quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Entre Pastores e Tosquiadores

 



"Precisamos de pastores comprometidos em conduzir seus seguidores à imagem de Cristo."


Alguns dos personagens principais do Novo Testamento são aqueles chamados de pastores ou presbíteros. A eles cabia a responsabilidade de cuidar, orientar e capacitar o rebanho de Deus. No processo de formação espiritual de homens e mulheres comprometidos com o discipulado de Jesus Cristo, eles funcionavam mesmo como pais espirituais, zelando pelo desenvolvimento saudável dos crentes. Neste sentido, é interessante lembrar que, na tradição católica romana, o responsável pela comunidade é chamado de padre, ou seja, “pai”. O termo pressupõe maturidade emocional e espiritual condizente ao fato de estes religiosos terem, sob seus cuidados, filhos e filhas. Além disso, espera-se de um bom e verdadeiro pai amor altruísta, capaz até mesmo de sacrificar-se para prover o necessário ao desenvolvimento dos que estão sob sua responsabilidade.


Homem cuidando tosquiando a ovelha

Tamanha era a importância dos pastores no processo de formação espiritual na Antiguidade que o autor do livro dos Hebreus escreve em tom imperativo: “Obedecei aos vossos guias, e sede submissos para com eles; pois velam por vossas almas” (Hebreus 13.17). Tal exortação, juntamente com outros textos das Escrituras, deixa claro que, no processo de formação espiritual, é fundamental haver pastores comprometidos em conduzir seus seguidores à imagem de Cristo. Numa cultura superficial como a nossa, essa relação de submissão à orientação e ao cuidado de outros tornou-se muito rara. O caráter individualista de nossa fé não nos permite sermos guiados por ninguém, e o perfil consumista de nossa cultura faz de cada crente um cliente, que determina o que deseja e como o quer. Assim, a formação espiritual se torna cada dia menos viável em nossas comunidades.
Tosquia de lã

Por outro lado, não são apenas as chamadas ovelhas que mudaram ao longo dos últimos séculos. Aqueles que se intitulam de pastores também não deixaram por menos. Em meio às pressões pelo sucesso e pela prosperidade – próprias dessa mesma sociedade ocidental capitalista –, a figura do pastor ganhou traços de oportunismo, ganância, manipulação, ostentação e abuso de poder. Não é difícil encontrarmos pastores nos púlpitos, nas rádios e nas emissoras de TV gastando mais tempo falando de suas realizações pessoais e das instituições que dirigem do que da centralidade da obra de Jesus na vida cristã. Isso, quando tais espaços não são destinados inteiramente ao comércio de produtos e serviços que carregam a marca do ministério do líder. Sim, os pastores do século 21 têm usado seu poder de influência para induzir as pessoas a fazer aquilo que lhes beneficia.

Os profetas bíblicos Jeremias e Ezequiel falaram da ira de Deus contra aqueles que transformaram o rebanho em fonte do próprio alimento. Aqueles que deveriam ser pastores haviam se transformado em tosquiadores, vivendo da lã produzida pelas ovelhas. A consequência disso está relatada nas Escrituras: “Meu povo tem sido ovelhas perdidas; seus pastores as desencaminharam e as fizeram perambular pelos montes. Elas vaguearam por montanhas e colinas e se esqueceram de seu próprio curral” (Jeremias 50.6); e “As minhas ovelhas vaguearam por todos os montes e por todas as altas colinas. Foram dispersas por toda a terra, e ninguém se preocupou com elas, nem as procurou” (Ezequiel 34.6).

A cada dia aumenta o número daqueles que, vítimas de abusos ou tomados por decepções, deixam suas igrejas e se tornam como ovelhas perdidas que vivem perambulando de grupo em grupo. Elas vagueiam longe de um contexto comunitário, sem receber o devido cuidado pastoral – e, de tão machucadas pelos líderes, fecham seus corações para o pastoreio. E, se há gente que diante disso recusa qualquer orientação, na outra ponta temos líderes que justificam tal atitude, agindo como predadores do rebanho pelo qual deveriam zelar. Qual o caminho a tomar? Pode existir esperança?

Aqueles que realmente estão empenhados com a formação espiritual consistente – aquela que conduz homens e mulheres à imagem de Cristo – precisam se empenhar na restauração desta relação. Os crentes precisam avaliar com maior profundidade as motivações que os levam a romper tão facilmente com as comunidades locais e a resistir tão intensamente ao processo de se deixarem guiar por pastores.

Finalmente, precisamos de pastores. Precisamos orar pedindo a Deus que levante homens e mulheres realmente comprometidos com o cuidado, orientação e capacitação de seu povo. Paralelamente, aqueles que remam contra a maré, insistindo em simplesmente serem pastores, precisam ser valorizados e encorajados diante da sociedade que os pressiona, demandando que se transformem em provedores espirituais dos sonhos de consumo de suas ovelhas – ou mais apropriado seria dizer clientes?


Fonte: Cristianismo Hoje
Por: Ricardo Agreste

FORA CORRUPÇÃO - Continuo em campanha em favor do voto distrital; é preciso ir à raiz do problema. Agora é uma questão de decência!

 

Caros, não há modelo que seja imune à ação dos corruptos. Mas há, sim, os sistemas que são tolerantes com a lambança e aqueles que são hostis a ela. Estou a cada dia mais convencido de que uma das raízes do mal da política brasileira é o voto proporcional, a forma como elegemos os nossos representantes na Câmara. Parlamentares hoje não são mais representantes da população, mas de corporações de ofício, sindicatos, lobbies disfarçados de correntes de opinião etc. O voto distrital melhoraria brutalmente a qualidade da democracia. Quando menos, confere ao eleitor o poder de vigiar a ação do parlamentar que representa a sua região. Este é um primeiro passo em favor da moralidade. Também será preciso discutir a descentralização do poder. O Brasil está longe de ser uma “república federativa”, como consta de seu nome oficial. Mas isso fica para mais tarde.
Avaliem. É preciso transformar o voto distrital na causa das pessoas de bem. O ideal seria aprová-lo já em 2012. Será muito difícil. Que se tente em 2014, em 2016, não importa. Quanto mais tarde, pior para o Brasil, mas que venha mesmo tarde. Não dá é para desistir. O voto distrital também baratearia brutalmente as campanhas. Candidatos teriam de concentrar seus esforços numa região bem menor do que hoje; ficariam menos dependentes de “financiadores” de campanha, que depois cobram a “devolução” do investimento…
Existe um movimento no Brasil em favor do voto distrital. É suprapartidário. Por isso sinto-me engajado nele e os convido a considerar a hipótese de assinar uma petição em favor da mudança. Caso concordem com a tese, multipliquem os esforços para que cheguemos logo a 100 mil assinaturas. O site está aqui. Neste post, digo por que a mudança é necessária. É preciso, sim, banir os bandidos mesmo do sistema em vigência. Mais importante, no entanto, é criar mecanismos que dificultem a vida dos larápios. Entendo que o voto distrital passou a ser uma questão de decência.
Por Reinaldo Azevedo
DIVUGAÇÃO GRITOS DE ALERTA.

