quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Miquéias e a importância da obediência


O Profeta

"Quem é como Jeova?" Esta pergunta é o significado do nome Miquéias. O  profeta elabora o desfecho do livro fazendo trocadilhos dessas palavras com o uso de seu nome (7.18).

Miquéias refere-se a si mesmo como o "moratista", era de Moresete, próxmo de Gate, no norte da Filístia, cerca de 32 quilômetros a sudeste de Jerusalém, na fronteira com o território filisteu. Devido o nome de seu pai não ser mencionado, os estudiosos da Bíblia concluem que ele era de origem humilde.

O ministério profético de Miquéias aconteceu entre 750 e 686 a.C., ocorreu durante o período de três reinados: Jotão, Acaz e Ezequias (Mq 1.1; Jeremias 26.18). Ele ministrou nos mesmos dias de em que profetizaram Isaías e Amós.

Miquéias era um profeta com um ministério voltado para as pessoas comuns, mas sua mensagem também repercutiu nos palácios durante os dias do rei Ezequias e de Jesus Cristo (Jeremias 26; Mateus 2.5-6).

O contexto 

Ritos é o conjunto de cerimônias e prática litúrgicas que cumpre a função de simbolizar o fenômeno da fé. O termo vem do latim ritus que significa cerimônia religiosa, uso, costume, hábito, forma, método, modo.

Os rituais judaicos se consistiam em sacrifícios em festividades religiosas, como a Páscoa e Festa dos Tabernáculos (Levíticos 9.16; Números 9.14; 2 Crônicas 35.13; Esdras 3.4; 6.9).

No tempo do profeta Miquéias, não existia falta de liturgia. Os israelitas realizam muito bem os rituais da religião judaica, mas faltava motivação correta para realizar a adoração. O Senhor não se agravada da religiosidade deles, das reuniões solenes e sacrifícios, porque tudo era feito pela força do hábito, sem que atentassem para o significado importante do que faziam. Eles cumpriam os passos litúrgicos da maneira certa, mas não entendiam o verdadeiro significado do amor a Deus e ao próximo. 

O problema dos contemporâneos de Miquéias era a falta de uma verdadeira conversão a Deus, fora do templo o povo de Judá cometia toda sorte de injustiças sociais, com o objetivo de conquistar proveito pessoal. E dentro do templo, acreditando que os sacrifícios os justificassem, cometiam loucuras, como oferecer em sacrifício os filhos primogênitos, que Deus não pedia que sacrificassem e deliberava penalização de morte aos que assim fizessem (Levítico 18.21; 20.2-5; 2 Reis 3.27; 16.3; 21.6; Jeremias 19.5; 32.35).

O livro

“Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a beneficiência e andes humildemente com o teu Deus” - Miquéias 6.8.

As profecias de Miquéias são destinadas para Judá e Israel, estas giram em dois focos, a saber, o ãmago da religião e o Messias Libertador. O profeta foi usado por Deus para denunciar a opressão e as injustiças sociais em Israel. O livro mostra que Deus é o responsável por julgar a falta de termos do seu povo, esclarece que Deus não se alegra com sacrifícios e rituais (Salmos 51.17-18).

Miquéias faz uso da poesia hebraica de maneira magistral para defender a causa dos aldeões. oprimidos pelos ricos arrogantes. O apelo em favor da religião autêntica, em 6.6-8,  é comparável ao de Tiago 1.27.

Os preceitos de praticar a justiça, amar a beneficência, ser humilde diante de Deus são considerados pela tradição judaica, desde o século 1 a.C. o resumo dos 616 preceitos apresentados pela Lei de Moisés. Miquéias 6.8 é visto como um paralelo de Mateus 23.37-40 e é considerado por muitos como a maior declaração do Antigo Testamento, pois os dois primeiros preceitos apontam para a conduta de uns para com os outros e o terceiro fala sobre a comunhão do homem com Deus.

