sexta-feira, 8 de novembro de 2013

UM CRISTÃO , CRENTE , PODE SER POSSUÍDO POR DEMÔNIOS ? Qual a diferença entre opressão e possessão demoníaca?

Satanás não vem senão a roubar, a matar e a destruir (João 10.10). Para isso, ele utiliza, entre outras estratégias, a opressão e possessão. Qual a diferença entre as duas? Opressão é a influência direta de demônios sobre as pessoas, como podemos constatar em diversas referências bíblicas no Novo Testamento (Lucas 4.18,19; Atos 10.38).
As forças malignas invadem um lugar e começam a exercer pressão sobre as pessoas, enfraquecendo a resistência moral e espiritual. O ambiente parece “pesado”. Se as pessoas não estiverem armadas nos caminhos do Senhor e atentas às investidas do inimigo, poderão ser levadas à preguiça, ao desânimo, às incertezas, à desobediência, à exaustão física e até à depressão. Para isso, os demônios procuram os pontos mais vulneráveis e investem o máximo até encontrarem uma brecha para destruir a pessoa ou seu lar.
Qualquer um está suscetível à opressão maligna, inclusive os cristãos. Outro meio de oprimir as pessoas é tentar levá-las à mentira, a práticas ilícitas, à obsessão por dinheiro, à idolatria, e causar enfermidades.
Veja o caso de Jó, que foi oprimido com a permissão de Deus e coberto por uma chaga maligna, desde a planta do pé até ao alto da cabeça (Jó 2.7). Para vencer essas investidas de Satanás e seus demônios, é preciso estar em constante oração, jejum e leitura da Palavra.
E o que é possessão? É a presença de um ou mais demônios no corpo de uma pessoa. Embora não tenhamos certeza da razão pela qual acontece a possessão demoníaca, sabemos que os espíritos malignos podem prejudicar a pessoa e fazer com que ela se afaste de Deus.
Um exemplo bíblico conhecido é o gadareno endemoninhado, que dia e noite andava clamando pelos montes e pelos sepulcros e ferindo-se com pedras (Marcos 5.5). Então, quando os demônios não só oprimem a pessoa, mas passam a controlá-la, existe um caso de possessão [veja outros casos em Mateus 9.32,33; 12.22; Marcos 9.17-27].
Resumidamente, qualquer pessoa pode ser oprimida pelo diabo, mas só os que não são templo do Espírito Santo podem ser possuídos. Afinal, onde o Espírito de Deus habita o inimigo não pode entrar. Por isso, aquele que está firme nos caminhos do Senhor não corre o risco de ser possuído.
Atente para a Palavra de Deus, que alerta: Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar (1 Pedro 5.8).

VIA GRITOS DE ALERTA / INF. VERDADE GOSPEL

MATANDO O CIUME , A INVEJA E A CONTENDA .


Aristóteles definia ciúmes como o desejo de ter o que outra pessoa possui. Era originariamente uma palavra boa e referia-se ao desejo de imitar uma coisa nobre da outra pessoa.  Mais tarde a palavra passou a ser associada com um desejo lascivo daquilo que pertencia a outra pessoa.  Salomão reconheceu a vaidade (inutilidade) desse pecado quando disse:  "Então vi que todo trabalho e toda destreza em obras provêm da inveja do homem contra o seu próximo" (Eclesiastes 4:4).  Tentar "seguir o padrão de vida do vizinho" é um pecado que não somente nos impedirá de ir para o céu, mas também mesmo nesta vida nos tirará a satisfação (Filipenses 4:12-13).

Embora o ciúme simplesmente cobice a riqueza e a honra  dos outros, a inveja é algo que se faz acompanhar de rancor.  A inveja não é necessariamente querer para nós mesmos, mas simplesmente querer que seja tirado do outro.  A inveja é o sentimento de infelicidade produzido por presenciarmos a vantagem ou a prosperidade do outro.  Os invejosos se incomodam com os sucessos dos amigos.

O ciúme e a inveja são sempre seguidos da contenda na igreja (Romanos 13:13; 1 Coríntios 3:3).  Quando nos magoamos por causa daquilo que outros conquistaram, quer financeiramente, quer na reputação, a ambição egoísta nos torna arrogantes contra o nosso irmão (Tiago 3:14).  O ciúme dos coríntios para com os pregadores gerou contenda e divisão (1 Coríntios 3:3-4).  Os irmãos ciumentos estão associados com a contenda, com a ira, com as disputas, as maledicências, a difamação, a arrogância e as perturbações (2 Coríntios 12:20).  O ciúme e a inveja levaram os irmãos de José a querê-lo morto, geraram a rebelião de Coré, levaram Caim a matar Abel, o Sinédrio a matar Jesus e aprisionar os apóstolos.  Muitos hoje e no primeiro século pregam e pregaram a Cristo movidos pela inveja (Filipenses 1:15).  São zelosos pela causa de Cristo, mas esse zelo é motivado pelo desejo de desacreditarem outros irmãos.

A contenda nasce da inveja, da ambição e do desejo de prestígio, de posição e de destaque.  É o espírito que nasce da competição desmedida e ímpia.  A contenda corre solta quando os cristãos odeiam ser superados.  Domina quando o homem se esquece que só o que se humilha pode ser exaltado.  Os irmãos invejosos e competitivos cobrem o seu pecado com debates "consagrados" sobre as palavras e sobre as questões controversas (1 Timóteo 6:4-5).  Que a nossa posição a favor da verdade não seja obscurecida com o motivo pecaminoso da inveja que nos conduz à contenda.

Uma vez que a contenda entra na igreja, o culto passa a ser inviabilizado.  Os cristãos, e mesmo os presbíteros e pregadores, ficam tão preocupados com os seus direitos, dignidade, prestígio, práticas e procedimentos que fica impossível haver uma atmosfera que dê margem ao louvor e à adoração.  Com o ciúmes e a inveja no coração, não podemos fazer julgamentos justos; o julgamento parcial só gera mais contenda.  A adoração a Deus e as disputas dos homens não combinam.

O ciúme e a inveja parecem ser os últimos pecados a desaparecer da vida do Espírito.  Após a longa lista que Paulo apresenta de pecados da carne e do fruto do Espírito em Gálatas 5, ele conclui o seu pensamento com a advertência:  "Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.  Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros" (5:25-26).  Ninguém acusou os apóstolos durante o ministério de Jesus de fornicação, impureza, sensualidade, idolatria, feitiçaria, embriaguez e orgias ­ mas na noite antes de Jesus morrer, eles eram invejosos e cheios de contenda (Lucas 22:24).  Não é necessário participar do trabalho da igreja por muito tempo para descobrir que fonte eterna de problemas é a inveja.

Como corrigimos o espírito invejoso e ciumento em nós mesmos?  "Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram.  Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos" (Romanos 12:15-16).  "Finalmente, sede todos de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo" (1 Pedro 3:8-9).

"Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz" (Tiago 3:18).  Todos estamos tentando ceifar uma colheita resultante da boa vida, mas as sementes que produzem essa colheita jamais podem brotar numa atmosfera que não seja aquela com os relacionamentos corretos.  O grupo em que há inveja e contenda é um solo infértil, em que não pode crescer nenhuma colheita justa.




