quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

FINAL DOS TEMPOS - Mãe põe veneno de carrapato em mamadeira de bebê

A dona de casa Thaís Helena Ferreira, de 29 anos, foi presa no final da noite de ontem em Sorocaba (SP) acusada de pôr veneno de matar carrapato na mamadeira do próprio filho, um bebê de apenas três meses. O crime aconteceu na casa da família, no bairro Jardim Tropical, zona oeste da cidade. O marido, que dava para a criança a mamadeira preparada pela mãe, sentiu um cheiro estranho e percebeu que havia algo misturado no leite. Ele suspendeu a amamentação e questionou a mulher, localizando na cozinha um frasco do carrapaticida.
A Polícia Militar (PM) foi chamada e encaminhou o bebê para a emergência do Hospital Modelo. A criança recebeu tratamento para desintoxicação e foi medicada. O bebê recebeu alta hoje e foi para casa com o pai. A mulher, detida pelos policiais, foi levada ao plantão da Polícia Civil. Ela alegou que o bebê nascera de uma gravidez não desejada. A dona de casa foi autuada em flagrante por tentativa de homicídio. Ela foi encaminhada para a Cadeia Feminina de Votorantim. A mamadeira e o frasco de veneno foram submetidos à perícia. O laudo deve ficar pronto amanhã.

ESTADÃO

ISTOÉ| Cientísta Polonês Mostra que Deus existe- e ganha Prêmio.

O cientista de Deus
Através de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês mostra que Deus existe e ganha um dos mais cobiçados prêmios 

Representação do Big Bang, explosão cósmica que teria originado o universo





A Criação de Adão, Michelangelo (detalhe), século XVI

Como um seminarista adolescente que se sente culpado quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo através de um ou de outro ramo de seu conhecimento – ou seja, sentia culpa. Ocorre, porém, que Keller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses seus dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso. O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a “Teologia da Ciência”. O resultado material é que na semana passada Keller recebeu um dos maiores prêmios em dinheiro já dados em Nova York pela Fundação Templeton, instituição que reúne pesquisadores de todo o mundo: US$ 1,6 milhão.

O que é a “Teologia da Ciência”? Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrou Deus. E a isso Keller chegou, fazendo- se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença. De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus. Segundo Keller, apesar dos nítidos avanços no campo da pesquisa sobre a existência humana, continua-se sem saber o principal: quem seria o responsável pela criação do cosmo? Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. “Por que as leis na natureza são dessa forma? Keller incentivou esse tipo de discussão”, disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.



GÊNIO
Michael Keller ganhou US$ 1,6 milhão com a tese

Keller montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. “Em todo processo físico há uma seqüência de estados. Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreva esse processo”, diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: “Mas o que existia antes desse átomo primordial?” Essas questões, sem respostas pela física, encontram um ponto final na religião – ou seja, encontram Deus. Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Keller mergulha na metáfora desse pensador: imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido. Embora a ciência possa explicar que uma cópia do livro se originou de outra, ela não chega à existência completa, à razão de existir daquele livro ou à razão de ele ter sido escrito. Keller “apazigua” o filósofo: “A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado”. Com o prêmio que recebeu, ele anunciou a criação de um instituto de pesquisas. E já escolheu o nome: Centro Copérnico, em homenagem ao filósofo polonês que, sem abrir mão da religião, provou que o Sol é o centro do sistema solar.



A CAMINHO DO CÉU

Michael Keller usou algumas ferramentas fundamentais para ganhar o tão cobiçado prêmio científico da Fundação Templeton. Tendo como base principal a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, ele mergulhou nos mistérios das condições cósmicas, como a ausência de gravidade que interfere nas leis da física. Como explicar a massa negra que envolve o universo e faz nossos astronautas flutuarem? Como explicar a formação de algo que está além da compreensão do homem? Jogando com essas questões, que abrem lacunas na ciência, Keller afirma a possibilidade de encontrarmos Deus nos conceitos da física quântica, onde se estuda a relação dos átomos. Dependendo do pólo de atração, um determinado átomo pode atrair outro e, assim, Deus e ciência também se atraem. “E, se a ciência tem a capacidade de atrair algo, esse algo inexoravelmente existe”, diz Keller.




FONTE REVISTA ISTO É 

http://www.istoe.com.br/reportagens/2200_O+CIENTISTA+DE+DEUS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

