sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

VOCÊ QUER ISSO AQUI NO BRASIL ? Islã radical e o lento genocídio dos cristãos


Se as autoridades não criminalizarem o Islã radical, em breve haverá homens-bombas também no Brasil.

Vítimas do Islã radical – Os mártires modernos do cristianismo


Juliane Von Mittelstaedt, Christoph Schult, Daniel Steinvorth, Thilo Thielke, Volkhard Windfuhr
A ascensão do extremismo islâmico coloca uma pressão cada vez maior sobre os cristãos que vivem em países muçulmanos, que são vítimas de assassinatos, violência e discriminação. Os cristãos agora são considerados o grupo religioso mais perseguido em todo o mundo. Paradoxalmente, sua maior esperança vem do Islã politicamente moderado.
Kevin Ang é mais cauteloso hoje em dia. Ele espia ao redor, dá uma olhada para a esquerda para a longa fileira de lojas, e depois para a direita em direção à praça, para checar se não há ninguém por perto. Só então o zelador da igreja tira sua chave, destranca o portão, e entra na Igreja Metro Tabernacle num subúrbio de Kuala Lumpur.
Charles 
Dharapak/AP - 

06.abril.2000
A corrente de ar vira páginas queimadas da Bíblia. As paredes estão cobertas de fuligem e a igreja cheira a plástico queimado. A Igreja Metro Tabernacle foi a primeira de onze igrejas a serem incendiadas por muçulmanos revoltados – tudo por causa de uma palavra: “Alá”, sussurra Kevin Ang.

Tudo começou com uma questão – se os cristãos daqui, assim como os muçulmanos, poderiam chamar seu deus de “Alá”, uma vez que eles não têm nenhuma outra palavra ou língua à sua disposição. Os muçulmanos alegam que Alá é deles, tanto a palavra quanto o deus, e temem que se os cristãos puderem usar a mesma palavra para seu próprio deus, isso poderia desencaminhar os fiéis muçulmanos.
Durante três anos isto era proibido e o governo confiscou Bíblias que mencionavam “Alá”. Então, em 31 de dezembro do ano passado, o mais alto tribunal da Malásia chegou a uma decisão: o deus cristão também poderia ser chamado de Alá.
Os imãs protestaram e cidadãos enfurecidos jogaram coquetéis Molotov nas igrejas. Então, como se isso não bastasse, o primeiro-ministro Najib Razak declarou que não podia impedir as pessoas de protestarem contra determinados assuntos no país – e alguns interpretaram isso como um convite para a ação violenta. Primeiro as igrejas foram incendiadas, depois o outro lado revidou colocando cabeças de porcos na frente de duas mesquitas. Entre os habitantes da Malásia, 60% são muçulmanos e 9% são cristãos, com o restante composto por hindus, budistas e sikhs. Eles conseguiram viver bem juntos, até agora.
É um batalha por causa de uma única palavra, mas há muito mais envolvido. O conflito tem a ver com a questão de quais direitos a minoria cristã da Malásia deve ter. Mais que isso, é uma questão política. A Organização Nacional dos Malaios Unidos, no poder, está perdendo sua base de apoio para os islamitas linha dura – e quer reconquistá-la por meio de políticas religiosas.
Bullit Marquez/AP
Essas políticas estão sendo bem recebidas. Alguns dos Estados da Malásia interpretam a Sharia, o sistema islâmico de lei e ordem, de forma particularmente rígida. O país, que já foi liberal, está a caminho de abrir mão da liberdade religiosa – e o conceito de ordem está sendo definido de forma cada vez mais rígida. Se uma mulher muçulmana beber cerveja, ela pode ser punida com seis chibatadas. Algumas regiões também proíbem coisas como batons chamativos, maquiagem pesada, ou sapatos de salto alto.
Expulsos, sequestrados e mortos
Não só na Malásia, mas em muitos países em todo o mundo muçulmano, a religião ganhou influência sobre a política governamental nas últimas duas décadas. O grupo militante islâmico Hamas controla a Faixa de Gaza, enquanto milícias islamitas lutam contra os governos da Nigéria e Filipinas. Somália, Afeganistão, Paquistão e Iêmen caíram, em grande extensão, nas mãos dos islamitas. E onde os islamitas não estão no poder hoje, os partidos seculares no governo tentam ultrapassar os grupos mais religiosos assumindo uma tendência de direita.
Isso pode ser visto de certa forma no Egito, Argélia, Sudão, Indonésia, e também na Malásia. Embora a islamização frequentemente tenha mais a ver com política do que com religião, e embora não leve necessariamente à perseguição de cristãos, pode-se dizer ainda assim que, onde quer que o Islã ganhe importância, a liberdade para membros de outras crenças diminui.
Há 2,2 bilhões de cristãos em todo o mundo. A organização não-governamental Open Doors calcula que 100 milhões de cristãos são ameaçados ou perseguidos. Eles não têm permissão para construir igrejas, comprar Bíblias ou conseguir empregos. Esta é a forma menos ofensiva de discriminação e afeta a maioria desses 100 mil cristãos. A versão mais bruta inclui extorsão, roubo, expulsão, sequestro e até assassinato.
Margot Kässmann, que é bispo e foi chefe da Igreja Protestante na Alemanha antes de deixar o cargo em 24 de fevereiro, acredita que os cristãos são “o grupo religioso mais perseguido globalmente”. As 22 igrejas regionais alemãs proclamaram este domingo como o primeiro dia de homenagem aos cristãos perseguidos. Kässmann disse que queria mostrar solidariedade para com outros cristãos que “têm grande dificuldade de viver de acordo com sua crença em países como a Indonésia, Índia, Iraque ou Turquia”.
Há exemplos contrários, é claro. No Líbano e na Síria, os cristãos não são discriminados, e, na verdade, desempenham um papel importante na política e na sociedade. Além disso, a perseguição contra os cristãos não é de forma alguma um domínio exclusivo dos fanáticos muçulmanos – os cristãos também são presos, agredidos e assassinados em países como o Laos, Vietnã, China e Eritreia.
“Lento genocídio” contra os cristãos
A Open Doors edita um “índice de perseguição” global. A Coreia do Norte, onde dezenas de milhares de cristãos estão presos em campos de trabalho forçado, esteve no topo da lista por muitos anos. Ela é seguida pelo Irã, Arábia Saudita, Somália, Maldivas e Afeganistão. Entre os dez primeiros países da lista, oito são islâmicos, e quase todos têm o Islã como sua religião oficial.
Beawiharta/Reuters
A perseguição sistemática de cristãos no século 20 – por comunistas na União Soviética e na China, mas também pelos nazistas – custou muito mais vidas do que qualquer outra coisa que tenha acontecido até o momento no século 21. Agora, entretanto, não são apenas os regimes totalitários que perseguem os cristãos, mas também moradores de Estados islâmicos, fundamentalistas fanáticos, e seitas religiosas – e com frequência simples cidadãos considerados fiéis.
Foi-se a era da tolerância, em que os cristãos, chamados de “Povo do Livro”, desfrutavam de um alto grau de liberdade religiosa sob a proteção de sultões muçulmanos, enquanto a Europa medieval bania judeus e muçulmanos do continente ou até mesmo os queimava vivos. Também se foi o apogeu do secularismo árabe pós 2ª Guerra Mundial, quando árabes cristãos avançaram nas hierarquias políticas.
À medida que o Islã político ficou mais forte, a agressão por parte de devotos deixou de se concentrar apenas nos regimes políticos corruptos locais, mas também e cada vez mais contra a influência ostensivamente corrupta dos cristãos ocidentais, motivo pelo qual as minorias cristãs foram consideradas responsáveis. Uma nova tendência começou, desta vez com os cristãos como vítimas.
No Iraque, por exemplo, grupos terroristas sunitas perseguem especialmente pessoas de outras religiões. O último censo do Iraque em 1987 mostrou que havia 1,4 milhão de cristãos vivendo no país. No começo da invasão norte-americana em 2003, eles eram 550 mil, e atualmente o número está está pouco abaixo dos 400 mil. Os especialistas falam num “lento genocídio”.
“As pessoas estão morrendo de medo”
A situação na região da cidade de Mosul, no norte do Iraque, é especialmente dramática. A cidade de Alqosh fica no alto das montanhas sobre Mosul, a segunda maior cidade iraquiana. Bassam Bashir, 41, pode ver sua antiga cidade natal quando olha pela janela. Mosul fica a apenas 40 quilômetros dali, mas é inacessível. A cidade é mais perigosa que Bagdá, especialmente para homens como Bassam Bashir, um católico caldeu, professor e fugitivo dentro de seu próprio país.
Desde o dia em que a milícia sequestrou seu pai de sua loja, em agosto de 2008, Bashir passou a temer por sua vida e pela vida de sua família. A polícia encontrou o corpo de seu pai dois dias depois no bairro de Sinaa, no rio Tigre, perfurado por balas. Não houve nenhum pedido de resgate. O pai de Bashir morreu pelo simples motivo de ser cristão.
E ninguém afirma ter visto nada. “É claro que alguém viu alguma coisa”, diz Bashir. “Mas as pessoas em Mosul estão morrendo de medo.”
Uma semana depois, integrantes da milícia cortaram a garganta do irmão de Bashir, Tarik, como num sacrifício de ovelhas. “Eu mesmo enterrei meu irmão”, explica Bashir. Junto com sua mulher Nafa e suas duas filhas, ele fugiu para Alqosh no mesmo dia. A cidade está está cercada por vinhedos e uma milícia cristã armada vigia a entrada.
Aprovação tácita do Estado
Os familiares de Bashir não foram os únicos a se mudar para Alqosh à medida que a série de assassinatos continuou em Mosul. Dezesseis cristãos foram mortos na semana seguinte, e bombas explodiram em frente às igrejas. Homens que passavam de carro gritaram para os cristãos que eles podiam escolher – ou saíam de Mosul ou se convertiam ao Islã. Das 1.500 famílias cristãs da cidade, apenas 50 ficaram. Bassam Bashir diz que não voltará antes de lamentar a morte de seu pai e seu irmão em paz. Outros que perderam totalmente a esperança fugiram para países vizinhos como a Jordânia e muitos mais foram para a Síria.
Em muitos países islâmicos, os cristãos são perseguidos menos brutalmente do que no Iraque, mas não menos efetivamente. Em muitos casos, a perseguição têm a aprovação tácita do governo. Na Argélia, por exemplo, ela tomou a forma de notícias de jornal sobre um padre que tentou converter muçulmanos ou insultou o profeta Maomé – e que divulgaram o endereço do padre, numa clara convocação para a população fazer justiça com as próprias mãos. Ou um canal de televisão pública pode veicular programas com títulos como “Nas Garras da Ignorância”, que descreve os cristãos como satanistas que convertem muçulmanos com o auxílio de drogas. Isso aconteceu no Uzbequistão, que está no décimo lugar do “índice de perseguição” da Open Doors.
A blasfêmia também é outra justificativa frequentemente usada. Insultar os valores fundamentais do Islã é uma ofensa passível de punição em muitos países islâmicos. A justificativa é com frequência usada contra a oposição, quer sejam jornalistas, dissidentes ou cristãos. Imran Masih, por exemplo, cristão dono de uma loja em Faisalabad, no Paquistão, foi condenado à prisão perpétua em 11 de janeiro, de acordo com as seções 195A e B do código penal do Paquistão, que tratam do crime de ofender sentimentos religiosos ao dessacralizar o Alcorão. Um outro dono de loja o acusou de queimar páginas do Alcorão. Masih diz que ele queimou apenas documentos antigos da loja.
 
