sábado, 7 de julho de 2012

IRÃO CONTORNA BLOQUEIO EUROPEU À EXPORTAÇÃO DO SEU PETRÓLEO

O Irãn prepara-se para "contornar" o bloqueio imposto internacionalmente para a exportação do seu petróleo, tendo conseguido um acordo feito entre a "união dos exportadores", o banco central do Irãn e o ministério do petróleo, dessa forma conseguindo o seu petróleo por outros meios, uma vez que a proibição da União Europeia para a efectivação de seguros dos navios tanques que carreguem petróleo iraniano.
Segundo as informações vindas do Dubai, o Irão chegou a acordo com refinarias europeias para vender algum do seu petróleo através de um consórcio privado, numa medida tendente a contornar as sanções que visam colocar pressão sobre o Irãn para parar o seu disputado programa nuclear.
A União Europeia pôs em vigor no dia 1 de Julho sanções à importação, compra ou transporte de petróleo iraniano, sendo que o regime de Teerão verá as suas exportações petrolíferas cair mais de 50% neste mês, em comparação com o mesmo período do ano passado, provocando um prejuízo de biliões de dólares nas receitas.
"Têm havido discussões com refinarias europeias, e chegou-se até a um acordo final," - disse Hassan Khosrojerdi, o cabeça da união dos exportadores.
"Segundo este acordo, está planeado que 20 por cento das exportações de petróleo iraniano seja através deste consórcio privado."
E acrescentou: "É provável que devido às restrições internacionais tenhamos de dar menos privilégios ou descontos a alguns dos compradores do nosso petróleo."
Khosrojerdi não mencionou quais as refinarias envolvidas ou como elas irão receber o petróleo. Questionado sobre quais os passos que serão dados para contornar a proibição aos seguros para o transporte marítimo, ele respondeu apenas o seguinte: "Com o acordo de algumas refinarias europeias, este problema foi completamente resolvido."
O ministério do petróleo do Irão autorizou a exportação privada de petróleo em Maio passado.
Antes do embargo da União Europeia, o Irão vendia cerca de um quinto do seu petróleo para a Europa. As sanções da Europa comunitária aos seguros prejudicaram seriamente as vendas do petróleo inclusivamente à Ásia e ao Japão, um dos principais compradores do petróleo iraniano, que em Julho não irá importar nenhum petróleo do Irãn.

Yousef Nadarkhani irá a novo julgamento no Irã

Yousef Nadarkhani irá a novo julgamento no Irã
O pastor iraniano Yousef Nadarkhani está no corredor da morte e agora terá de passar por um novo julgamento em 8 de setembro, que pode ser definitivo.
De acordo com o Ministério Verdade Presente, que tem acompanhado de perto o caso, Nadarkhani será julgado por crimes contra a segurança nacional. ”Implicitamente vemos que isso significa que as acusações de apostasia foram abandonadas desde que as novas acusações foram emitidas, mas não temos confirmação disso”, disse um representante do ministério.
O pastor de 35 anos, natural de Rasht, no Irã, ficou conhecido pelos cristãos em todo o mundo após ser preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo em forçar todas as crianças, incluindo os filhos de cristãos, a lerem o Alcorão. Condenado à morte, ele continua firme em sua fé cristã.
Em sua carta mais recente (divulgada em maio) Nadarkhani declarou aos que estavam preocupados com ele: “Eu preciso lembrar aos meus amados, apesar de meu julgamento estar feito há tanto tempo, que na carne eu desejo que esses dias terminem logo, mas eu entrego-me à vontade de Deus”.
Nadarkhani era líder de uma rede de igrejas domésticas que reunia cerca de 400 pessoas. As acusações contra ele foram posteriormente alteradas para a apostasia e tentativa de evangelizar os muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado à morte, numa sentença confirmada pela Suprema Corte do Irã no ano passado.
De acordo com a sharia (lei islâmica), um apóstata tem até três dias para se retratar. O pastor cristão se recusou repetidas vezes a negar sua fé.
O Ministério Verdade Presente e outras organizações fizeram vários apelos para que sejam feitas campanhas de oração e manifestações de apoio a fim de salvar Nadarkhani. Vários países já se manifestaram publicamente, pedindo a libertação dele, incluindo o Brasil.
Mesmo com a data do novo julgamento marcada, a execução dele pode acontecer a qualquer momento e sem aviso prévio, afirma o Verdade Presente.
Traduzido e adaptado de The Christian Post

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