Menino de 4 Anos Prega Como Seu Pai Pentecostal

kanon-tiptonEstá só na pré-escola, mas Kanon Tipton tornou-se uma sensação do YouTube, com sua pregação pentecostal.
(Foto: YouTube via The Christian Post)
Kanon Tipton, 4, prega no The Pentecostals of Grenada, em Mississippi.
Milhões já viram os vídeos de Tipton como um bebe de 21 meses e agora como um pregador de 4 anos de idade no púlpito da igreja de seu pai em Granada, Mississipi, de uma forma muito parecida com muitos evangelistas - gritando e agitando os braços para saltar e enxugando a testa com um lenço.
Seu pai, Damon, descreveu isso como um "fenômeno" no Today Show.
Damon Tipton, pastor de Os Pentecostais de Granada desde 2008, acredita que é um pouco de ambos e imitação e um chamado.
"Sim, as crianças absorvem tudo o que você colocar na frente delas. Ele tem estado em torno do ministério", disse ele ao programa Today na terça-feira. "Mas sinto que a mão de Deus está sobre ele de uma maneira especial".
Kanon, juntamente com outro "pequeno pregador", é o tema desta quarta-feira à noite especial no National Geographic Channel.
Os pregadores jovens têm gerado controvérsia sobre se a deixá-los tomar o púlpito é apropriado.
"Sou um cristão e sério, isso não é bonito. O garoto é adorável, mas pregação imitada não é", disse o usuário do YouTube anapier2006. "Eu literalmente tive calafrios durante todo o vídeo e NãO do bom tipo. Não importa quão "bonito" isso pode ser para algumas pessoas, mas isso não é apropriado para um culto na igreja, as pessoas devem estar indo para ser ensinadas a palavra de Deus e crescer mais em suas caminhadas... ao invés disso elas veem isso e francamente é perturbador".
Mas o Bispo David Tipton, Jr., o Superintendente Distrital de Mississipi da igreja United Pentecostal Church International, disse que concorda com ele.
A Irmã Johnnie Lowery, membra da congregação, também disse no National Geographic especial", não vejo nada, mas Jesus em um menino que faria qualquer um feliz. Não consigo me recompor quando ele está lá em cima".
Dirigindo-se à crítica de que Kanon é muito jovem para pregar na frente da congregação, o Pastor Damon Tipton disse ao programa Today, "Tudo o que temos feito é o envolvê-lo na igreja. Ele mesmo tem esta paixão. Não estamos forçando-o".
"Ele não tem uma agenda. Não viajamos com ele. "
Kanon não prega o tempo todo, apenas quando inspirado.
Embora o Pastor Tipton e a congregação sejam incapazes de reunir algumas das palavras que saem da boca do pré-escolar e outras palavras são "parte do fenômeno", disse Tipton.
"Aleluia", Kanon diz conforme se aproxima do púlpito.
"O Senhor está aqui esta noite e seu nome é Jesus!" prega o jovem, à medida que a congregação bate palmas e responde em apoio. "Há um só Deus!"
"Precisamos do Espírito Santo", ele diz à igreja. "Amo a pregar aqui esta noite."
Kanon diz que gosta de ficar e pregar na frente da congregação como ele vê o seu "papai pregar o tempo todo".
"Sou um pregador," é como Kanon se identifica.
Kanon é um pregador da terceira geração.

CRISTIAN POST

Fome pode matar 400 mil crianças na Somália, diz Grã-Bretanha

IBRAHIM MOHAMED - REUTERS

A Grã-Bretanha disse nesta quarta-feira que centenas de milhares de crianças poderão morrer de inanição na Somália se a comunidade internacional não intensificar sua resposta à fome no país. O governo britânico se comprometeu a destinar mais 48 milhões de dólares para a ajuda às crianças e fazendeiros.


O novo compromisso eleva para 100 milhões de libras o valor destinado pela Grã-Bretanha para ajudar a enfrentar o que as instituições internacionais de auxílio definem como a pior seca em décadas na Somália, Quênia e Etiópia.

"Pedimos hoje que outros países se apresentem e desse modo assegurem que esta fome não tire a vida de 400 mil crianças", disse o secretário britânico de Desenvolvimento Internacional, Andrew Mitchell, em entrevista à imprensa na capital somali, Mogadíscio.

"Achamos que a resposta pelo mundo tem sido perigosamente inadequada", declarou Mitchell, horas depois, em Nairóbi, no Quênia.

No novo pacote britânico, 25 milhões de libras irão para a Unicef para fornecer durante dois meses rações suplementares a 192 mil pessoas e para a vacinação de centenas de milhares de crianças contra sarampo e poliomielite, informou o departamento, em um comunicado.

A Organização da Conferência Islâmica prometeu 350 milhões de dólares numa cúpula de emergência em Istambul.

O Japão também se comprometeu a entregar ajuda no valor de 600 mil dólares para a agência de refugiados da ONU para a assistência aos refugiados do acampamento de Dadaab, no norte do Quênia, onde estão 440 mil somalis.

(Reportagem adicional de Richard Lough)

Festival Gospel em Cuiabá


A cidade de Cuiabá será palco do Festival Gospel. Os shows serão realizados no dia 20 de agosto na Praça das Bandeiras, a partir das 19h e será totalmente gratuito.

Quem estreia na primeira Edição do Festival é o Ministério Louvor Aliança, Cantora Angielly, Cantor Cris Wersel, Banda Vida e voz cantando os seus melhores sucessos, Além deles, os visitantes também poderão curtir o pop rock no som das Bandas GDS, Delivery, Ministério IBI e muito mais.

De acordo com pesquisa, Cuiabá começa a ser caracterizada como um dos principais destinos para Shows Evangélicos em Mato Grosso. “Temos muitos encontros de diversas Denomições em nossos eventos. Isso é muito bom para Cuiabá, pois os visitantes que vem para nosso município são sempre pessoas trabalhadoras e de bem”.

Para saber mais detalhes do Festival pode acessar o Blog oficial www.festivalgospelcuiaba.blogspot.com

Fonte: festivalgospelcuiaba.blogspot

Promotoria denuncia PMs por morte de pastor evangélico no RJ


Promotoria denuncia PMs por morte de pastor evangélico no RJ
Pastor foi morto em dezembro de 2007 durante patrulhamento da polícia

Dois policiais militares do Rio de Janeiro foram denunciados pelo Ministério Público do estado fluminense pelo assassinato do pastor evangélico Sinval Barbosa Alves.

O religioso foi morto em dezembro de 2007, durante patrulhamento na favela Furquim Mendes, no Jardim América (zona norte do Rio).