VIA GRITOS DE ALERTA .
por Darrell Hymel

Discórdias, Dissensões e Facções: Obras da Carne


Discórdias, dissensões e facções. Aqueles que praticam tais coisas não herdarão o reino do céu. A advertência de Paulo em Gálatas 5:19-21 é clara. Deus não aceita o espírito partidário divisor que domina tantas pessoas religiosas de hoje. Estes pecados correm diretamente contra a oração de Jesus e a verdadeira natureza de Deus (João 17:20-23). Jesus quer que seus seguidores sirvam juntos em harmonia nesta vida e na eternidade.
Para nos ajudar a evitar ou superar estes pecados em nossas vidas, olhemos para algumas coisas que a Bíblia ensina sobre problemas entre irmãos e sobre a paz com Deus e outros cristãos, e então veremos o que separa pessoas religiosas.
Algumas coisas que não devem causar divisão:
ŒDiferenças de opinião não destroem a comunhão. Homens bons podem diferir sobre vários pormenores de como fazer a obra de Deus sem perder seu respeito mútuo. Um exemplo claro disto é a discordância entre Paulo e Barnabé em Atos 15:36-41. Dois evangelistas devotos e experientes tinham uma diferença de opinião sobre se levavam João Marcos na sua viagem de pregação. Ambos tinham boas razões para suas posições. Paulo lembrou que Marcos tinha-os abandonado quando o caminho se tornou difícil em sua primeira viagem (Atos 13:13). Barnabé, já conhecido por sua habilidade para encorajar e edificar seus irmãos, ainda tinha esperança de que Marcos viria a ser um companheiro confiável. Este otimismo mostrou-se correto (2 Timóteo 4:11), mas as preocupações imediatas de Paulo também eram compreensíveis. Como estes dois homens maduros lidaram com suas diferenças? Eles permitiram um ao outro a liberdade de fazer sua obra sem sentir a necessidade de ataque pessoal ou denúncia do caráter de seus camaradas soldados.
Discussões de diferenças doutrinárias não causam divisão. Algumas pessoas são tão paranóicas sobre a possibilidade de divisão que evitam qualquer sugestão de diferenças, e consideram discussões de assuntos polêmicos como sendo anticristãs. Tal aversão à controvérsia não vem de Deus. Iniciando quando ele tinha somente 12 anos, Jesus freqüentemente teve discussões sobre diferenças doutrinárias com líderes religiosos do seu tempo. Ele tratava os questionadores honestos com bondade e respeito, mas não hesitava em afirmar seus pontos de vista e em mostrar a inconsistência daqueles que se opunham à Verdade (veja Mateus 22:29; 23:13-39; João 5:37-42; etc.) Os cristãos primitivos também discutiam abertamente as diferenças doutrinárias e assim permitiam que a luz da Verdade brilhasse na treva do erro humano. Um excelente exemplo de tal discussão é encontrado em Atos 15:1-35. Alguns irmãos na igreja de Jerusalém estavam ensinando uma doutrina que contradizia o que Deus tinha revelado a Paulo e a outros. Os apóstolos e presbíteros e, mais tarde, toda a congregação, sentaram-se para discutir o problema. Homens de boa fé permitiram que a Verdade prevalecesse, e seus debates conduziram a concordância unânime e a paz mais profunda.
Ž Diferenças de níveis de maturidade e de consciência pessoal não causam divisão. Enquanto as pessoas continuarem a nascer na família de Cristo, haverá diferenças de níveis de maturidade. Isto é natural e não deverá causar divisões. Paulo abordou especialmente este assunto em Romanos 14. Quando há diferenças de opinião, aqueles que sentem uma liberdade maior deverão respeitar a consciência do irmão sincero que não reconhece essa mesma liberdade. Assim como os membros maduros de uma família física protegem os mais novos, aqueles discípulos com entendimento mais maduro procurarão proteger as consciências de seus irmãos mais fracos. Aqueles que são mais fracos, se amam verdadeiramente o Senhor, naturalmente buscarão crescer. Tais diferenças são freqüentemente resolvidas com estudo paciente, quando o corpo todo busca edificar-se em amor (Efésios 4:15-16).
Algumas coisas que causam divisão:
ŒFalsas doutrinas causam divisão. Doutrinas que contradizem as Escrituras, pregadas freqüentemente por motivos egoístas, criam divisão (Romanos 16:17-18). Aqueles que espalham tais erros são fortemente condenados e devem ser evitados (Tito 1:10-16; 3:10-11). Falsos ensinamentos conduzem à divisão porque não poderá haver comunhão entre a luz e as trevas (2 Coríntios 6:14 - 7:1). Deus espera que os justos se separem dos desobedientes. Esta é uma forma de divisão que tem que ser instigada pelos fiéis para se manterem livres da impureza da falsa doutrina e das práticas pecaminosas. Nem todas as separações ou divisões são erradas porque a palavra de Deus exige que nos separemos daqueles que persistem no erro.
Desrespeito pela consciência de um irmão causa divisão. Em Romanos 14:13-17, Paulo falou de coisas que não eram erradas em si, mas disse que é divisor e falta de amor insistir em exercer liberdades se elas farão um irmão tropeçar. Este princípio freqüentemente exige que nos abstenhamos de práticas que poderíamos considerar lícitas de modo a manter paz com nossos irmãos. Determinação egoísta em fazer o que queremos do modo que queremos, sem respeito para com as dúvidas honestas de nossos irmãos, reflete uma arrogância sem amor que inevitavelmente cria discórdia. Paulo ensina que deveremos buscar amorosamente entender nossos irmãos mais fracos e manter a paz com eles.
Ž Sectarismo territorial causa divisão. Pessoas religiosas em nossos dias estão demasiadamente preocupadas com "nós" e "eles" e "nosso" e "deles" e pouco preocupadas com as coisas de Deus. Jesus ofereceu uma solução simples e direta para tal atitude arrogante: "Falou João e disse: Mestre, vimos certo homem que, em teu nome, expelia demônios e lho proibimos, porque não segue conosco. Mas Jesus lhe disse: Não proibais; pois quem não é contra vós outros é por vós" ou "... quem não é contra nós é por nós" (Lucas 9:49-50; Marcos 9:40). Essas palavras de Jesus não devem ser esticadas para dizer que devemos aceitar cegamente a todos (veja Mateus 12:30, que mostra que não podemos ficar neutros sobre Jesus; ou somos a favor, ou somos contra ele). Mas estes textos de fato mostram que não devemos rejeitar alguém só porque ele não pertence ao nosso grupo. Muitas pessoas estão ocupadas em julgar as raízes quando devem estar julgando os frutos (Mateus 7:15-16).
Muitas das coisas escritas em nossos dias sobre a herança religiosa de vários grupos deve soar para Deus como tolice sem propósito. Paulo tinha uma linhagem religiosa tão boa como qualquer um à volta dele, mas dizia que considerava isso tudo "perda por causa de Cristo" porque ele punha total confiança em Cristo e sua justiça (Filipenses 3:7-11). Paulo não estava preocupado com a aprovação ou a permissão de qualquer homem ou organização humana (Gálatas 1:10-12,17), somente com a pregação e a prática do puro evangelho de Jesus Cristo. Em vez de agir como políticos que precisam fazer uma pesquisa de opinião para saber de que lado o vento está soprando, precisamos estar firmemente assentados sobre a rocha da verdade de Deus (Efésios 4:11-16,24). Se estamos firmes com Deus, não importa quantos homens estejam contra nós. Certamente os relatos de Gideão e os midianitas, Davi e Golias, e Elias e os falsos profetas são suficientes para nos convencer de que a força não está em nos acharmos alinhados com a facção mais forte da cidade. Deus sempre vence, e a vitória é garantida para aqueles que permanecem com ele (Romanos 8:31-39).
Orgulho e inveja causam divisão. Nenhuma carta do Novo Testamento fala mais sobre divisão do que 1 Coríntios. As facções na igreja coríntia eram o resultado de comportamentos carnais de pessoas que estavam mais preocupadas com suas próprias reputações e influências do que estavam com o povo de Deus (leia cuidadosamente 1 Coríntios 3:1-17). Quando os homens são apanhados na carnalidade de tentar mostrar que nossas igrejas são maiores do que as igrejas deles, que nossos projetos são melhores do que os projetos deles e que nossos pregadores são mais eloqüentes do que os pregadores deles, as contendas são inevitáveis. Se pensarmos que somos maiores e melhores, seremos dominados pelo orgulho. Se temermos que outros estejam ganhando a corrida, seremos dominados pela inveja e o ciúme. Não importa quem está na frente; todos que estão na corrida estão errados! Vergonha para aqueles que rebaixarem a obra do Senhor ao nível de uma competição atlética. Deixem as competições e a busca de reconhecimento humano na planície de Sinear e retornem à pregação da mensagem simples da cruz de Cristo (1 Coríntios 2:1-5; veja Gênesis 11:1-9).
A surpreendente chave para a paz real
É interessante que Jesus freqüentemente nos diga para buscarmos as bênçãos que ele promete em lugares inesperados. Àqueles que queriam ser exaltados, ele disse que olhassem para baixo e lavassem os pés de seus irmãos (João 13:14-15). Àqueles preocupados com necessidades físicas, ele disse que buscassem as coisas espirituais (Mateus 6:31-34). E àqueles que querem a paz com os homens, ele diz que busquem a sabedoria pura que vem de cima. Se começarmos a buscar a paz, é bem provável que acabemos com nada mais do que alianças impuras com pessoas infiéis. Mas se partirmos para buscar e seguir a Verdade, receberemos o benefício extra da paz com Deus e seu povo. "A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica..." (Tiago 3:17). Não podemos reverter a ordem. Se pusermos a paz acima da pureza na pregação e na prática, terminaremos em desavença com Deus. Mas se nos devotarmos a proclamar e a seguir a pura mensagem de Jesus Cristo, gozaremos paz eterna com Deus e seu povo (1 Coríntios 1:10; Efésios 2:11-22).
"Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros" (Romanos 14:19).



