quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Quatro dias após deixar clínica psiquiátrica, "Monique Evans revelou que tentou se suicidar"


Quatro dias após deixar clínica psiquiátrica, Monique Evans revelou que tentou se suicidar após ter uma briga com a filha, Bárbara Evans. Em seu perfil no Instagram, a apresentadora compartilhou uma foto sem maquiagem e fez um grande desabafo.

'Acho que vocês já me viram assim! Sou eu sem make. Sem me esconder atrás de nada. Apenas MONIQUE! Preciso conversar com vocês e vim de cara lavada e coração aberto! Acho que sabem que tentei, sem sucesso, me matar! Ninguém tem culpa disso! Tenho uma doença diagnosticada agora como borderline [transtorno de personalidade emocionalmente instável marcada pela impulsividade e instabilidade.

Momentos antes, tive uma briga doméstica com minha filha, para protegê-la dos possíveis aproveitadores que aparecem depois desse tipo de programa. Ela estava vindo para casa para conversarmos sobre isso, trabalho, sonhos, ela me contar sobre o Mateus. Foi aí que ela postou o número de seu novo contato e eu fiquei chocada! Eu, Mateus [Verdelho] e ela havíamos conversado a noite. Ele iria conversar com a equipe dele e me ligar. Eu e a Baby iríamos ver as melhores pessoas pra trabalhar', contou.

A apresentadora ainda aconselhou a filha sobre seu futuro profissional. 'Ela não pode só ter um empresário de presença VIP! Ela é modelo, faz comerciais, convites pra TV, licenciamento de produtos. Calma! Chega em casa, conversa. Não houve a conversa porque ela é muito novinha, e quer tudo na hora! Mateus deve ter dito a mesma coisa! Mas não foi isso que me fez ficar nervosa! Isso foi pela manhã e passei mal de noite! Simplesmente transbordou! A falta de vida no meu quarto! A solidão da doença! A vontade de me machucar do borderline! E me cansei! Ninguém vem na minha casa, mas naquela sexta Deus mandou um anjo. E não deixou eu descansar ainda!! Fui obrigada a ficar numa clínica por duas semanas, onde conheci pessoas incríveis.. E de onde não gostaria de ter saído!! Descobri que minha família é grande e me ama.'

Monique ainda contou que foi aconselhada a não procurar Bárbara após sua saída da clínica: 'Parem de me culpar por eu ter essa doença! Já é difícil viver com ela, imagina viver me desculpando por ela? Espero que os fãs loucos da Bárbara entendam minha fragilidade'.

Fonte:MSN

ME AJUDEM IRMÃOS

Inclusão digital é o nome dado ao processo de democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação.
 Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. 

Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar e-mails, mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida.
A inclusão digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar ele, um incluído digitalmente. 
Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas.
Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). 
A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência.

Estamos prestes a iniciar esse projeto aqui na Geração Graça e Paz , e para isso acontecer preciso de sua ajuda.


De que forma ?

VOCÊ , DOANDO COMPUTADORES NOVOS , OU PARTE DELES PARA COMPORMOS ESSE PROJETO.


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Bispo Roberto Torrecilhas .
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9 REGRAS PARA A VIDA ESPIRITUAL


 
 
Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl 5.22-23).
O Espírito Santo é prático, ajuda-nos a viver um discipulado ativo e é a força que faz nosso conhecimento espiritual se expressar em obras concretas. Ele nos transforma no caráter de Cristo, de quem está escrito: “Escrevi o primeiro livro, ó Teófilo, relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar” (At 1.1). O Senhor Jesus foi, sem dúvida, o maior e mais influente Mestre que já existiu. Seu ensino consistia em primeiro fazer e depois falar, transmitindo oralmente sua lição: “...Jesus começou a fazer e a ensinar”. Isso impressionava os ouvintes e não ficava sem resultados. Não é um perigo constante para nós saber tanto da Bíblia sem apresentar resultados e sem transformar esse conhecimento em atitudes? Muitas vezes sabemos o que é certo mas não o fazemos. Nossos vizinhos, colegas de trabalho ou estudo, nossos parentes ou nossos filhos olham para nós, vêem o que fazemos e ouvem o que dizemos. Será que as palavras que pronunciamos sublinham o que fazemos, ou nossos atos gritam tão alto que ninguém quer ouvir o que temos a dizer?
Como o fruto do Espírito em Gálatas 5.22 tem nove facetas, Provérbios 3 é uma unidade, mas nos apresenta nove regras bem práticas para nossa conduta cristã.

1. Confie em Deus

Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento” (Pv 3.5). As pessoas ao nosso redor vêem em nós alguém que confia em Deus? Alguém que fala com o Senhor em oração e que lança sobre Ele todos os seus fardos e problemas? Alguém que, como Jó, José ou Daniel, sabe aceitar as situações de crise com atitude de confiança, que não desanima e não deixa sua fé vacilar? Viver uma vida confiante e provar que realmente se confia em Deus causa uma impressão muito mais profunda do que apenas falar em confiança e esperar essa postura dos outros.
 
"Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento” (Pv 3.5).
A razão desempenha um papel importante na vida espiritual e não deveria ser desligada. Às vezes, porém, ela pode interpor-se no caminho se não estiver sob o domínio do Espírito de Jesus. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp 4.7). “...levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Co 10.5).
Duvidar do que Deus faz e questionar Sua Palavra não ajudam em nada nosso avanço na fé. Somente quem confia e crê que Deus sabe o que faz e que Ele sempre faz tudo da maneira correta manterá a paz do Senhor em seu coração. O Espírito Santo quer nos assistir na hora de colocar em prática essa confiança irrestrita em Deus.
Alguém disse: “Coisas que nos confundem, situações para as quais não temos nenhuma solução têm um alvo bem definido: são parte do quebra-cabeça da nossa vida. Deus sabe onde se encaixa cada peça. Obviamente gostaríamos de ver o jogo acabado, mas enquanto vivermos ele não estará terminado. É por isso que entendemos tão pouco a Deus. Parece que todos os dias olhamos para o que Suas mãos estão fazendo, mas vemos apenas as partes que Ele move, uma vez que aqui na terra jamais veremos o quebra-cabeça finalizado”. Isso exige confiança!

2. Estabeleça prioridades espirituais

Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas” (Pv 3.6). A palavra “reconhecer” significa que devemos colocar o Senhor acima de tudo, no sentido de: “pense em Deus em tudo o que você fizer”, “deixe que o Senhor sempre seja a motivação para tudo o que você faz”, “busque em primeiro lugar o reino de Deus”. Se buscamos a vontade de Deus em tudo o que fizermos, o Senhor nos permitirá reconhecer Sua direção, ainda que não de imediato.
Em que áreas de nossa vida não queremos ou não deixamos que Deus interfira ou dê Sua opinião? Geralmente essas são as áreas que nos causam os maiores problemas. Se envolvermos o Senhor Jesus em tudo o que fizermos, Ele nos conduzirá de forma a que Sua vontade seja feita, e certamente não sairemos prejudicados em nada.

3. Seja espiritualmente saudável

Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal; será isto saúde para o teu corpo e refrigério, para os teus ossos” (Pv 3.7-8). “Ler é para o espírito o que a ginástica é para o corpo”, já dizia Joseph Eddison, escritor inglês do século 18. Isso vale ainda mais para a leitura da Bíblia. Ler e estudar a Palavra de Deus fazem para a alma o que o esporte e a ginástica fazem pelo corpo. Já que alma e o corpo estão em uma relação íntima, a saúde espiritual muitas vezes também se reflete no corpo físico. Quando a alma adoece, o corpo adoece também, e vice-versa. O apóstolo João escreve acerca dessa ligação entre corpo e alma: “Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma” (3 Jo 2).
Na Medicina sabe-se hoje que pressões emocionais como estresse, pecado, raiva, preocupação ou falta de perdão podem causar doenças físicas, e que em sentido inverso, a cura dos conflitos emocionais pode contribuir para a cura do corpo. Isso obviamente não quer dizer que pessoas felizes e espiritualmente saudáveis não fiquem doentes. Outros fatores também desempenham seu papel, como os genes, o ambiente, acidentes, contágio, etc.
Mas o que está se confirmando cientificamente e é cada vez mais pesquisado em termos de saúde é o que a Bíblia já nos ensina há muito tempo. Ter paz com Deus e segui-lO de todo o coração é melhor do que “espertos” conselhos humanos acerca de aptidão física com que nos defrontamos diariamente e que movem um mercado milionário. “Não sejas sábio aos teus próprios olhos”.
Tanto dinheiro é gasto com vitaminas, suplementos alimentares, dietas e terapias. Nem sempre isso é necessariamente mau, mas podemos nos perguntar se uma vida no temor de Deus não traria proveito maior para o corpo, a alma e o espírito. Nesse contexto gostaria de citar a Romanos 12.1-2: “Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (NVI).
Provérbios 4.22 diz acerca dos ensinamentos de Deus: “Porque são vida para quem os acha e saúde, para o corpo”. E Paulo escreve: “Pois o exercício físico para pouco é proveitoso, mas a piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser” (1 Tm 4.8).

4. Lide espiritualmente com as coisas materiais

Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda” (Pv 3.9). Martim Lutero teria dito: “Segurei muitas coisas com as mãos e perdi todas elas. Mas ainda possuo tudo que depositei nas mãos de Deus!”.
“Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda” (Pv 3.9).
Provavelmente não existe nada melhor para se reconhecer o que domina numa vida do que a maneira de lidar com suas posses. É o Espírito Santo quem manda, ou é a carne? É o Espírito ou a avareza? É dar ou receber? É doar ou manter? São as primícias ou o restolho? Paulo descreve muito bem como se manifesta a direção do Espírito em coisas materiais no testemunho que dá acerca das igrejas da Macedônia (das quais fazia parte também a igreja de Tessalônica), dizendo que os crentes de lá deram até “acima de suas posses” “não somente fizeram como nós esperávamos, mas também deram-se a si mesmos...” (veja 2 Co 8.1-8).
Os tessalonicenses tinham se convertido radicalmente a Jesus Cristo. Paulo diz que seu testemunho era bem conhecido e todos sabiam que eles haviam se convertido dos ídolos para se voltar para Deus e para servi-lO, e que viviam na expectativa da volta do Senhor (1 Ts 1.9-10). Bem se vê que dessa grande virada fazia parte a conversão de suas carteiras, uma vez que a avareza também é idolatria (Cl 3.5).
William MacDonald escreve acerca do comportamento de muitos cristãos de hoje: “Admitindo que uma piedosa busca pelo lucro tenha a ver com a bênção de Deus, nos rebaixamos a ponto de adorar o dinheiro”.[1] Randy Alcorn traz um exemplo muito impressionante do quanto são passageiras as coisas que muitas vezes nos custam tanto dinheiro:
Como podemos transmitir a nossos filhos de forma direta e convincente todo o vazio do materialismo? Tente levá-los a uma excursão por um ferro-velho ou a um aterro sanitário. Isso pode se tornar um verdadeiro evento familiar. (As filas são menores do que nos parques de diversões, a entrada é franca e os meninos adoram!) Mostre-lhes todas as montanhas de “preciosidades” que um dia foram presentes de Natal ou de aniversário. Mostre coisas que custaram centenas de reais, coisas pelas quais seus filhos brigaram, coisas que destruíram amizades, que sacrificaram a honestidade e fizeram casamentos desmoronar. Mostre a eles a miscelânea de braços e pernas e restos de bonecas, robôs enferrujados e aparelhos elétricos jogados fora depois de uma breve vida útil. Mostre-lhes que a maioria das coisas que uma família possui, cedo ou tarde, acabará num lixão igual a esse. Leia 2 Pedro 3.10-14 onde está escrito que tudo se queimará no fogo. E então faça a impressionante pergunta: “Se tudo o que possuímos acaba jogado aqui, inútil e estragado, o que podemos adquirir que permaneça por toda a eternidade?”.[2]
Outra pessoa se expressou assim: “Todo bem material pode ser transformado em um tesouro que dura para sempre porque tudo o que dermos a Cristo se torna eterno”. Talvez pouparíamos muito dinheiro na oficina mecânica, na reforma da casa ou em outras despesas, se seguíssemos a regra de buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a Sua justiça. Dar é melhor que receber, diz a Bíblia, e essa máxima continua plenamente válida.