É um caso típico para o Paquistão, onde a lei contra a blasfêmia parece convidar ao abuso – é uma forma fácil para qualquer um se livrar de um inimigo. No ano passado, 125 cristãos foram acusados de blasfêmia no Paquistão. Dezenas dos que já foram sentenciados estão agora esperando sua execução.

“Não nos sentimos seguros aqui” A perseguição tolerada pelo governo acontece até mesmo na Turquia, o país mais secular e moderno do mundo muçulmano, onde cerca de 110 mil cristãos representam menos de um quarto de 1% da população – mas são discriminados assim mesmo. A perseguição não é tão aberta ou brutal quanto no vizinho Iraque, mas as consequências são semelhantes. Os cristãos na Turquia, que estavam bem acima dos 2 milhões no século 19, estão lutando para continuar a existir.
É o que acontece no sudeste do país, por exemplo, em Tur Abdin, cujo nome significa “montanha dos servos de Deus”. É uma região montanhosa cheia de campos, picos e vários mosteiros de séculos de existência. O local abriga os assírios sírios ortodoxos, ou arameus, como denominam a si mesmos, membros de um dos grupos cristãos mais antigos do mundo. De acordo com a lenda, foram os três reis magos que levaram o sistema de crenças cristão de Belém para lá. Os habitantes de Tur Abdin ainda falam aramaico, a língua usada por Jesus de Nazaré.
O mundo sabe bem mais sobre o genocídio cometido contra os armênios pelas tropas otomanas em 1915 e 1916, mas dezenas de milhares de assírios também foram assassinados durante a 1ª Guerra Mundial. Estima-se que cerca de 500 mil assírios viviam em Tur Abdin no começo do século 20. Hoje há apenas 3 mil. Um tribunal distrital turco ameaçou, no ano passado, tomar posse do centro espiritual assírio, o mosteiro Mor Gabriel de 1.600 anos de idade, porque acreditava-se que os monges haviam adquirido terras de forma ilegal. Três vilarejos muçulmanos vizinhos reclamaram que sentiam-se discriminados por causa do mosteiro, que abriga quatro monges, 14 freiras e 40 estudantes atrás de seus muros.
“Mesmo que não queira admitir, a Turquia tem um problema com pessoas de outras religiões”, diz Ishok Demir, um jovem suíço de ascendência aramaica, que vive com seus pais perto de Mor Gabriel. “Nós não nos sentimos seguros aqui.”
Mais que qualquer coisa, isso tem a ver com o lugar permanente que os armênios, assírios, gregos, católicos e protestantes têm nas teorias de conspiração nacionalistas do país. Esses grupos sempre foram vistos como traidores, descrentes, espiões e pessoas que insultam a nação turca. De acordo com uma pesquisa feita pelo Centro de Pesquisa Pew, sediado nos EUA, 46% dos turcos veem o cristianismo como uma religião violenta. Num estudo turco mais recente, 42% dos entrevistados disseram que não aceitariam cristãos como vizinhos.
Os repetidos assassinatos de cristãos, portanto, não são uma surpresa. Em 2006, por exemplo, um padre católico foi assassinado em Trabzon, na costa do Mar Negro. Em 2007, três missionários cristãos foram assassinados em Malatya, uma cidade no leste da Turquia. Os responsáveis pelo crime eram nacionalistas radicais, cuja ideologia era uma mistura de patriotismo exagerado, racismo e Islã.
Convertidos correm grande risco
Os muçulmanos que se converteram ao cristianismo, entretanto, enfrentam um perigo ainda maior do que os próprios cristãos tradicionais. A apostasia, ou a renúncia ao Islã, é castigada com a morte de acordo com a lei islâmica – e a pena de morte ainda se aplica no Irã, Iêmen, Afeganistão, Somália, Mauritânia, Paquistão, Qatar e Arábia Saudita.
Até no Egito, um país secular, os convertidos atraem a cólera do governo. O ministro da religião defendeu a legalidade da pena de morte para os convertidos – embora o Egito não tenha uma lei como esta – com o argumento de que a renúncia ao Islã é alta traição. Esses sentimentos fizeram com que Mohammed Hegazy, 27, convertido para a Igreja Cóptica Ortodoxa, passasse a se esconder há dois anos. Ele foi o primeiro convertido no Egito a tentar fazer com que sua religião nova aparecesse oficialmente em sua carteira de identidade expedida pelo governo. Quando seu pedido foi recusado, ele tornou o caso público. Inúmeros clérigos pediram a sua morte em resposta.
Os cópticos são a maior comunidade cristã do mundo árabe, e cerca de 8 milhões de egípcios pertencem à Igreja Cóptica. Eles são proibidos de ocupar altas posições no governo, no serviço diplomático e militar, assim como de desfrutar de vários benefícios estatais. As universidades têm cotas para alunos cópticos consideradas menores do que a porcentagem que eles representam na população.
Não é permitido construir novas igrejas, e as antigas estão caindo aos pedaços por causa da falta de dinheiro e de permissão para reforma. Quando as meninas são sequestradas e convertidas à força, a polícia não intervém. Milhares de porcos também foram mortos sob o pretexto de combater a gripe suína. Naturalmente, todos os porcos pertenciam a cristãos.
O vírus cristão Seis cópticos foram massacrados em 6 de janeiro – quando os cópticos celebram a noite de Natal – em Nag Hammadi, uma pequena cidade 80 quilômetros ao norte do Vale dos Reis. Previsivelmente, o porta-voz da Assembleia do Povo, a câmara baixa do parlamento egípcio, chamou isso de “um ato criminoso isolado”. Quando acrescentou que os responsáveis queriam se vingar do estupro de uma jovem muçulmana por parte um cóptico, isso quase pareceu uma desculpa. O governo parece pronto a reconhecer o crime no Egito, mas não por tensão religiosa. Sempre que conflitos entre grupos religiosos acontecem, o governo encontra causas seculares por trás deles, como disputas por terras, vingança por algum crime ou disputas pessoais.
Nag Hammadi, com 30 mil moradores, é uma poeirenta cidade comercial no Nilo. Mesmo antes dos assassinatos, era um lugar onde os cristãos e os muçulmanos desconfiavam uns dos outros. Os dois grupos trabalham juntos e moram próximos, mas vivem, casam-se e morrem separadamente. A superstição é generalizada e os muçulmanos, por exemplo, temem pegar o “vírus cristão” ao comer junto com um cóptico. Não surpreende que esses assassinatos tenham acontecido em Nag Hammadi, nem que depois deles tenham se seguido os piores atos de violência religiosa em anos. Lojas cristãs e casas muçulmanas foram incendiadas, e 28 cristãos e 14 muçulmanos foram presos.
Nag Hammadi agora está cercada, com seguranças armados em uniformes negros guardando as estradas para entrar e sair da cidade. Eles certificam-se de que nenhum morador deixe a cidade e nenhum jornalista entre nela.
Três suspeitos foram presos desde então. Todos eles têm fichas criminais. Um admitiu o crime, mas depois negou, dizendo que havia sido coagido pelo serviço de inteligência. O governo parece querer que o assunto desapareça o mais rápido possível. Os supostos assassinos provavelmente serão libertados assim que o furor passar.
Mais direitos para os cristãos?
Mas
Uma das contradições do mundo islâmico é que a maior esperança para os cristãos parece surgir exatamente do campo do Islã político. Na Turquia, foi Recep Tayyip Erdogan, um ex-islamita e agora primeiro-ministro do país, que prometeu mais direitos aos poucos cristãos remanescentes no país. Ele aponta para a história do Império Otomano, no qual os cristãos e judeus tiveram de pagar um imposto especial por muito tempo, mas em troca, tinham a garantia de liberdade de religião e viviam como cidadãos respeitados.
Uma atitude mais relaxada em relação as minorias certamente representaria um progresso para a Turquia.
Tradução: Eloise De Vylder