Com doença terminal, pastor de megaigreja afirma que sua fé mudou

Com doença terminal, pastor de megaigreja afirma que sua fé mudou
Na década de 1980, o pastor Edward G. Dobson ganhou destaque na política norte-americana como executivo da organização conservadora “Maioria Moral”. Era uma espécie de fundação evangélica que defendia os interesses dos evangélicos. Ele chegou a ter influência na administração do presidente Ronald Reagan.
Em 1987, Ed Dobson, como é mais conhecido, assumiu o pastorado da Igreja do Calvário em Grand Rapids, Michigan. Seu ministério foi “de vento em popa” e o conceituado Instituto Bíblico Moody o nomeou “Pastor do Ano” em 1993.
Servindo como pastor da Igreja do Calvário por 18 anos, Dobson viu sua congregação chegar a mais de 5.000 pessoas aos domingos. Naquela época, Dobson influenciou toda uma geração de líderes. Foi ele, por exemplo, quem apoiou Rob Bell e o ajudou a iniciar a igreja Mars Hill de Grand Rapids. Ele diz estava acostumado a olhar para si mesmo como um homem cheio de lições, provérbios e, acima de tudo, respostas.
Uma espécie de “ícone” entre alguns círculos religiosos, tudo mudou quando Dobson foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig. Ao ser diagnosticado, em 2001, os médicos deram-lhe de 3 a 5 anos de vida.
“Eu sou feliz por estar falando com você agora mesmo”, brincou Dobson, cuja voz deteriorada pouco lembra seus dias de pregador. Em uma entrevista à CNN, o pastor falou devagar, mas mantendo a mesma confiança e autoridade de sempre.
Após a sua aposentadoria, em 2006, as multidões sumiram de sua vida. “Eu fui de 100 quilômetros por hora a zero de uma hora para outra”, explica Dobson. ”Isso foi um choque para o meu sistema.”
Ele afirma que as respostas desapareceram junto com as multidões. “Eu sei que soa um pouco sentimental… mas a verdade é que quanto mais eu vivo, menos as respostas eu tenho”.
Autor de 12 livros e atualmente produzindo vários curtas-metragens, Dobson é um homem cheio de lições sobre fé. Após ter sido diagnosticado com essa doença degenerativa e sem cura conhecida, sentiu-se totalmente inseguro. Às vezes, ele diz que nem queria sair da cama em alguns dias. Depois de anos de intenso estudo da Bíblia, o pastor aposentado ficou surpreso como reagiu à notícia de sua própria mortalidade.
“Eu pensei que se eu soubesse que ia morrer, teria realmente lido a Bíblia e teria realmente orado como se deve”, explica Dobson. ”Mas durante anos o oposto era verdade. Eu mal tinha tempo de ler a Bíblia e tinha grande dificuldade de orar. Você fica tão sobrecarregado com outros compromissos que perde a perspectiva correta”.
Após recuperar essa perspectiva, sua pregação ocorre em um nível mais pessoal. Ele agora se encontra com os fiéis um a um. Senta-se com eles em suas casas ou escritórios e oferece toda a ajuda que puder. ”A maioria das pessoas que me procuram têm ELA e, basicamente, eu apenas as escuto”, explica.
Sair de 5.000 fiéis por domingo para atender um de cada vez gerou uma grande mudança em Dobson, forçando-o a reavaliar o seu trabalho como pastor. ”Eu estou tentando aprender que o um-a-um é tão importante quanto pregar para multidões”, disse ele.
Hoje ele diz que seu ministério o lembra de Adão e Eva sendo cobrados por Deus para cuidar do Jardim do Éden. Durante anos, o jardim de Dobson era Igreja do Calvário, os batismos, casamentos e os cultos de domingo.
Em 2007, ele escreveu o livro “Orações e promessas quando estamos diante de uma doença fatal.” Daniel Dobson, seu filho, o está ajudando a transformar as histórias do livro em vídeos.
Steve Carr, diretor-executivo de uma empresa de produções é evangélico e entendeu o desafio. Cinco desses pequenos filmes escritos por Dobson já foram lançados por Carr e estão disponíveis no mercado. Existem planos para mais dois.
Embora os vídeos possuam temas variados, desde perda até perdão, passando por cura e crescimento espiritual, todos abordam as lições aprendidas por Dobson em sua batalha com a ELA. “Meu Jardim”, o título mais recente da série, mostra como Ed lidou com o fim de sua carreira de pregador.
“Eu não sou mais um pregador”, diz o combalido Dobson em frente à câmera. ”Hoje, diria que eu sou apenas um seguidor de Jesus. Ponto Final”. Aos 63 anos, para ele essa é a lição que os pastores mais precisam aprender hoje em dia.

VIA GRITOS DE ALERTA   /  GOSPEL PRIME
Traduzido e adaptado de CNN

Profetiza ou feiticeira gospel?


 




Questionemos, pois, cristãos:

Onde está o nome de Deus no folheto? Ou a "profetiza da TV" é auto-suficiente para salvar a humanidade?


Por que ela pode mudar o rumo da minha vida? será que já não basta o que o Senhor Jesus fez por nós para termos nossas vidas transformadas? E mudar o quê? Mudar aquilo que não satisfaz os anseios egocêntricos e antropocêntricos? E como confrontar João 16.33 com a célebre e universal frase "Pare de sofrer"?

Ela nasceu com os dons? Nasceu?! Ela já leu bem 1 Co 12? Se é que nasceu, com o dom de discernir os espíritos não deve ter sido por questões óbvias (1 Jo 4.1). Além disso, é o Espírito quem reparte os dons (1 Co 12.11) para aquilo que é útil (1 Co 11.7) e para a edificação da Igreja (1 Co 14.12), e não para uma falsa profetiza promover sua imagem perante os pobres cristãos incautos.

Encerro questionando a especialização da profetiza: desmanchar trabalhos de macumba, inveja e feitiço. Traga uma peça de roupa para ser revelada (?).
Pergunto aos leitores: Profetiza ou feiticeira gospel?

"Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores." (Mt 7.15)
FONTE . NET ABERTA

Israel construirá mais 500 casas em territórios palestinos

 

Assentamento judaico de Givat Zeev, na CisjordâniaA comunidade internacional considera ilegais todos os assentamentos judaicos

Assentamento judaico de Givat Zeev, na Cisjordânia (Menahem Kahana/AFP)
Israel anunciou nesta quarta-feira que aprovará a construção de 500 casas adicionais para judeus na colônia de Shilo, situada entre as cidades palestinas de Ramallah e Nablus, na Cisjordânia.
"O conselho superior de planejamento da administração militar, responsável por assuntos civis, se reunirá hoje para aprovar a construção das 500 casas", declarou um porta-voz da administração, ligada ao ministério da Defesa. A fonte afirmou ainda que a primeira etapa do projeto foi aprovada há seis meses pelo ministério da Defesa.
Além disso, 200 residências construídas ilegalmente em Shilo e no assentamento não autorizado de Shvout Rachel serão legalizadas, informou a rádio militar. A comunidade internacional considera ilegais todas as colônias nos territórios palestinos, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental.