5. Aceite a disciplina

"Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem te enfades da sua repreensão. Porque o Senhor repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem"
(Pv 3.11-12).
 
Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem te enfades da sua repreensão. Porque o Senhor repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Pv 3.11-12). Esses versículos também são mencionados em Hebreus 12.5ss. e Apocalipse 3.19, sempre em imediata relação com o amor do Pai celestial. Disciplina e repreensão podem servir a propósitos diversos.
A disciplina divina pode ser uma medida para levar as pessoas a se converter a Jesus. Muitas só percebem que precisam de Deus e se abrem para Ele quando estão em apuros.
Disciplina também pode ser uma medida contra o pecado, para corrigir um filho de Deus, para conduzi-lo ao arrependimento e protegê-lo de cair.
Existe a possibilidade de o Senhor fazer uso do recurso da disciplina ou da advertência para que a graça de Deus se manifeste ainda mais abundantemente. Isso aconteceu com o apóstolo Paulo em 2 Coríntios 12.7ss., onde vemos que ele foi protegido da soberba, sofrendo para que se mantivesse humilde. Deus se agradava de Paulo e queria mantê-lo nessa condição; para tanto, usou do recurso de permitir coisas desagradáveis em sua vida.
Não devemos colocar a disciplina e a admoestação sempre no mesmo nível do castigo e da ira de Deus que nos açoita. O texto acima não diz que Deus disciplina alguém de quem Ele não se agrada, mas é justamente o contrário que acontece: Ele disciplina o filho a quem quer bem. Nesse tipo de disciplina, o que está em ação é a pedagogia amorosa do Pai celestial perfeito, é a correção prática para nos manter no caminho e para nos levar adiante, já que Ele tem um alvo maravilhoso preparado para nós.

6. Seja prudente

Filho meu, não se apartem estas coisas dos teus olhos; guarda a sabedoria e o bom siso” (Pv 3.21).Com esse conselho espiritual, Salomão tinha em mente o que acabara de dizer. Ele havia falado da preciosidade da sabedoria divina. Por Sua sabedoria Deus criou e manteve os céus (vv.13-20). Assim, a sabedoria divina está subjacente a todas as coisas da vida – incluindo a salvação por Jesus Cristo, como já sabemos. Portanto, somente nos resta uma conclusão: a sabedoria divina, que vem de Sua Palavra e é inspirada pelo Espírito Santo, é a melhor sabedoria que alguém pode alcançar e que deveria almejar antes de qualquer outra coisa.
Mais do que nunca, são necessárias pessoas aptas a dar bons conselhos, que com tato e amor tomem os outros pela mão para conduzi-los a Jesus e à vida eterna.
Deus tornou louca a sabedoria deste mundo porque ela está voltada apenas para o aqui e agora e não para a eternidade. Em contrapartida, Deus faz uso da “loucura da pregação” para salvar os homens (veja 1 Co 1.20-21). O Santo Espírito de Deus mostra que mesmo a “loucura” de Deus (que na realidade não existe) ainda é muito superior à sabedoria deste mundo. Nós, cristãos, não devemos nunca perder de vista essa perspectiva, especialmente diante das milhares de opções que o mundo nos oferece. A supremacia e a superioridade da sabedoria divina deveriam nos nortear sempre.
Um conhecido psicanalista, psicoterapeuta e médico disse: “Em mais de mil horas de análise, com a ajuda do analista, tentei me transformar e me realizar... Meu alvo principal – conseguir amar profundamente, de verdade – não foi tocado nem de leve. Somente quando me abri para o amor de Deus senti que me tornei capaz de amar de forma desapegada” (Dr. Markus Bourquin).