Até que ponto vai a supervisão dos pastores?


No Novo Testamento, homens com qualificações especiais reveladas pelo Senhor (veja 1 Timóteo 3:1-7; Tito 1:5-9) foram selecionados para supervisionar e cuidar dos seus irmãos. Estes homens foram chamados presbíteros ou bispos, e sua função era pastorear o rebanho de Deus (Atos 20:17,28; 1 Pedro 5:1-3). Pelo seu exemplo e ensinamento, eles eram encarregados da responsabilidade de guiar o rebanho no serviço do Senhor (Hebreus 13:7,17).
Tais homens eram selecionados nas igrejas locais (Atos 14:23; Filipenses 1:1). Observe que nunca lemos no Novo Testamento sobre um só homem pastoreando uma igreja; havia sempre mais de um (Atos 20:17; Filipenses 1:1). O propósito de Deus não era dar alguma posição de poder a algum homem, mas colocar bons homens na posição de olhar por seus irmãos.
Esses homens tinham que supervisionar o rebanho onde estavam (1 Pedro 5:2). Não há a mais leve sugestão de bispos nas igrejas primitivas tentando supervisionar ou comandar o trabalho de outras igrejas. Tais termos como igrejas matrizes, igrejas filiais, igrejas patroci-nadoras e igrejas de missões são invenções humanas sem qualquer base bíblica. Quando pastores de uma igreja procuram supervisionar seus irmãos de outras congregações, eles estão indo além das instruções do Senhor. Ninguém, especial-mente aqueles que guiam o povo de Deus, deve exceder o que Deus determinou (1 Coríntios 4:6; Colossenses 3:17).
Isto não significa que um bispo de uma igreja local não possa ensinar irmãos em outros lugares. Pedro serviu como presbítero no tempo em que ele escreveu sua primeira carta (1 Pedro 5:1). Presbíteros, como qualquer outro cristão, podem ensinar qual-quer um, em qualquer lugar, a qualquer tempo. Mas os bispos não têm direito de pastorear mais do que o rebanho local no qual servem.
Hoje em dia, os sistemas de organização em muitas denominações são invenções humanas não autorizadas por Deus. Deus não ordenou hierarquias poderosas, direção centralizada ou bispos regionais. Ele autorizou grupos de homens qualificados a pastorear as congregações locais. Que possamos ter confiança no Senhor e seguir seu plano.
 
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A edificação da igreja do Senhor



Construam, lembrando-se dos erros do passado





Uma das tragédias da História da igreja é o desenvolvimento do conceito de "igreja histórica", com todas as suas implicações de hierarquização, centralização e religião institucionalizada. A cristandade não foi mais a mesma desde o momento em que os homens se afastaram da estrutura organizacional simples das igrejas do Novo Testamento. Os historiadores da igreja traçam uma lenta e gradual mudança. O padrão, na época dos apóstolos, pediu igrejas autônomas, cada uma das quais era supervisionada por um grupo de presbíteros ou bispos (se houvesse homens maduros, que fossem qualificados para servir -- Atos 14:23; 20:17,28; Filipenses 1:1; 1 Pedro 5:1-14; Tito 1:5-9). Nos anos logo após a era apostólica, contudo, o ofício de bispo foi logo desempenhado por apenas um homem na igreja local, e este único bispo monárquico presidia sobre um grupo de presbíteros. Conforme os séculos passaram, uma hierarquia começou a se cristalizar. Metropolitanos (bispos de uma cidade) foram distinguidos dos bispos menos proeminentes do interior. Ainda mais tarde, patriarcas nas igrejas mais proeminentes -- em Roma, Constantinopla, Antioquia, Alexandria e Jerusalém -- exerciam considerável influência sobre os bispos metropolitanos.

Foi uma questão de tempo antes que um eclesiástico expandisse o domínio do seu bispado à condição de jurisdição "universal". No fim do sexto século, uma grande controvérsia se levantou quando João o Jejuador, em Constantinopla, reivindicou o título de "bispo universal". Seu rival, Gregório o Grande, de Roma, recusou a usar o título, mesmo se o seu predecessor, Pelágio II, o tivesse usado. Provavelmente, esta recusa tenha sido dirigida nem tanto contra o título em si, quanto era um protesto contra o portador dele (João), e procedia provavelmente mais de ciúme de um rival em Constantinopla do que de uma sincera humildade (Schaff, History, III:329).  Em vez disso, diz-se que Gergório I foi o primeiro a usar o humilde e orgulhoso título de "servo de servos de Deus". Ainda mais, os sucessores de Gregório em Roma não esperaram muito para chamar a si mesmo bispos universais.

O conceito de "bispo universal", por direito, pertence somente a Cristo (1 Pedro 2:25). A hierarquia que agora está centralizada na Cidade do Vaticano é totalmente estranha ao Novo Testamento. O apóstolo Paulo dirigiu-se assim à igreja em Filipos: "a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos" (Filipenses 1:1).  É interessante notar que a igreja desta cidade da Macedônia tinha uma pluralidade de supervisores (ou "bispos", episkopois). Neste ponto, Max Zerwick, que foi um estimado "padre" na Igreja Católica Romana, escreve: "Plural, indicando que nenhuma distinção ainda tinha sido feita entre episkopos e presbuteros (An Analysis of the Greek New Testament, pág. 592). O autor está admitindo que, ao tempo em que Paulo estava escrevendo, ainda não havia uma distinção entre "bispo" e "presbítero". Esta é uma confissão significativa!

Quando estive em Roma, em setembro de 1985, comprei um livro por Fabrizio Mancinelli, intitulado Catacumbas e Basílicas: Os Cristãos Primitivos em Roma. Esse livro foi publicado em colaboração com a Pontificia Comissão de Arqueologia Sagrada e os Museus Vaticanos. Discutindo os primeiros séculos da igreja em Roma, o autor afirma:

"O constante crescimento da comunidade forçou seus dirigentes a adotar formas mais racionais de organização, um passo para acompanhar o espírito romano, especialmente durante o período quando todo o mundo civilizado era governado da cidade e a Igreja foi logo dividido em grupos, talvez segundo o modelo da enorme colônia judia que já existia em Roma" (pág. 4).

"Os crentes se reuniam em seus lares, para a execução dos ritos eucarísticos, para receber instrução religiosa e para ajudar aos necessitados. Durante o terceiro século, um certo número destes lares ricos tornou-se centros estabelecidos de cristianismo, muito parecidos com as modernas paróquias de hoje. No quarto século, havia vinte e cinco deles. Cada um destes 'tituli', como eram chamados, levava o nome do proprietário" (pág. 6).