A estrutura usada pelo profeta Miquéias é fácil de entender, um dos temas centrais do livro é o combate ao mero formalismo religioso, a divisão está baseada numa dupla sequência de ameaças e promessas.
Deus estava irado com Samaria e Jerusalém, pois o povo não o adorava de coração. Miquéias anunciou a ira divina em relação aos pecados de Samaria e Jerusalém, discursou contra a idolatria, censurou veementemente a opressão aos mais pobres, a injustiça nacional (1.5; 2.1-2; 3.9-11). Corajosamente, denunciou falsos profetas, líderes desonestos, sacerdotes ímpios que enganavam o povo e o conduziam ao pecado. Também mostrou a grandiosidade de Deus, que é capaz de perdoar (7.18).

Além disso, predisse o cativeiro do Reino do Sul e do Reino do Norte. Viu a queda de Samaria pela Assíria e a queda de Jerusalém pela Babilônia. Também que Belém seria a cidade em  que Jesus nasceria (5.2; Mateus 2.1; 4.6). E foi citado por Cristo ( 7.6; Mateus 10.35-36).

Ao lermos Miquéias, encontramo-nos com o juízo de Deus; a mensagem de esperança; juízos e misericórdia divina. E entendemos que para obedecer é necessário que a obediência seja precedida de compreensão.

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Conclusão

Deus não abomina rituais. Ele mesmo prescreveu em Levíticos a liturgia e as festas religiosas.

Entre os cristãos, há apenas dois rituais a ser praticado: o batismo nas águas e ceia do Senhor (Mateus 3.15; 26.26-30; 1 Coríntios 11.23-34). É necessário estar consciente que o cerimonialismo religioso não proporciona relacionamento íntimo com Deus e nem proporciona a salvação. Por mais que a prática ritualista seja praticada de maneira correta, jamais os rituais serão eficientes para aproximar o ser humano de Deus (1 Samuel 15.22; Salmo 40.6-8; 51.16-17; 1 Coríntios 1.14-17).

A mensagem de Miquéias convida cada um de nós a pensar com seriedade acerca de viver o cristianismo como realmente deve ser vivido. O profeta deixa claro o desejo de Deus para os israelitas numa referência que serve também para a Igreja: a prática da justiça; o amor à bondade; o viver de maneira não soberba diante dos semelhantes e do próprio Deus.

A obediência é fruto da salvação e não a salvação é fruto da obediência. As boas obras não tornam o ser humano salvo; o homem salvo pratica as boas obras. A segurança da salvação é para quem leva a sério a salvação. Aos que levam à sério a salvação, a graça de Deus se manifesta em sua vida
  

E.A.G.

VIA GRITOS DE ALERTA.
INF.Belverede.blogspot

Pastora americana agredida na Barra já consegue caminhar, diz hospital Segundo boletim médico, Renée Murdoch está fazendo fisioterapia. O estado de saúde da paciente é estável, mas não há previsão de alta.


Renee Eliott Murdoch, agredida por um morador de rua (Foto: Reprodução / TV Globo)A Pastora  americana Renée Eliott Murdoch, agredida com um pedaço de madeira por um morador de rua, já consegue caminhar com auxílio de terceiros, segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira (13) pelo Hospital Copa D'or, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