VIA GRITOS DE ALERTA / VEJA ONLINE
(Com agência France-Presse)

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PASTOR ADHEMAR DE CAMPOS CONFIRMA APRESENTAÇÃO
NO SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL

Amigo de Deus: isso é o que ele sempre procurou ser! E os frutos dessa amizade e intimidade com o Deus Altíssimo permitiu ao Pastor Adhemar de Campos escrever uma história de sucesso! Adhemar é cantor, músico e compositor brasileiro de música evangélica. A história desse ícone confunde-se com história da música Gospel brasileira, tanto que na década de 1970 era um dos únicos produtores de cânticos evangélicos com grande projeção. Suas músicas e versões marcaram a música Gospel brasileira através de gerações, foi homenageado pela Câmara Municipal de São Paulo por seu trabalho musical e no Troféu Talento.  Idealizador do seminário Reciclando a Visão. Atua hoje na igreja-sede da Comunidade da Graça em Vila Carrão, bairro da cidade de São Paulo. Adhemar é autor de aproximadamente 500 canções e também versionista de mais de 100 músicas de origens norte-americanas e línguas hispânicas, cantadas por expoentes da música evangélica como Don Moen, Ron Kenoly, Bob Fits, Paul Wilbur (Estados Unidos), Marcos Witt (México) e Jorge Losano (Argentina). A influência de Adhemar de Campos extrapola o meio evangélico. O Padre Marcelo Rossi chegou a regravar "Nosso General", em 2002. Agora, em 2012, se apresenta no Salão Internacional Gospel, na sexta-feira, dia 13 de Abril de 2012, as 20:00 horas cantando alguns de seus maiores sucessos. O pastor também será homenageado na Exposição Gospel Memórias - Dias que não voltam mais. Na linda foto acima, Adhemar de Campos e sua filha Mariana Campos. Quem acompanha a história do querido pastor e cresceu cantando suas músicas não pode perder mais essa oportunidade de ser abençoado através de um dos maiores talentos da música Gospel brasileira. Para sabe mais acesse: www.adhemardecampos.com.br.

PASTORES SÃO CONVIDADOS ESPECIAIS
NO SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL


É isso mesmo! Pastores são convidados especiais e têm entrada VIP e gratuita no Salão Internacional Gospel. São dos organizadores do Salão a declaração: "Entendemos a importância e a responsabilidade espiritual dos Pastores à frente de cada rebanho e sabemos que são homens especiais, escolhidos e separados por Deus para a grande obra. E, por esse motivo, respeitamos e honramos a todos! É um prazer para nós recebermos representantes de cada ministério e igrejas de todo o Brasil. Pedimos que incluam nosso evento em suas orações! Temos um alvo muito grande que é ser campeão em vidas salvas para Jesus!".
Os Pastores podem fazer o Credenciamento antecipado para receber o seu Crachá VIP via Correio no site www.salaointernacionalgospel.com.br ou na bilheteria VIP da feira oficial da Música Gospel na América Latina.


OMEI - ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE EVANGELISMO
PELA INTERNET APOIA SALÃO GOSPEL


Imagine ter uma Igreja aberta 24 horas por dia, com mensagens, pregações e louvores sem interrupções... A execução da ordem do próprio SENHOR JESUS CRISTO de ir e pregar o Evangelho à toda criatura, em todo o mundo... Uma Igreja sem fronteiras, sem muros e paredes... Uma Igreja que levasse a Boa-Nova de Salvação para toda a terra... É claro que, no mundo real, esse sonho teria enormes dificuldades de se tornar realidade... Mas na internet, ele se mostrou possível, e, com muito esforço e tecnologia, foi criado a O.M.E.I – Organização Mundial de Evangelismo pela Internet. Um projeto onde Igrejas ou Ministérios estão 24 horas por dia, 7 dias por semana, propagando o Evangelho de Jesus Cristo, seus valores éticos e morais, e a relevância que o Verdadeiro Cristianismo pode oferecer para o mundo tão corrompido dos dias de hoje!
Se no passado a internet foi apenas uma rede mundial de computadores, hoje ela é, sem sombra de dúvidas, uma rede mundial de pessoas: pessoas que sentem, que choram, que se alegram, e que, acima de tudo, precisam urgentemente conhecer a Deus e a Sua Palavra! Com mais de 185 igrejas afiliadas, a OMEI apoia o Salão Internacional Gospel, a maior feira de música gospel da américa Latina. Para conhecer mais sobre a organização acessewww.omei.com.br.

BRUNA MELLO CONFIRMA PRESENÇA NO SALÃO


A cantora Bruna Melo já confirmou presença no Salão Internacional Gospel. Bruna começou sua história de amor com a música aos 3 anos de idade. No ano de 2000, a cantora participou de programas da Rede Globo. Um deles foi o Planeta Xuxa. Em 2001, foi convidada a apresentar o Programa "Geração Livre", na BAND, em parceria com Rodrigo Vieira. Em 2002, ingressou no casting da gravadora Line Records. No ano de 2004, lançou seu primeiro álbum pela gravadora, chamado "Sempre Assim". No mesmo ano, foi indicada ao Troféu Talento. Já em 2008, lançou o segundo CD em um grande evento na Vila Olímpia, em São Paulo e agora, em 2012, está preparando o terceiro trabalho, através de sua nova gravadora MD Art. São de Bruna as palavras: "O mercado de Música Gospel está crescendo e eu vou estar no Salão Internacional Gospel, no dia 14 de Abril de 2012 (sábado), as 16:00 horas. Espero todos lá!".


GRUPO RMCOM FECHA PARCERIA
COM SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL

Quem acha que não pode existir parceria entre duas agências de comunicação está enganado! O Grupo RMCOM, responsável por campanhas e alguns veículos de comunicação cristã, apoia o Salão Internacional Gospel, realizado pelo grupo MR1 em associação com a multinacional Grupo Cipa Fiera Milano, responsável pela organização do evento. Jorge Rodrigo, que representa a RMCOM explana: "O evento é uma solução de promoção e marketing ao que temos de melhor na música Gospel brasileira. Atendemos também a marca ANLE Associação Nacional de Livrarias Evangélicas, que também apoia o evento." Ele acrescenta: "Os distribuidores e revendedores devem interagir com os lançamentos e destaques da música Gospel, pois trata-se de um mix de produtos estratégicos para o seu negócio. A Revista Vitrine Cristã e o Portal Conde Sarzedas também apoiam a feira através de campanhas de comunicação direcionadas aos canais de distribuição, promovendo ações estratégicas junto ao Salão Internacional Gospel." Jorge Rodrigo (RMCOM) e Marcelo Rebello (Grupo MR1), juntos, comemoram a nova parceria que pretende investir na verdadeira unidade cristã. Um dos objetivos da união das duas agências é possibilitar o fomento de novos negócios com foco nos canais de distribuição, valorizando o trabalho do músico e artista cristão com ações inovadoras e específicas. "A parceria inicia-se agora e já projeta uma ampliação de ações e estratégias para a edição de 2013 do Salão Internacional Gospel, promovendo um processo contínuo de aprimoramento da integração dos lojistas, pastores, líderes e comunicólogos cristãos, com muito planejamento e profissionalismo. Preparem-se: vem muita coisa boa aí!", conclui Marcelo Rebello.