"Os primeiros começos da organização eclesiástica datam desde o tempo do Papa Fabiano (236-250). Ele dividiu a cidade em sete distritos e incumbiu sete diáconos da supervisão das atividades culturais, instrutivas e caritativas que aconteciam nas 'tituli' de cada um" (pág. 7).

Muitos assuntos ficam claros com estas afirmações, ainda que não tivessem sido escritas num contexto de autoridade bíblica. Primeiro, podemos questionar se as novas formas de organização eram "mais racionais" (podemos melhorar a sabedoria de Deus?), mas não pode haver dúvida de que os chefes da igreja nos dias pós-apostólicos acreditassem que elas eram mais racionais. Segundo, a motivação que tinha levado a tais modificações não era a autoridade bíblica, mas o padrão do governo romano e talvez da "colônia judia que já existia em Roma".

Um comentário final: quando os escritos atuais argumentam pelo presbitério "para toda a cidade", que supervisiona uma pluralidade de igrejas em uma cidade, não somente eles apelam por algo que não está nas Escrituras, mas apelam para o mesmo tipo de desenvolvimento que resultou na hierarquia romana católica. Essas tendências são claros afastamentos da fé.

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Pastores Aprovados por Deus

 
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Há pastores na maioria das igrejas. Muitas pessoas almejam o cargo de pastor. Biblicamente, a função dos pastores é cuidar do rebanho (igreja) de Deus (veja 1 Pedro 5:1-2; Atos 20:28). Como servos de Deus, os verdadeiros pastores mostrarão a sua preocupação com a vontade do Senhor, fazendo e ensinando o que ele diz.
Nosso estudo de pastores, necessariamente, se baseia na Bíblia. Antes de entrar no estudo, quero explicar meus motivos. Estou escrevendo este artigo para ajudar pessoas honestas a servirem ao Senhor. Conforme o padrão bíblico, eu faço parte de uma congregação local, onde sirvo ao Senhor junto com outras pessoas. Não mantemos nenhum tipo de laço com nenhuma denominação. A nossa responsabilidade é de fazer a vontade de Deus, e aceitamos a Bíblia como a única fonte de informações sobre a vontade dele. Eu não tenho nenhum motivo para defender nem atacar qualquer pessoa ou organização religiosa. Meu propósito é bem simples: servir a Deus e ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.
Sem dúvida, este artigo não agradará a todos. Da mesma maneira que o ensinamento de Jesus desafiou os líderes religiosos de sua época, a palavra dele exige mudanças radicais por parte dos líderes de muitas igrejas hoje. Não podemos forçar ninguém a mudar, mas podemos e devemos avisar sobre o perigo de seguir a sabedoria humana (leia Provérbios 14:12; Isaías 55:6-9; Jeremias 10:23; Ezequiel 3:18-21). Eu sei, de antemão, que este estudo vai contrariar os ensinamentos e as práticas de muitos pastores e de muitas igrejas. Mas, eu não posso servir a Deus e agradar a todos os homens (Gálatas 1:10). Apresento este artigo depois de anos de estudo e oração, com o único propósito de divulgar e defender a palavra pura do Deus santo. Peço que você aborde o assunto com mansidão e o desejo de aprender a aplicar a palavra do Senhor. "Portanto, despojando_vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma. Tornai_vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando_vos a vós mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha_se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem_aventurado no que realizar" (Tiago 1:21-25).
Pastores/anciãos no Velho Testamento

Sabemos que o Novo Testamento, o evangelho de Cristo, fornece o padrão para a igreja de hoje (veja João 12:48-50; Hebreus 8:6-13; 2 João 9; Colossenses 3:17). Mas o Antigo Testamento contém exemplos instrutivos que ajudam para entender a vontade de Deus (1 Coríntios 10:1-13; Romanos 15:4). No Velho Testamento, encontramos líderes entre o povo de Israel chamados, às vezes, anciãos (o sentido da palavra presbítero no Novo Testamento). Os anciãos das cidades israelitas resolveram problemas que surgiram entre as pessoas (Deuteronômio 21:2,19; 22:15-17; Rute 4:1-11). Quando não conduziram o povo no caminho de Deus, ele cobrou: "O Senhor entra em juízo contra os anciãos do seu povo e contra os seus príncipes. Vós sois os que consumistes esta vinha; o que roubastes do pobre está em vossa casa. Que há convosco que esmagais o meu povo e moeis a face dos pobres? —diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos" (Isaías 3:14-15). Deus condenou os pastores gananciosos que não compreenderam a vontade dele e conduziram o povo ao pecado (Isaías 56:9-12). Jeremias transmitiu as palavras do Senhor sobre pastores maus: "Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscaram ao Senhor; por isso, não prosperaram, e todos os seus rebanhos se acham dispersos" (Jeremias 10:21). "Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! —diz o Senhor. Portanto, assim diz o Senhor, o Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes; mas eu cuidarei em vos castigar a maldade das vossas ações, diz o Senhor" (Jeremias 23:1-2).
Pastores nas igrejas do Novo Testamento

No Novo Testamento, encontramos muitas referências aos pastores/presbíteros/ bispos. Descobrimos em Atos 20:17 e 28 que esses três termos se referem aos mesmos homens (veja, também, 1 Pedro 5:1-2, onde os presbíteros pastoreiam). Não temos nenhuma base bíblica para usar o termo "bispo" para descrever um cargo, "pastor" para outro e "presbítero" para ainda outro. Pastores, bispos e presbíteros são os mesmos servos. Lendo o livro de Atos, achamos vários versículos que mencionam presbíteros: na Judéia (11:30); em cada igreja na Ásia Menor (14:23); em Jerusalém (15:2,4,6,22,23; 16:4); da igreja em Éfeso (20:17,28) e, mais uma vez, em Jerusalém (21:18). As epístolas, também, se referem aos homens que pastoreavam as igrejas: "pastores e mestres" (Efésios 4:11); "bispos" em Filipos (Filipenses 1:1); "o presbitério" (1 Timóteo 4:14); "presbíteros que há entre vós" (1 Pedro 5:1; aqui aprendemos que Pedro era presbítero, um dos dois apóstolos assim identificados—veja 2 João 1 e 3 João 1).
O trabalho dos presbíteros inclui várias funções importantes: pastorear (Atos 20:28; 1 Pedro 5:2); ensinar (Efésios 4:11-16; Tito 1:9); ser modelos (1 Pedro 5:3); presidir (1 Timóteo 5:17); vigiar (Atos 20:31); velar por almas (Hebreus 13:17); guiar (Hebreus 13:17); cuidar/governar (1 Timóteo 3:5); ser despenseiro de Deus (Tito 1:7); exortar (Tito 1:9); calar os enganadores (Tito 1:9-11); etc.
Observamos em todos os exemplos bíblicos que as igrejas que tinham presbíteros sempre tinham mais de um. Seja em Jerusalém, Éfeso, Filipos ou outro lugar, sempre fala dos presbíteros no plural. A prática comum nas igrejas de hoje, de ter um só pastor numa congregação, não tem nenhum fundamento bíblico.
As qualificações bíblicas de pastores/presbíteros/bispos

Paulo cita as qualificações dos bispos/presbíteros em duas cartas (1 Timóteo 3:1-7; Tito 1:5-9). A linguagem dele deixa bem claro que ele não está dando meras sugestões, e sim requerimentos. Em 1 Timóteo 3:2 ele diz: "É necessário, portanto, que o bispo seja...." Tito 1:7 diz: "Porque é indispensável que o bispo seja...." Antes de examinar as qualificações em si, vamos entender bem esse ponto. Os requerimentos que encontramos nesses dois trechos são qualidades que o Espírito Santo revelou, através de Paulo, como exigências. Para servir como presbítero, um homem precisa de todas essas qualidades. Ninguém tem direito de apagar nenhum "i" ou "til" do que Deus falou aqui.
Agora, vamos ler o que o Espírito falou nessas duas listas paralelas (bem semelhantes, mas não exatamente iguais).
"Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo" (1 Timóteo 3:1-7).
"Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem" (Tito 1:5-9).
Leia esses trechos com bastante atenção. Os pastores na sua igreja têm todas essas qualificações? São homens? Casados? Pais de famílias? Com filhos crentes? Conhecedores da palavra? Hospitaleiros? Respeitados por todos? Irrepreensíveis? Professores capazes? Amigos do bem? Têm todas as outras qualidades citadas aqui? Homens com todas essas qualificações são uma grande bênção ao povo de Deus, e serão extremamente úteis nas igrejas locais onde servem como presbíteros. Mas, pessoas que não têm essas qualificações não são autorizadas por Deus a serem pastores. A igreja que escolhe pessoas não-qualificadas como bispos está desrespeitando a palavra de Deus. Pessoas não-qualificadas que aceitam o cargo de pastor estão agindo contra o Supremo Pastor. Presbíteros não-qualificados que continuam nesse papel estão violando a palavra de Deus.
É notável que essas passagens não falam nada sobre escolaridade, cursos superiores, cursos de teologia, diplomas, certificados de seminários, etc. Muitas igrejas têm colocado tais coisas como seus próprios requerimentos, deixando de lado as exigências de Deus.
Desafios atuais