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Dennis Allan

Encontro com rebeldes deixa pastor e família traumatizados

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"Para minha grande surpresa, reconheci um de nossos vizinhos entre eles. Ele vestia um uniforme usado pelos rebeldes. Foi ele quem, provavelmente, os dirigiu para o meu escritório", disse o pastor Bomana a um colaborador da Portas Abertas.
Rebeldes da coalizão Seleka tomaram o poder na República Centro-Africana após dominarem a capital Bangui no dia 24 de abril. Desde então, bandidos armados saquearam estabelecimentos e fizeram reféns.
"Devido ao fato de nossa organização fazer um trabalho de evangelização junto às tribos locais, além de cuidarmos de crianças abandonadas, os rebeldes pensam que temos muito dinheiro. Possuímos, também, várias estações de atendimento no interior. Os radicais exigiram então, que eu lhes desse cinco milhões de francos centro-africanos (o equivalente a 23.410,00 reais).
Quando o pastor Bomana disse a eles que não tinha o dinheiro, os rebeldes replicaram: "Dê-nos três milhões de francos CFA. Essas instalações passarão a ser a nossa sede. Trate também de alimentar nossas tropas. Vamos dar alguns dias para que você providencie o dinheiro, mas saiba que voltaremos em breve."
Enquanto alguns rebeldes falavam com o pastor, outros membros do grupo saquearam todas as salas do edifício. Eles levaram tudo quanto quiseram: computadores, impressoras, cadeiras, além das dez motocicletas utilizadas para viagens relacionadas ao ministério.
"Um dos rebeldes se aproximou do meu filho. Lentamente, pegou sua carteira, abriu e retirou os três mil francos CFA que lá estavam. Meu filho ficou apavorado, pois sabia muito bem do que os rebeldes eram capazes", contou Bomana.
Mas este, infelizmente, não foi o último incidente entre o pastor Bomana e os rebeldes. Um dia depois, o grupo veio à casa do líder. "Os rebeldes vieram à minha casa para saber se eu já tinha arranjado o dinheiro. Minha esposa desmaiou quando os viu.
Quando souberam que eu não tinha preparado a quantia exigida, partiram prometendo voltar mais tarde."
O pastor logo percebeu que sua família corria grande perigo. Um amigo aconselhou-o a implorar proteção junto aos oficiais Seleka, hospedando-se no Hotel Ledger. Ele, imediatamente, aceitou a sugestão. Quando contou ao coronel sobre o ocorrido, o homem instruiu o pastor a estacionar os veículos pertencentes ao ministério no hotel a fim de mantê-los seguros.

"Pusemos os pertences que restaram nos carros e os trouxemos ao hotel. Poucos dias depois, pedi a um colega de trabalho que verificasse se os veículos realmente estavam em segurança.
Ele descobriu então, que os carros não estavam mais lá. Quando perguntou ao coronel sobre o paradeiro dos automóveis, ele começou a gritar, ordenando-lhe que nunca mais o questionasse sobre o assunto."
"Percebemos enfim, que havíamos perdido tudo. Então, minha família e eu partimos para um local mais seguro na periferia da cidade. Dias depois, um antigo vizinho nos contou, por telefone, que o tal grupo voltou lá procurando por mim, ameaçando me matar quando me encontrasse."
O pastor Bomana soube depois, que os rebeldes também tinham procurado por ele em um vilarejo próximo. Em sua busca , os radicais mataram dois membros de uma tribo local. O restante dos moradores, com medo, fugiram para a floresta. Há muitos novos convertidos entre eles.
"Estou muitíssimo abalado. Não consigo, me concentrar para ler. Minha esposa foi para o Congo e vem sofrendo de problemas cardíacos. Também me preocupo com meu filho que, depois do ocorrido, passou a ter pesadelos frequentemente. Oro para que Deus cure minha família e, em breve, nos una novamente para que possamos, juntos, continuar esta ‘corrida da fé’."
Pedidos de oração
  • Ore pedindo pela cura emocional dos membros da família Bomana, ainda traumatizados. Para que o Senhor os proteja e os supra em todas as necessidades e que os familiares se reúnam novamente em breve.
  • Peça pelo consolo de Deus aos familiares daquela tribo local, que tiveram dois parentes mortos.
  • Interceda por proteção aos jovens cristãos que fugiram para a floresta; pedindo ao Senhor que os mantenha firmes na fé, apesar das dificuldades que estão enfrentando.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoLara de Campos

Billy Graham alerta contra uma epidemia de “crendismo fácil”


Em entrevista ao Christianity Today, Billy Graham fala sobre o estado atual da fé cristã e sobre sua confiança, em meio à confusão teológica e cultural, na mensagem essencial do evangelho.

No ápice de seu ministério de cruzadas, Billy Graham viajava pelo mundo todo pregando para grandes multidões. Agora, apesar de confinado em sua casa nas montanhas do oeste da Carolina do Norte, o evangelista ainda é capaz, através da tecnologia moderna, de continuar proclamando o evangelho. Novembro marca o início da campanha "My Hope America with Billy Graham", um curso de evangelismo em vídeo projetado para uso individual ou de pequenos grupos. Em conjunto com o lançamento da campanha, Graham lançou o que pode ser o seu último livro, The Reason for My Hope: Salvation.

Você se considera, em primeiro lugar, um evangélico ou cristão? Por quê?
O que realmente importa é como Deus me vê. Ele não está preocupado com rótulos; ele está preocupado com o estado da alma humana. A Bíblia diz que sou, antes de tudo, um pecador. "Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus". (Romanos 3:23). Mas devido à graça salvadora que Jesus estendeu a mim, e ao meu arrependimento do pecado, me tornei seu filho – sendo salvo pelo sangue do meu Salvador na cruz. Naquele momento, eu entrei em um relacionamento com ele que transformou a minha vida. Aqueles que lerem The Reason for My Hope verão claramente nas escrituras como ser salvo e viver a vida cristã.
Jesus Cristo é meu Senhor e Mestre. Eu me arrependi de meu pecado, entreguei minha vida a Cristo e procuro diariamente obedecer à sua Santa Palavra. Eu sou seu seguidor. Antes da minha conversão, em 1de novembro de 1934, como conto no livro, eu sempre me considerei cristão. Foi só quando fui confrontado e convencido do meu pecado que percebi que Cristo faz a diferença na vida daqueles que não apenas se dizem cristãos, mas que obedecem à Sua Palavra. Se não houver mudança na vida de uma pessoa, ela deve se perguntar se de fato tem a salvação que o Evangelho proclama. Muitos dos que vão à igreja não experimentaram uma transformação de vida em Cristo. Aqueles que não fazem parte da igreja esperam que os seguidores de Cristo vivam de maneira diferente, no entanto, muitas pessoas que estão na igreja estão indo atrás do mundo – não para ganha-lo para Cristo, mas para serem iguais a ele. Isso é muito perigoso e a Bíblia fala sobre o resultado trágico que tal atitude traz.
No Novo Testamento, quando as pessoas ouviam a verdade que Jesus ensinava e recebiam a gloriosa dádiva do perdão e da esperança de vida eterna no Céu, as outras pessoas que observavam a mudança em suas vidas, as chamavam de cristãs – seguidoras de Cristo. (Atos 11:26). Assim como Jesus veio voluntariamente para salvar a humanidade do pecado, eu, de bom grado, o sirvo e procuro glorifica-lo com minha vida, porque sou um filho do Rei. Sermos chamados de cristãos deve fazer com que nos identifiquemos com as exigências que Cristo faz àqueles que lhe pertencem. Ele diz que pagamos um preço por segui-lo.
A minha pregação é de evangelista e eu sinceramente acredito no ensino fundamental das Sagradas Escrituras. Essa é a base do meu livro. Espero que as pessoas o leiam. Meu desejo é que os leitores compreendam o privilégio e a responsabilidade da vida cristã. Quando Jesus se torna nosso Mestre deixamos de lado nosso velho caminho e passamos a trilhar o seu. Nem sempre é fácil, mas é extremamente produtivo e desafiador, porque aqueles que o seguem tornam-se luzes brilhantes em um mundo repleto de escuridão. É por isso que os cristãos têm esperança. A razão de eu ter esperança para o mundo é porque Cristo morreu pelo mundo inteiro e está chamando os perdidos e cansados para se aproximarem dele. Jesus disse que "veio buscar e salvar o que estava perdido". (Lucas 19:10).