Segundo a denúncia encaminhada pelo promotor do caso ao 1º Tribunal do Júri do Rio, o capitão Flávio Alves Cardoso e o cabo Marcelo Sales de Oliveira dispararam na direção de moradores da favela e acabaram atingindo o pastor, que estava próximo a um templo evangélico.

Segundo o MP-RJ, a investigação da 38º DP (Brás de Pina) desmentiu a versão apresentada pelos PMs de que teria ocorrido um confronto armado.

Ainda de acordo com o Ministério Público, os policiais levaram o corpo da vítima para o hospital estadual Getulio Vargas sob o falso pretexto de prestar socorro. "Era uma forma de impedir a realização de perícia no local do crime", diz o promotor Alexandre Themístocles.

Na denúncia, o promotor ressalta ainda que capitão Cardoso já foi denunciado duas vezes por homicídio e que o cabo Oliveira outras cinco vezes pela prática de crimes dolosos contra a vida.

Para proteger parentes da vítima e testemunhas, o Ministério Público solicitou à Justiça a decretação de medida cautelar que proíbe os PMs de frequentarem a circunscrição do batalhão e de manterem qualquer tipo de contato com moradores da comunidade de Furquim Mendes.

O MP-RJ solicitou também a suspensão do exercício da função policial para os dois PMs, além da cassação dos portes de arma de fogo.


Fonte: Folha.com

Menzies foi um dos grandes nomes da Teologia Pentecostal


Falece nos EUA, aos 80 anos, William Menzies
Menzies foi um dos grandes nomes da Teologia Pentecostal

Faleceu no dia 15 de agosto, nos Estados Unidos, aos 80 anos, um dos maiores teólogos da Assembleia de Deus no mundo, o pastor norte-americano Dr. William Watson Menzies. Menzies foi missionário e educador na AD nos EUA e, ao lado de Stanley Horton, notabilizou-se como um dos grandes nomes da Teologia Pentecostal.

O corpo do Dr. Bill Menzies – como era chamado carinhosamente pelos assembleianos norte-americanos – será velado na sexta-feira, das 5h às 21h, no Greenlawn North, em Springfield, Missouri (EUA); e o funeral ocorrerá no sábado, às 11h, na Assembleia de Deus Central em Springfield.

Menzies obteve seu bacharelado em Teologia em 1952, no Central Bible College, em Springfield, e seu mestrado no Wheaton College, em Illinois. Em 1968, formou-se Ph.D. em História da Igreja Americana pela Universidade de Iowa. Doze anos antes, em 1956, aos 25 anos de idade, foi ordenado ao ministério pastoral. Em seu profícuo ministério, fundou e pastoreou igrejas em Michigan (1954-1958) e Iowa (1963-1964). Desde cedo em seu ministério Menzies se destacou como ensinador, lecionando em três escolas teológicas da AD norte-americana: Central Bible College (1958-1970), Evangel College (1970-1980 e 1987) e no Theological Seminary (1980-1984).

Menzies foi designado como consultor teológico de várias comissões do Concílio das Assembleias de Deus dos EUA, editou a revista de jovens da denominação em seus primeiros anos e escreveu a história autorizada da AD norte-americana em 1971, uma adaptação de sua tese de doutorado. Em 1970, fundou com Vinson Synan e Horace Ward a Society for Pentecostal Studies (Sociedade para Estudos Pentecostais), sendo o seu primeiro presidente e o primeiro editor de seu jornal “Pneuma”, de 1979 a 1983.

Dr. Menzies foi um grande incentivador da obra missionária, tendo, inclusive, viajado por todos os EUA e Europa, e grande parte da América do Sul e Ásia, para ministrar Missiologia, formando milhares de missionários. Em sua estada missionária nas Filipinas no final dos anos 80, fundou ali o Asia Pacific Theological Seminary, sobre o qual presidiu e foi chanceler, até meados dos anos 90.

Irmão Menzies foi convidado frequente para participar na formação de vários comitês de Laussane, desde a sua participação na segunda edição da Consulta, em 1984. Em 1986, ele foi nomeado editor consultivo da revista “Christianity Today”, na época a principal revista evangélica dos EUA.

Menzies veio ao Brasil uma única vez, em 1986, e foi vice-presidente da Comissão Editorial norte-americana que trabalhou na elaboração original dos comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal (BEP), lançada no Brasil em 1995. A BEP é a Bíblia de estudo mais vendida no país, com cerca de 1,5 milhão de exemplares vendidos só aqui, no Brasil. Professor Menzies é também autor de várias obras teológicas, dentre elas “Doutrinas Bíblicas” (CPAD), em co-autoria com o renomado teólogo pentecostal Stanley Horton.


Redação CPAD News

Grupos de ajuda humanitária estão sendo expulsos do país por terroristas

Enquanto 13 milhões de pessoas estão morrendo de fome na África, muitas agências cristãs humanitárias são impedidas de matar a fome desses que não têm nem sequer um pedaço de pão para comer.

O mais grave é que as Agências têm os alimentos para oferecer, mas grupos terroristas ligados à Al-Qaeda estão impedindo que a ajuda chegue até o povo.

Todd Nettleton, da missão Voice of the Martyrs , diz que na Somália o desafio é ainda maior. "O grupo terrorista Al-Shabaab pretende exterminar completamente os cristãos do país. Eles estão caçando os cristãos, e qualquer um que possa se converter ao cristianismo torna-se alvo dos terroristas", afirma ele.

Os grupos cristãos de ajuda humanitária têm sido forçados a sair da Somália, principalmente em áreas onde o grupo terrorista Al-Shabaab está no poder.

“Em meio a essa perseguição aos cristãos, milhares de pessoas estão morrendo de fome. Nós tentamos ajudar, mas quando alguém se identifica como cristão é o mesmo que pintar um alvo nas costas", conta Todd Nettleton.

Apesar das ameaças, a missão World Concern continua trabalhando no país. Chris Shaech acabou de voltar da fronteira entre a Somália e o Quênia. "Conhecemos muitos refugiados que fugiram das áreas de confronto. Alguns refugiados andam até 250 quilômetros a pé, só para tentar encontrar comida e água para suas famílias".

Chris Shaech diz que é difícil trabalhar numa zona de conflito e, neste caso, "é de partir o coração”. Ele conta ainda que pessoas estão sofrendo e morrendo, porque não podem receber qualquer auxílio. “A única maneira de sobreviver é andar esses muitos quilômetros para obter alimento".
Muitos deles estão fisicamente debilitados e não conseguem percorrer o trajeto. As pessoas que podem andar longas distâncias, em busca de comida e água, procuram viajar à noite para aumentar a sua própria segurança. “Mas mesmo assim eles correm o risco de ser atacados por leões e outros animais selvagens".

A organização cristã World Concern faz tudo o que pode para ajudar os mais necessitados. "Vamos até onde nos permitem ir e onde temos capacidade técnica. Mas vamos continuar levando mantimentos para as pessoas e tentando entrar em outras áreas”.