Não é possível, num pequeno artigo como este, elaborar um estudo completo sobre pastores. O propósito deste artigo é desafiar cada leitor a estudar mais, procurando entender bem o que Deus revelou sobre liderança na igreja. Mas, não é o bastante ouvir a palavra. Tem que praticá-la (Tiago 1:22-25). Se você, ou a igreja onde você congrega, esteja agindo de forma errada, há uma solução só: arrepender-se e começar a obedecer ao Senhor. Pastores não-qualificados devem renunciar ou serem removidos do cargo, para não trazer a ira de Deus sobre a igreja. E se sua igreja insiste em manter pastor(es) não aprovado(s) de Deus, você terá que escolher entre Deus e os homens (Mateus 15:9; Josué 24:15). Tal igreja está desordenada (Tito 1:5) e não procede como deve (1 Timóteo 3:15). Igrejas que ainda não têm presbíteros devem encorajar todos os homens a se desenvolverem espiritualmente para serem qualificados, se possível, no futuro.
É bem provável que alguns leitores, especialmente os que fazem parte da liderança de algumas denominações, não gostarão deste artigo. Não aceite nada que vem de mim ou de qualquer outro homem; mas não rejeite nada que vem de Deus. "Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo" (Gálatas 1:10).


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Qual a diferença entre pastor, bispo e presbítero?

 
No Novo Testamento, as palavras pastor, bispo e presbítero descrevem os mesmos homens (Atos 20:17,28; 1 Pedro 5:1-3; Tito 1:5-7). Eles servem em congregações locais, cuidando do rebanho de Deus.
As várias palavras identificam os mesmos servos, mas cada palavra tem seu próprio significado. Essas variações de sentido ajudam para mostrar aspectos diferentes do trabalho dos homens que cuidam de uma congregação.
 
Pastor é uma palavra comum na Bíblia. Freqüentemente se refere aos pastores de ovelhas, pessoas responsáveis pelos rebanhos. Tais homens protegiam, guiavam e alimentavam as ovelhas. O Espírito Santo usou esta palavra várias vezes no Antigo Testamento num sentido figurativo, descrevendo guias espirituais. Deus é chamado de Pastor desde a época dos patriarcas (veja Gênesis 49:24-25). Salmo 23 descreve o Senhor como pastor do seu servo fiel. O autor, um pastor de ovelhas na sua juventude, descreve o carinho e a proteção de Deus para com seus seguidores. Moisés descreveu o homem escolhido para guiar o povo como pastor (Números 27:17). Infelizmente, nem todos os pastores são bons. Deus condenou fortemente os pastores egoístas que devoravam o rebanho de Israel (Ezequiel 34:1-10). No Novo Testamento, homens qualificados devem pastorear o rebanho, a congregação do Senhor (1 Timóteo 3:1-7; Atos 20:28-35; 1 Pedro 5:1-3).
 
Bispo vem da palavra grega episkopos, que quer dizer supervisor ou superintendente. Em 1 Pedro 2:25, se refere ao Senhor. Várias outras passagens usam essa palavra para descrever a responsabilidade de homens escolhidos para guiar os discípulos de Cristo no seu trabalho na igreja (veja Atos 20:28; Filipenses 1:1; 1 Timóteo 3:2; Tito 1:7).
 
Presbítero (ancião em algumas versões da Bíblia) descreve alguém de idade mais avançada. A palavra é usada na Bíblia para identificar alguns dos líderes entre os judeus. No livro de Atos e nas epístolas, os homens que pastoreavam e supervisionavam as igrejas locais foram freqüentemente chamados de presbíteros (veja Atos 11:30; 14:23; 15:2,4,6,22,23; 16:4; 20:17; 21:18; 1 Timóteo 5:17,19; Tito 1:5; Tiago 5:14; 1 Pedro 5:1; 2 João 1; 3 João 1). São homens de idade suficiente que tenham filhos crentes. Necessariamente são alguns dos mais maduros dos cristãos na congregação. Usam seu conhecimento e experiência para servir como modelos e ensinar o povo de Deus.
Pastores, bispos e presbíteros não são três ofícios diferentes, e sim três palavras que descrevem aspectos diferentes dos mesmos homens. Igrejas que procuram manter distinções entre pastores, bispos e presbíteros não somente fogem do padrão bíblico como também perdem a riqueza das palavras que o Espírito Santo usou para descrever os guias do povo de Deus.

VERGONHA - Liminar derruba reunião da CGADB de análise de exclusão de Samuel Câmara

Uma liminar expedida no dia 25 de dezembro, pela juíza de Direito Plantonista, Ana Maria de Oliveira Diógenes, do Juízo de Direito da Central de Plantão Cível do Amazonas, com carta precatória ao Rio de Janeiro, cancela a reunião marcada para 4 de janeiro, na sede da CGADB no Rio, com o objetivo de excluir pastor Samuel Câmara da CGADB. Com sua exclusão, sua candidatura à presidência da CGADB, a realizar-se em abril, seria, obviamente, cancelada. Pastores Samuel Câmara e José Wellington, candidato à reeleição, são os principais concorrentes.

Crise dos 100 anos nas Assembleias de Deus: Dois líderes e uma verdadeira batalha rumo a Brasília
Na reunião, a mesa diretora deveria analisar processo de exclusão, a partir do parecer do Conselho de Ética e Disciplina da CGADB. Os argumentos para tal estariam na acusação de manifestação do pastor Samuel Câmara, com incitação a atos não condizentes com a postura cristã, descrita na liminar como “em função de haverem os autores supostamente praticado desordem na Convenção da CGADB, realizada no dia 7 de junho do corrente ano, na cidade de Maceió (AL)”.
A liminar foi proposta pelos pastores Samuel Câmara (Belém-PA); Jonatas Câmara (Manaus-AM); Sostenes Apollo da Silva (Brasília); e Ivan Pereira Bastos, do Espírito Santo. Os autores alegam cerceamento à defesa, conforme preconizam os artigos do Regimento Interno da CGADB (artigos 131-135 e 140), que tratam das oitivas de testemunhas e da notificação.
Também alegam escassez de prazo e requereram que o processo volte a ser analisado somente após o pleito de abril, o que foi deferido pela juíza. Ponderou-se ainda a questão de interesse eleitoral e que, no caso da ausência do nome de Samuel Câmara, o pleito ficaria prejudicado em função do grande número de membros da CGADB que votaria em seu nome.
Com a liminar de suspensão do processo de disciplina, os pastores-candidatos ameaçados de desligamento Samuel Câmara, Ivan Pereira Bastos, Sóstenes Apolos da Silva e Jonatas Câmara, citados pelo Conselho de Ética e Disciplina para se apresentarem diante da mesa diretora e responderem por quebra de decoro, durante a realização da AGE Maceió,  da CGADB, podem concorrer em abril.
Inscritos
Ao menos 27 mil pastores baixaram boletos para pagamento de inscrição à Convenção Geral das Assembleias de Deus, a realizar-se em Brasília, de 8 a 12 de abril, no Ginásio Nilson Nelson. Mas, desse total, até o final de semana, somente 22 mil boletos haviam sido pagos.
Dentre todos os 5 mil pendentes, é possível que sejam confirmadas pelos bancos mais inscrições e, então, número, já recorde, poderá chegar a 24 mil, mais ou menos.
Alguns fatos interessantes decorrem desse número. O primeiro é que o local tem capacidade para somente 20 mil – e também deverá ser o número máximo de presentes. A média de desistência deve chegar a 30%. Neste caso, o número, a considerar os 22 mil. Chegaria a 16 mil. Por outro lado, a maioria deverá viajar a Brasília somente para votar no dia 11.
A segunda questão, diz respeito ao número de cada candidato. Conforme informações do próprio pastor Samuel Câmara, desses 22 mil, os inscritos ligados a grupos de apoio a ele correspondem a 13 mil, portanto mais de 50%. Soma-se a este número, os dissidentes e correligionários do pastor José Wellington. O inverso não é impossível de ocorrer, mas tudo dependerá de como os dois candidatos conduzirão suas campanhas e quem e quais serão seus aliados.
Votação
Ao contrário dos anos anteriores, a votação não será por urnas eletrônicas, mas manualmente, à moda antiga. O STE não liberou as 140 urnas solicitadas pela CGADB, em função de uniformização dos programas (chips) usados pelas urnas.
Como os mesmos são de várias épocas e adquiridos de diferentes fornecedores, o STE recolheu todas as urnas para que passem por um upgrade e a usar um único sistema. Por isso, as urnas não foram cedidas.
Por convenções
Outra possível mudança que levanta questionamentos e promete polêmica, diz respeito à definição do sistema de votação por convenções e não por ordem de nomes, como até então.
Para muitos, essa seria uma forma de o pastor José Wellington pressionar as convenções e seu pastores-membros, compromissados com ele a não mudarem de posição, pois, com a votação por convenção regional daria para se ter ideia, ainda que remota, de alteração de compromisso, que envolve também investimentos.
 