REVISTA CONTEÚDO CRISTÃO DO NORTE DE MINAS 
ENTREVISTA DIRETORA DE COMUNICAÇÃO
DO SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL

No último dia 1º de Fevereiro de 2012, a Revista Conteúdo Cristão, do norte de Minas Gerais, publicou uma entrevista com Luciana Mazza, Diretora de Comunicação do Salão Internacional Gospel. Na ocasião, a jornalista falou sobre as atuais posturas mercadológicas, pirataria no meio cristão, a visibilidade que a música Gospel vem alcançando e sobre sua vida profissional e pessoal. Leia a entrevista na integra: www.conteudocristaoonline.wordpress.com/?s=ENTREVISTA+LUCIANA+MAZZA. 

MANO RECO SE APRESENTA NO SÁBADO
NO SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL

Se fazer rimas e versos é um dom dado por Deus apenas para guerreiros, não sabemos. Mas foi no gueto, na dificuldade da vida nua e crua, que no Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo, periferia, nasceu e cresceu Denison Vertelo, para nós o Mano Reco, filho de uma doméstica chamada Dona Lola e de um pedreiro trabalhador, como milhares espalhados pelo Brasil. Vida difícil sim, injusta jamais. Quando criança, via o pai como uma referência, um herói; porém, na adolêscencia, mudou de opinião! Muitos bagulhos, festas e minas da hora mudaram a rotina e viraram a cabeça do garoto. Influenciado e embalado pelo beat dos Racionais, se tornou DJ de uma equipe de som que trabalhava na noite paulista. Um dia, viu um DJ tocar Rap, fazendo performance nas picapes, decidiu que era aquilo que queria fazer e aprendeu muito bem os segredos do ofício. Se tornou famoso junto aos Detentos do Rap, o nome foi escolhido por Daniel Sancy, primeiro vocalista do grupo, que foi formado dentro do Carandirú. Com os Detentos gravou 7 CDs e 1 DVD – o primeiro DVD de Rap nacional. No princípio do ano de 2006, transformação total: aceitou a Jesus, o que o fez renunciar as coisas do passado. Foi nessa época que começou a fazer seu primeiro CD fora dos Detentos. Criou uma nova banda chamada “Mano Reco e a Jornada”. Nessa nova etapa, entrou em estúdio para gravar o trabalho “A verdade dói mas liberta”. Ele lembra: “Quando ninguém mais me amava, Jesus me amou. Passei a viver o que cantava e isso foi muito bom! Nasci nas águas do evangelho e toda uma vida errada ficava para trás.” A música "É de minha autoria" até hoje arrepia quem escuta e tem arrancado vidas do inferno! Essa e muitas outras vão ser apresentadas no Salão Internacional Gospel, no Sábado, dia 14 de abril de 2012, as 14:00 horas no Espaço Hip Hop. Quem gosta de Rap da melhor qualidade não pode perder essa apresentação. Para conhecer mais sobre o ministério de Mano Reco acesse www.manoreco.net. 

SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL FECHA PARCERIA
COM A REDE TRAVEL INN HOTÉIS

Formada em 1997, a Rede Travel Inn oferece várias opções diferenciadas de hospedagem no estado de São Paulo, que garantem serviço de qualidade, atendimento exclusivo e preços justos aos clientes. Com boa localização e infraestrutura a rede não poderia ficar de fora do Salão Internacional Gospel, a maior feira de música Gospel da América Latina. Numa parceria junto ao Grupo MR1, a Rede Travel Inn Hotéis está agora ao alcance também do público evangélico, oferecendo vantagens e bons preços para todos que pretendem visitar o evento. A MR1 prepara uma linda feira e a Rede Travel Inn garante o seu conforto durante a sua estadia. Para saber mais acesse o site www.travelinn.com.br. 

DJ MAX E CONVIDADOS PARTICIPAM DO SALÃO GOSPEL



Dj Max vai apresentar performaces, no toca discos, na MPC e no Groove Box ao vivo com rappers convidados no Salão Internacional Gospel. Mauricio Alexandre Oliveira Costa, 24, conhecido como DJMAXNOSBEATZ atualmente é DJ do PREGADOR LUO APC 16. Entrou no mundo da música muito novo por influência dos primos que ja faziam Rap, Diogo, Kenan ou NAMAHA, Rodrigo Mendes (ex-produtor da revista Rap Brasil) e KING DUPLO IMPACTO, aos 12 anos de idade já era DJ, com 13 anos foi DJ da rapper Tina, com 14 anos participou do Hip Hop DJ a primeira vez, com 15 começou a produzir, e ao lado de Lito Atalaia rodou o país inteiro fazendo shows e nasceu o disco LITO ATALAIA APRESENTA DJMAXNOSBEATZ fora produções do disco Jave Nissi. 
Hoje DJMAX tem seu home estúdio, onde produz músicas para vários rappers brasileiros como: PREGADOR LUO, LF, THAIDE, RINCON SAPIENCIA, DG, DBS, MARCIO ATTACK VERSOS, LITO ATALAIA, KING DUPLO IMPACTO, PARABOLA, NAMAHA, RIMATITUDE, X_BARAO, BANCA DK, RELIGARE, THIG, ARNALDO TIFU, MISS MAX (USA) SPICK Z (ANGOLA), TIO FRESH, FILHOS DO LEAO, SUBLIME entre outros. O DJ se apresenta no dia 12 de Abril, quinta-feira, as 18:00 no Espaço Hip Hop.

SPACE CRISTÃO NO SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL

A mais recente novidade na internet chega para fazer a diferença em meio às redes sociais. O Space Cristão não é apenas um site de relacionamento, mas um lugar especial onde os spacenautas ficam por dentro de tudo que acontece pelo Brasil e pelo Mundo, com foco no universo cristão. E se o assunto é música Gospel, ou melhor, Salão Internacional Gospel, o Spacecristão leva todas as informações para você não perder absolutamente nada desse abençoado evento.
Para saber mais acesse: www.spacecristao.com.br.