Enquanto as organizações cristãs humanitárias ajudam aqueles que passam fome física, também aproveitam para alcançar aqueles que estão famintos espiritualmente. "Uma das coisas importantes para nós é que nossa fé não é está baseada apenas em palavras, mas em atos".

A Organização das Nações Unidas afirma que a crise deve piorar. Então, ore para que Deus possa proteger aqueles que trabalham nessas áreas de difícil acesso, ajudando os que vão apoiar financeiramente o trabalho.

Fonte: Missão Portas Abertas

Juiz dá prazo para pastor cobrir cheque sem fundo

O pastor Wladimir Furtado terá de voltar para a cadeia se não conseguir fundo para o cheque de R$ 109 mil que deu como fiança à Justiça para ser solto na madrugada de sábado (13)

O juiz federal Mauro Henrique Vieira deu um prazo até sexta-feira (19) para Wladimir Furtado, presidente da cooperativa Conectur e pastor de uma igreja evangélica, cobrir o cheque caução de R$ 109 mil que foi emitido na madrugada do último sábado (13) como pagamento de sua fiança. Furtado foi um dos 36 presos na operação Voucher, da Polícia Federal, deflagrada para combater um esquema de desvio de dinheiro do Ministério do Turismo. O cheque não tem fundos, segundo divulgou o próprio suspeito.

A Connectur é apontada como uma das beneficiárias do esquema fraudulento.

Hoje pela manhã, em entrevistas em emissoras de rádio e televisão, Furtado pediu que amigos e fiéis da igreja evangélica doassem a ele qualquer quantia em dinheiro para cobrir o cheque. Ele já conseguiu arrecadar R$ 16 mil.

No final da tarde, acompanhado do advogado Maurício Pereira, o presidente da Conectur apresentou-se à Justiça Federal, onde comunicou que “apesar de todo o esforço de familiares e amigos” não conseguiu o aporte financeiro para liquidação do cheque.

Por meio de seu advogado, Furtado pediu que o valor da fiança fosse reduzido. O juiz manteve o valor de 200 salários mínimos e estipulou o prazo para a cobertura do cheque.

Em entrevista ao UOL Notícias, Wladimir Furtado disse acreditar que conseguirá o dinheiro porque tem fé em Deus. “Em Deus tudo creio”, disse.

Furtado disse que o único bem que possui é uma casa, mas que não sabe o valor dela. Se não conseguir doações suficientes para a cobertura do cheque, venderá a casa.

“O Wladimir não tem dinheiro porque não se apropriou de nada, de nenhum recurso do Ministério do Turismo. Os figurões que foram presos pagaram a fiança com cheques sem problemas porque podem, porque tem dinheiro”, disse o advogado Maurício Pereira.

Nas entrevistas que deu, o presidente da Connectur negou mais uma vez que tenha repassado algum dinheiro para a deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP) do convênio de R$ 2,5 milhões firmado pela Connectur com o Ministério do Turismo. A deputada é apontada por suspeitos presos na ação como beneficiária do esquema implantado na pasta.

Pelaes é autora da emenda parlamentar que destinou os R$ 4 milhões para o Ministério do Turismo firmar o convênio com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi), pivô da investigação da Polícia Federal. A parlamentar nega todas as acusações.

Fonte: UOL

Igreja Católica do Brasil Pode Processar o 'Loco Abreu' por Chutar Bola Contra Cristo Redentor

cristo-redentorIgreja  Católica Brasileira   pretende Processar o atacante uruguaio do Botafogo, Sebastian Abreu, que na semana passada chutou bolas contra a estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro.
  • (Foto: Divulgação)
    Igreja Brasileira Pretende Processar o atacante uruguaio do Botafogo, Sebastian Abreu, que na semana passada chutou bolas contra a estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro.
  • (Foto: Reuters)
    Loco Abreu comemora um penalti decisivo. Igreja Brasileira Pretende Processar o atacante uruguaio do Botafogo, que na semana passada chutou bolas contra a estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro.
“O caso está em análise”, disse nesta terça-feira o sacerdote Adionel Carlos, porta-voz da Arquidiocese do Rio de Janeiro, que administra da famosa estátua.
O Cristo Redentor foi parte do cenário de uma campanha publicitária protagonizada por “El Loco” Abreu, ídolo da equipe carioca, para a companhia aérea Pluna, que se prepara para inaugurar voos diretos entre Rio de Janeiro e Montevideo.
No momento do ato, turistas do local que passavam por ali se indignaram com a atitude do jogador.
Um funcionário do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e um guarda municipal interromperam a gravação quando Abreu tentou chutar a bola para encobrir a estátua.
Aparentemente parecia que o fato seria simplesmente esquecido, mas a igreja brasileira decidiu analisar a possibilidade de processar o “Loco” pelo ato.
Segundo o “O Globo” a arquidiocese do Rio pretende processar também a companhia alegando que não havia sido consultada sobre a realização das filmagens.
A possibilidade de enfrentar um processo se soma aos problemas físicos que enfrenta Abreu que sofreu distensão violenta dos ligamentos e terá que se afastar da equipe por pelo menos dez dias.
Abreu sofreu a lesão na vitória de sábado do Botafogo sobre o América Mineiro no Campeonato Brasileiro, e estará ausente nos próximos jogos do torneio e no duelo contra o Atlético Mineiro pela Copa Sul-Americana.
A assessoria de imprensa da Pluna informou nesta terça-feira, que Jorge Pluna, o gerente-geral da companhia fez um pedido de desculpas à Arquidiocese do Rio e que o caso foi superado.
O The Christian Post entrou em contato com a assessoria de imprensa da Arquidiocese nesta quarta-feira e foi informado que o pedido de desculpas foi aceito mas a análise sobre a possibilidade da haver um processo ainda continua.

CRISTIAN POST

Famosa cantora Rosana se converte, faz versão gospel de “Como um deusa” e canta em boate gay

Famosa cantora Rosana se converte, faz versão gospel de “Como um deusa” e canta em boate gay
A cantora Rosana, que bombou na década de 80 ao som de seu estilo “brega” romântico se converteu e hoje frequenta uma Igreja Batista da Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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Uma das mais cantaroladas e conhecidas canções de Rosana até hoje, a versão ’Amor e Poder’ de ‘The power of love’, foi alterada para uma versão gospel feita pela própria cantora. Agora no lugar da frase “como uma deusa…”, a nova letra encorpada na melodia diz “com o meu Deus, eu vou além…”
Já em 2010 a versão “Com o meu Deus” foi regravada pela cantora gospel Claudia Valente em seu álbum ‘Nascer de novo’ e foi disponibilizada no canal youtube, como um vídeo, no qual ela e Rosana interpretam juntas a canção:


Mesmo depois de sua conversão confessa, a ex-estrela da década de 80, Rosana foi fotografada cantando em uma boate GLS no Centro do Rio de Janeiro, em seu repertório na noite de 29 de julho, não faltou seu grande e talvez único sucesso: “Como uma deusa, você me mantém… E as coisas que você me diz, me levam além…”
Fonte: Gospel+

PARÁBENS NOBRES VEREADORES - Câmara de vereadores de São José dos Campos impõe multa para quem induzir crianças ao homossexualismo

Câmara de vereadores de São José dos Campos impõe multa para quem induzir crianças ao homossexualismo



SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, Brasil, 15 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A câmara de vereadores de São José dos Campos no Estado de São Paulo, Brasil, aprovou uma lei municipal que impõe uma multa de 1.000 reais em qualquer pessoa que distribua qualquer tipo de material que possa induzir crianças a se tornarem homossexuais, de acordo com fontes dos meios de comunicação do Brasil.

