sexta-feira, 7 de junho de 2013

NESSA SEXTA , SÁBADO E DOMINGO - GRANDE FESTA DE INAUGURAÇÃO DA NOVA IGREJA DO MINISTÉRIO GERAÇÃO GRAÇA E PAZ EM JAGUARIÚNA - SP

VOCÊ É MEU CONVIDADO (A) .
Graças a Deus estaremos fazendo nossa inauguração oficial nos dias 07,08 e 09  de Junho .




SEXTA FEIRA . LOUVOR CONVIDADOS  -  MINISTRAÇÃO DA PALAVRA - ANDERSON.
SÁBADO - LOUVOR E PALAVRA COM BANDA CEFA, DE MOGI GUAÇU.



DOMINGO - LOUVOR COM O MINISTÉRIO DE LOUVOR GERAÇÃO GRAÇA E PAZ .


PALAVRA DE DEUS COM O BISPO ROBERTO TORRECILHAS

TODOS SÃO NOSSOS CONVIDADOS .
RUA MARANHÃO 156 - CENTRO DE JAGUARIÚNA - SÃO PAULO .
INFORMAÇÕES - 019 8292 7812 = 019 9137 1059 
INICIO DOS CULTOS AS 19.00  HORAS .

PEÇA A SUA CAMISETA DO MINISTÉRIO GERAÇÃO GRAÇA E PAZ .APENAS 15,00

MAIS UM MILAGRE DE DEUS ACONTECEU NA IGREJA DO MINISTÉRIO GERAÇÃO GRAÇA E PAZ

Nossa irmã Marlene , que é membra da Igreja DO MINISTÉRIO GERAÇÃO GRAÇA E PAZ  em Jaguariúna tem estado muito alegre por esses dais.
Quando ela começou a frequentar a igreja , ela estava acometida de uma doença que poderia leva la a morte .
MAS APÓS A ORAÇÃO FORTE DO HOMEM DE DEUS , BISPO ROBERTO , ELA FICOU TOTALMENTE CURADA , E HOJE TEM TESTEMUNHADO ESSE MILAGRE.
Semana passada pegou o resultado final na UNICAMP e foi constatado a cura total de sua enfermidade.


Isso acontece porque em nossa igreja pregamos o verdadeiro evangelho , que salva , cura , tranforma , resgata etc.

Venha você também viver milagres de Deus em sua vida.


MINISTÉRIO GERAÇÃO GRAÇA E PAZ
RUA MARANHÃO 156- CENTRO DE JAGUARIÚNA.

Abner Ferreira critica STF durante manifestação em Brasília

Pastor Abner Ferreira critica STF durante manifestação em Brasília

Em evento na Esplanada dos Ministérios diversas lideranças religiosas reuniram cerca de 70 mil pessoas nesta quarta-feira (05) para defender o direito de liberdade de expressão e a família tradicional.
Um dos primeiros a discursar durante o evento foi o Pastor Abner Ferreira, da Assembleia de Deus em Madureira, Rio de Janeiro. Durante sua fala, Abner criticou duramente o casamento entre pessoas do mesmo sexo se dirigindo ao STF.
“Quero dizer aos senhores ministros do Supremo, ao Executivo, ao Legislativo, que não vamos nos submeter a essas leis. Independentemente do que for decidido, a Bíblia diz que a prática homossexual é pecado diante de Deus e vocês não vão calar a nossa boca. A Bíblia diz que Deus fez macho e fêmea”. Completou o Pastor.
Durante a manifestação, os demais líderes evangélicos criticaram os esforços de parlamentares ligados a movimentos sociais que tentam criminalizar a homofobia. Os pastores reiteraram que qualquer um tem o direito de se expressar livremente. O pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do evento, chegou a declarar: “Não existe crime de opinião”.
Além de Silas Malafaia e Abner Ferreira estiveram no evento os líderes Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus no Brás, o apóstolo Rina, da Igreja Bola de Neve; Estevam Fernandes, da Primeira Igreja Batista em João Pessoa (RN); o apóstolo Renê Terra Nova, do Ministério Restauração; pastor Mário Oliveira, da Igreja Quadrangular; Samuel Câmara, da Assembleia de Deus em Belém; e o bispo Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, entre outros.
Políticos como Arolde de Oliveira, Marco Feliciano (PSC-SP), Lauriete (PSC-ES), Magno Malta (PR-ES) e Everaldo Pereira (PSC-RJ) também estiveram no local.