De acordo com a assessoria de imprensa da unidade, Renée continua internada num quarto do hospital e está recebendo tratamento fonoaudiológico e fisioterápico. O estado de saúde dela é estável e ainda não há previsão de alta.
Pedaço de madeira usado por morador de rua para agredir pastora americana na praia da Barra (Foto: Bernardo Tabak/G1)Na manhã de sábado (10), a americana deixou a unidade semi-intensiva do Copa D'or e foi transferida para o quarto. Na segunda-feira (5), a paciente já havia começado a falar pequenas frases e a se comunicar.
Renée, que também é pastora da Igreja Luz das Nações, no Recreio dos Bandeirantes, foi agredida com golpes na cabeça por Alexandre Luis de Oliveira Francesco, de 38 anos, na orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na manhã de sexta-feira (26).
Pedaço de madeira usado na agressão na praia
da Barra da Tijuca (Foto:Bernardo Tabak/G1)
Entenda o casoSegundo a polícia, Alexandre estava tentando depredar um quiosque e, por isso, a Guarda Municipal foi chamada por um homem que caminhava na orla. Ao chegarem no local, ele já havia agredido a vítima, que fazia uma caminhada no calcação.
Mesmo quando Renee já estava caída, Alexandre Luis continuou agredindo-a com o pedaço de madeira. Pessoas que estavam no local e funcionários de prédios próximos conseguiram conter o morador e estavam prestes a linchá-lo quando dois guardas chegaram e os impediram.
Moradores afirmaram que é comum viciados consumirem crack debaixo de um viaduto perto do local da agressão. Preso em flagrante por tentativa de homicídio, o agressor disse que não tinha usado nenhum tip de droga. A polícia, que suspeita que ele tenha problemas psiquiátricos, pediu um exame de sanidade mental.
O crime ocorreu na Avenida Lúcio Costa, em frente ao condomínio Alfa Barra, no Posto 8. Bombeiros do Grupamento de Busca e Salvamento da Barra também foram acionados.

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INF. G1

Sarney critica retirada de “Deus seja louvado” das cédulas de real


Sarney critica retirada de “Deus seja louvado” das cédulas de realSarney critica retirada de “Deus seja louvado” das cédulas de real
Em 1986 o então presidente da República, José Sarney, solicitou a inclusão da frase “Deus seja louvado” nas cédulas da moeda brasileira, por isso, hoje como senador o ex-presidente resolveu comentar sobre o pedido da Procuradoria Regional de Direitos dos Cidadãos de São Paulo em retirar a expressão das notas de real.
“É falta do que fazer”, disse o presidente do Senado. “Precisamos cada vez mais ter a consciência da nossa gratidão a Deus por tudo o que ele fez por todos nós humanos e pela criação do universo. De maneira que não podemos jamais perder o lado espiritual”, afirmou.
Sarney não concorda com o pedido do Ministério Público de tirar a frase das próximas notas que forem produzidas pelo Banco Central. No pedido da Procuradoria a exclusão da expressão deve ser feita por desagradar os brasileiros que não acreditam em um Deus e aqueles que frequentam religiões onde não há uma divindade suprema.
Mas defendendo seu posicionamento, José Sarney disse que sente “pena” do homem que não acredita em Deus e reafirma que os dizeres não ferem a Constituição que foi assinada “sob a proteção de Deus”.
A expressão entrou nas cédulas de cruzados a pedido do então presidente e foram mantidas nas moedas de real a pedido de Fernando Henrique Cardoso, que em 1994 (ano da criação do Plano Real) era ministro da Fazenda.

INF. GOSPEL PRIME

Templo de Salomão da Igreja Universal já está 40% concluído


Templo de Salomão da Igreja Universal já está 40% concluídoTemplo de Salomão da Igreja Universal já está 40% concluído
As obras o Templo de Salomão continuam em velocidade avançada, até o momento 40% de toda a obra já foi concluída, pelo projeto da Igreja Universal do Reino de Deus o megatemplo será inaugurado em 2014.
Para que tudo saia como o combinado, a construtora mantém 1.400 profissionais que se revezam 24 horas por dia, através do site oficial do projeto é possível acompanhar as obras ao vivo através de duas câmeras.
As obras estavam orçadas em R$ 300 milhões, mas com certeza ultrapassará este valor já que no começo de outubro a IURD havia noticiado o investimento de R$250 milhões na obra.
Na última semana o líder da igreja, bispo Edir Macedo, esteve visitando o templo que está localizado na Avenida Celso Garcia, no bairro do Brás, em São Paulo. Acompanhado por outros bispos e por sua família, o religioso pode participar da tomada de decisões referentes a este empreendimento.
O bispo Júlio Freitas da IURD de Portugal também passou pelas obras para gravar um vídeo e mostrar para os fiéis portugueses como está o projeto que tem recebido apoio financeiro das igrejas de todo o mundo. As informações são da Arca Universal.

via GRITOS DE ALERTA.
inf. Gospel Prime

ANTI-SEMITISMO PROTESTANTE


 

Alguns líderes evangélicos "pintaram" um quadro bastante pessimista das relações entre a Igreja e Israel e a comunidade judaica, durante uma visita recente a Israel, alegando que o anti-semitismo é um problema muito enraizado baseado na teologia cristã que será muito difícil de desenraizar.
As relações entre protestantes e judeus nos EUA estão  atravesarndo uma crise severa depois que alguns importantes líderes das principais denominações protestantes dos EUA terem acusado Israel de "violações globais" dos direitos humanos e urgido o Congresso americano a reconsiderar a ajuda militar a Israel.
 