O objetivo da lei é impedir o governo federal de reintroduzir um polêmico programa “anti-homofobia” do qual o governo de Dilma Rousseff havia recuado em maio, depois de protestos contra seu conteúdo sexualmente explícito por parte de evangélicos e católicos no Congresso Nacional.

O programa, chamado “Escola Sem Homofobia”, está no momento sob revisão e expectação de ser reintroduzido logo. Embora a presidenta Dilma tivesse expressado sua intenção de remover os vídeos censuráveis que buscavam justificar o estilo de vida homossexual de um modo explícito, os oponentes do programa permanecem em atitude de dúvida.

José Luis Nunes, coordenador regional da Campanha Nacional da Fraternidade da Igreja Católica, expressou seu apoio à lei, dizendo ao site noticioso UOL que “O MEC não deve impor esse tipo de situação às pessoas”.

“O assunto não foi resolvido nem internamente [no MEC]. Esse material, pela minha avaliação, é totalmente prejudicial e inoportuno para a sociedade”, acrescentou ele.

Os defensores da educação sexual gayzista afirmaram que o projeto de lei, que agora passa para o prefeito da cidade para sua aprovação, é “homofóbico” e “inconstitucional”.

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Traduzido por Julio Severo:
 
DIVUGAÇÃO GRITOSDEALERTA.COM

“Crédito ou Débito?” Revista faz polêmica reportagem em famosas igrejas comparando-as com centros de arrecadação de dinheiro

Os templos neopentecostais estão sendo comparados com grandes empreendimentos de geração de capital.
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Um artigo recente publicado na Revistaideais fala sobre a problemática dos templos neopentecostais referindo-se a eles como “Templo é Dinheiro”. Ele começa com a pergunta “Crédito ou débito?” que refere-se ao pastor da Igreja Internacional da Graça de Deus ao recolher o dízimo.
A jornalista Sarah Corazza com seu fotógrafo Félix Leal foram fazer uma sondagem nos templos de Curitiba, região sul do Brasil a fim de testemunhar “o fenômeno de religiosidade que arrasta milhões e transforma as novas igrejas em eficientes centros de arrecadação de fundos”, assim como ela acredita.
Corazza compara as farmácias que eram conhecidas por ocupar um lugar em cada esquina da cidade, com as igrejas neopentecostais agora. “Hoje, além das farmácias Curitiba tem muitos templos em cada esquina. é uma das cidades do Brasil em que as novas igrejas pentecostais mais prosperam”.
A jornalista questiona o sucesso dessas igrejas que ela aponta que não é apenas de público mas também de “bilheteria”. Segundo ela, é incalculável o que arrecadam diariamente, sendo suficiente para abrir mais templos e financiar horário televisivo e radiofônico.
Mas nem todas as igrejas pentecostais ou neopentecostais são apenas “balcões de negócios”, ela reconhece. “Vamos separar o joio do trigo… E nem todas as seitas e correntes do tipo são protestantes”.
Entretanto, empreendimentos monstruosos causam dúvidas e críticas para quem não é fiel. Um desses exemplos, a jornalista aponta, é a construção da réplica do templo de Salomão do tamanho de um estádio de futebol e com custo em torno de R$ 200 milhões.
Para a construção é necessário arrecadar fundos a partir do dízimo seguido de um discurso do tipo: “Se você for tocado pelo Espírito Santo a colaborar, então, por favor, use a seguinte conta bancária para fazer sua doação em nome da Igreja Universal do Reino de Deus e entregue o recibo de depósito numa IURD”, apontou Corazza.
O sociólogo Ricardo Marinho, Autor de “Neopentecostais – Sociologia do Novo Pentecostalismo no Brasil”,aponta que a “preocupação dos neopentecostais é com esta vida. O que interessa é o aqui e o agora”.
Outras análises indicam uma falta de hermenêutica sadia como a causa da maioria das crenças e práticas impuras praticadas pela liderança da IURD. Marinho confirma que há superficialidde na fé e no conhecimento das Escrituras em “Pontos Discutíveis do Movimento Neopentecostal”.
O apologista Johnny T. Bernardo vê como o maior problema relacionado às igrejas neopentecostais, citando a IURD como o principal exemplo, a ausência da ética cristã.
“A ética cristã pressupõe defesa dos bons costumes, da moral e de uma vida pautada nas Escrituras Sagradas… a IURD deixou de ver a vida como elemento máximo das decisões humanas, para transformá-la em uma oportunidade de negócio.
Fonte: The Christian Post

Pastor evangélico que ameaçou explodir avião para alertar sobre profecia grava cd gospel na prisão

O pastor boliviano Josmar Flores Pereira, preso por ameaçar no dia 9 de setembro de 2009 com uma bomba falsa a tripulação de um voo no qual viajavam 104 pessoas, gravou um disco na prisão com dedicatória para o presidente do México, Felipe Calderón, informou nesta terça-feira o jornal mexicano Reforma. O álbum do boliviano, detido após uma operação da Polícia Federal no Aeroporto Internacional da Cidade do México, possui cinco músicas próprias, quatro com violão e uma com piano.
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O jornal mexicano teve acesso ao material musical, no qual predominam os temas religiosos e as balada, e o divulgou em seu site. Flores, preso na Cidade do México, confessou que em nenhum momento pretendeu machucar ninguém, mas alertar Calderón sobre um grande terremoto que atingiria o país, que lhe havia sido revelado, segundo suas palavras, por inspiração divina.
Enquanto a primeira canção é dedicada a Jesus Cristo, a segunda homenageia sua esposa, “que o ensinou a amadurecer”. Na terceira composição, o boliviano narra como um carcereiro interrompe um sonho no qual pôde ver seus filhos e abraçar sua mãe, e na quarta defende que os homens podem mudar o mundo, mesmo que sejam chamados de “loucos”. No entanto, na quinta canção, o sequestrador envia uma mensagem ao líder do México e explica que sequestrou o avião e seus tripulantes por “amor” e que não teve a intenção de machucar ninguém.
Na canção, o boliviano se refere ao álcool como um “maldito assassino bastardo”, e afirma ao “presidente” que “a vinda de Cristo está próxima”, o que seria um sinal do fim do mundo. “As pessoas se pergunta quando será (o fim do mundo)? Desde que fui preso, houve um terremoto no Haiti e não percebem; houve um terremoto no Chile, houve um terremoto no Japão e ainda se perguntam quando será?”, canta o pastor boliviano.
No último mês de maio, Josmar Flores Pereira foi condenado a sete anos e sete meses de prisão, mas um tribunal anulou essa resolução devido à ausência de um exame psiquiátrico, pela qual o boliviano deverá se submeter a um exame mental para que o juiz dite uma nova sentença.
Fonte: UOL