CONVENÇÃO DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS
MINISTÉRIO SÃO PAULO APOIAM
SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL

A notícia já está confirmada: a Convenção das Assembleias de Deus Ministério São Paulo na última semana oficializou o apoio ao Salão Internacional Gospel. São mais de 170 ministérios e 400 igrejas representadas pela convenção. Segundo a organização do Salão Internacional Gospel, a parceria vem só a confirmar a verdadeira unidade cristã. Segundo o Grupo MR1, a ideia do Salão é unir todos os ministérios, igrejas, células, irmãos em Cristo num único propósito de levar a Palavra de Deus e adora-lo em espírito e em verdade!

GRUPO ATOS 4 SE APRESENTA NO SALÃO GOSPEL

O Grupo Atos 4 formado por Lucas, DJ Joilson e Moisés (ex-Facção Central e A286) vem tocando  com diversos nomes do Rap Gospel como DJ Alpiste, X-Barão, entre outros. A ideia é levar a mensagem do Amor de Deus através do Hip Hop. E no Salão Internacional Gospel não será diferente. O grupo se apresenta no dia 12 de Abril de 2012, quinta-feira, as 16:00 no Espaço Hip Hop. É só marcar na agenda e conferir!

FIRE GOSPEL APOIA SALAO INTERNACIONAL GOSPEL


O Portal Fire Gospel é mais um parceiro de mídia do Salão Internacional Gospel.
Para quem não conhece é só acessar: www.firegospel.com.br.

SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL FOI NOTÍCIA
NA REVISTA COMUNHÃO

No último dia 6 de Fevereiro o Salão Internacional Gospel foi notícia na Revista Comunhão, de Vitória, no estado do Espírito Santo. Leia a matéria na íntegra no link www.comunhao.com.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=8209:1%C2%BA-sal%C3%A3o-internacional-gospel&Itemid=105.
MINISTÉRIO PRO REINO SE APRESENTA NO SALÃO

Um ministério nascido em 2008 que usa a música como  ferramenta, meio de linguagem e ligação do Criador com a criação, proporcionando uma real intimidade entre Pai e filho. São de seus integrantes as palavras: "Jesus tem nos impulsionado a anunciar a essa geração a glória do teu reino, do teu poder para que todos saibam dos seus feitos poderosos e do teu glorioso resplendor, ganhando e resgatando jovens. Teu reino é reino eterno e o teu domínio permanece de geração em geração (Sl. 145:13)." O grupo se apresenta no Salão Internacional Gospel, Sábado dia 14 de Abril de 2012, as 14:00 horas. Quem quiser conhecer mais sobre o trabalho do ministério é só visitar o estande da Rede de Comunicação Viver Gospel.

FERNANDA EVENTOS GOSPEL EXPÕE E CANTORA RENATA BARBOSA SE APRESENTA NO SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL
Nascida e criada na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, a cantora Renata Barbosa, artista de Fernanda Eventos Gospel pretende mostrar seu trabalho no Salão Internacional Gospel.
A cantora gravou o primeiro CD em 2011, chamado "Mudança em meu viver" e agora em 2012 se prepara para se apresentar no Salão Gospel. Maiores informações sobre a cantora e seu ministério, assim como agenda pelo telefone             (21) 8207-2150       ou no estande da Fernanda Eventos Gospel na feira oficial da Música Gospel na América Latina, entre os dias 12 e 14 de Abril de 2012, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.


Valdemiro Santiago critica a Record e a Igreja Universal do Reino de Deus

Valdemiro Santiago critica a Record e a Igreja Universal do Reino de Deus
Valdemiro Santiago aproveitou o espaço que aluga na RedeTV para fazer duras críticas à liderança da Igreja Universal do Reino de Deus e a TV Record. Valdemiro criticou o uso do dinheiro de dízimo da Igreja Universal revertido para a Record, que segundo ele foi comprada para exibir conteúdo evangelístico. As declarações foram feitas no programa do inicio da tarde de segunda (20/02).
Valdemiro Santiago ainda disse que, apesar dos fortes investimentos feitos pela Record para tirar a liderança da Globo, a emissora carioca “nunca perderá a liderança”. O líder da Igreja Mundial finalizou dizendo que a Igreja Universal está perdendo fiéis para a Igreja Mundial e que o dinheiro doado pelos fiéis da IURD é utilizado para pagar o salário de apresentadores e diretores da Record.

Como ler e compreender a Bíblia

Novas estratégias de interpretação das Escrituras podem aprofundar a vida do fiel com Cristo. Por ser um livro extenso, mesmo os leitores mais cuidadosos podem interpretá-la de muitas maneiras.

Muitas vozes têm se levantado – e com razão – para dizer que uma crise de interpretação bíblica está em curso. Embora a Bíblia Sagrada seja o livro de maior circulação no mundo e os cristãos, estimados em mais de 2,3 bilhões de pessoas, sejam o maior grupo religioso do planeta, é preciso salientar que tal crise não envolve exatamente o declínio do número de leitores que reconhecem a autoridade das Sagradas Escrituras como Palavra de Deus. O problema é de outra natureza, bem mais sutil – e preocupante. Acontece que muitos que leem e interpretam o livro sagrado da fé instituída por Jesus não o fazem, necessariamente, do ponto de vista cristão.

Em tempos de pragmatismo exacerbado em praticamente todas as áreas de atividade humana e de uma crescente importância ao chamado bem estar do indivíduo, mais e mais pessoas têm enxergado a Bíblia como uma espécie de panaceia para todos os males e angústias. Textos e princípios da Palavra de Deus são empregados ao arrepio da boa hermenêutica, no objetivo de estimular, e até mesmo justificar, mesmo as práticas mais mesquinhas. Livros, pregações e palestras de cunho cristão prometem soluções bíblicas para se ter sucesso nas finanças, boa saúde, relacionamentos amorosos bem sucedidos – vitória, enfim, em todas as áreas. Assim, cada crente é incentivado a ver aplicações práticas de sua fé em vários aspectos da vida, com se a Bíblia fosse um “livro-resposta” para toda a sorte de necessidades e problemas.