CONSELHO MUNDIAL DAS IGREJAS: INIMIGA DE ISRAEL
"Estou completamente pessimista quando a essa  teologia errada que se tem manifestado em toda a espécie de diatribes e facções anti-semíticas," - manifestou o Paul Wilkinson, pastor associado daHazel Grove Full Gospel Church, uma pequena congregação pró-Israel localizada em Stockport, Inglaterra. E continuou: "Acredito que nos estamos enganando  a nós mesmos se acreditarmos que poderíamos mudar aquilo que eu entendo ser um Golias da teologia na Igreja. O Golias que hoje enfrentamos é o Golias da teologia da substituição, o Golias do palestinianismo cristão que zomba de Israel, que espicaça Israel, que acusa Israel, que condena Israel e os cristãos que apoiam Israel."
A "teologia da substituição", também apelidada de "supercessionismo", é a crença de que a cristandade tomou o lugar do povo judeu como recipiente das promessas que Deus fez no Velho Testamento.
"Esse Golias não pode ser derrubado com uma pedra e uma fisga como nos dias do rei David, porque o problema não é político, o problema não é sociológico, o problema não tem a ver com a falta de cultura ou de diálogo," - afirmou Wilkinson, acrescentando: "O problema é espiritual, o problema é que há um adversário de Deus, de Israel e dos cristãos."
 
CADA VEZ MAIS FREQUENTE NA EUROPA...
Wilkinson expressava estas opiniões na passada segunda-feira, durante a sessão de abertura de uma consulta organizada pelo B'nai B'rith World Center, em Jerusalém, e peloEcumenical Theological Research Fraternity in Israel (ETRFI). Fundada em 1966, por clérigos e teólogos em Jerusalém, a ETRFI visa promover as relações entre judeus e cristãos.
Cerca de 20 pastores, leigos e e ativistas pró-Israel vindos de todo o mundo reuniram-se num hotel fora de Jerusalém para abordarem as atitudes anti-Israel que têm tipificado as principais igrejas protestantes nestas últimas décadas. Segundo o Centro Mundial B'nai B'rith, a consulta de três dias visou construir pontes entre Israel e as denominações protestantes e "ajudar a mudar as posições tendenciosas que têm adotado em relação ao conflito israel-palestino."
Alguns participantes contudo pintaram um quadro muito negro das relações entre as igrejas protestantes e Israel, afirmando que a Igreja se colocou esmagadoramente ao lado dos palestinianos.
"As preocupações humanitárias são o véu que cobre, ou são a racionalização para aquilo que em última análise acredito são as idéias anti-semitas e políticas anti-semíticas," - afirmou Andrew Love, pastor na Igreja Unida do Canadá, a maior denominação protestante no Canadá.
Em 2003, a Igreja que ele representa tentou reavaliar de forma crítica o seu relacionamento com a comunidade judaica, e deu "um significativo passo em frente," - recorda o pastor.
 
MARTINHO LUTERO TAMBÉM CAIU NA RATOEIRA DO ANTI-SEMITISMO
Contudo, segundo ele, esse espírito positivo foi desde então rompido. No início deste ano, a Igreja decidiu "de forma contundente"sancionar produtos oriundos dos aldeamentos judaicos na Judeia."Mas aquilo que emergiu desta história é o quão enraizado está esse ódio." - afirmou Love, acrescentando: "é muito mais subtil agora. Mas o cancer não está menos enraizado."
O pastor Love culpa-se a si mesmo e a outros amigos de Israel por falharem ao não falar: "Aqueles de nós que têm preocupação simplesmente não temos reagido ao crescente ativismo que se desenvolve dentro nas igrejas locais," - afirmou o pastor, acrescentando acreditar que ainda existe esperança: "Há um grande abismo entre os pontos de vista da liderança sénior e de alguns ativistas e a vasta maioria das pessoas que se sentam nos bancos das igrejas ao domingo de manhã. Temos de equipar essas pessoas sentadas nos bancos com outra narrativa sobre toda esta questão, não essa narrativa que eles estão recebendo agora e que é desequilibrada e tendenciosa."
 