FONTE .FRONTEIRA FINAL


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LIBERTOS DOS ENGANOS DO ESPIRITISMO

 CÁSSIO COLOMBO, ANTES DE SE TORNAR O FAMOSO PASTOR "TIO" CÁSSIO, FOI EMPRESÁRIO FALIDO QUE TENTOU TODAS AS LINHAS DO ESPIRITISMO, SENDO FINALMENTE LIBERTO DOS "ESPÍRITOS" E CURADO DE DEPRESSÃO POR JESUS

(Esta matéria foi preparada por mim em 1989, por solicitação dos missionários Nornam e Judy Andersen, para ser usada como um dos capítulos do livro Como Posso Ser Feliz?, publicado pelo Instituto por Correspondência Internacional, de Campinas, São Paulo, SP)


– Se eu não morrer de enfarto,vou meter uma bala na cabeça – disse eu para mim mesmo. A falência da minha fábrica era iminente.
– Noeli, nossa situação é muito grave – eu disse para a minha esposa, que não sabia da nossa real situação.
– Por quê? – ela perguntou, espantada.
– Estamos perdendo dinheiro, propriedades e não há meios de controlar a torrente de prejuízos. Não vou aquentar ter de encarar nossos credores e receber uma acusação de fracasso. Fatalmente, temos de decretar nossa falência. Estou arrasado. Sou novo ainda, mas creio que meu coração não vai aguentar. Fracassamos.
Em 1968, minha fábrica de enlatados era a terceira maior da cidade de São Paulo. Porém, inesperadamente, caí da alta posição que havia alcançado na vida comercial e social. Havia dado passos maiores que as pernas.
O que houve? Uma concorrência desigual, a inflação, os juros e o aumento de preços me levaram à falência. Fui derrotado ao tentar ser alguém na vida. Eu era, ao mesmo tempo, culpado e vítima da minha derrota. Então nos lembramos de Deus.
Que Deus? Noeli foi a primeira a lembrar-se dele. O Deus da nossa juventude. O Deus que eu pensava que conhecera na Igreja Católica Apostólica Romana. O Deus que tinha poder para fazer tudo.
– Será que ele fará algo por nós agora? – minha esposa perguntou.
– Não sei. Acho que não.
Eu nunca havia buscado a Deus com fervor. Agora, forçado a reconhecer e a enfrentar a realidade do fracasso, voltei-me para ele. Busquei-o de coração. Busquei o Deus de nossa juventude.
Porém, eu estava precisando desesperadamente de uma resposta imediata, do meu jeito. Porém, em vez de recebê-la, vi-me cercado de dúvidas e incertezas. Disseram-me:
– Olhe, se você fizer uma novena, pode ser que... Se acender uma vela para tal santo, pode ser que... se rezar o terço, pode ser que... Se fizer isso, se fizer aquilo, pode ser que...
Eu queria uma resposta concreta, segura, rápida, mas não a encontrei na religião da minha mocidade. O que eu não sabia era que a minha busca pela a solução dos meus problemas iria nos levar para dentro de um abismo, um verdadeiro inferno. E que inferno! Eu iria passar por uma situação pior do que tudo o que eu podia imaginar. Pior até do que a falência da minha empresa.


A BUSCA DESESPERADA DE UMA SOLUÇÃO
Procurando uma saída para minha grave situação, segui o conselho de alguns amigos, que me disseram:
– Procure o espiritismo.
Então, fui conhecer a “mesa branca”. Lá me disseram:
– Você é médium. Tem que desenvolver sua mediunidade. O espírito do seu sogro está perto de você, e precisa de luz. Você pode ajudá-lo.
Ensinaram-me também as doutrinas da reencarnação e a salvação pelas boas obras e pelo sofrimento. Porém, também ali, as coisas que foram prometidas não aconteceram. Não obtive a solução de nada. Então eu disse para a minha esposa:
– Vamos experimentar o chamado espiritismo de terreiro, a umbanda.
Envolvi-me nas correntes afro-brasileiras, com os caboclos e índios. Eles me disseram:
– Alguém fez um trabalho para prejudicar sua vida.
Não sei quem havia feito a macumba contra mim. E nem sei se realmente essa macumba existia. O que descobri foi, por um lado, a realidade, e por outro, o engano. Engano, por que muitos dizem receber um espírito e nem sempre o recebem. Realidade, porque o meu corpo passou a ser habitado por outro espírito além do meu. Ele se manifestava, movimentava-se. Falava através da minha boca. Sofri muito, e a minha vida piorou.
Quando eu reclamei que nada daquilo estava me ajudando, mandaram-me para o candomblé.
– Olhe, o trabalho que fizeram contra você está nas águas. Você precisa se limpar no mar.
– Limpar-me no mar? Como?
– Fazendo oferendas para Yemanjá.
Aceitei o conselho, e realizei pra valer todas as práticas ritualísticas do candomblé. Fiz o que qualquer pessoa, dotada de bom-senso, não faria. Fui obediente em tudo, ao pé da letra.
E quando eu pensava que as coisas iam melhorar para mim, começaram os desentendimentos no lar. Passamos a brigar, coisa que antes nunca tínhamos feito. Minha esposa e meus filhos mudaram o comportamento comigo, e eu com eles. As crianças perguntavam à mãe:
– O que há com papai? Ele anda tão esquisito. Parece que não nos ama mais. Por que, mamãe?
– Não sei, crianças.
Foi então que um dia, em casa, eu e a Noeli ouvimos um grito que nos deu calafrios.
– Papai, alguém está subindo pela escada e está chegando no nosso quarto – gritaram as crianças.
Corri para o corredor.
– Não vejo ninguém – respondi.
Noeli, que estava logo atrás de mim, perguntou:
– Que cheiro é esse, Cássio? Quem está queimando velas aqui em casa?
– Que eu saiba, ninguém – respondi.
Eram fenômenos sobrenaturais nos assolando dentro de casa. As crianças passaram a ver coisas aterrorizantes. Não dormiam. O medo estava destruindo o nosso lar. Aterrorizada, aflita e profundamente infeliz, minha esposa perguntou:
– É desse jeito que o espiritismo resolve os problemas da gente?
O mais absurdo foi o fato de eu ter insistido em procurar no espiritismo a paz que nós havíamos perdido, e a solução para os nossos problemas.

ATACADO PELO DEMÔNIO DA DEPRESSÃO E DO SUICÍDIO
Persisti em procurar a paz enquanto me sentia preso pelos espíritos, por forças sobrenaturais. Foi então que, além do espírito que dizia ser meu guia, passei a receber um cujo nome era Exu. Minha situação piorou. Exu me havia dito: “Cássio, se você me deixar usar seu corpo para me manifestar, eu vou tirá-lo dessa péssima situação. Mas, se você não ceder à minha vontade, perderá o sono, o apetite e a vontade de viver. Você morrerá de fome e de tristeza. Qual é a sua resposta?”
Não pude responder. O medo me dominou. Porém, dali por diante, Exu tomou conta do meu corpo. Minha vida se tornou um verdadeiro inferno. Vivia ansioso, fumava cinco maços de cigarros por dia. Comecei a pensar insistentemente no suicídio, para fugir daquela situação.
A essa altura, sem eu saber, Noeli estava fazendo planos de matar as crianças e a mim, e depois se matar. Quando fiquei sabendo desses planos, pensei: "Chegamos ao fim. Não estou lendo isto num jornal. Está acontecendo comigo e com minha família. Acabou".
Porém, tanto a mim quanto à Noeli faltou coragem para destruir os nossos filhos e nos destruirmos. A verdade é que Deus tinha outros planos para nós. Concluímos que havíamos chegado ao fundo do poço. E então Deus nos deu forças para lutarmos. Resolvi afastar-me do espiritismo, e resistir, de todas as maneiras, aos ataques do inimigo, às incorporações. Eu não sabia como, mas iria lutar, buscar socorro.
Porém, em um ataque que para ele seria definitivo, Exu cumpriu suas ameaças. Fiquei sem apetite, e fui acometido de insônia total. Submeti-me a tratamentos médicos. Caí em profunda depressão. Sofri desse mal durante quase dois anos. Planejei meu suicídio diversas vezes, mas sempre algo dava errado, e eu não conseguia executar o plano de me matar. No fim desse período, a fase pior durou três dias. Eu não comia mais nada nem dormia em momento algum. Minhas forças se acabaram.
Foi então que, com as últimas forças e lucidez que me restavam, consegui levantar-me da cama, ajoelhar-me e fazer a seguinte oração:
–Senhor Deus, pai de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se tu realmente existes, dá-me uma nova oportunidade, socorre-me. Não aguento mais. O que será da minha esposa e dos meus filhos?
Naquela mesma noite, no quarto das crianças, minha esposa também orou:
– Ó Deus, se tu existes, socorre-me! Não aguento mais!
E Ele nos respondeu!