Entretanto, esse tipo de mensagem, centrada no indivíduo e em suas preferências, carece de uma interpretação da Bíblia como um livro que questiona as necessidades essenciais do ser humano ou que aponta para muito além delas. E não são apenas os escritores e preletores bem-intencionados que falham em oferecer uma abordagem bíblica realmente cristã. Vários estudiosos interpretam as Escrituras como parte da História antiga, utilizando-a somente como mais um elemento para responder a questões arqueológicas e sociológicas sobre a Antiguidade. Outros tentam reconstruir o pensamento de um livro ou de um autor específico à luz da modernidade. Há quem seja capaz de escrever profundos ensaios sobre a teologia de Paulo sem considerar, em momento algum, que Deus esteja falando às pessoas de seu tempo por meio dos textos antigos do apóstolo – sem falar naqueles que procuram fazer uma correlação entre o contexto histórico de uma passagem com o mundo atual, mas, inadvertidamente, sugerem que muitos cristãos não são capazes de entender a Palavra de Deus por não terem a necessária formação acadêmica.

Em parte, devido a inadequações tanto na leitura popular quanto acadêmica da Bíblia, um número crescente de estudiosos passou a defender o que chamam de “interpretação teológica das Escrituras”. Eles incentivam uma leitura do texto bíblico como instrumento de autorrevelação divina e de salvação do homem por meio de Jesus, enredo central de toda a narrativa do Antigo e do Novo Testamento. Esta escola de interpretação inclui uma grande variedade de práticas, mas todas elas visam a promover o conhecimento do Deus Trino e o discipulado cristão por meio das Escrituras.

Quando se examina a interpretação bíblica, é preciso prestar atenção à chamada teologia funcional, ou seja, o fato de que a maneira como se usa a Bíblia reflete as convicções que se têm a respeito dela. Existem, basicamente, duas abordagens comuns para a utilização das Escrituras. Alguns leitores se voltam para a Bíblia como se tivessem em mãos o projeto de construção de um prédio. Em seguida, passam a tentar encaixar passagens isoladas como se fossem os tijolos. Tal prática parte do princípio de que já se sabe o sentido maior das Escrituras – portanto, a tarefa de interpretação bíblica se torna uma questão apenas de descobrir onde determinada passagem se encaixa no sistema teológico defendido por cada um.

Outros preferem uma abordagem do tipo self-service. Nesta ótica, muito empregada hoje em dia, a Palavra de Deus é como um enorme buffet de comida a quilo – cada um escolhe o que vai consumir à vontade, de acordo com suas preferências teológicas e interesses. Em ambas os casos, tanto o do projeto de construção quanto o do self-service, as Escrituras são usadas no sentido de atender a um propósito pessoal. Quem está no controle é o usuário; ele pode até reconhecer a autoridade bíblica, desde que ela confirme suas ideias preconcebidas ou o abasteça com conselhos divinos acerca de suas necessidades. Os leitores que trazem consigo seu próprio projeto pré-concebido acreditam que não se pode ler as Sagradas Escrituras sem trazer à tona algum entendimento. Já os do tipo self-service acreditam que a Bíblia é um livro pelo qual Deus fala diretamente com eles.

“REGRA DE FÉ”
Uma leitura teológica das Escrituras faz uso das duas suposições, embora de uma forma muito mais profunda e completa. É como se, em vez de fornecer ao leitor um projeto detalhado, a análise teológica da Bíblia trouxesse uma espécie de mapa de viagem. Tal mapa, entretanto, não nos oferece todas as respostas sobre qualquer texto em particular. Em vez disso, a leitura é o começo de uma jornada na qual Deus, através de sua Palavra, vai ao encontro do indivíduo repetidas vezes, trazendo reconfortantes sinais de sua presença e surpresas que podem até confundir, mas também descortinam novas perspectivas. A leitura bíblica, portanto, não tem a ver com a montagem de um quebra-cabeças, mas com a resolução de um mistério. Através das Escrituras, encontramos nada menos que o misterioso Deus Trino, em pessoa.

Os primeiros cristãos também ensinavam que os seguidores de Jesus deveriam aproximar-se das Escrituras com uma espécie de mapa teológico básico em mãos. Por volta do segundo século, Irineu falou sobre a “regra de fé”, como forma de entender os princípios básicos com os quais os crentes ortodoxos (em oposição aos gnósticos) deveriam aproximar-se da Palavra de Deus. Essa regra de fé não foi criação de algum estudioso em particular, mas provinha do Evangelho e da identidade cristã, fundamentada no batismo: quem lia as Escrituras o fazia como seguidor de Jesus, batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Assim, os primeiros credos batismais, ou declarações de fé, tinham um caráter trinitário – como o Credo Apostólico, por exemplo – e forneceram o conteúdo básico da regra de fé.

Mas por que isso foi e é necessário? A Bíblia é um livro extenso, e mesmo os leitores mais cuidadosos podem interpretá-la de muitas e diferentes maneiras. Contudo, nem todas essas formas de interpretação são, de fato, cristãs, na plena acepção da palavra. Por exemplo, uma pessoa pode ler a Bíblia de modo que veja o Deus de Israel apenas como um juiz, ou seja, uma antítese do Pai gracioso apresentado nos evangelhos. Mas esta não é a leitura cristã nem do Antigo nem do Novo Testamento. Nos primeiros séculos do cristianismo, a regra de fé ajudou a assegurar que os cristãos mantivessem a conexão entre as duas partes das Escrituras, uma visão ampla na qual o Deus da Criação e da Aliança, revelado aos patriarcas e à nação de Israel, é também o Deus revelado em Jesus Cristo.

A regra de fé, baseada na crença no Deus Trino, tem sido um elemento crítico para a leitura da Bíblia desde a Igreja Primitiva, passando pela Idade Média e pela Reforma Protestante. Os reformadores enfatizaram que a Escritura (e não a tradição da Igreja) era a única e definitiva regra de fé. Lutero, Calvino e outros confirmaram isso, de forma clara e entusiástica, ao defender uma abordagem das Escrituras com base na Trindade. Ao interpretar o Velho Testamento assim como o Novo, os reformadores buscavam ler as Escrituras à luz de Cristo, como o cumprimento das promessas de Deus na Criação e na Aliança, aplicando esse princípio à Igreja e aos discípulos de Jesus. Segundo muitos estudiosos contemporâneos, essa regra de fé trinitária básica estabelece as bases apropriadas para a interpretação da Bíblia como o livro-texto do cristianismo.