UMA DAS ORGANIZAÇÕES "CRISTÃS" ANTI-SEMITAS 
O pastor britânico Wilkinson, por outro lado, foi bastante convincente na sua opinião de que as igrejas tradicionais protestantes são "um caso perdido" quando se trata dos seus pontos de vista acerca dos judeus.
E mencionou o sentimento que experimentou durante uma conferência internacional realizada há pouco tempo atrás em que percebeu o quão interiorizados estão os sentimentos anti-semitas em algumas grandes denominações cristãs: "Aquela conferência foi a minha primeira exposição ao absoluto ódio contra Israel que existe no coração - no coração - da Igreja protestante."
Durante a conferência, Wilkinson testemunhou como como os organizadores e os participantes denunciavam Israel com um estado racista culpado da limpeza étnica do povo palestiniano, chegando-se ao ponto de se dizer que nunca houve um Templo judeu em Jerusalém!
Um dos oradores apelidou o Deus dos cristãos sionistas de "o grande genocida" e descreveu o Josué da Bíblia como "o santo patrono da limpeza étnica". Segundo Wilkinson, nenhum dos pastores protestantes ali presentes levantou qualquer protesto...
Em 2010 - prosseguiu Wilkinson - um pastor escocês apresentou uma mensagem devocional a membros do parlamento escocês:"Ele falou acerca da esperança do Natal ser encontrada no nascimento de mais uma criança palestiniana, nascida refugiada, e vivendo sob ocupação militar," - recordou Wilkinson.
E acrescentou: "Não reconheço Jesus na Igreja protestante actual. O que encontramos agora é uma campanha de propaganda patrocinada pela Autoridade Palestiniana, o mundo islâmico e a Igreja protestante, incluindo a Igreja evangélica."
Referindo-se ao islão, Wilkinson acentuou uma nota bem negativa:"Entendo o desejo de se desenvolver um diálogo inter-religioso com a comunidade islâmica. Claro que haverá muçulmanos que são amigos de Israel, amigos do povo judeu. Mas um leopardo não pode mudar as suas marcas. O mundo tem medo de falar e denunciar aquilo que é tão claro e óbvio  - que isto é uma religião de ódio, uma religião de morte, uma religião de sujeição e opressão. E não há esperança para essa religião, embora haja esperança para muitos muçulmanos."
As relações entre judeus e protestantes têm andado turbulentas nestes últimos anos, mas a crise piorou drasticamente no mês passado depois que líderes das principais denominações protestantes da América terem enviado uma carta conjunta ao Congresso dos EUA apelando aos políticos americanos para que reconsiderassem o seu apoio militar a Israel.
A carta refere-se a "amplas violações dos direitos humanos cometidos pelos israelitas contra palestinianos, incluindo a morte de civis, a demolição de habitações e deslocalização forçada e restrições às movimentações de palestinianos, entre outras."
Os 15 signatários declararam ainda ver "um perturbador e consistente padrão de desprezo das autoridades israelitas pelas políticas norte-americanas que apoiam uma paz justa e duradoira."
Logo a seguir à publicação da carta, 7 importantes organizações judaicas retiraram a sua participação em um encontro inter-confessional a realizar no final desse mês.
Apesar de tudo isto, a organização norte-americana "Christians United for Israel" (Cristão Unidos por Israel), que se considera "um dos mais importantes movimentos cristãos base no mundo", declarou que a carta não representa a maioria dos cristãos, pelo menos nos EUA.
"A grande maioria dos cristãos americanos reconhecem que quando Israel enfrenta o Hezbollah, o Hamas e a Jihad islâmica, está confrontando inimigos que nós partilhamos em nosso lugar," - afirmou David Brog, o director do grupo, acrescentando: "E a grande maioria dos cristãos americanos sabem que conquanto Israel não seja perfeito - tal como os EUA - ambas as nossas nações estão comprometidas na luta contra o terrorismo, ao mesmo tempo que aderindo aos mais elevados padrões morais."
É interessante e ao mesmo tempo trágico reconhecer a tendência anti-semita destas igrejas protestantes históricas, ao mesmo tempo que se acentua o seu declínio. Parece que quanto mais anti-semita uma igreja se vai tornando, mais declínio espiritual ela vai experimentando, deixando a autoridade e interpretação literal da Palavra de Deus, para se dedicar às causas sociais, ao ecumenismo e às ondas humanistas que tanto têm danificado a verdadeira fé cristã.
Cremos com toda a convicção que todo o verdadeiro cristão nascido de novo torna-se cada vez mais um amigo de Israel, como povo e nação, ao reconhecer as suas raízes e que toda a sua vida e existência tem a ver com a aliança que o Eterno Deus fez com um povo - o povo de Israel. Uma leitura aprofundada de Romanos 9, 10 e 11 será o suficiente para elucidar qualquer um que tenha a humildade suficiente para reconhecer o maravilhoso plano de Deus para o Seu povo!
Shalom, Israel!