Por que, de acordo com o título do livro, é a salvação a razão da sua esperança?
À medida que fui me aproximando de completar 95 anos de idade, eu sentia uma necessidade de escrever um livro que abordasse a epidemia do "crendismo fácil". A mentalidade que existe hoje é que se as pessoas acreditam em Deus e fazem boas obras, elas vão para o Céu. Mas existem muitas questões que devem ser respondidas. Existem duas necessidades básicas que todas as pessoas têm: a necessidade de esperança e a necessidade de salvação. Não me surpreende nem um pouco que as pessoas creiam com facilidade em um Deus que não faz exigências, mas esse não é o Deus da Bíblia. Satanás têm, de maneira ardilosa, enganado as pessoas, as fazendo acreditar que podem crer em Jesus Cristo sem serem transformadas, mas essa é uma mentira do Diabo. Aqueles que dizem que se pode ter Cristo sem abrir mão de nada estão sendo enganados. Embora eu não seja mais capaz de pregar em um púlpito, Deus colocou no meu coração um desejo ardente de dividir essa mensagem no formato de um livro – mensagem esta que ecoa dentro de mim toda vez que assisto ao noticiário. Quando visito pessoas com diferentes histórias de vida, ouço a mesma pergunta: "O que está acontecendo com o mundo?".
Muitos políticos e líderes do governo já me fizeram essa pergunta. Inúmeros estudantes em campus universitários imploraram para ouvir a verdade. Eu sempre expliquei que o Deus Todo-Poderoso é o arquiteto da Terra, o Criador da humanidade e quem formou a alma. Ele é o Princípio e o Fim, o Doador e Consumador da Fé. Todas as respostas estão na Palavra revelada de Deus. A salvação é uma dádiva de Deus para o mundo, mas a dádiva do Seu amor e perdão deve ser aceita em Seus termos – não nossos. Dádivas nunca são forçadas, pois são oferecidas e recebidas. Muitos hoje dizem que a ideia de redenção é antiquada. Escrevo no livro sobre Hollywood, e até mesmo sobre futebol americano profissional, adoráveis histórias de redenção. Por quê? Um crítico de cinema afirmou que as pessoas desejam superar aquilo que as aflige no interior. Cristo é o único que pode tirar o desespero que existe dentro de nossos corações. Esta é a razão da minha esperança, que pessoas de todos os lugares abram seus corações à salvação de Cristo – a dádiva redentora que oferece paz e a certeza da vida eterna.

Por que você acha que Deus achou por bem dar-lhe mais tempo na terra antes de chama-lo para o Céu?
Por passar mais de 70 anos viajando e pregando ao redor do mundo, não tive muito tempo para refletir. Mas não importa onde eu estivesse, quando voltava para casa, Ruth estava sempre aqui me esperando. Nós apreciamos esses momentos, e sempre encontrávamos tempo para buscar ao Senhor juntos, nos alegrando com as respostas às nossas orações. Sinto falta dessa comunhão com ela. Ela era uma guerreira de oração e adorava conversar sobre a Bíblia. Ruth foi para o Céu há seis anos e eu acredito que o Senhor me deu esse período da vida para considerar tudo o que ainda resta a fazer e a ser fiel à mensagem de Cristo, enquanto ainda tenho vida. Quer preguemos em um púlpito ou nos sentemos em contemplação silenciosa, há sempre muito mais a aprender à medida que buscamos a face do Senhor. Ao olhar para trás, vejo que houve momentos em que não fui tão forte quanto deveria, mas meu coração e meu ministério sempre estiveram enraizados na Palavra de Deus. A mensagem que eu prego está ancorada no que "a Bíblia diz".
Eu tento usar meus dias para encorajar outros a servirem a Jesus Cristo de todo coração, orando por aqueles que trabalham em seu nome e pedindo que muitos mais respondam ao chamado de Deus para pregar a verdade do evangelho, declarando o que a Bíblia diz. É a verdade. Sua Palavra é vida.

Como você selecionou os temas e ilustrações que tratam tão especificamente das necessidades das pessoas?
Este livro aborda muitas questões e preocupações que pesam no meu coração e, apesar de já ter escrito mais de 30 livros, acredito que este se concentra em questões presentes nas mentes de pessoas de todos os lugares. Há tantas religiões no mundo e eu nunca presenciei tanta confusão como existe hoje sobre onde encontrar a verdade. Vemos pessoas pregando que Deus é um Deus de amor, não de ira. Pessoas que proclamam que o Céu é real, mas que o inferno é apenas um produto da imaginação. À medida que fazia a pesquisa para esse livro, meu coração partia ao ouvir várias pessoas preconizando que o inferno será um happy hour sem fim, comediantes famosos afirmando que estão felizes em saber que irão para lá um dia.
Este livro foi escrito para soar como um aviso – um aviso amoroso do Céu – de que o Céu foi criado para aqueles que se humilham diante de Deus, e o inferno, criado para Satanás e para aqueles que o servem. Cristo veio para livrar a humanidade das amarras que Satanás coloca em suas vidas. Jesus Cristo é a resposta para o mundo – ele é a âncora da alma – ele é o Deus da esperança, que veio em forma humana para nos resgatar das garras de Satanás. Certa vez, um professor de um seminário fez uma declaração profunda para seus alunos: "Nunca pregue sobre o inferno sem ter lágrimas nos olhos". A minha mensagem é proclamar que somos todos pecadores com necessidade de um Salvador e perguntar a cada um esta pergunta: Você já foi salvo?

Em seu livro, você levanta a seguinte questão: Quem se recusaria de ser livrado de uma tragédia? Por que isso?
Não parece razoável alguém recusar ser resgatado de um navio naufragando, mas algumas pessoas já fizeram isso, por não acreditarem realmente que se afogariam. Da mesma maneira, o mundo está cheio de pessoas que não acreditam que se morrerem em pecado irão para o inferno e, portanto, se recusam a serem salvas pela Cruz do Senhor Jesus Cristo.
Eu conheci muitas pessoas interessantes e escrevo sobre algumas delas no livro, como o herói de guerra americano Louis Zamperini, que foi resgatado do Oceano Pacífico apenas para ser capturado pelo inimigo durante a Segunda Guerra Mundial. Mas ele descobriu mais tarde que um inimigo ainda maior controlava a sua alma, e ele não Open in new windowestava disposto a ser liberto do alcoolismo até encarar o inimigo e ser resgatado pelo amor salvador de Deus.
Assim que comecei a trabalhar no livro, o Costa Concordia afundou na costa da Itália. Um terror como esse, que atinge os corações humanos, é indescritível. De repente, as pessoas começam a perceber que a "vida boa" não pode salva-las. Elas gritam por socorro, mas aqueles à sua volta estão na mesma situação e não podem ajuda-las. Onde podem conseguir auxílio? Este é o estado do nosso mundo, e o único que pode salvar é aquele que nasceu com esse único propósito, como nos conta a história do Natal. "E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados". (Mateus 1:21).
A Bíblia continua sendo o livro mais vendido de todos os tempos, e ainda assim as pessoas se recusam a acreditar. Elas se recusam a aceitar o maior presente que já foi oferecido à humanidade. Por quê? Porque isso exige a confissão do pecado e a entrega total de nossa vida egoísta. Exige o arrependimento do pecado contra Deus. Muitos preferem viver ao máximo durante o curto período aqui na terra, na esperança de que não exista um inferno de sofrimento na vida após a morte. Elas acreditam na mentira do Diabo de que nada acontece depois que morremos. Mas Jesus falou mais sobre o inferno do que sobre o Céu. É por esse motivo que eu passei a minha vida convidando as pessoas do mundo: Venha a Jesus como você é, e ele lhe receberá e fortalecerá a cada passo do caminho.

Você escreve que o "pecado está na moda". O que quer dizer com isso?
Na sociedade do século 21, as pessoas fizeram uma transformação no pecado, o chamando de erro. Deus chama de iniquidade. É uma doença da alma. A sociedade geralmente deseja fazer campanha contra doenças, levantar dinheiro para erradica-la. Mas a doença do pecado é celebrada e glorificada pela sociedade, especialmente dentro da cultura popular atual, e o preço que se paga nos âmbitos físico, emocional e espiritual é totalmente ignorado. A sociedade pode se gabar de que o "pecado está na moda", mas a verdade é que o pecado está em você, em mim e em todas as pessoas.
A mídia secular conta, frequentemente, histórias de homens e mulheres que cometem crimes horríveis, e a humanidade exige que essas pessoas paguem pelo que fizeram. No entanto, a humanidade se ressente por Deus exigir que paguemos pelos pecados cometidos contra Ele. Deus se mostra um Pai amoroso ao enviar o seu próprio sacrifício, seu único Filho, para morrer no lugar do homem, pagando a penalidade do pecado que a Bíblia diz que "tão de perto nos rodeia". (Hebreus 12:1). Muitas pessoas que transgridem as leis de Deus se ressentem por seus pecados serem julgados por um Deus justo. Rejeitamos a ideia de nossas próprias transgressões, mas quando se trata de faltas cometidas em um jogo de futebol, por exemplo, nós aceitamos as regras; na verdade as amamos. Se estamos torcendo pelo nosso time e a equipe adversária comete uma falta, nós comemoramos. Isso está no coração do homem, mas posso garantir que Deus não se alegra quando cometemos faltas (pecados) contra Ele. Seu coração se entristece. O pecado é veneno e destrói. A salvação é o antídoto que purifica.