FONTE . GOSPEL PRIME

Deputado evangélico critica manifestação em Brasília




Deputado evangélico critica manifestação em BrasíliaPelo Twitter o deputado estadual Carlos Bezerra Jr (PSDB) criticou a manifestação que aconteceu em Brasília na quarta-feira (5) pela liberdade de expressão, religiosa e pela família tradicional. Para ele, que é pastor evangélico da igreja Comunidade da Graça, há outras causas que merecem a atenção dos cristãos além das ligadas aos valores morais e sexuais.
“Porque só temas morais mobilizam nosso povo evangélico e nossos representantes? Não é também imoral a corrupção, a violência, o trabalho escravo?”, questionou ele nesta quinta-feira (6). Em seguida o deputado paulista listou alguns motivos que mereciam ser tratados em uma manifestação promovida por cristãos:
“Sonho com o dia em que os cristãos desse país farão marchas contra a corrupção, contra a violência, por melhores escolas e hospitais… Sonho com o dia em que os cristãos desse país farão marchas pela erradicação da miséria e do trabalho escravo…Sonho com o dia em que os cristãos desse país farão marchas contra todas as formas de opressão humana. Isso mudaria radicalmente nosso país.”
Ainda falando sobre este assunto, Carlos Bezerra Jr disse que a corrupção também é uma imoralidade, assim como a miséria e a situação da saúde pública, causas essas não tratadas durante o evento que reuniu cerca de 70 mil pessoas.
Bezerra Jr ainda ironiza a bancada evangélica do Congresso dizendo que os mesmos que criticam as leis do PT continuam aliados ao partido. “Porque a bancada evangélica que denuncia a ‘promoção de imoralidades’ desse governo do PT não confronta sua corrupção e permanece aliada a ele?”.

ANAJURE repudia resolução do CNJ sobre o casamento gay

Open in new windowO CNJ aprovou a resolução no dia 14 de maio, obrigando os cartórios a celebrarem o casamento civil.

Nesta quinta-feira, a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) publicou uma Carta Aberta, repudiando a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. A organização informou que vai tomar medidas quanto a ação tomada.

“A ANAJURE emite Parecer constante desta Carta Aberta na qual, de plano, repudia, com a devida vênia, a edição da Resolução Nº 175/2013 do CNJ por ser esta formal e materialmente inconstitucional”, informa a organização cristã, na Carta que foi enviada ao The Christian Post.

O CNJ aprovou a resolução no dia 14 de maio, obrigando os cartórios a não somente celebrarem o casamento civil, como também a transformarem a união estável homoafetiva em casamento.

Segundo a ANAJURE, o CNJ não respeitou a separação dos poderes do Estado (legislativo, judiciário e executivo).

“De fato e de direito, os princípios basilares da democracia moderna, quais sejam, o da Separação de Poderes e dos Freios e Contrapesos (checks and balances), não têm sido respeitados pelo Poder Judiciário Nacional, como no caso, agora, do Conselho Nacional de Justiça e a edição da Resolução Nº 175/2013”, diz o grupo na carta.

A organização apresenta ainda um escorço histórico sobre a inconstitucionalidade e ilegitimidade da institucionalização da união e “casamento” homossexual, com relação às decisões do STF e o CNJ.

Em 2011, o STF reconheceu decidiu por unanimidade a favor da legalização da união homossexual no Brasil, reconhecendo a união entre gays como uma “entidade familiar.” Decisão esta que não passou pelo Poder Legislativo, sendo, portanto, entendida como “autoritária”.

Segundo a ANAJURE, o STF tem atuado, de maneira que, "os mais revelantes valores morais e padrões éticos de comportamento estabelecidos pela Nação Brasileira na Constituição Federal de 1988", estão sendo objeto de construção e desconstrução “legislativa” por uma corte formada por apenas 11 pessoas do Povo Brasileiro.

“Hoje, o STF, de modo equivocado e autoritário, ao nosso entender, tem sido levado a desmontar e remontar a estrutura ideológica da consciência nacional que formatou a Constituição Federal de 1988 sem a devida autorização do Povo e da própria Constituição para isso”.

A ANAJURE, aponta também que há um crescente ativismo judicial do STF que, tem se tornado, até mesmo por pressão de determinados grupos sociais minoritários, uma espécie de “atalho legislativo”.

Já sobre a decisão do Conselho Nacional de Justiça, a organização afirma que ela ultrapassa todos os limites da razoabilidade jurídica.

Para a ANAJURE, decisão de obrigar que todos os cartórios realizem o casamento homossexual promove, autoritariamente, alterações de ordem constitucional e infraconstitucional no sistema jurídico brasileiro.

“Além de trazer sérias implicações de ordem moral à sociedade brasileira, desrespeita, flagrantemente, a liberdade de consciência dos servidores e funcionários dos Cartórios de todo o país.”

Segundo a organização, não há mais limites para o ativismo judicial e para a judicialização do poder constituinte originário no Brasil.

Entretanto, o grupo informa que funcionários cartorários podem se recusar a cumprir a resolução imposta pelo CNJ com base no direito humano fundamental de objeção de consciência.

“Ninguém pode ser objeto de pressões que atentem à sua liberdade de ter ou adotar uma religião ou uma convicção da sua escolha”, a carta informa sobre o art. 18, nº 2, da Declaração Universal dos Direito do Homem (DUDH) de 1948.

Além disso, segundo a ANAJURE, não somente pela objeção de consciência, um servidor poderia deixar de se sujeitar a tal resolução, mas também pelo fato de tratar-se de uma resolução inconstitucional e mesmo ilegal.