7. Seja generoso

Devemos ajudar a quem realmente precisa. Não devemos dar sem razão, mas fornecer suporte efetivo para quem de fato necessita.
Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo. Não digas ao teu próximo: Vai e volta amanhã; então, to darei, se o tens agora contigo” (Pv 3.27-28). Isso nos lembra das palavras de Jesus: “Dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda” (Lc 6.30).
Uma das mais gratas lembranças que tenho de Wim Malgo, o fundador da nossa missão, era sua generosidade e sua alegria em dar e ajudar. Onde ele via alguma necessidade, reagia prontamente e ajudava, e o Senhor o abençoou muito.
Vez por outra ouve-se dizer que é tolice emprestar alguma coisa para um pobre, já que ele não poderá devolver o empréstimo. A Bíblia nos ensina que devemos contar com essa possibilidade, e ajudar mesmo assim. Pois segundo os versículos 27 e 28, três coisas devem ser observadas:
Não te furtes a fazer o bem a quem de direito...”Devemos ajudar a quem realmente precisa. Não devemos dar sem razão, mas fornecer suporte efetivo para quem de fato necessita.
...estando na tua mão o poder de fazê-lo.” Devemos ajudar de forma a manter a visão do todo e na medida do que podemos suportar materialmente. Não faz sentido servir de fiador ou doar tanto a alguém ou a alguma organização a ponto de nós mesmos ficarmos necessitados. Não é correto emprestar e depois pedir emprestado.
Não digas ao teu próximo: Vai e volta amanhã; então, to darei, se o tens agora contigo.” Onde podemos ajudar, deveríamos fazê-lo logo e não deixar nosso próximo esperando pelo cumprimento da nossa promessa. Ajuda não deve ser negada nem protelada com desculpas piedosas (veja Tg 2.15-16).

8. Seja sincero

Não maquines o mal contra o teu próximo, pois habita junto de ti confiadamente. Jamais pleiteies com alguém sem razão, se te não houver feito mal” (Pv 3.29-30). Esse conselho é especialmente significativo na convivência familiar, por exemplo no casamento, com os pais, os sogros, os parentes que moram na mesma casa. Perfídia, inveja, intriga, fofoca, acusação... tudo isso repugna ao Espírito Santo. Obviamente essa regra espiritual também se aplica à convivência na comunhão da igreja. O Novo Testamento diz: “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18).

9. Tenha discernimento

Se um pedaço de ferro pudesse falar, o que diria? Ele diria: ‘Eu sou escuro, eu sou frio, eu sou duro’. Bem verdade! Mas coloque esse pedaço de ferro no fogo e espere um pouco, até que o fogo tenha demonstrado seu poder. O que ele diria agora? A escuridão se foi, o frio se foi, a dureza se foi, o ferro passou por uma transformação.
 
Muitos cristãos admiram o sucesso dos que o conseguiram por meios ilícitos ou duvidosos, invejam suas conquistas, sua influência e seu reconhecimento. Também olham para personalidades duvidosas do mundo do cinema ou da música e desejam um naco de sua “sorte”. Nos filmes e na televisão, essas celebridades são heróis, mas vivem cometendo adultério, trocando de parceiro, praticando violência, enganado os outros ou falando contra Deus.
William MacDonald escreve: “Nos tornamos vítimas entusiasmadas de programas televisivos imbecis ... De bom grado permitimos ser ‘prensados dentro do formato deste mundo’ (Rm 12.2), assumimos sua maneira de falar, de se divertir e de pensar”.[1] Não deveríamos admirar a prosperidade daqueles que não buscam um relacionamento com o Senhor Jesus, “porque o Senhor abomina o perverso” (v.32) e “as más conversas corrompem os bons costumes” (1 Co 15.33; veja também Fp 3.18-19).
Lemos sobre os nove aspectos do fruto do Espírito: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros” (Gl 5.22-26).
Muitos podem estar se perguntando como se transforma isso em prática de vida. C.H. Spurgeon nos fornece uma boa diretriz nesse sentido:
Se um pedaço de ferro pudesse falar, o que diria? Ele diria: ‘Eu sou escuro, eu sou frio, eu sou duro’. Bem verdade! Mas coloque esse pedaço de ferro no fogo e espere um pouco, até que o fogo tenha demonstrado seu poder. O que ele diria agora? A escuridão se foi, o frio se foi, a dureza se foi, o ferro passou por uma transformação. Mas se esse pedaço de ferro pudesse falar, com certeza não iria louvar a si mesmo, uma vez que ferro e fogo são duas coisas bem distintas. Se ele pusesse se gloriar, iria se gloriar do fogo, que o transformou em um material bem diferente. – Assim, em mim mesmo eu sou escuro, frio e duro; mas quando o Senhor toma posse de minha alma, quando Seu Espírito penetra em meu coração e fico repleto do Seu amor, então vai embora tudo que é tenebroso, toda a dureza e toda a frieza, e mesmo assim a honra não cabe a mim, mas ao Senhor que fez a obra.



fonte. http://armagedomasportas.blogspot.com.br/2013/10/9-regras-para-vida-espiritual.html 

Organização "Exodus Cry" alerta o Brasil sobre turismo sexual em eventos esportivos