A regra de fé, neste sentido, é o que nos dá a percepção do que é central e do que é periférico em termos de interpretação bíblica. Ele não define com antecedência o significado de determinadas passagens; em vez disso, fornece ao leitor uma melhor percepção da esfera em que se dá a jornada da leitura da Bíblia, forjando um caminho para uma comunhão mais profunda com o divino. O novo mundo em que Deus nos coloca por meio das Escrituras é vasto e amplo, mas também tem um caráter específico. É uma jornada pelo caminho de Jesus Cristo, pelo poder do Espírito, uma antecipação do clímax da comunhão final com o Deus Trino.

Mas e a questão da necessidade de conhecimento especializado para a correta interpretação teológica das Escrituras? Ao mesmo tempo que alguns adeptos do movimento da interpretação teológica nos encorajam a um envolvimento maior com comentaristas pré-modernos e com a moderna crítica bíblica, eles também têm grande confiança na capacidade das congregações comuns de se aproximarem das Escrituras como sendo a Palavra de Deus. Duas dinâmicas são, muitas vezes, ignoradas nas interpretações bíblicas contemporâneas, especialmente, aquelas baseadas em suposições histórico-críticas. A primeira é a obra do Espírito de trazer luz à Escritura; a segunda, a interpretação bíblica “em Cristo”.

Congregações cristãs em todo o mundo cultivam uma percepção dessas duas realidades quando oram pela iluminação do Espírito, quando adoram a Deus ou quando aplicam as Escrituras na vida da comunidade em forma de discipulado e testemunho. É claro que essas práticas não são garantia de uma hermenêutica fiel, porém são dinâmicas indispensáveis para interpretar a Bíblia como, de fato, Escritura Sagrada. Isso porque a presença do Espírito em uma comunidade cristã, estabelecida em Jesus, tem a capacidade única de equipar esse grupo para interpretar a Bíblia como Palavra de Deus.

IDENTIDADE EM CRISTO
Acontece que aproximar-se da Bíblia com tais pressupostos teológicos é considerado anátema para muitos teólogos da atualidade. Eles supõem que as convicções teológicas opõem-se à fiel interpretação bíblica, ao invés de ser sua potencial aliada. Há uma preocupação genuína por trás dessa objeção: a de que a teologia deve ser extraída da Bíblia, e não imposta ao texto escriturístico. Aqueles que fazem esse tipo de objeção, normalmente, partem do pressuposto de que não somos capazes de ser imparciais em nossa interpretação, mas sim, que a Bíblia é que deve dar uma espécie de suporte a nossas conjecturas teológicas.

Embora seja correto procurar extrair da Bíblia a nossa teologia (e não o contrário), outros estudiosos observam que as convicções teológicas e as práticas religiosas, como a adoração, tornam a leitura bíblica mais frutífera. Como afirma R.R. Reno, no seu prefácio ao Comentário Brazos, a doutrina teológica “é um aspecto crucial da pegagogia divina, um agente de esclarecimento para nossas mentes turvadas pelos enganos”. Naturalmente, uma leitura teológica da Escritura pode conter também armadilhas. Mas a solução, definitivamente, não é deixar o estudo da Bíblia somente para os especialistas acadêmicos. Pelo contrário – é recuperar a perspectiva do lugar das Escrituras em meio à obra de redenção divina e abraçar a tarefa de ler o texto bíblico com abertura suficiente para que Deus possa reformar e remodelar nossa caminhada. Assim, faremos morrer o velho homem e dar espaço a uma nova identidade em Cristo.

Devemos também evitar o outro extremo: interpretar a Bíblia sozinhos, sem qualquer ajuda. Em nossos dias, muitos acreditam que o indivíduo pode ser um intérprete “todo-poderoso” do texto sagrado – não haveria necessidade de consultar o que dizem os comentaristas nem tampouco estar integrado a uma comunidade de fé. Apenas o indivíduo, a Bíblia e o Espírito Santo bastariam. Embora, por vezes, o dito reformado Sola Scriptura seja usado para justificar tal procedimento, ele é, na verdade, uma grave distorção desse princípio protestante. Os principais exegetas da Reforma consultaram o que outros escreveram através dos tempos, bem como aprimoraram seus conhecimentos das línguas bíblicas e se aperfeiçoaram em outras habilidades necessárias à correta hermenêutica.

O movimento da interpretação teológica das Escrituras busca reunir o que a modernidade dividiu: o discipulado e o estudo bíblico crítico. Agostinho, em sua obra intitulada Sobre o ensino cristão, afirma que Jesus Cristo, como o Deus-humano encarnado, é a “estrada” para nossa pátria celestial. Assim, toda interpretação da Escritura deve ser necessariamente feita à luz de Jesus Cristo – e conduzir ao nosso crescimento no amor a Deus e ao próximo. Paralelamente, Agostinho destaca que ter conhecimento do grego e do hebraico é muito importante para a interpretação das Escrituras. Em pleno século 5, Le já dizia que a leitura bíblica agrupa as disciplinas da história, da retórica, da lógica e do que modernamente chamaríamos de antropologia cultural.

Assim como Agostinho, o movimento da interpretação teológica tem buscado aproximar o discipulado cristão do estudo acadêmico das Escrituras. Desta maneira, mesmo narrativas extremamente ligadas ao contexto cultural e religioso no qual foram escritas ganham novos contornos. As passagens dos evangelhos que se referem aos fariseus, por exemplo. À primeira vista, as repreensões de Jesus àquele grupo não dizem respeito ao leitor moderno. Mas o estudo histórico tem mostrado que os fariseus não eram apenas legalistas estereotipados – eles buscavam de fato uma renovação na obediência à Lei da Aliança, a partir das promessas de Deus para Israel. É verdade que pensavam diferente de Jesus e dos primeiros cristãos, mas também é certo que havia aspectos comuns entre eles.