Famosos ateus fogem de debates com teólogo cristão por medo de nova humilhação. Assista

A 8ª Conferencia Teológica Vida Nova, em São Paulo trará em 2012 como tema a Apologética contemporânea para umo mundo de incertezas. Os palestrantes considerarão e rebaterão as críticas e dúvidas que nossa cultura lança contra a fé cristã e mostrarão a razoabilidade e confiabilidade do cristianismo. A conferencia terá como um dos preletores, William Lane Craig.
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Doutor em Teologia pela Universidade de Munique e em Filosofia pela Universidade de Birmingham, William Lane Craig é um dos mais destacados apologetas da atualidade, é autor dos livros A Veracidade da Fé Cristã e Filosofia e Cosmovisão Cristã.
O teólogo e filósofo analítico, é conhecido por seu trabalho na filosofia da religião e sua vasta experiência em debates e palestras pelo mundo todo.
Entre os oponentes de W. L. Craig nos debates temos grandes nomes como ateus do porte de Anthony Flew, Lewis Wolpert, Christopher Hitchens, Sam Harris, o qual, curiosamente testemunhou a favor de Craig, descrevendo-o como “o único apologista cristão que colocou o temor de Deus em muitos dos meus companheiros ateus”. Em 2009, um debate de Craig com Christopher Hitchens (outro grande titã do neoateísmo), se tornou um tanto quanto conhecido, em função da declaração feita pelo do site ateu ‘Common Sense Atheism’, que afirmou que Craig “spanked Hitchens like a foolish child” (“espancou Hitchens como se fosse uma criança tola”).
Recentemente Polly Toynbee, presidente Associação Humanista Britânica (British Humanist Association - BHA) e colunista do jornal britânico The Guardian, desistiu de participar de um debate sobre a existência de Deus com Craig – estava agendado para outubro na Westminster Central Hall, em Londres, sob apoio da Premier Christian Radio – alegando que ”não tinha conhecimento do estilo de debate do Sr. Lane Craig, e a partir do momento que viu seus debates anteriores, percebeu que este não era o mesmo estilo de debate dela”.
Mas a Sra. Tonynbee, não foi a única a rejeitar um debate com Willian Lane Craig. Richard Dawkins, seu vice-presidente na BHA, já recusou debater com William L. Craig por quatro vezes e também o outro vice-presidente, A. C. Grayling – autor da “bíblia humanista” intitulada “The Good Book” – bate o pé e se recusa terminantemente a debater com Craig. Segundo crítica do Blog ‘O Contorno da sombra’ parece não ser o forte da diretoria da BHA e que talvez o “não” de Polly tenha sido parido num cafezinho nos corredores da mesma.
No entanto, pode-se em parte deduzir uma justificativa as recusas. Está disponibilizamos abaixo um dos vídeos dos vários debates feitos pelo teólogo. Neste está disponível parte do debate do Dr. William Lane Craig com o ateu darwinista Peter Atkins.
Craig deixa Atkins totalmente sem reação, ao provar que há várias verdades que não podem ser submetidas ao método científico, mas que nem por isso são menos verdadeira, rebatendo o argumento do ateu de que a ciência podia explicar tudo, sendo desnecessário a crença em Deus.
William F. Buckley Jr, o moderador do debate, brinca com Atkins dizendo, “Ponha isso no seu cachimbo e fume!”, ao contemplar a fisionomia sem jeito de Atkins e sem conseguir conter sua admiração com o argumento do Craig.


Fonte: Gospel+

21 anos do Grupo de Mocidade “Vozes de Sião”.

Acontecerá nos dias 27 e 28 de agosto de 2011 na Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Praia de Mauá, Magé, RJ, o evento comemorativo dos 21 anos do Grupo de Mocidade “Vozes de Sião”. Com a presença de diversas igrejas convidadas e demais congregações do campo. No sábado (27) contaremos com a presença do Pr Valter Basílio da Assembléia de Deus em Macaé e no domingo (28) a preleção estará na responsabilidade do 1º vice-presidente o Ev. Natan.
Havéra uma grande programação e presença de diversos cantores locais.
Local:
Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Mauá
Rua 21 nº 27
Praia de Mauá – Magé – RJ

Pastor chama vereador de vagabundo e é declarado 'persona non grata'Silas

 



Malafaia seria declarado cidadão honorário de São Luís. Vereador se opôs, dizendo que pastor é homofóbico. Pastor retruca dizendo a provocação e perde a homenagem
Foto: Divulgação
O pastor Silas Malafaia
Após ser chamado de homofóbico por Ivaldo Rodrigues, líder do PDT na Câmara de Vereadores de São Luís, o pastor Silas Malafaia, presidente da Igreja Assembleia de Deus - Vitória em Cristo, afirmou que vai processar o pedetista e o classificou como “bandido”, “vagabundo” e “idiota”.

Em resposta ás declarações do pastor, a Câmara de Vereadores de São Luís arquivou um projeto de lei de homenagem á Malafaia e ainda aprovou uma moção de repúdio considerando-o, a partir de agora, “persona non grata” em São Luís.

Leia também: Vereadores de São Luís tentam barrar título a Silas Malafaia

A briga entre Malafaia e Rodrigues começou há aproximadamente duas semanas, quando o pedetista pediu vistas em um projeto de concessão de título de Cidadão Ludovicense apresentado pela vereadora evangélica Rose Sales (PCdoB). A homenagem seria concedida a Malafaia, mas o vereador afirmou que o pastor era homofóbico e não seria digno do título.

Nesta segunda-feira, o pastor reagiu às declarações do pedetista em um programa de uma rádio evangélica. No programa, o líder da Assembleia de Deus – Vitória em Cristo negou ser homofóbico. Ele argumentou que homofobia não é condenar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Para ele, homofobia é agredir, ferir ou matar homossexuais.

Ele está pensando que está falando com um pastor otário. Ele vai ser interpelado judicialmente e eu vou processar esse bandido, esse vagabundo desse vereador aí”, diz advogado
Ao negar ser homofóbico, Malafaia pediu provas de suas “condutas homofóbicas” e depois chamou Rodrigues de vagabundo, bandido e idiota. “Ele está pensando que está falando com um pastor otário. Ele vai ser interpelado judicialmente e eu vou processar esse bandido, esse vagabundo desse vereador aí. Ele está pensando que está lidando com otário. Ele vai ver o que é bom pra tosse. Eu sou homofóbico? Prova que eu sou homofóbico!”, disse o pastor. “Esse idiota não sabe nem o que é homofobia”, complementou.