Apesar do glamour que as campanhas de legalização pretendem mostrar através de exceções como "Bruna Surfistinha" e outras meninas que fizeram fama e dinheiro a partir da venda de sexo, a verdade para a maioria das mulheres que adentram no mundo da prostiruição é muito cruel.
A instituição norte-americana Exodus Cry veio ao Brasil na última semana entregar relatórios sobre o tráfico de pessoas em grandes eventos por todo o mundo.
A Copa de 2014, assim como as Olimpíadas de 2016 são um grande chamariz para o aliciamento não apenas de mulheres, mas crianças e jovens rapazes. 
Em 2012, a Exodus lançou o documentário "Nefarious, Comerciantes de Almas" desmascarando o interesse não apenas de pedófilos e pervertidos, mas de políticos interessados no mercado do sexo. 
Veja
campanha-copa-fe-em-jesus.jpgA pastora e assessora parlamentar, Damares Alves, lembrou a nova Reforma do Código Penal que visa reduzir a idade sexual de 14 para 12 anos. "Por quê há tanto interesse em autorizar meninos e meninas fazerem sexo bem antes de eventos internacionais no nosso país?", indagou a assessora.
Antecedentes
Tendo isso em vista, vários órgãos de defesa humana se uniram, em 2010, na África do Sul para combater o Turismo Sexual. Campanhas e folhetos foram feitos e distribuídos pelos quatro cantos das cidades que sediaram os jogos.
"A cada ano, mais de 800 mil pessoas são vendidas como escravas sexuais. Vamos chutar o tráfico humano para fora!", diz o cartaz acima, veiculado durante a Copa de 2010 na África do Sul. Mesmo assim, naquele ano, mais de 40 mil pessoas foram aliciadas para os serviços de prostituição. Seus clientes? Estrangeiros. Investidores. Jogadores. Técnicos. Prontos para se divertirem às custas do sofrimento alheio.
Para o líder do Exodus Cry que trabalha há mais de 20 anos com o tema, a sociedade precisa atuar na Prevenção, Intervenção e Restauração. Nesse último, em específico, a igreja precisa estar a postos para amar e reinserir socialmente essas mulheres, "não consigo tirar o rosto dessas meninas da minha mente".



Por Renata Carvalho
Fonte: Fé em Jesus

FALSOS ADORADORES (FALSOS IRMÃOS)


O Senhor diz: "Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam é feita só de regras ensinadas por homens” Is 29.13. No original latino (Septuaginta) o mesmo texto diz: “Em vão me adoram, seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens”.

Qual definição de Adoração?

Adoração vem da palavra hebraica shachah, traduzida significa
prostrar-se, e refere-se a uma atitude interior do adorador e não somente o ato de se prostrar em terra. Adoração envolve também Fé em Deus, Obediência a Deus e o ato de Doar-se a Deus.

Mas o objeto desta reflexão não é discursar sobre o tema adoração, mas sim, sobre os tipos de adoradores (ou falsos adoradores).

Estive ontem em uma reunião em determina denominação e fiquei pasmo com as atitudes de certas pessoas que se descrevem como “servos de Deus”, mas que verdadeiramente nem conhecem o significado da palavra “servo”, muito menos “de Deus”.

Sim, essa reflexão é também uma crítica, já deu para perceber, não é?

Então, esses determinados “servos de Deus”, vão à igreja, se comportam como perfeitos cristãos (em trajes e atitudes, digno de nota), transparecem estarem cheios da glória de Deus, “recebem a manifestação do Espírito Santo” (ou de algum outro espírito), e tudo parece certo. Até aí tudo bem. Mas quando saem da Igreja, porta à fora... Deus que nos guarde!

Lembre-se do texto de Isaías 29.13 – “seu coração está longe de mim”.

Essas pessoas quando estão fora da Igreja se tornam tão imundos e tão indignos da presença de Deus que chega dar medo... planejam a queda de seu irmão, espalham mentiras, andam em busca de pessoas para transmitir a sua “fofoquinha santa” e destruir pessoas que estão verdadeiramente servindo a Deus, mas o ciúme e a inveja do sucesso de outrem é uma tentação muito forte para suportar. Dedicam tempo para derrotar o humilde, tramam até na justiça dos homens como prejudicar aquela ou aquele irmão, mas não cuidam nem sequer de sua própria casa, não tem a mínima noção do que seus filhos andam fazendo e vendo na internet, nem sabem o que fazem quando saem com seus amigos ou estão sozinhos em casa. Possuem filmes pornográficos dentro de seus próprios lares e ainda se prestam a comprar revistas Playboy para seus filhos adolescentes e batizados na igreja. E aí? São crentes? Sim, e ainda a “santidade” é um traço característico deles (somente uma fachada). Sobem ao púlpito santo da igreja para dizer “ – eu jamais... eu nunca fiz isso ou aquilo” e ainda emocionam a multidão com suas historinhas. Uma cara de pau de querer se justificar. Possuem um poder de persuasão e uma capacidade de mentir fantástica, capaz de mentir olhando nos olhos de pessoas que sabem a verdade. São legalistas do “inferno”, filhos do diabo. Querem estar por dentro das regras humanas, não importa que venda sua alma para o diabo (fazendo alianças com demônios), e como esse aí (o pai da mentira) sabe representar muito bem..., digno é de salientar que se ele freqüentasse nossos cultos, poderíamos tê-lo como um crente verdadeiro, exemplar sem sombra de dúvidas... e talvez ninguém pudesse discernir a presença dele.

Assim tem sido muitos chamados cristãos, “Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem” Romanos 1.29-32.   Mas, são legalistas, freqüentam os cultos, tomam a ceia, não contrariam as autoridades pastorais, mas fazem as coisas de seu próprio modo e ainda dizem “aqui o pastor não manda nada!!!”; jamais conheceram o significado de conversão, porque jamais deixaram Cristo controlar seus corações. Com suas políticas sujas e suas jogadas “espertas” conseguem encenar um sucesso “abençoado por Deus” que não tem nada a ver com Deus. Deus não tem parte nesse negócio!