Assim, quando pensamos estar livres de quaisquer implicações das duras palavras de Jesus aos fariseus, o raciocínio em perspectiva histórica nos ajuda a, mais uma vez, a aplicar em nossas vidas a mensagem (sempre tão pungente) da Palavra de Deus. Em termos mais gerais, pode-se dizer que o estudo crítico ajuda os leitores a evitarem erros que atrapalhem uma leitura bíblica frutífera. Tais equívocos podem ser mal-entendidos quanto aos tipos bíblicos ou equívocos de interpretação de natureza linguística ou cultural. Daí a importância do conhecimento das línguas originais e de crítica textual. Embora tais elementos não sejam imprescindíveis à apropriação dos conteúdos espirituais da Palavra de Deus, eles fornecem caminhos seguros para uma hermenêutica mais fundamentada. Como Agostinho sugeriu, vários métodos interpretativos são válidos. Entretanto, eles precisam conduzir a uma compreensão da Bíblia como a poderosa Palavra de Deus e a um entendimento da Igreja como uma comunidade de discípulos, que cresce à imagem de Cristo.

VIVER PELA PALAVRA
Uma característica fundamental de muitos trabalhos na área da interpretação teológica tem sido o renascimento de formas de interpretação bíblica essencialmente simbólica. Sob esse ponto de vista, o Antigo Testamento não tem apenas um sentido histórico – como querem muitas correntes –, mas também espiritual, que se estende a Jesus e à sua Igreja nos dias de hoje, na forma de alegorias ou tipologias essenciais à vida cristã. Ao longo dos últimos dois mil anos de cristianismo, raramente os exegetas deixaram a figura de Jesus fora de sua leitura do Antigo Testamento. Assim, a narrativa da primeira parte da Bíblia Sagrada continuou a ter integridade, mesmo quando significados “espirituais” referentes a Cristo foram sobrepostos a ela.

Esta abordagem do Velho Testamento está baseada no próprio Novo Testamento, que nos dá bons exemplos dela. Para os escritores neotestamentários, não é apenas um salmo ou profecia messiânica ocasional que se aplica a Cristo – eles leem todas as Escrituras de Israel sob a perspectiva do advento e da obra salvadora do Filho de Deus. Por exemplo, o livro de Hebreus começa com sete citações de textos do Antigo Testamento a partir de diversos contextos (Salmos, Deuteronômio e II Samuel); no entanto, é inegável que todas elas se aplicam a Cristo. Isso não se deve à hermenêutica particular do autor da epístola, mas a seu entendimento de quem é Cristo no plano de salvação de Deus: “Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo. O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser” (Hebreus 1.1-3, na Nova Versão Internacional).

O Filho foi o cumprimento de diferentes passagens do Antigo Testamento. Embora, nas palavras do escritor, ele não tenha sido reconhecido como verdadeiro Messias em seus dias, o Filho é o Criador e também é o “herdeiro de todas as coisas” – e, em Jesus Cristo, deu-se a conhecer na história humana. Isso significa que uma leitura espiritual do Antigo Testamento não pode aniquilar a sua narrativa em si. Quando o Jesus ressurreto abriu o entendimento de seus companheiros no caminho de Emaús “para entender as Escrituras”, ele não disse que a lei de Moisés, os escritos dos profetas e os Salmos tinham sido descartados, mas sim, que estavam se cumprindo nele (Lucas 24.44-45).

Como observa John Webster, teólogo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, e um dos maiores defensores da interpretação teológica, a “leitura das Escrituras é um episódio na história do pecado e de sua superação; e vencer o pecado é a obra única obra de Cristo e do Espírito”. Assim, de acordo com esse raciocínio, a leitura bíblica está inevitavelmente ligado à regeneração. Como tal, lemos a Bíblia esperando receber uma palavra divina – tanto de conforto, quanto de confronto. A Palavra de Deus nos renova, ao mesmo tempo em que confronta nossos ídolos pessoais e culturais, traz luz ao nosso caminho e nos equipa para nosso serviço neste mundo.

Assim, ver a Bíblia como a Palavra de Deus envolve deleitar-se nela, memorizá-la e viver por ela. Quando Jesus foi tentado por Satanás, respondeu com passagens bíblicas que tinha na memória. Paulo, em sua Epístola aos Colossenses, adverte os crentes a deixarem a palavra de Cristo “habitar” abundantemente em si. Já o evangelho de João mostra a dinâmica trinitária do viver pela palavra do Filho de Deus, quando diz que o Espírito, enviado aos crentes, glorificará Cristo. Deleitar-se e viver pela Palavra de Deus é algo extremamente prático e tem a ver com nossas finanças, família e até mesmo nossos corpos. No entanto, não se deve entrar por tal caminho em busca de sucesso neste mundo, mas, sim, da mortificação de nossa velha criatura e para a nova vida realizada pelo Espírito Santo.

Desta forma, podemos ler a Bíblia confiantemente, sabendo que Deus age de forma poderosa através de sua Palavra, por meio da adoração comunitária, em meio à oração, à memorização, ao ensino e ao testemunho. Não temos, necessariamente, que dominar plenamente a Bíblia para, então, torná-la relevante em nossas vidas. Pelo contrário: através das Escrituras, o Senhor nos abre um novo lugar de habitação – um local de comunhão com Cristo em um caminho que conduz ao amor a Deus e ao próximo.

Nossa jornada rumo à santificação não termina nesta vida; assim, também, não é neste mundo que finda nossa jornada de meditação nas Escrituras. Lutamos contra elas, muitas vezes, quando nos diz o que não queremos ouvir. Mas elas também confirmam e edificam nossa nova identidade em Cristo. Em tudo isso, o valor da Palavra de Deus é inesgotável, porque o Espírito usa a Escritura para testificar de Cristo, que é o Verbo enviado pelo Pai. Quando lemos a Bíblia como Escritura divinamente inspirada, não somos os dominadores, mas os dominados – e, por meio dela, recebemos do Deus Trino o seu fôlego de vida. (Tradução: Élidi Miranda)

J. Todd Billings é professor de teologia reformada do Seminário Teológico Ocidental em Holland, Michiga (EUA)

Fonte: Cristianismo Hoje

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