Nem mesmo a autora do projeto escapou das críticas. Malafaia insinuou que Sales não defendeu com mais ênfase a homenagem por interesses do partido. “Eu estou desconfiado de que ela quer fazer graça pro partido, porque o partido dela apóia essa porcaria (luta de grupos LGBT)”, afirmou Malafaia.

Ainda durante as críticas contra Rodrigues, Malafaia atacou os ativistas e grupos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) em todo o Brasil.

Foto: Divulgação
O líder do PDT na Câmara de Vereadores de São Luís, Ivaldo Rodrigues
“Eu declaro aqui o que já venho falando há muito tempo. Os grupos mais intolerantes da pós-modernidade são os homossexuais”, disse. “Eu não tenho medo de grupos homossexuais, de ativistas homossexuais. Eu não tenho medo de vereador desprovido de qualquer tipo de conhecimento. O que ser vê aí é um preconceito contra os evangélicos. Essa é que é a verdade. O que é homofobia, meu filho? Você critica pastor, critica padre, critica político, critica presidente, critica ministro, mas, se criticar prática homossexual, é homofóbico”.

As críticas de Malafaia aumentaram o mal estar na Câmara de Vereadores. Nesta terça-feira, alguns vereadores que ainda eram favoráveis à homenagem ao pastor resolveram tirar seu apoio ao projeto de lei. A mesa diretora da Câmara também resolveu aprovar moção de repúdio considerando Malafaia com “persona non grata”.

Além disso, a Procuradoria da Câmara já estuda medidas judiciais contra o pastor pelas declarações. “Um homem que usa um palavreado e age dessa maneira desequilibrada não pode ser um homem de Deus”, rebateu Ivaldo Rodrigues em um programa de rádio de São Luís.

Na sexta-feira, Malafaia estará em São Luís para participar do evento “Vida Vitoriosa para Você”. A organização do evento espera reunir aproximadamente 100 mil pessoas. O líder da Igreja Assembleia de Deus - Vitória em Cristo fará dois cultos na capital do Maranhão. Fonte: Portal IG

Participante deixa reality show da TV Record para respeitar suas convicções religiosas

Comandado pela ex-modelo Ana Hickmann, o programa “Tudo É Possível” estreou um reality show neste domingo cuja maior novidade anunciada pela Record era o fato de se passar dentro da casa da própria apresentadora.
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As dez mulheres confinadas numa mansão de Hickmann em Itu vão disputar uma série de provas com o objetivo de escolher uma delas para ser repórter do programa.
A novidade do quadro acabou sendo outra. Uma das candidatas selecionadas, Wasthí de Castro, de 25 anos, foi levada a desistir depois de dois dias de confinamento. Adventista do Sétimo Dia, ela se disse impedida de participar de uma festa na sexta-feira à noite e de competir numa prova realizada no sábado.
“Eu guardo o sábado”, explicou. “Sexta à noite eu considero sábado já. Faço atividades diferentes. E festa não é o tipo de atividade que eu faço nesse dia”, explicou.
“Respeito totalmente a sua fé”, disse a apresentadora. “Mas aqui no reality fica um pouco complicada esta situação. Quando você topou participar já sabia que aqui vocês iam literalmente sair da rotina. Você sabia disso?”
Chorando, Wasthi respondeu: “As informações eram poucas. Eu não podia correr o risco de deixar de tentar…” Antes, ao ser apresentada ao público, ela havia dito: “Eu sou capaz de fazer tudo menos passar por cima dos meus princípios, que são mais fortes do que qualquer outra coisa.” Ana abraçou a candidata, disse que aceitava a desistência e elogiou as suas convicções.
Fonte: Folha

Oito cristãos americanos são expulsos do Uzbequistão


Oito cristãos americanos são expulsos do Uzbequistão
Embaixada dos EUA, que fica na capital do país, em Tashkent, não se pronunciou sobre o incidente

O governo do Uzbequistão forçou oito cidadãos dos EUA a abandonar o país, depois que eles, supostamente, tentaram converter moradores locais ao cristianismo, segundo relatos de fontes.

O trabalho missionário é proibido em países da Ásia Central, que é majoritariamente muçulmana, com 90 % de seus 28 milhões de cidadãos sendo pessoas devotas da fé islâmica.

Um website do governo estadual do país, Gorizont.org (Horizon), disse que os visitantes americanos estavam apenas aparentando ser professores de inglês, mas que tentavam converter os habitantes locais à fé cristã, segundo informações da France-Presse (AFP).

Os oito cidadãos americanos “realizavam uma atividade missionária ilegal para atrair os estudantes uzbeques ao dogma do cristianismo protestante”, segundo uma agência de notícias do país sobre o pronunciamento do governo sobre o caso.

“Notavelmente, os estrangeiros eram fluentes na língua uzbeque e chamavam a si mesmos com nomes do Uzbequistão, por exemplo: Jahongir, Husan, Jasur, Farhod”, diz uma das citações que o relatório da AFP divulgou.

No passado, um cidadão cristão americano também foi deportado sob a acusação de estar praticando atividade religiosa ilegal, bem como vários visitantes sul-coreanos.

A Embaixada dos EUA, que fica na capital do país, em Tashkent, não se pronunciou sobre o incidente envolvendo os oito cidadãos americanos.


Fonte: Portas Abertas

A religião foi minha terapia, diz última resgatada do 11 de setembro


A religião foi minha terapia, diz última resgatada do 11 de setembro
Genelle Guzman-McMillan relembra mais de 26 horas sob os escombros do WTC

As torres do World Trade Center (WTC), um dos prédios-símbolo de Nova York, foram reduzidas a pó ao entrar em colapso durante os atentados do 11 de setembro de 2001. No momento em que os 110 andares da Torre Norte desabaram, deixando milhares de mortos, Genelle Guzman-McMillan descia a escada de incêndio e ainda tinha 13 andares pela frente até que pudesse deixar o prédio. Foram mais de 26 horas presa aos escombros sem poder se mover e implorando por uma segunda chance. Às 12h30 do dia seguinte, um improvável final feliz: Genelle se tornava a última sobrevivente do pior ataque estrangeiro em solo americano da história dos EUA.

Como ela, apenas outros 19 não perderam suas vidas durante o colapso das chamadas Torres Gêmeas do WTC, responsável pela maior parte das mais de 2,7 mil mortes contabilizadas naquele dia apenas em Nova York. Para Genelle, o alívio do resgate chegou acompanhado de uma série de questionamentos: por que enganou a morte? Por que as amigas que desciam a escada de incêndio ao seu lado não tiveram a mesma sorte? Por que tantos inocentes tiveram de morrer?