Tarso Genro, que financia ação anti-Israel, tenta responder a texto publicado com novas tolices e mistificações! Que responda legalmente por seu ato!


POR  REINALDO AZEVEDO .

Pois é… O governador Tarso Genro (PT), do Rio Grande do Sul, decidiu apoiar oficialmente um troço chamado “Fórum Social Mundial Palestina Livre”. Escrevi a respeito. A coisa pegou fogo na Internet. Há um documento oficial sobre o evento. Ele deixa claro que se trata de um acontecimento contra o estado de Israel e que, na prática, justifica as ações terroristas. De tal sorte o governo do estado se envolveu com a coisa que o endereço para inscrição traz a marca“rs.gov”. Tarso tem origem judaica — sua mãe era judia. Isso não o protege necessariamente de tentações antissemitas. Não peço licença a judeus ou a não-judeus para defender a existência daquele estado — ou outra ideia qualquer. Sustento que o governador está financiando uma atividade que fere o que está disposto na Constituição brasileira.
Muito bem. Publiquei ontem o post, e o governador resolveu reagir com uma nota oficial “de esclarecimento”. Eu a reproduzo em vermelho e comento em azul. “Democratas” como Tarso Genro sempre testam os meus melhores instintos.
Nota de esclarecimentoNesta terça-feira (13), o governador Tarso Genro conversou, longamente, com o presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib), Claudio Lottenberg, sobre o Fórum Social Palestina Livre, que será realizado em Porto Alegre no final deste mês. 
Tarso Genro assegurou que eventuais posições que possam ser manifestadas neste evento só serão apoiadas pelo Governo do Rio Grande do Sul se estiverem norteadas pela posição do Governo Brasileiro sobre o conflito entre israelenses e palestinos no Oriente Médio.
Lottenberg fala em nome de um grupo com ligações específicas com o tema do debate, e compreendo que possa ser, assim, moderado… Como não sou judeu, não pode pesar sobre mim a suspeita de parcialidade. Estou mais livre para sustentar: a pauta do fórum é anti-Israel; os palestrantes são anti-Israel; a reivindicações, entendidas como consenso do povo palestino (o que é mentira!), são anti-Israel. Logo, o evento é contra um país e contra um povo.
Tarso quer enganar a quem? Não sei se Lottenberg, sendo judeu, ficou satisfeito com o “esclarecimento”. Eu, que não sou, não fiquei. O tal fórum tem umdocumento de referência. Na prática, justifica o terrorismo. Ora, ninguém dá apoio oficial a um fórum como esse, com essa pauta, para afirmar que não se compromete com eventuais “posições” ali defendidas. Então Tarso Genro financia um evento que prega o boicote internacional a Israel e depois diz que a sua posição é a do governo brasileiro?
Ao presidente da Conib, Tarso esclareceu, ainda, que o apoio ao evento foi aprovado por se tratar de uma atividade vinculada ao Fórum Social Mundial, sem compromisso com as posições políticas que ali serão sustentadas pelos diversos integrantes do fórum.
Isso é conversa para boi dormir. O Fórum, como deixa evidente a sua pauta, não se limita a defender a existência do estado palestino. Vai muito além disso. Por que Tarso Genro não financia, só a título de debate, um seminário que pregue, deixe-me ver…, o fim dos petistas? O que lhes parece? Ele daria o dinheiro e as condições materiais para o encontro, mas sem se comprometer com as conclusões do seminário… Trata-se de uma justificativa covarde para uma ação covarde.