Mas você pode me perguntar: qual missão dessas pessoas então?

Eles objetivam extrair do simples de coração tudo que puderem. Usar da boa fé e ingenuidade de todos possíveis e com isso alcançar suas metas de sucesso (subindo nas costas dos ditos ingênuos). Mas tem uma condição: não se pode parar de encenar jamais. Tem que manter o teatro. Não podem cair em descrédito ou má fama, é preciso sustentar o teatro o quanto for possível e não importa quantas pessoas tenham que tirar do caminho para manter essa encenação.

Mas eu tenho uma notícia para esses falsos crentes e falsos profetas: A Deus não é possível enganar, nem mentir, nem jogar com o nome d’Ele. A tenda do grande teatro vai cair (já está caindo), e vai chegar a hora que a ninguém mais enganarão. Chegará a hora que Deus irá vingar a ingenuidade e a simplicidade de seus servos genuínos traídos. A vingança e a justiça são de Deus, não dos homens (menos pior seria se fosse dos homens).

Enfim, desejo que o meu leitor entenda que devemos buscar um relacionamento sincero com Deus, não enganando a nós mesmos, menos ainda tentando enganar Deus, mas buscando uma adoração verdadeira, regada pelo Espírito de Deus, com um prostrar-se interior, coração compungido, conforme orienta o Salmista Davi: “Não te deleitas em sacrifícios nem te agradas em holocaustos, se não eu os traria. Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás”.

O preço para quem brinca com a presença de Deus é muito caro.  Mil vezes seja enfrentar o juízo dos homens que cair na santa justiça divina.

Que Deus vos abençoe!

"Por que você se vangloria do mal e de ultrajar a Deus continuamente? Ó homem poderoso! Sua língua trama destruição; é como navalha afiada, cheia de engano. Você prefere o mal ao bem, a falsidade, em lugar da verdade. 
Você ama toda palavra maldosa, ó língua mentirosa! Saiba que Deus o arruinará para sempre: ele o agarrará e o arrancará da sua tenda; ele o desarraigará da terra dos vivos. 
Os justos verão isso e temerão; rirão dele, dizendo: "Veja só o homem que rejeitou a Deus como refúgio; confiou em sua grande riqueza e buscou refúgio em sua maldade!" Mas eu sou como uma oliveira que floresce na casa de Deus; confio no amor de Deus para todo o sempre. Para sempre te louvarei pelo que fizeste; na presença dos teus fiéis proclamarei o teu nome, porque tu és bom".  Salmo 52







Alan Chiamenti Machado
Autorizada reprodução com os devidos créditos
http://www.alchimac.com/2010/11/falsos-adoradores-falsos-irmaos.html

A JUSTIÇA DE DEUS


 O caráter de Deus é tão santo que ele não pode pecar, nem aprovar qualquer tipo de pecado cometido por outros. O grande amor de Deus nunca faz com que ele renegue sua santidade neste sentido. Se ele fizesse isso, não seria amor verdadeiro. Se Deus aceitasse o pecado cometido por outros, ele seria participante deste pecado, portanto, ele se tornaria pecador também. E Deus não fará isso.

A experiência demonstra, de mil maneiras, que seguir os padrões de Deus traz bençãos, mesmo nesta vida terrena; desviar-se destes padrões, por outro lado, leva à total miséria.

Deus sempre faz o que é correto. Quando os homens pensam que Deus não agiu corretamente, é porque eles não compreendem os seus caminhos e o tempo irá provar que eles estavam totalmente enganados.


Meu desejo e minha oração é que você confie neste Deus vivo e verdadeiro, este Deus santo que nunca erra. Ele nunca irá pecar, nem tolerar o pecado.


Espero que você perceba pela sua própria experiência pessoal que seguir os padrões de Deus traz, de fato, bençãos.


A santidade de Deus não é passiva. A santidade de Deus é, obviamente, ativa na própria conduta dele. Mas, sendo ele o dominador do universo, ele tem que agir em relação à conduta dos outros. Ele precisa decidir não apenas o que é certo e o que é errado, mas ele precisa decidir QUEM está certo e QUEM está errado. Então, ele precisa decidir o que será feito com aqueles que agem de forma errada, e também a maneira pela qual serão recompensados os que agem corretamente.


Isso não é tudo. Deus tem que se assegurar que os seus decretos sejam executados. Ele é um Deus de amor, mas seu amor nunca abre mão da sua justiça. Se o seu amor for conceder misericórdia a alguém que foi condenado pela sua justiça, é necessário que haja uma maneira justa de se fazer isso, caso contrário este amor terá que seguir a justiça e o juízo.


Vamos tratar do assunto da justiça e do juízo de Deus, do fato de Deus ser um juiz. Vamos considerar seis pontos.


Primeiro: não há parcialidade nem favoritismo com Deus. Em I Pedro 1:17 Deus diz: E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação.


Observe que o Pai executa juízo segundo a obra de cada um. Ele faz isso sem acepção de pessoas. Deus não se importa se você é rico ou pobre, oriental ou europeu, estudado ou não estudado, homem ou mulher, religioso ou não religioso; Deus vai  te julgar, baseado na justiça e na santidade dele, sem qualquer favorecimento à sua pessoa.


Em Romanos 2:11, lemos novamente, Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas. Você não vai conseguir subornar Deus, nem impressioná-lo acerca de quem você é. Aquele que fez os céus, a terra, e tudo que neles há (Êxodo 20:11, Atos 4:24) não se deixará influenciar pelas coisas que você fez.