LIBERTOS PELO PODER DE JESUS
Deus nos ouviu. Imagine o que isto significou para nós! Os “espíritos” nos haviam enganado. Os amigos nos haviam abandonado. Parentes não sabiam o que fazer por nós. Mas Deus nos ouviu e veio em nosso socorro. Mas como isso aconteceu? Através da Noeli. Uma amiga a convidou:
– Noeli, vou a uma reunião onde falam de Jesus. Quer ir comigo?
Ela foi, e depois me contou.
– Cássio, creio que agora encontrei quem realmente pode nos ajudar.
– Como é isso, e quem é essa pessoa? – perguntei, desconfiado.
– Agora eu sei qual é o Plano de Deus para nós. Hoje descobri qual foi a razão do sofrimento de Jesus. Ele sofreu em nosso lugar, por causa dos nossos pecados. Ele nos amou tanto, que deu a Sua vida para que tivéssemos perdão e paz. É seu sangue que paga a nossa dívida para com Deus. Basta aceitarmos o que ele fez por nós. Então alcançaremos a salvação, e seremos socorridos em nossos problemas.
Para dizer a verdade, ao ouvir tudo isso, no início fiquei meio confuso desconfiado. Nunca ouvira nada disso em qualquer religião. Elas só exigiam sacrifícios, obrigações, a prática de boas obras e sofrimento.
Dois dias depois, a mesma pessoa que trouxera a mensagem de libertação à Noeli veio falar comigo. Aprendi coisas novas e maravilhosas. Aprendi que Deus amou tanto o mundo que deu o seu único Filho Jesus Cristo, para que todo o que nele crer não precisasse mais sofrer ou morrer para pagar os seus pecados, mas pudesse ter a vida eterna (João 3.16). Era o que eu precisava.
Não disponho de espaço e tempo para contar tudo que aprendi. Mas eis um resumo do que aconteceu:
– Você quer aceitar a Jesus e ser liberto agora, Cássio?
– Sim, quero. Não aguento mais essas doenças e perseguições que os espíritos têm me causado.
Então, usando a Palavra de Deus, e na autoridade e poder do nome de Jesus, essa pessoa expulsou os demônios que habitavam em mim. Antes, fez com que todos eles se identificassem. E todos confessaram o demônio que era e me deixaram em paz.
Eu jamais havi sentido um alívio de peso na minha alma tão gande! Senti um refrigério, uma paz enorme dentro de mim. Fui liberto totalmente dos espíritos que enganam e aprisionam as pessoas no espiritismo, fingindo-se que são espíritos de pessoas que já morreram, mas são demônios! Isso aconteceu no dia 7 de novembro de 1968. Está marcado no meu calendário. Essa libertação me fez conhecer o profundo e maravilhoso amor de Deus. Antes, eu ouvira falar no Evangelho, mas agora o próprio Deus me falara. Através daquela pessoa, ele atuou em mim e libertou-me da possessão daqueles espíritos imundos. Recuperei meu apetite, e meu sono se normalizou. Recuperei minhas forças e senti o poder de Deus na minha vida. Jesus me curou totalmente da depressão.
Passei a confiar que Deus nos ajudaria a sair de nossa situação de falência de maneira sobrenatural. Nós ainda devíamos muito dinheiro, porém, após uma grande batalha, nos livramos de todas as dívidas. O que não pudemos pagar, as empresas lançaram em “lucros e perdas”. Ficamos livres para seguir o caminho que Deus nos apontaria. Nenhum credor nos incomodou mais. Deus nos deu a vitória completa!
(Alguns anos após sua conversão, Cássio Colombo tornou-se pastor, e fundou depois a dinâmica Igreja Cristo Salva, no bairro de Moema, São Paulo. Após desempenhar um ministério impactante, que marcou muitas vidas, inclusive a de pessoas que vieram a se tornar grandes líderes evangélicos de projeção nacional –Alex Dias Ribeiro, o casal Hernandez, Caio Fábio, entre outros –, o pastor Cássio Colombo, que era conhecido como Tio Cássio, partiu para encontrar-se e viver eternamente em companhia do Deus que o libertou dos enganos do espiritismo).
Jefferson Magno Costa

Pentecostais representam 70% dos protestantes de todo o planeta

 



Pentecostais representam 70% dos protestantes de todo o planetaUm estudo publicado em 2006 prevê que até 2025 haverá um bilhão de evangélicos pentecostais no mundo

Pentecostais representam 70% dos protestantes de todo o planeta
Uma matéria especial do jornal Mensageiro da Paz do mês de janeiro relata a importância do pentecostalismo dentro do segmento de cristãos protestantes.
A reportagem apresenta números mundiais que confirmam a representatividade que os pentecostais possuem, afinal são 630 milhões deles espalhados pelos quatro cantos da Terra, ou seja, 70% dos 900 milhões de protestantes que existem no mundo.
No Brasil a quantidade de membros de igrejas pentecostais também vem crescendo, o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) notou este aumento em todas as regiões do Brasil e mostrou que a Assembleia de Deus é a igreja que mais cresce no Brasil.
Dos mais de 22,2% de evangélicos brasileiros, 13,3% são de igrejas pentecostais o que significa que temos mais de 25 milhões de membros de igrejas como as ADs, Deus é Amor, Brasil para Cristo, Congregação Cristã no Brasil, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja de Nova Vida e outras.
A reportagem do jornal mensal publicado pela CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) ainda mostra uma estimativa feita pela Hartford Institute for Religion Research, divulgada pelo MP em janeiro de 2006 já apontando este crescimento de evangélicos pentecostais no mundo.
O estudo diz que até 2025 terão mais de um bilhão de pentecostais no mundo, o que vai representar 45% de todos os cristãos – incluindo católicos, ortodoxos e protestantes em geral.
http://noticias.gospelprime.com.br/pentecostais-representam-70-dos-protestantes-de-todo-o-planeta/

Estudo indica que os cristão são o maior grupo religioso do mundo

Os cristãos são o grupo religioso mais numeroso do mundo, já que agrupa 2,2 bilhões de pessoas, segundo um estudo publicado nesta terça-feira pelo Fórum Pew de Religião e Vida Pública.

Pew acumulou dados do tamanho e da distribuição geográfica dos oito maiores grupos religiosos, incluindo os não-crentes.

Descobriu que os cristãos são em torno de 32% da população mundial, seguidos pelos muçulmanos, o segundo maior grupo, com 1,6 bilhão de crentes.

Os hinduístas são o terceiro maior grupo, com quase um bilhão de pessoas (15%), seguidos dos budistas, com 500 milhões de crentes (7%) e dos judeus, que aglutinam 14 milhões de seguidores (0,2%).

O estudo demográfico mundial realizado em mais de 230 países e territórios descobriu que mais de oito pessoas em dez, ou 5,8 bilhões de pessoas, se identificam com um grupo religioso.

Mais de 400 milhões de pessoas (6%) praticam várias tradições, incluindo as religiões tradicionais da África, as dos aborígenes ou as relacionadas com o folclore, revelou a pesquisa.

O Fórum Pew assegurou que o estudo, no qual a filiação religiosa estava baseada na identificação pessoal, não tentou medir o grau com que estes fieis observam sua fé.

Bispo da Igreja Universal procura explicar mortes ocorridas em Angola

A Igreja Universal do Reino de Deus, em conjunto com a Polícia de Investigação Criminal, está trabalhando no sentido identificar as causas da morte de dezesseis fiéis da instituição religiosa, informou o bispo Augusto Dias, da Iurd.

A Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), em conjunto com a Polícia de Investigação Criminal, está trabalhando no sentido identificar as causas da morte de dezesseis fiéis da instituição religiosa, informou , quarta-feira, em conferência de imprensa na capital angolana, o bispo Augusto Dias, da Iurd.

Augusto Dias informou que estão a inquirir pessoas que estiveram no local do acontecimento para que, junto com a polícia, possam apurar e chegar a uma conclusão sobre o que de fato aconteceu, segundo noticia o Jornal de Angola.

O líder da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola disse que a vigília, na noite de 31 de dezembro para 01 de janeiro, foi realizada na maior das intenções.

"A vigília foi para suprir a necessidade espiritual dos crentes. Mas infelizmente perdemos os nossos irmãos. Neste preciso momento a igreja está de luto e gostaríamos que respeitassem a nossa dor, a dor das famílias e que nessa hora esperamos das pessoas palavras de conforto".

O bispo lamentou o incidente e vai prestar o apoio total da igreja aos familiares das vítimas do dia 31. "As famílias aceitaram de bom grado o apoio em transporte, urnas e outras ações e perceberam que não foi um incidente premeditado pela direção da Igreja", afirmou.

Augusto Dias garantiu que estavam tomadas todas as medidas de segurança para a realização do evento. "Já temos experiência com isso. Não fomos irresponsáveis. Nunca tivemos problemas de organização porque sabemos que movimentamos multidões. Nós solicitamos o apoio da Polícia Nacional, Proteção Civil e Bombeiros, Cruz Vermelha de Angola, cinco mil e trezentos obreiros, cem pessoas entre médicos e enfermeiros para dar apoio à atividade".

Pelo menos dezesseis pessoas morreram, na noite de segunda-feira, e 120 ficaram feridas durante uma cerimônia da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). O acidente ocorreu no Estádio Nacional da Cidadela Desportiva onde decorria a vigília da IURD designada "Vigília da Virada – Dia do Fim". A maioria das vítimas sofreram esmagamento e asfixia.

Segundo o Serviço Nacional de Proteção Civil e Bombeiros, o recinto tinha capacidade para 70 mil pessoas, mas concentraram-se no local 250 mil pessoas e apenas dois dos quatro portões estavam abertos. Com informações do Jornal de Angola.

Fonte: África 21 digital

Boko Haram degola 15 cristãos na Nigéria

                      
Boko Haram degola 15 cristãos na Nigéria
O grupo de islâmicos extremistas, Boko Haram, voltou a atacar na Nigéria, dessa vez deixando 15 pessoas mortas. O ataque aconteceu no último domingo (30) pela madrugada na região nordeste do país.
Segundo autoridades locais, os radicais atacaram enquanto a população dormia. Muitos foram mortos com facões.
Os cristãos são os principais alvos desse grupo que tem como objetivo lutar contra a influência ocidental que tem entrado na Nigéria. Nos últimos anos milhares de pessoas têm sido mortas por estes extremistas que estão tentando transformar o país em uma nação islâmica.
Além de vilas povoadas por cristãos, o Boko Haram também ataca igrejas, quer sejam evangélicas ou católicas, sempre deixando mortos e feridos.
Muitas pessoas já se mudaram para o sul da Nigéria tentando fugir da violência. No local escolhido para este ataque também tinha alguns cristãos que estavam fugindo na região Norte com medo da ação deste grupo. As informações são do Estadão.

Philip Murdoch perdoa agressor de sua esposa

                      
Philip Murdoch perdoa agressor de sua esposaO pastor Philip Murdoch concedeu uma entrevista para a revista Cristianismo Hoje falando sobre a saúde de sua esposa, Renee Murdoch que foi atacada por um morador de rua em Copacabana no mês de outubro ficando gravemente ferida.
A pastora americana corria pelo calçadão quando o agressor, que depredava um quiosque, caminhou em sua direção e começou a agredi-la na cabeça. Renee desmaiou e foi levada ao hospital precisando fazer cirurgias e passar por tratamentos intensivos.
Em algumas semanas a pastora passou a ter uma recuperação surpreendente, como comentou seu esposo. “Os médicos dizem que ela está numa curva ascendente de recuperação que os deixa surpresos. Em termos motores, ela está bem; está fazendo fisioterapia e recuperando a coordenação”, disse Philip líder da Igreja Luz às Nações com sede no Rio de Janeiro e com templos em Niterói.
O caso de Renee ganhou destaque não só no Brasil, como em outros países do mundo e o pastor recebeu o apoio de cristãos que entenderam a gravidade do problema de saúde que a missionária enfrentava.
“Diariamente, eu recebia dezenas, centenas de mensagens de pessoas que diziam estar orando por um milagre na vida de minha esposa. Sem dúvida, a publicidade do caso colaborou para que milhares de pessoas, conhecidas ou não, estivessem orando”.
Philip reconhece que a melhora de sua esposa é um grande milagre. “No início, Renee tinha 60% de chances de morrer e quase noventa por cento de possibilidade de ficar com sequelas significativas. Havia uma janela estreita de possibilidade de sobrevivência e de recuperação completa”.
Apesar de todo este sofrimento, o pastor diz que já perdoou o agressor. “Ele gerou um transtorno muito grande na nossa vida, mas já está perdoado desde o primeiro dia. Para mim, foi mais fácil perdoar alguém com distúrbio mental do que se a Renne fosse agredida por um ladrão que quisesse levar 5 reais dela. Desculpe-me por ser tão espiritual, mas não foi difícil para mim perdoar”.

Dayan Alencar assume a presidência da AD Bom Retiro

                      
Dayan Alencar assume a presidência da AD Bom RetiroO pastor Jabes Alencar passou a presidência da Igreja Assembleia de Deus do Bom Retiro para o seu filho, o também pastor Dayan de Alencar, em um culto especial que aconteceu nesta quarta-feira (2) na sede da igreja no bairro da Barra Funda, em São Paulo.
Ao lado de sua esposa, Carolinne, Dayan foi ungido pelo seu pai e pelo pastor Silas Malafaia que estava presente no culto especial.
Pelo Facebook o novo pastor presidente da ADBR recebeu os cumprimentos de diversos membros da igreja que aceitaram a troca de pastores. Jabes Alencar completou 30 anos de ministério em 2012, mas a AD Bom Retiro é um pouco mais nova, tem quase 25 anos.
Jabes e Dayan Alencar
Dayan antes de se tornar pastor passou por diversos cursos de formação, incluindo o seminário de Teologia e Música no Instituto Canzion, nos Estados Unidos. Além de ser pastor, Dayan também é cantor desde 2008 tem lançado seus álbuns pela Central Gospel Music. As informações são do Verdade Gospel.

Cia da Adoração lança novo CD - Não há condenação


Não há condenação
(Cia da Adoração) 
 
Gravado no Estúdio Tonelada em Abril/2012, Marterizado por Luciano Vassão (Master Final Estúdios) e com a Arte Gráfica de Lucas Nunes (Corações Produções), "Não há condenação" traz músicas que fazem um convite a adorar na presença do Pai.

O CD traz 11 faixas inéditas com uma levada POP/Rock (Gospel/Adoração).

Com base em Romanos 8.1 e Gálatas 2.20, "Não há condenação" (música tema) traz a mensagem que através do sacrifício de Jesus na Cruz somos livres da acusação do pecado e a vida que vivemos, vivemos na fé no Filho de Deus que pagou um alto preço por nós por essa conquista de liberdade.

"O nosso desejo é que ao ouvir cada canção contida nesse CD, elas possam gerar fé, mudança de vida e liberdade de adoração. Que Deus possa te levar para mais alto e você suba ao monte Santo do Senhor. Que o Rio de Deus seja liberado e você venha fluir. Que você venha adorar ao Rei dos reis, pois ele é Santo e o único caminho, não se perca! Que você corra ao encontro dEle e esconda em seus braços de amor. Agradeça a Ele, pois nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus. O impossível é apenas um detalhe diante do Deus que tudo pode", comenta Ailton Santos, líder do Ministério. 
 
Não há condenação
(Cia da Adoração)

Lançamento: Out/2012

Contato: Telefones: (11) 2677-5117 / (11) 4978-1562 / www.ciadaadoracao.com.br

Selo/Gravadora: Independente

Nome das faixas do CD:
01.Tu És Santo
02.Eu vou subir a motanha
03.Deixa Fluir o rio
04.Me leva pra mais alto
05.Libera o teu rio
06.Pra onde eu irei?
07.Não há condenação
08.Esconda-me na nuvem
09.Quero correr e te abraçar
10.Adorador do Rei
11.Obrigado Senhor Jesus 

FINAL DOS TEMPOS - Pastor e mulher são presos suspeitos de estuprar menina para tirar 'maldição do sexo', em Edeia

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