As posições do Governo do Rio Grande do Sul, que serão reafirmadas durante o evento, estão baseadas nos seguintes princípios: 
– Apreço às comunidades israelense e palestina, que convivem em harmonia no Rio Grande do Sul, e colaboração no debate para promover uma paz negociada e justa na região, com cessação completa das hostilidades;
Eis o humorista Tarso Genro. Insisto: a pauta do evento deixa claro que não se vai discutir a harmonia ou desarmonia das comunidades “israelense” e “palestina” do Rio Grande do Sul. Aliás, eu ignorava, até a existência dessa nota, que houvesse “israelenses e palestinos” no estado em número tão considerável. Talvez a nota tente se referir a judeus e árabes…
- Reconhecimento do direito do povo palestino de estruturar seu Estado soberano e reconhecimento do direito à existência do Estado de Israel;
Um dos itens da pauta é a chamada “volta dos refugiados”… Na forma como vem a reivindicação, isso significa, por si, negar “o direito à existência do Estado de Israel”.
– Aplicação dos acordos de Oslo e apoio às decisões das Nações Unidas sobre o conflito.
As Nações Unidas rejeitam as ações terroristas, que são incorporadas pelo “documento de referência” do encontro.
Na conversa entre o governador e o presidente da Conib, ficou claro que qualquer manifestação que desconsidere os princípios acima citados não será endossada pelo Governo do Rio Grande do Sul. As posições expostas por Tarso Genro são as mesmas do Governo Federal. Ele propôs que as comunidades gaúchas de palestinos e israelenses reúnam-se com o governador no Palácio Piratini, como já ocorrera quando este era prefeito de Porto Alegre, num evento marcante de amizade, respeito e solidariedade entre os povos.
É patético! Reitero que ignorava a existência de “gaúchos” pertencentes às comunidades “israelense” e “palestina”… Refere-se especificamente a imigrantes? O próprio Lottenberg, que eu saiba, é um brasileiro… judeu! De toda sorte, os conflitos relevantes entre judeus israelenses e árabes palestinos não se dão no Rio Grande do Sul, mas em Israel. Nos países árabes, diga-se, os judeus costumam encontrar poucas dificuldades porque quase não há judeus em países árabes. Não sei se fui muito sutil…
Tarso, então, financia um encontro escancaradamente contra Israel e depois chama todo mundo para um bate-papo? Oferece recursos para que se defendam as ações do Hamas — é o que está na pauta — e depois convida os dois lados para dividir latkes com kafta no Palácio Piratini?
Eu não preciso fazer média com o senhor Tarso Genro e não preciso comparecer à sua festinha, que encobre uma pauta sangrenta. As palavras fazem sentido. E eu prezo o sentido das palavras. O senhor Tarso Genro, ao financiar o fórum anti-Israel, está desrespeitando a Constituição da República Federativa do Brasil. E deveria ser levado à barra dos tribunais por isso. 
Por Reinaldo Azevedo

FONTE .http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/tarso-genro-que-financia-acao-anti-israel-tenta-responder-a-texto-publicado-neste-blog-com-novas-tolices-e-mistificacoes-que-responda-legalmente-por-seu-ato/

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