Deus julgará sem acepção de pessoas, porque diante dele, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade. (Salmo 39:5b).


Segundo: Deus julga os pensamentos e segredos dos homens, bem como suas ações exteriores.


Romanos 2:16 diz, No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu evangelho. Virá o dia em que Deus julgará, não apenas as coisas que você fez (que os outros homens viram), não apenas as palavras que você falou (que os outros homens ouviram), mas Deus julgará também os segredos do seu coração. Este é o Deus da Bíblia.


Em Lucas 12:1-3 está escrito: Ajuntando-se entretanto muitos milhares de pessoas, de sorte que se atropelavam uns aos outros, começou a dizer aos seus discípulos: Acautelai-vos primeiramente do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido. Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido; e o que falastes ao ouvido no gabinete, sobre os telhados será apregoado.  



Você não está escondido. Todos os seus pensamentos, palavras, ações e obras são conhecidos por Deus. No dia do juízo, ele vai te chamar para prestar contas da vida que você viveu.


Terceiro: A lei de Deus para o homem tem sido proclamada pela consciência e pela Bíblia. Esta lei nunca pode ser alterada.


Novamente, em Romanos 2:14-15 a Bíblia diz, Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os. 


Os céticos dizem, “Mas, e aquelas pessoas que viveram e morreram sem nunca terem possuído uma cópia da Bíblia em suas mãos para lerem?”.


Senhoras e senhores, estes versículos mostram que cada homem e mulher na face da terra têm dentro de si a luz vinda do Deus santo (João 1:9). A palavra de Deus não está escrita somente num livro, mas também está escrita nos corações dos homens que Deus criou. Você sabe, em sua consciência, que Deus existe. Você sabe, na sua consciência, que Deus é Todo-Poderoso. Você sabe, na sua consciência, que Deus é seu Criador. Você sabe, na sua consciência, que um dia você vai estar diante de Deus. E você sabe, na sua consciência, que você pecou contra ele.


A pergunta é, o que você vai fazer em relação a isso?


A lei perfeita de Deus para o homem também está proclamada nas páginas da Bíblia. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido(Mateus 5:18).


Ao invés de ficar discutindo sobre aquelas pessoas que não têm uma Bíblia, é melhor você se ocupar em obedecer a Bíblia que você tem. Você não vai se apresentar diante de Deus um dia e prestar contas por outra pessoa. Você não vai estar diante de Deus um dia para clamar pela causa de outro homem. Um dia, você vai estar diante de Deus e Deus vai te perguntar sobre VOCÊ, não sobre outra pessoa.


Quarto: Junto com a proclamação da sua lei, Deus anunciou a penalidade pela sua violação. Esta penalidade é a morte eterna.


Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados (Romanos 2:12).


Deixe isso fazer efeito na sua consciência, porque você sabe, ao ler o versículo, que ele está falando de você.


Amado, a questão não é quanta luz de Deus um homem tem, quando comparado com outro homem. A questão é, você obedeceu perfeitamente toda a luz que Deus deu a você? Você sabe que a resposta é: não.


A Bíblia diz em Romanos 3:23, Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.


Romanos 6:23 diz, Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.


O salário do pecado É, não “era”, nem “será”, mas o salário do pecado É a morte.


O que é pecado? É a violação da santidade de Deus. O pecado traz o juízo do Deus justo.


Quinto: Uma única violação de uma única lei, até mesmo no pensamento, já faz com que a pessoa mereça a punição.Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las (Gálatas 3:10). “Todo aquele”, significa que não há exceção a esta regra. “Todas as coisas” significa que não há desculpas aceitáveis. A pessoa tem que fazer todas as coisas, guardar todos os mandamentos, obedecer todos os jotas, tios e palavras da Escritura, ou então cairá debaixo da maldição de Deus. Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos (Tiago 2:10).


Isso precisa ser repetido várias e várias e várias vezes, porque há muitas pessoas que querem justificar a si mesmas diante de Deus, estabelecendo seu próprio padrão de justiça. O padrão de Deus é absoluta perfeição, sem pecado. A pessoa não pode transgredir nem violar nenhuma lei, durante toda a sua vida.



Querido leitor, você pode ver claramente que, pelos seus próprios méritos, obras ou feitos, nenhum homem tem a menor chance de ser aprovado pelo juízo de Deus baseado na sua própria justiça.


Sexto: Nenhum serviço apresentado, ou pedido de perdão, pode anular a execução da penalidade, a não ser que algum outro meio seja encontrado para satisfazer a justiça de Deus. Veja, Deus é um Deus justo. Seu juízo é imparcial. Ele não irá, ele NÃO PODE, perdoar o pecado até que alguém pague por aquele pecado.


Observando novamente a lei do Velho Testamento, no livro de Êxodo, encontramos esta afirmação claramente,Passando, pois, o SENHOR perante ele, clamou: O SENHOR, o SENHOR Deus, misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão e o pecado; que ao culpado não tem por inocente; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração. E Moisés apressou-se, e inclinou a cabeça à terra, adorou (Êxodo 34:6-8).


Nosso Deus é um Deus de misericórdia (beneficência). Nosso Deus é um Deus de graça. Nosso Deus é tardio em irar-se. Ele é um Deus de abundante bondade e verdade. Nosso Deus é um Deus que perdoa a iniqüidade, a transgressão, e o pecado, MAS ele não pode e não terá o culpado por inocente. Deus não pode tirar o pecado até que alguém pague a penalidade por aquele pecado. Isso explica porque aqueles que morreram na fé, antes de Jesus ter morrido na cruz, não podiam ir para o céu. Eles esperavam alguma coisa melhor (Hebreus 11:40) no seio de Abraão (Lucas 16), que iria permitir que os cativos fossem libertados (Efésios 4:8). Esta coisa melhor era o pagamento pelo pecado, feito por Jesus, que limpou a culpa.