A sociedade de hoje é obcecada pela tecnologia, tema que você comenta em detalhes. Existe uma visão bíblica acerca da tecnologia?
A Bíblia declara que "não há nada de novo debaixo do sol" (Eclesiastes 1:9). Nada surpreende Deus. Ele permite que sua criação explore os recursos que ele nos deu na terra. Nós certamente observamos a infinidade dos recursos de comunicação explodir quando entramos no século 21. Eu sempre amei a arte da comunicação, e não há dúvida de que meu ministério se beneficiou muito através da utilização da amplificação e ampliação em arenas e estádios ao redor do mundo. A televisão e o rádio permitiram que o evangelho alcançasse os confins da terra, como a Bíblia previu. Mas apesar de Deus permitir que venham bênçãos de invenções tão grandiosas, como dispositivos móveis e sem fio, Satanás também tem usado a tecnologia para avançar, de maneira inteligente, o seu engano. Há gerações hoje que se orgulham de sua capacidade de se comunicar instantaneamente através do Facebook ou Twitter, mas são incapazes de se comunicar pessoalmente. As pessoas estão encontrando consolo sentadas em frente à tela do computador dispostos a falar com estranhos sobre qualquer coisa, através da comunicação eletrônica, mas não acreditam que Deus pode ouvir seu clamor de solidão, tristeza e dor.
Um presidente da Universidade de Harvard, uma vez me disse que o que os jovens mais desejam é "pertencer". Multidões estão dispostas a pertencer a praticamente qualquer coisa, exceto a Deus. A raça humana sempre esteve em uma busca por verdade e aceitação, no entanto, homens e mulheres não estão dispostos a aceitar Aquele que é a verdade. Em vez disso, estão se voltando para uma nova mistura de fé que está na moda, um pouco de cristianismo, um pouco de budismo e um pouco de nova era. Esse é um truque do diabo, que adora misturar um pouco da verdade com suas mentiras. A Bíblia nos adverte sobre isso e nos diz que devemos nos agarrar à verdade e lutar pela fé. "Nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios... tendo cauterizada a sua própria consciência". (1 Timóteo 4:1-2).
Mas a tecnologia é um presente de Deus quando é usada para proclamar o evangelho. É por isso que estou animado com o My Hope, um programa evangelístico desenvolvido pelo nosso ministério e que tem sido usado em todo o mundo. Através de todos os meios confiáveis de comunicação, estamos proclamando as Boas-Novas de que Deus ama os pecadores e chama homens e mulheres de todos os lugares a se arrependerem e se voltarem a Ele, recebendo a verdadeira esperança que vem de Deus. Tenho me preparado há meses para pregar essa mensagem através do My Hope America, um especial de televisão que será assistido nos lares de toda a nação americana na semana do meu aniversário de 95 anos. Não consigo pensar em nada melhor para comemorar mais um ano de vida do que proclamar a verdade de Deus. Oro para que todos os cristãos abram suas casas para seus familiares e vizinhos que precisam de Cristo e assistam o que Deus está fazendo nos dias de hoje, que podem até parecer tenebrosos, mas que estão cheios de esperança.
Essa é a mensagem do livro e do nosso próximo especial de televisão desse ano. "Esperança e mudança" tornou-se um clichê nos Estados Unidos nos últimos anos. No livro, eu escrevo sobre as decepções que os americanos experimentaram quando a esperança e a mudança prometidas pelos homens falharam. Mas não há nenhuma decepção no Deus da esperança. A Bíblia diz que é em Jesus, o Filho de Deus, que o mundo pode ter esperança e que o "Deus da esperança" pode nos encher de alegria e paz em nossa crença nessa grande verdade por meio de seu poder. (Romanos 15:12-13).

Sessenta anos atrás, você acordou no meio da noite com um sonho de começar a revista Christianity Today. A revista ainda está em circulação, agora alcançando milhões de pessoas, juntamente com uma série de publicações irmãs. Isso é surpreendente e encorajador para você?
Eu agradeço a Deus e dou toda a glória a Ele por todos os meios que levam a Sua mensagem aos corações e mentes das pessoas. A Christianity Today tem sido boa para mim e para o ministério que Deus nos deu. Estou grato pela revista estar apoiando My Hope. Agradeço pela oportunidade de compartilhar sobre esse livro que é tão importante para meu coração.
É sempre um prazer ler artigos que exaltam a Jesus Cristo e indicam as pessoas à cruz, e eu encorajo os editores, escritores, colaboradores, pesquisadores e o conselho de administração a sempre manterem Cristo no centro de tudo. Honremos a ele, e a ninguém mais.

Fonte: Christianity Today

Você já pode cadastrar a sua igreja no DIP 2014

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Uma das maneiras mais eficazes de fortalecer a Igreja e expandir o evangelho é investir no treinamento e cuidado de pastores, evangelistas e líderes. Uma vez instruídos na Palavra de Deus, eles irão repassar esse conhecimento para a comunidade cristã local, encorajando outros a permanecer firmes na fé. 

"A Igreja precisa de treinamento", um pastor africano disse à Portas Abertas. "Após o treinamento, os cristãos assumem sua posição como servos de Cristo. O crescimento deles na Palavra é nítido", continuou.
Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2014 tem como objetivo principal apoiar os pastores e líderes africanos. Eles enfrentam muitos desafios ao evangelizar o povo, principalmente ao norte da África. Desempenhar o ministério "como Deus quer", requer conhecer a Bíblia para que o propósito divino não se perca. Apesar das difíceis condições de vida desses pastores e líderes da Igreja Perseguida, o desejo de cumprir o chamado de Deus se destaca e torna-se um modelo de fé.

Participe conosco! Inscreva sua igreja e ajude-nos a divulgar a realidade da Igreja Perseguida, para que a Igreja brasileira seja despertada a orar e contribuir.Pastores e líderes fortes, igrejas fortes.

Não sabe o que é o DIP? Leia aqui.



PORTAS ABERTAS

TEST DRIVE OU CASAMENTO ?

Hoje em dia é quase que normal ver nas igrejas a troca troca de namorados e até mesmo de casados .
Pessoas que namoram com uma dezena de parceiros , sob o pretexto de estarem escolhendo o melhor .
Entre os casados ocorre o tal fenômeno do amor terminado , esfriado ou acabado .
E por causa disso , optam em se separarem , e buscarem por novos parceiros , sob o outro pretexto , eu quero ser feliz .
Em recente matéria publicada na mídia brasileira , foi mostrado através de estudos que os evangélicos são um dos que mais traem e divorciam .
Uma pesquisa realizada pelo “O Crente e o Sexo” no ano passado, revelou que entre os evangélicos pesquisados, 11,96% das mulheres, disseram que já traíram, enquanto para os homens a porcentagem foi de 24,68%.
A pesquisa mostrou ainda que entre as diferentes denominações, a maior porcentagem dos que já traíram pertenciam aos grupos dos Neopentecostais (26,51%), depois Batistas (22,47%), Pentecostais (21,43%) e por último os Reformados (19,41%).

Será que isso que esta acontecendo é normal ?


QUE DEUS TENHA MISERICÓRDIA .

O SACRIFÍCIO PERFEITO .

Aquela era a última ceia de Páscoa que Jesus celebraria com Seus discípulos antes da crucificação. Enquanto comiam, Jesus tomou um cálice, agradeceu e disse: “isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.28). É incerto quanto os discípulos entenderam desse pronunciamento profético. Porém, seu significado se esclareceria pouco depois, ao testemunharem a morte sacrificial de Jesus na cruz e lembrarem as palavras que Ele dissera ao erguer o cálice. Foi através de Sua morte e do Seu sangue derramado que Jesus estabeleceu uma Nova Aliança que mudaria o rumo da história da humanidade, tanto para os judeus quanto para os gentios.

