dispostos, ter tempo para ouvir, ouvir, ouvir... E, no fim, às vezes só dá mesmo para expor aqueles assuntos perante Deus. Mas a liderança tem que formar uma estrutura para receber esse povo. À medida que a membresia for aumentando, é preciso criar sistemas para que esses membros sejam atendidos nas suas demandas por aconselhamento e atenção espiritual. É por isso que eu gosto do modelo celular. Esse sistema possibilita um atendimento descentralizado aos fiéis. Geralmente, há um líder de célula que acompanha mais de perto algumas pessoas que se reúnem com ele. Eu acho isso bom e tenho visto funcionar bem.

Então, por que as igrejas não seguem esse caminho da descentralização?
Primeiro, porque nós entramos numa linha de raciocínio pela qual a igreja abençoada é aquela que prospera, fica grande. As perguntas que os pastores fazem uns aos outros são as seguintes: "Quantos membros sua igreja tem?"; e "Qual a arrecadação da sua igreja?" É esse tipo de conversa. E todo mundo que é pequeno está querendo crescer – mas, muitas vezes, cresce sem ter ferramentas, sem estrutura de pessoal para dar assistência aos membros que vão chegando. Aí, começam os problemas. Acho que falta conscientização das reais necessidades do rebanho. Ainda existe muito modelo de igreja pesado. O que acontece é que as lideranças têm um certo medo de descentralizar, de delegar poder. Isso porque o auxiliar de hoje pode querer seguir seu próprio caminho amanhã, levando consigo uma parte dos membros. Então, o camarada retém o poder, por medo de criar um concorrente. Assim, perde-se a visão do Reino. Mas nem todo mundo, felizmente, pensa dessa forma.

Fonte: Site Cristianismo Hoje

ANAJURE emite Nota Pública contra convênio entre grupo de prostituição e a Caixa Econômica Federal


Desde outubro deste ano, o banco oferece uma série de vantagens para quem vive da prostituição, como cartão de crédito com anuidade gratuita por um ano.

A luta pela institucionalização da prostituição no Brasil como profissão ganha reforço de peso com o apoio da Caixa Econômica Federal. A partir de outubro deste ano, o banco oferece uma motivadora série de vantagens para quem vive da prostituição, tais como: cartão de crédito com anuidade gratuita por um ano, cheque especial e capital de giro. A grande novidade deste convênio “é a possibilidade de pagamento dos serviços prestados aos clientes com a opção de cartão de crédito e débito”.

Segundo o portal em.com, para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), "a prostituição não consta entre as 490 atividades econômicas listadas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, que podem ser desempenhadas pelos formalizados". Em entrevista ao G1, a Caixa informou que "oferece a toda população o acesso aos serviços bancários como conta corrente, cheque especial e cartão de crédito. Os clientes do banco que possuem CNPJ podem, também, ter acesso a serviços como o recebimento de pagamentos por meio de cartões de crédito e débito".

Para o presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, é no corpo que se materializa e se expressa mais concretamente o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana, por isso mesmo, este não pode ser objeto de violação, exploração e escravização.

Por conta deste fato, a ANAJURE emite a seguinte nota:

A ANAJURE – Associação Nacional de Juristas Evangélicos – CNPJ 18.376.642/0001-55 –, com fulcro no Princípio Constitucional da Dignidade da Pessoa Humana, REPUDIA VEEMENTEMENTE qualquer medida, seja ela governamental ou não, de apoio à exploração e escravização sexual de pessoas, mormente com fins comerciais, e sobretudo em se tratando de direitos personalíssimos inatos e indisponíveis dos chamados grupos mais vulneráveis da sociedade, quais sejam, mulheres, idosos, adolescentes e crianças.

Neste diapasão, dispõe o Código Civil Brasileiro:

Art. 13. Salvo por exigência médica, é defeso o ato de disposição do próprio corpo, quando importar diminuição permanente da integridade física, ou contrariar os bons costumes.

Já a Constituição Federal de 1988 elege como princípio fundamental e de especial apreço a dignidade da pessoa humana, sendo, ipso facto, fundamento da República Federativa do Brasil:

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

(…)

III – a dignidade da pessoa humana;

Desta forma, é impensável e injustificável sociológica e juridicamente, no Estado Democrático de Direito em que vivemos, o apoio a iniciativas públicas ou privadas que venham mitigar, relativizar ou ferir a integridade física e moral do ser humano, em especial, das mulheres do nosso país, certamente, maiores vítimas de tal atrocidade.

No caso da institucionalização e profissionalização da prostituição, ao entender a “comercialização do corpo” como um direito disponível, passível de apoio e intervenção estatal e/ou particular, estamos diante de evidente mitigação – ou mais que isso, ruptura sociológica – do fundamento republicano da dignidade da pessoa humana, sendo inconstitucional e ilegal tal medida. Afrontam-se irresponsavelmente os valores da sociedade brasileira. Afrontam-se os princípios mais elementares de um Estado Democrático de Direito e, in casu, da nossa Constituição Federal. Assim como também, afronta-se o Código Civil Brasileiro. Por assim ser, resta claro que estamos diante de uma parceria imoral, inconstitucional e ilegal. O que está em jogo, no caso em apreço, é muito mais do que uma questão jurídica; está em jogo a destruição ou ruptura do nosso modelo de sociedade.