A Bíblia afirma que a alma que pecar, essa morrerá (Ezequiel 18:20) e o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23). Mas os pecadores estão vivos ao redor de nós. Isso ocorre porque Deus é misericordioso e gracioso. Por causa da sua longanimidade, Deus está esperando que os homens se arrependam. Mas não presuma, por causa disso, que estes homens não estão debaixo da sua condenação. Eles precisam ser limpos de sua culpa. Isso só pode ocorrer através da fé na expiação do sangue de Jesus Cristo.


No Novo Testamento, encontramos nas Escrituras o seguinte: Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada (Gálatas 2:16).


Nenhuma obra dos homens pode satisfazer a justiça de Deus. A Bíblia diz que o Senhor Jesus Cristo pagou a penalidade pelo teu pecado. O Senhor Jesus Cristo pagou pela tua transgressão. O Senhor Jesus Cristo levou tua iniqüidade no seu corpo sobre a cruz, e se você puser tua fé no Senhor Jesus Cristo você pode e será justificado.


Gálatas 2:21 afirma, Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde. Veja bem, se as obras, atos e ações de homens pecadores pudessem pagar pecados, então a morte do Senhor Jesus Cristo teria sido um ato debalde (ou seja, sem significado). Mas, meu amigo, é verdade sim, que a justiça não pode vir da lei, e que a justiça não pode vir por se guardar regras e mandamentos. Se é verdade que você só pode ser justo diante de Deus pela graça de Deus, através da fé no Senhor Jesus Cristo, então não frustre a graça de Deus. Deus quer te salvar. Deus quer te perdoar. Mas ele não pode fazer isso até que os teus pecados tenham sido pagos. Jesus Cristo pagou pelos seus pecados. Você vai confiar nele? Você vai crer nele? Você quer recebê-lo como seu Salvador e Senhor pessoal?


A ira e vingança de Deus são apenas outros termos para expressar a sua justiça. O significado destes termos sempre inclui uma punição justa pelo pecado. O termo “vingança” nunca é aplicável a Deus da mesma forma que é usado pelos homens. Deus nunca é “vingativo” neste sentido. Ele não revida aos homens por gratificação própria. O objetivo de Deus em punir o pecado é praticar a justiça; porque só é possível haver verdadeiro gozo e felicidade quando a justiça perfeita é exercida.


Na dispensação da graça, Deus traz outros juízos além da morte, mas estes são apenas temporários e não substituem o seu juízo final contra o pecado. Quantas vezes já ouvimos pessoas dizerem que os homens sofrem em guerras, em doenças, em pobreza, perdem seus entes queridos, sofrem tragédias na vida pessoal, e portanto eles sentem que seus pecados foram punidos e que não existe inferno. Muitas vezes ouvimos as pessoas dizendo “Eu estive numa guerra e aquilo era o inferno. Eu passei por uma doença e aquilo era o inferno. Eu sofri uma aflição terrível, aquilo era o inferno.”


Estas circunstâncias podem ter sido, sim, o juízo de Deus sobre o pecado. Nada disso jamais teria acontecido se não houvesse pecado no mundo. Mas isso não é o inferno.


O inferno é um lugar que arde em chamas (Lucas 16:23-24). O inferno é descrito como “trevas exteriores” (Mateus 25:30). O inferno é um lugar onde há pranto e ranger de dentes, onde o verme não morre e o fogo nunca se apaga(Marcos 9:44-48).


Se você está vivendo e respirando, você não está no inferno, e você nunca esteve no inferno. E, ainda melhor, você não tem que ir para o inferno. Você pode ser salvo, crendo no Senhor Jesus Cristo. A única exceção para o julgamento de Deus é o homem receber o Senhor Jesus Cristo. Perceba que, os juízos temporários de Deus são na verdade atos de bondade, ainda que você não compreenda nem goste deles. Estes juízos são a forma de Deus te avisar  e te corrigir, antes que seja muito tarde.


Num juízo como o dilúvio dos dias de Noé, os ímpios foram destruídos para preservar a semente do justo. Quando Deus enviou fogo sobre Sodoma e Gomorra, os justos foram salvos. Quando Deus enviou o destruidor no Egito, na noite da Páscoa, Deus matou os primogênitos na casa de todos os incrédulos, mas os justos foram salvos.


Deus julga o pecado, mas Deus salva e livra o justo. Você e eu não somos justos. Jesus Cristo é justo. Temos que ir a ele. Temos que recebê-lo. Temos que crer e confiar nele, para salvação de nossa alma.


Amigo, você percebe que você é um pecador, e que você enfrentará o juízo de um Deus justo? Você quer vir até este Deus justo e ser honesto com ele? Ele já sabe que você é um pecador, mas ele está esperando você se arrepender deste pecado. Se você lançar sua alma aos pés do Senhor Jesus Cristo, e invocá-lo para que ele salve você, para que ele te perdoe, então ele te dará a justiça dele, o dom gratuito da vida eterna, o perdão total e gratuito de todos os pecados. Confie nele. Você quer fazer isso hoje?



FONTE. ASSIM DIZ O SENHOR .

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