Um Superior Sacrifício pelo Pecado

Dia após dia, um sacerdote levita entrava no templo e oferecia sacrifícios de animais para a remissão de pecados, conforme determinava a Lei de Moisés. O sistema sacrificial da Lei era apenas uma sombra do que Jesus iria realizar no futuro, através de Sua morte na cruz. O Livro de Hebreus ilustra de duas maneiras a ineficácia dos sacrifícios levíticos para remover o pecado. Em primeiro lugar, se o sacrifício pelo pecado aperfeiçoasse quem o oferecia em adoração, não haveria necessidade de repeti-lo (Hb 10.2). Em segundo lugar, se os israelitas tivessem sido verdadeiramente purificados do pecado através de sacrifícios de animais, “não mais teriam consciência [senso] de pecados” (Hb 10.2). Mas o fato é que nenhum de seus sacrifícios podia torná-los perfeitos ou livrá-los da consciência do pecado (Hb 9.9). Por quê? “Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (Hb 10.4). O sangue de animais não tinha o poder de efetuar a redenção; a imolação ritual não podia purificar a carne, isto é, realizar a purificação cerimonial (Hb 9.13).
O sangue de animais não tinha o poder de efetuar a redenção; a imolação ritual não podia purificar a carne, isto é, realizar a purificação cerimonial (Hb 9.13).
Através de um nítido contraste, o Livro de Hebreus explica como Deus providenciou um sacrifício melhor para a redenção do homem. Deus Pai enviou Seu Filho Jesus para ser o sacrifício pelo pecado. Jesus tomou parte na obra da redenção e tornou-se o sacrifício da expiação, com profundo e total envolvimento, e não em resignação passiva. Obedecendo à vontade do Pai, Cristo entregou Seu corpo como uma oferta definitiva, permitindo que o pecado do homem fosse removido (Hb 10.5-10). A conclusão é óbvia: Deus revogou o primeiro sacrifício, que dependia da morte de animais, para estabelecer o segundo sacrifício, que dependia da morte de Cristo.

Qual a diferença entre o sacerdócio de Cristo e o sacerdócio dos levitas?

Na Antiga Aliança, centenas de sacerdotes levitas ofereciam, continuamente, sacrifícios inefetivos que “nunca jamais podem remover [apagar completamente] pecados” (Hb 10.11);mas o sacrifício de Cristo removeu os pecados, de uma vez por todas. Os sacerdotes araônicos ofereciam sacrifícios pelo pecado, dia após dia; Cristo sacrificou-se uma só vez. Os sacerdotes araônicos sacrificavam animais; Cristo ofereceu a si mesmo. Os sacrifícios dos levitas apenas cobriam o pecado; o sacrifício de Cristo removeu o pecado. Os sacrifícios dos levitas cessaram; o sacrifício de Cristo tem eficácia eterna. Assim, Cristo está agora assentado “à destra de Deus” (Hb 10.12; cf. Hb 1.3; 8.1; 12.2), o que demonstra que Ele completou Sua obra, obedientemente, e foi exaltado a uma posição de poder e honra.
Cristo, o holocausto supremo e perpétuo, é o único sacrifício pelo pecado que existe atualmente. Os que rejeitam o sacrifício de Cristo têm sobre sua cabeça três acusações: (1) Eles desprezam a Cristo, calcando-O sob seus pés; (2) consideram o sangue de Cristo como profano (comum) e sem valor; e (3) insultam o Espírito Santo, que procurou atraí-los para Cristo (Hb 10.29). Os que rejeitam Seu holocausto redentor são considerados adversários. Na aliança mosaica, os adversários eram réus de juízo e morriam sem misericórdia. Conseqüentemente, as pessoas que rejeitam a Cristo aguardam o horrível juízo de Deus (Hb 10.30-31).
Por meio de Sua morte, Jesus inaugurou um “novo e vivo [vivificante] caminho” (Hb 10.20)para que a humanidade possa chegar à presença de Deus com “intrepidez [confiança]” (Hb 10.19). Portanto, o que  possibilita a existência de uma Nova Aliança é o sacerdócio e o sacrifício superiores de Cristo.
Os sacrifícios dos levitas apenas cobriam o pecado; o sacrifício de Cristo
removeu o pecado.

Uma Aliança Superior Para os Santos

O Livro de Hebreus revela que Cristo é o “Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (Hb 8.6). Ela é mais excelente porque as promessas do pacto mosaico eram condicionais, terrenas, carnais e temporárias, enquanto as promessas do Novo Testamento são incondicionais, espirituais e eternas.

Quais as diferenças entre o Antigo Testamento e o pacto abraâmico?

Deus estabeleceu a aliança mosaica (Antigo Testamento) com a nação de Israel, no Monte Sinai. Esse pacto não foi o primeiro que Deus firmou com o homem, mas foi o primeiro que Ele fez com Israel como nação. A aliança mosaica foi escrita 430 anos depois da aliança abraâmica, e não alterou, não anulou, nem revogou as cláusulas da primeira aliança, a abraâmica (Gl 3.17-19), que era incondicional, irrevogável e eterna.
Muitas pessoas, hoje em dia, confundem a aliança mosaica com a abraâmica e afirmam que a Terra Prometida não pertence mais ao povo judeu porque a nação perdeu seu direito em razão do pecado. Entretanto, Deus garantiu a Israel a posse permanente da terra, não através da aliança mosaica, mas da aliança abraâmica (Gn 15.7-21; 17.6-8; 28.10-14).
As promessas do pacto mosaico eram condicionais. O pré-requisito era que Israel obedecesse aos mandamentos para que Deus cumprisse as promessas de bênçãos, estabelecidas no pacto (Êx 19.5). Mas Israel não cumpriu as cláusulas do pacto. A falha não estava na Lei, pois o mandamento era “santo, e justo e bom” (Rm 7.12), mas na natureza pecaminosa do homem, que se rebelou contra as condições estipuladas no pacto. Essa aliança tinha um poder limitado e não podia conceder vida espiritual nem justificar os pecadores (Hb 8.7-9).

Com quem Deus firmou a Nova Aliança?

A Escritura deixa claro que a Nova Aliança foi feita exclusivamente com Israel (os descendentes de Jacó, pelo sangue) – e não com a Igreja (Hb 8.10). Em nenhum lugar da Escritura a Igreja é chamada de Israel ou “Israel espiritual”, como alguns ensinam. Está claro na Escritura que as bênçãos nacionais, espirituais e materiais prometidas na Nova Aliança serão cumpridas com o Israel literal, no Reino Milenar (Jr 31.31-40).
A Nova Aliança foi profetizada pela primeira vez por Jeremias, seis séculos antes do nascimento de Cristo (Jr 31.31; cf. Hb 8.8). Ao falar do novo pacto, Deus usa os verbos no futuro (“firmarei”, “imprimirei”, “inscreverei”, “serei”, “usarei”, “lembrarei”, veja Hb 8.8,10,12), mostrando que cumprirá as cláusulas dessa aliança. Além disso, o cumprimento depende unicamente da integridade de Deus, e não da fidelidade de Israel.
Deus estabeleceu a aliança mosaica
(Antigo Testamento) com a nação de
Israel, no Monte Sinai.

Se a Nova Aliança não foi firmada com a Igreja, por que foi apresentada em Hebreus 8?

O escritor de Hebreus foi movido pelo Espírito Santo a citar a Nova Aliança com o propósito de ressaltar o fracasso da aliança mosaica e mostrar a Israel que as promessas reunidas num pacto melhor estavam disponíveis através de Jesus Cristo. A Nova Aliança foi instituída na morte do Senhor (Hb 9.16-17), e os discípulos ensinaram seus conceitos à nação de Israel (2 Co 3.6). O fato da nação de Israel ter rejeitado seu Messias resultou num adiamento do cumprimento cabal do pacto, que só ocorrerá quando Israel receber a Cristo, na Sua Segunda Vinda.

Quais são as promessas da Nova Aliança?