Todas as ordens constitucionais modernas foram fundadas sob a égide do princípio indisponível da DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA por ser esse, efetivamente, a ratio essendi de uma sociedade. É assim que está estatuído e esculpido historicamente na Declaração Fundamental dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 e na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. De modo que, nem mesmo as próprias vítimas, as mulheres, podem dispor comercial e livremente sobre seus corpos. O Direito não permite e a sociedade não tolera, em hipótese alguma, a quebra de um princípio basilar e universal como este.

A realização de parceria entre Empresa Pública e grupo de promoção da prostituição é um atentado à sociedade brasileira. É um atentado aos poderes da República Federativa do Brasil. É um atentado à dignidade das mulheres brasileiras, que, historicamente, são vítimas de uma sociedade machista, que as miram como objeto de satisfação dos mais mesquinhos e egoístas sentimentos humanos. É no corpo que se materializa e se expressa mais concretamente a dignidade do ser humano, por isso mesmo, este não pode ser objeto de violação, exploração e escravização.

A consecução de tal parceria – com ampla divulgação da mídia nacional – nada mais é também do que uma tentativa, na batalha cultural em que vivemos (de certo, contra os valores da moral judaico-cristã ocidental) de institucionalização e legalização da Prostituição no Brasil para fins comerciais. Isso, quiçá, porque estamos diante de dois grandes eventos de repercussão mundial, em 2014, a Copa do Mundo FIFA (Fédération Internationale de Football Association), e em 2016, as Olímpiadas do COI (Comitê Olímpico Internacional). É de se indagar: quais os interesses latentes nisso? Por que uma Empresa Pública brasileira participa disso? Do mesmo modo, é de se salientar que, recentemente, fortaleceu-se, outra vez, lobby no Congresso Nacional brasileiro para aprovação do PL 4.211/2012 no qual se busca a regulamentação do que socialmente sabemos ser exploração e escravização sexual de pessoas. Vale dizer, parece-nos que há toda uma conjuntura política, econômica e ideológica com o objetivo claro de se legalizar e institucionalizar a prostituição como profissão no Brasil. Repudiamos veementemente tudo isso e defenderemos as mulheres do nosso país contra tal possibilidade.

Destarte, conclamamos a sociedade brasileira e os movimentos sociais de defesa das mulheres e jovens de nosso País a levantarem a voz de modo contundente contra essa odiosa tentativa de exploração comercial. Conclamamos o Ministério Público Federal em Minas Gerais a tomar as medidas jurídicas cabíveis para a apuração de responsabilidade dos envolvidos com a Res Publica e o flagrante desrespeito ao fundamento de maior apreço da Constituição da República Federativa do Brasil, vale repetir: A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA.

ANAJURE – Brasil, 07 de novembro de 2013.


Fonte: ANAJURE – Associação Nacional de Juristas Evangélicos

GUERRA NADA SANTA - Funcionários da Igreja Universal trabalham dobrado e sem água


Desde a última quinta-feira (7), os funcionários da IURD TV, produtora de TV da Igreja Universal do Reino de Deus, estão trabalhando mais do que o dobro de suas cargas horárias para implantar a programação religiosa na Rede 21, do Grupo Bandeirantes.

A Igreja Universal substitui desde o final de semana a Igreja Mundial, de Valdemiro Santiago, na Rede 21. As duas igrejas travam uma guerra pela disputa de fiéis, e a Universal, de Edir Macedo, vem ocupando todos os espaços eletrônicos da Mundial. Além da Rede 21, a Universal tomou o espaço da Mundial na Band (das 3h às 6h).

No dia 7 de novembro, os funcionários da IURD TV foram pegos de surpresa com a determinação de colocar a programação no ar em apenas 48 horas. A IURD TV começou a transmissão no sábado (9) na Rede 21, sem fazer alarde. Para isso, editores e produtores chegaram a trabalhar mais de 15 horas seguidas. Em geral, esses profissionais cumprem jornada de seis a oito horas por dia.

A Igreja Universal transmite, agora, 22 horas diárias na Rede 21. Ao todo, a IURD TV produz 83 horas de programação todos os dias, somando as 24 horas de programas na internet com os horários comprados em diferentes emissoras, como Record, Rede TV!, Rede 21, Band e Gazeta. No entanto, a sua equipe não aumentou e todo trabalho é feito em dois estúdios e três ilhas de edição.

As instalações também continuam as mesmas. Há a promessa de melhoria quando as atividades da produtora religiosa passarem para o Templo de Salomão, no Brás (região central de São Paulo).

O Templo de Salomão será a nova sede da Igreja Universal na capital paulista e está sendo construído há três anos. A estimativa é que o projeto seja concluído em junho do ano que vem.

Economia

Além disso, fontes ouvidas pelo Notícias da TV se queixaram de falta de água para beber nas instalações da produtora, mesmo com o calor que está fazendo em São Paulo nos últimos dias (acima de 30 graus). A empresa, por contenção de despesas, teria parado de comprar galões de água para os funcionários beberem. Quem tiver sede, precisa levar a própria água.

Fonte: UOL

Exposição que mostra pedofilia e zoofilia provoca bate boca entre deputados

Não foi só nas redes sociais que a mostra “QueerMuseu” gerou debates e bate boca. Na noite desta terça-feira (12) o assunto foi amplam...