Entre outras medidas a serem tomadas, a associação cristã promete fazer uma moção de repúdio à publicação da resolução do CNJ, por se entender ser esta flagrantemente inconstitucional, ilegítima e autoritária.

Além disso, o grupo irá prestar assistência jurídica aos servidores e funcionários cristãos dos Cartórios, através de sua rede de juristas em todo o país.

O documento foi assinado pelo presidente, Dr. Uziel Santana e endossado pelo Conselho Deliberativo Nacional (CDN) da instituição. Ele será enviado aos presidentes das diversas denominações evangélicas nacionais a presente a fim de orientar os líderes e igrejas, no tocante aos fatos jurídicos descritos e analisados no mesmo.

Para acessar a carta na íntegra clique AQUI.

Fonte: The Christian Post

Pastor da Igreja Quadrangular é confundido com ativista gay

Open in new windowo pastor estava portando uma bandeira de sua denominação, que é formada por cores que lembrava um arco-íris, um dos símbolos do movimento LGBT.

Ao ser confundido com uma ativista do movimento gay, um pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular foi retirado à força do palco da “Manifestação pela liberdade de expressão, liberdade religiosa e família tradicional”, organizada pelo pastor Silas Malafaia na tarde dessa quarta feira (05) em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.

O motivo da expulsão, segundo o G1, foi o fato de o pastor estar portando uma bandeira de sua denominação, que é formada pelas cores roxa, vermelha, amarela e azul, e teria sido confundida pelos seguranças do evento com a bandeira arco-íris, um dos símbolos do movimento LGBT.

A assessora do pastor tentou intervir e houve confusão. O pastor resistiu à ação dos seguranças e foi retirado à força do palco por eles

O episódio foi comentado no Twitter pelo deputado federal e ativista gay Jean Wyllys, que questionou a ética cristã pregada no palco, diante da atitude dos seguranças.

- Um repórter acabou de me contar que seguranças do evento confundiram jovens do Evangelho Quadrangular com ativistas do movimento LGBT… Os jovens do Evangelho Quadrangular foram estender sua bandeira no palco, e bandeira teria sido confundida com a do arco-íris… Os seguranças então agrediram violentamente os pobres cristãos do Evangelho Quadrangular com gravatas e pontapés pensando que eram gays. – escreveu Wyllys, em uma série de publicações na rede social.

- Agora vejam que “amor cristão” desses seguranças… Quanta “ética cristã!” #SQN Mas o que esperar depois das exortações no palco? A pergunta que não quer calar é: e se fossem gays realmente? – completou o parlamentar.

A atitude dos seguranças foi classificada pela organização da manifestação como um “mal entendido”, e o pastor foi levado de volta ao palco após representantes da igreja esclarecerem aos organizadores do evento que o homem forçado a deixar o local é um pastor e que apenas segurava a bandeira símbolo da congregação evangélica da qual faz parte.

Jornalistas do G1 e do SBT relataram terem sido impedidos de filmar o momento em que o pastor foi retirado do palco.


ALERTA - Renan Calheiros cobra aprovação do PL 122




Renan Calheiros cobra aprovação do PL 122, evangélicos reagemO presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pediu agilidade na votação do PL 122/2006 lei que criminaliza a homofobia. Ao saber da decisão do senador, Magno Malta (PR-ES) e outros parlamentares e líderes evangélicos reagiram, dizendo que a população brasileira precisa participar dessa discussão.
A crítica do senador capixaba se refere ao que ele chama de “banalização” da palavra homofobia, uma vez que o texto do projeto lei criminaliza a opinião. “Eu não sou homofóbico, mas o projeto não é justo. Banalizar a palavra é fácil”.
Durante seu discurso desta terça-feira (4), Magno Malta lembrou que boa parte da população brasileira não é a favor do texto do PL 122. “Não pode ser votado a toque de caixa. A sociedade brasileira, acima de 80% dos brasileiros, não concordam com isso”, afirmou.
Ao seu lado estava o pastor Silas Malafaia que nesta quarta-feira (5) liderou uma manifestação pacífica em favor da liberdade religiosa, de expressão, contra o aborto e a favor da família tradicional. O líder evangélico é contra a aprovação do projeto e acredita que o presidente do Senado não seja “tão inconsequente assim” a ponto de “atropelar os trâmites da Casa” para aprovar o texto.
Calheiros acredita que a proposta tem que ser votada mesmo sem acordo entre as partes interessadas no tema. “O processo legislativo caminha mais facilmente pelo acordo, pelo consenso, pelo entendimento. Quando isso não acontece, tem que submeter à votação, à apreciação. É o que vai acontecer em relação ao projeto da homofobia”, disse ele. Com informações da Folha de SP.

OVELHAS - QUEM SÃO ?

     No capítulo 34 do livro do profeta Ezequiel, o Senhor faz uma relação de tipos de ovelhas e acusa os pastores de Israel (os sacerdote...