  • Em primeiro lugar, a Nova Aliança proporciona uma transformação interior da mente e do coração, que só pode ser produzida através da regeneração espiritual. Deus disse:“Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei” (Hb 8.10). A Antiga Aliança era exterior, lavrada na pedra (Êx 32. 15-16); a Nova Aliança é escrita “em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2 Co 3.3), através do ministério do Espírito Santo. Isso acontecerá com Israel, como um todo, na Segunda Vinda de Cristo, quando Deus derramará o Seu Espírito sobre o povo judeu não-salvo, fazendo com que se arrependa de seus pecados e aceite Jesus como seu Messias (Zc 12.10; Rm 11.26).
  • Em segundo lugar, a aliança mosaica estipulava que os conceitos da Lei, com seus complicados rituais e regimentos, só fossem ensinados pelos líderes religiosos. Os que vivem sob os preceitos da Nova Aliança são ensinados pelo Senhor, por meio do Espírito Santo que habita em seu interior, e recebem poder para andar nos caminhos do Senhor e guardar os Seus estatutos (Ez 36.27).
  • Em terceiro lugar, na Antiga Aliança, o pecado era lembrado sempre que um animal era oferecido em sacrifício (Hb 10.3). Na Nova Aliança, Jesus foi o Cordeiro do sacrifício, que, de uma vez por todas, removeu o pecado (Hb 10.15-18) através do Seu sangue. O Senhor disse: “Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Hb 8.12; cf. Jr 31.34). A palavra jamais é uma dupla negativa no texto grego, o que significa que “não, nunca, sob nenhuma circunstância” Deus se lembrará dos pecados do Israel redimido.
  • Em quarto lugar, Cristo é o Mediador da Nova Aliança (Hb 9.15-20). O mediador atua como um intermediário entre duas partes que desejam estabelecer um acordo entre si. Os mediadores põem seus próprios interesses de lado pelo bem das partes envolvidas no acordo. Um mediador precisa ser digno de confiança, aceitável pelas partes e capaz de assegurar o cumprimento do pacto. Através de Sua morte, Cristo tornou-se o Mediador da Nova Aliança, e possibilitou a reconciliação de todos aqueles que confiam em Sua obra redentora.
Através de Sua morte, Cristo tornou-se o Mediador da Nova Aliança, e possibilitou a reconciliação de todos aqueles que confiam em Sua obra redentora.
A mediação de Cristo também se estende aos santos que viveram debaixo da Antiga Aliança, bem como aos que virão a crer, no futuro. Cristo concede uma herança eterna a todos os crentes, através da Nova Aliança. Um beneficiário só pode entrar na posse legal da herança com a morte do testador. Para que a Nova Aliança tivesse efeito e, legalmente, pudesse conceder a salvação aos pecadores, Cristo tinha que morrer (Hb 9.15-17).
Até mesmo a aliança mosaica teve de ser inaugurada com sangue para ter efeito legal. Moisés mediou o primeiro pacto tomando o livro da Lei, lendo-o diante dos filhos de Israel – que concordaram em guardar os seus preceitos – e, depois, aspergindo o livro e o povo com sangue (Hb 9.19-20). O fato do Antigo Testamento ter sido firmado com sangue mostrou que era necessária a morte de uma vítima inocente para consagrar e estabelecer uma aliança. Aquele pacto era apenas um tipo e uma sombra que apontava para o dia em que Cristo consagraria e firmaria um Novo Testamento, através do derramamento de Seu próprio sangue. Somente Ele poderia mediar a Nova Aliança entre Deus e a humanidade (1 Tm 2.5).
A Nova Aliança, ao contrário da aliança mosaica, é eterna. O Senhor disse: “Farei com eles aliança de paz; será aliança perpétua” (Ez 37.26). Depois de servir ao seu propósito, o pacto mosaico tornou-se sem efeito. As palavras “antiquado” e “envelhecido” (Hb 8.13) mostram que o pacto mosaico estava esgotado, perdendo as forças e prestes a ser dissolvido.
Embora a Nova Aliança tenha sido feita com Israel, e não com a Igreja, os cristãos têm garantido o extraordinário privilégio de experimentar certos benefícios do novo pacto que passaram a vigorar quando Cristo derramou Seu sangue na cruz. Hoje, a Igreja usufrui das bênçãos espirituais da salvação, estabelecidas na Nova Aliança. As bênçãos físicas do Novo Testamento serão cumpridas com Israel, no Milênio. Os que seguem a Cristo são “ministros de uma nova aliança [testamento, pacto]” (2 Co 3.6) e foram chamados para divulgar a mensagem da salvação. Louvado seja Deus por tão grande salvação!




VIA GRITOS DE ALERTA
http://www.chamada.com.br/mensagens/sacrificio_perfeito.html

Morre Bud Wright, fundador da Igreja Evangélica Verbo da Vida


Harold Leroy Wright, mais conhecido como apóstolo Bud Wright, sentiu-se mal na manhã desta quinta-feira, 7 de novembro, quando foi socorrido. A morte do apóstolo se deu às 07h15 desta manhã.

Após sentir-se mal no início da manhã, foi ao hospital e, enquanto estava lendo o livro “Escrituras que Curam”, ainda brincou com alguns funcionários como sempre fazia, mas depois de um tempo voltou a sentir dores e foi socorrido para a UTI. Lá, o seu corpo não resistiu, informa o site da igreja.

Ontem, 6, completara 33 anos de casado com Jan Wright e havia ensinado sobre fé no Centro de Cura Rhema Brasil em Campina Grande-PB.

Aos 68 anos, ele deixa a sua Jan Wright, um filho, netos, bisnetos, milhares e milhares de filhos espirituais e um grande legado de fé, amor e obediência ao chamado de Deus.

Em seu perfil no Facebook, muitos internautas lamentam sua partida, mas se alegram pelo exemplo de fé de um verdadeiro homem de Deus que deixou.

O sepultamento será nesta sexta (08/11) pela manhã.

Segue abaixo, a íntegra do legado de Bud Wright, retirado do site da igreja Verbo da Vida:

Harold Leroy Wright, o nosso querido pastor Bud, nasceu em 07 de março de 1945 em Cullman, Alabama. Era caminhoneiro, já rompia fronteiras e levava cargas de pessoas. Mas, foi em 9 de Outubro de 1972, quando confessou Jesus como o seu Senhor e salvador, que o vazio no seu coração foi preenchido. Tal decisão mudou o rumo da sua vida.

Após ter passado por um momento conturbado com as dificuldades e conflitos vividos com a sua primeira esposa, a qual lhe pediu o divórcio, o pastor Bud permaneceu firme no Evangelho e depois de algum tempo se tornou pastor de uma igreja perto da sua casa. Deus começara a prepará-lo para continuar a romper fronteiras, mas agora com uma carga muito melhor: a Palavra e a unção.

Ainda no Alabama, conheceu Janace Sue Hawkins, conhecida como Jan, durante um estudo bíblico. Com ela, começou um lindo relacionamento. Ela era bancária, mas aceitou largar tudo para seguir junto com ele o chamado de Deus para a sua vida. Eles se casaram em 6 de novembro de 1980.

Ao ter a oportunidade de ouvir algumas fitas k-7 com mensagens do Rev. Kenneth E. Hagin, o pastor Bud conheceu mais da Palavra de Deus. O seu chamado ficou mais forte e claro em seu coração. O Espírito Santo o separava para uma grande obra: “Estude no Rhema por dois anos e depois vá para o Brasil e leve a minha Palavra para libertar o meu povo”.

Ele se matriculou no RBTC – “Rhema Bible Training Center” – fundado pelo irmão Hagin, em Broken Arrow, Oklahoma. Dois anos depois, em 22 de agosto de 1983 eles chegaram ao Brasil, onde serviram por sete meses no ministério de socorros em uma obra missionária denominada “Missão Ágape”, situada em Campo Mourão–PR.

Depois, mais uma vez seguindo a direção do Espírito de Deus, Bud e Jan Wright se mudaram para Guarulhos–SP. Mesmo chegando com poucas malas e sem grandes recursos financeiros, o pastor Bud encontrou favor diante de Deus, porque estava cooperando com Ele e O obedecendo pela fé na Palavra, e também achou graça diante de algumas pessoas, como a irmã “Regina Olberg”, único contato e intérprete dele, que cedeu sua casa para reuniões nas quais ele ministrava a Palavra de Deus.

Open in new windowDoze pessoas vieram para a primeira reunião. Cumprindo o “Ide”, O pastor Bud também provava dos sinais acompanhando as suas pregações. Sendo convidado para pregar em várias igrejas e eventos da capital paulista, ele viu o Senhor operar muitos milagres através da sua vida. Muitos foram salvos, avivados, curados sobrenaturalmente e batizados no Espírito Santo.

Aquele número de doze pessoas logo se multiplicou para mais de cem e continuou a crescer rapidamente. Ele conseguiu junto com os irmãos alugar um galpão, no qual daria para comportar todos os participantes e possíveis visitantes.

Em 15 de Setembro de 1985 nasceu a primeira igreja nomeada de Verbo da Vida, lá mesmo em Guarulhos–SP. No ano seguinte, iniciou uma escola bíblica durante a semana, naquele mesmo estabelecimento. Outras obras foram abertas no Estado de São Paulo e centenas de pessoas estavam sendo livres pelo conhecimento da Palavra da fé.

Em 1987, ele ouviu a palavra “Nordeste” em seu coração. Logo procurou saber do que se tratava e decidiu viajar para conhecer esta região do país. Praticamente no final desta viagem na qual atravessaram e conheceram quase todos os estados nordestinos, o Ap. Bud e Jan chegaram a Campina Grande–PB. No hotel onde esteve hospedado, situado na área central da cidade, Deus confirmou no seu interior que a próxima obra deveria ser ali e ao mesmo tempo falou o mesmo para a sua esposa.

Ele passou apenas dois dias, ministrou em uma grande igreja Presbiteriana da cidade e voltou alegre para São Paulo, a fim de se preparar mais e esperar o tempo certo que Deus o guiaria a se mudar para o nordeste brasileiro. Embora muitos achassem essa mudança uma grande loucura por saírem de um grande centro para uma cidade no interior da Paraíba, ele tinha plena paz e alegria de que este era o centro da vontade de Deus para o seu ministério no Brasil.

No primeiro dia de Outubro de 1990, Bud viajou em uma Kombi juntamente com Jan, de São Paulo para a cidade de Campina Grande. Foi uma viagem cansativa, mas a graça do Senhor os assistia. Ao chegar, estabeleceram residência e começaram a manter contatos. Com pouco tempo, o pastor Bud já estava regularmente ministrando a Palavra em cultos realizados na casa de um bem-sucedido homem de negócios, o qual havia se convertido há pouco tempo.

Situada na área central nordestina, Campina Grande, era na vista de fé do casal como um eixo no centro de uma roda ligada por raios que saem por todas as direções. Neste tempo, eles entenderam que a cidade seria a base para alcançarem, com a palavra de Deus, todas as capitais do Nordeste.

Afinal, o objetivo de Deus em trazê-lo ao Brasil era para que através dele o conhecimento bíblico revelado chegasse aos brasileiros e os treinasse espiritualmente para que os mesmos pudessem continuar a mesma missão por todo o país e até em outras nações.

Começaram reuniões de estudo bíblico em sua casa com outro grupo de doze pessoas que em três meses chegou até 75 pessoas no fim do ano. Foi através destas reuniões e outros estudos bíblicos no pátio de uma escola privada que o pastor Bud conheceu homens e mulheres que foram os seus escudeiros por todo este tempo. Dentre eles, Guto e Suellen Emery, com quem desenvolveram um relacionamento de pais e filhos e foram os seus braços direito por mais de vinte anos.

Open in new windowEm 17 de Janeiro de 1992, iniciaram a Igreja Evangélica Verbo da Vida em Campina Grande, com cerca de trinta e cinco membros. Alguns dias depois nasceu o Centro de Treinamento Bíblico Verbo da Vida, no mesmo prédio, que era um galpão alugado no centro da cidade. A ajuda e companhia de outros missionários norte-americanos também foi essencial para o início do trabalho. Ele fez muitos discípulos para o Senhor e sinais continuaram a operar sobre a pregação e o ensino da Palavra de Deus.

Provisão chegava cada vez mais e o pastor Bud prosperava em todas as áreas. O seu amor pelo povo brasileiro só aumentava, e isto era recíproco. Apesar de alguns dos irmãos que foram discipulados por eles em São Paulo terem abandonado a visão e das inúmeras perseguições que sofreu de outros pastores em Campina Grande-PB, milagres ocorreram, promessas se cumpriram e presentes inesperados chegaram como resultado da vida de fé que ele apresentou até o seu último dia nesta terra.

Em 1994, ele abriu a segunda igreja no Nordeste, e em 1998 fundou o Ministério Verbo da Vida, com sede em Campina Grande-PB. Em 2000, a filiação com o Kenneth Hagin Ministries foi oficializada e os Centro de Treinamento Bíblico Verbo da Vida passaram a ser denominados de Rhema Brasil.

A partir daí a obra cresceu muito mais. É visível na própria vida econômica e social da cidade os efeitos benéficos que a Palavra de Deus tem gerado. Os brasileiros que os conheceram amavam o pastor Bud e eram gratos por ele ter semeado a própria vida em obediência ao Senhor pela fé. O Deus que dá semente ao que semeia, tem sido fiel em todo tempo e mostrou através deste homem quanto vale cada renúncia e ações de ousadia para obedecê-Lo.

Atualmente, existem no Brasil centenas de igrejas Verbo da Vida e mais de 50 unidades do Rhema espalhadas por vários estados da nação. Muitos missionários discipulados por ele servem ao Senhor em outras nações. Em 2009, o Senhor tinha expandido a sua área de atuação, falando-lhe: “O Verbo da Vida vai para todo o mundo”. E o pastor Bud também estava indo. Angola, Portugal, Inglaterra e muitas outras nações também tiveram a honra de receber as suas pisadas e desfrutar da unção que estava sobre a sua vida.

Há algum tempo, vinha sofrendo com algumas doenças em seu corpo. Como ele mesmo dizia, elas foram resultantes de alguns desequilíbrios com a alimentação. Contudo, o lindo e cativante sorriso não saía do seu rosto, a Palavra da fé estava na sua boca e em seu coração, as verdades da redenção eram confessadas dia após dia e ele continuava a cumprir o seu ministério, inclusive ensinando sobre cura divina e impondo as mãos sobre muitos enfermos na que, segundo ele, era a última fase do seu ministério com a fundação do Centro de Cura Rhema Brasil. Perseverança, sabedoria e força foram sempre a sua marca!

Ele combateu o bom combate, completou a carreira e guardou a fé. Na manhã desta quinta-feira, 7 de Novembro de 2013, ele partiu para o Senhor. Após sentir-se mal no início da manhã, foi ao hospital e, enquanto estava lendo o livro “Escrituras que Curam”, ainda brincou com alguns funcionários como sempre fazia, mas depois de um tempo voltou a sentir dores e foi socorrido para a UTI. Lá, o seu corpo não resistiu. No dia anterior, completara 33 anos de casado com Jan Wright e havia ensinado sobre fé no Centro de Cura Rhema Brasil em Campina Grande-PB. Fez o que mais gostava até o seu último dia de vida nesta terra: Pregar o Evangelho.

Sempre firme na visão e na sã doutrina, ele não abria mão das verdades da Palavra de Deus e as vivia e apregoava com muita intensidade. Como um pai exortava aos seus filhos, fitando-os com tanto amor nos seus olhos azuis, sempre lhes perguntava no final das mensagens com muita graça e carinho: “Vocês ainda me amam?”… Sim, pastor Bud, nós sempre lhe amaremos e continuaremos a obra que você começou!


Fonte: Inforgospel e Site da Igreja Verbo da Vida

Má fé de pastores é crime, diz advogado


Má fé de pastores é crime, diz advogadoMá fé de pastores é crime, diz advogado
O advogado Euro Bento Maciel Filho escreveu um artigo para o “Congresso em Foco” esclarecendo que a má fé de líderes religiosos evangélicos é crime com pena de prisão.
Maciel Filho é mestre em direito penal pela PUC-SP e usou ocaso da suposta carta da Igreja Mundial do Poder de Deus – que chamava fiéis para dar testemunhos falsos em troca de ‘ajuda de custo’- para exemplificar o erro de muitos pastores.
“Sob um olhar inicial, partindo do princípio de que o ‘teatro’ promovido pelos tais falsos ‘enfermos curados, ex-drogados e aleijados’ serviria como meio para incrementar as doações, fica fácil perceber que tudo não passaria de uma grande fraude.”
Enquanto muitos acreditam que tal crime se enquadra no artigo 171 do Código Penal, o advogado Maciel Filho diz que não, pois o estelionato é “crime contra o patrimônio de pessoa(s) certa(s) e determinada(s)”.
“Nesse caso, é evidente que o número de vítimas daquele engodo, verdadeiro ‘teatro’, seria extremamente alto, tornando praticamente impossível identificá-las uma a uma. Sendo assim, tal fato, caso a sua prática venha a ser comprovada, não pode ser resolvido pela figura do estelionato”, diz.
O caso da Mundial, se for provado, pode se enquadrar na Lei 1521/1951 que fala sobre crimes contra a economia popular e não somente os pastores, mas também os fiéis que aceitaram dar falsos testemunhos seriam enquadrados na lei.
O artigo 2º da referida lei versa sobre “obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos (‘bola de neve’, ‘cadeias’, ‘pichardismo’ e quaisquer outros equivalentes)”. A pena para esse crime é de 6 meses a dois anos, e multa.
“Além do crime contra a economia popular, os agentes também poderão ser responsabilizados pelo crime de associação criminosa (art. 288, caput, do Código Penal), que substituiu o antigo delito de quadrilha, cuja pena privativa de liberdade pode variar entre 1 a 3 anos de reclusão”, diz Maciel Filho.
Leia o artigo na íntegra aqui.

Exposição que mostra pedofilia e zoofilia provoca bate boca entre deputados

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