Para todas as perguntas, ela escolheu uma única resposta: Deus.

“O 11 de Setembro me ensinou que nunca estamos no controle. Estou aqui para provar que nada acontece no nosso tempo, tudo é no tempo Dele”, afirmou Genelle, hoje com 40 anos, durante entrevista ao iG em sua casa em Long Island, no Estado de Nova York. “O que Deus escolheu para nós é o que acontecerá. Não podemos questionar o que Ele faz.”

Nos dez anos que se passaram desde o 11 de setembro, Genelle não buscou ajuda psiquiátrica para vencer a “culpa de sobrevivente”. “A religião foi minha terapia”, explicou.

Quando ainda estava presa aos escombros, decidiu unir-se à Brooklyn Tabernacle, uma igreja evangélica de Nova York que havia visitado antes dos ataques. Mas até o dia fatídico sob os destroços, Genelle não se sentia pronta para mudar seu estilo de vida: apaixonada por dança desde criança, ela conta que passava noites inteiras em casas noturnas, vestida com roupas provocantes e sempre com um drinque nas mãos.

Foi o sonho de ser dançarina que a levou a deixar o país onde nasceu, Trinidad e Tobago, no Caribe, para tentar a sorte nos Estados Unidos. Genelle foi criada em uma família católica, a menina mais nova dos 13 filhos de uma dona de casa e um motorista de caminhão que prestava serviços ao governo. Enquanto imitava os passos de Janet e Michael Jackson na sala de casa, driblando as rígidas regras do pai, ela se convencia de que um futuro como celebridade passaria obrigatoriamente por Nova York. “Queria ser grande”, afirmou. “Queria que meus colegas de escola dissessem: ‘Nossa, olha aonde a Genelle chegou!’”

Ela também queria independência e uma vida melhor para a filha, Kimberly, na época com dez anos, que ficou em Trinidad com o pai, Elvis. Apesar do remorso por deixar a menina para trás, Genelle se mudou para Nova York em 1999, pouco depois da morte da mãe, vítima de um câncer de ovário. Hospedada por familiares – irmã, sobrinhas e primos que já moravam na cidade –, ela começou a procurar trabalhos como dançarina, mas logo percebeu que mesmo em Nova York o sonho continuava distante. “Tentava conhecer pessoas, mas sempre me pediam para preencher fichas e contratar agentes”, contou. “Não sabia que seria assim, que teria de pagar para talvez receber um telefonema.”

Após alguns empregos como babá e secretária, em dezembro de 2000 ela respondeu a um anúncio de jornal e foi contratada como assistente de um dos gerentes da polícia portuária de Nova York. Quando soube que o escritório ficava no 64º andar do WTC, Genelle vibrou. No primeiro dia de trabalho, pegou o elevador, correu à janela e sentiu emoção ao ver, lá do alto, o centro de Manhattan.

Também em 2000, durante uma celebração de carnaval em Trinidad, Genelle conheceu Roger, que como ela nascera na ilha e se mudara para Nova York. Os dois começaram a namorar e logo passaram a viver juntos. À noite, Roger acompanhava a namorada nas festas; pela manhã, fazia com ela o trajeto de trem entre o Brooklyn, onde moravam, e o centro de Manhattan.

Na manhã de 11 de setembro, uma terça-feira de sol, Roger teve um compromisso mais cedo e Genelle pegou o trem sozinha. Enquanto passava distraída pelas estações, lembrava-se de cada momento do fim de semana anterior, marcado pela reconciliação do casal após 15 dias de separação. Genelle também estava ansiosa para chegar ao escritório e reservar passagens para Miami, onde curtiria uma festa popular com Rosa González, uma colega de trabalho, no mês seguinte. “Era um dia lindo para mim”, definiu, abrindo um sorriso triste.

Estrondo

Eram 8h05 quando Genelle entrou na Torre Norte do WTC, cerca de 40 minutos antes de o primeiro avião atingir o prédio mais de 30 andares acima de onde ela estava. Após comprar um bagel e um chocolate quente, Genelle sentou-se à mesa e começou a falar com a amiga Susan Miszkowicz quando um forte tremor e um barulho alto encerraram a conversa.

Susan se apoiou na mesa. Genelle se lembrou de um terremoto pelo qual passara anos antes em Trinidad. As duas trocavam olhares confusos e assustados enquanto tentavam encontrar uma justificativa para o maior estrondo que já tinham ouvido. “Aquele ruído, aquele ‘bang’... Não tinha acontecido nada por perto, então de onde poderia ter vindo?”, questionava.

Elas correram juntas até a janela, sem conseguir ver nada além de papéis voando. Havia cerca de 50 funcionários da polícia portuária no andar de Genelle e muitos começaram a deixar o prédio, mas ela esperou que as luzes se apagassem ou que soasse o alarme de incêndio, como aprendera nos treinamentos de emergência.

O movimento era grande. Colegas de Genelle pediam orientações à direção da empresa enquanto outros tentavam falar com familiares, apesar das linhas congestionadas. Ao telefone, Rosa chorava dizendo que um avião tinha batido no prédio, informação que Genelle considerou “surreal” e na qual só acreditou quando a TV da sala de conferências foi ligada, mostrando as impressionantes imagens assistidas em todo o mundo. O que se seguiu, segundo Genelle, foi uma “montanha-russa emocional”. “Pessoas choravam, os telefones não funcionavam, não conseguíamos uma resposta definitiva sobre o que fazer”, contou, com expressão séria. “Eu lembrava da minha filha e pensava: ‘Meu Deus, vou morrer em Nova York.”

Por telefone, Roger e outros familiares imploravam para que Genelle deixasse o prédio. Ela sentia o medo e a ansiedade crescerem, mas achava que não seria capaz de fazer o trajeto sozinha e preferiu esperar a decisão de funcionários mais experientes. Um deles, o engenheiro elétrico Pasquale Buzzelli, 34 anos, decidiu verificar a situação da escada de incêndio. Quando viu que havia iluminação e pouca fumaça, ele incentivou o grupo a desistir de esperar por ajuda. Após duas votações, as 15 pessoas que ainda estavam no 64º andar chegaram a um consenso e começaram a descer depois de mais de uma hora do choque do avião.

Paredes explodindo

Pasquale liderava o grupo. Genelle descia os degraus de mãos dadas com Rosa, que ainda chorava. Susan ia atrás. Todos se tranquilizaram ao passar por dois bombeiros que seguiam no sentido contrário, subindo as escadas para ajudar na retirada do prédio. “Talvez as coisas não estejam tão ruins lá fora”, pensou Genelle, sem ter a dimensão do quão trágica seria aquela terça-feira.

Enquanto descia os degraus, Rosa insistia para que a amiga descalçasse os sapatos de salto alto, mas Genelle se recusava a admitir que sentia dor nos pés. “Eu dizia: ‘Se tirar os sapatos, o que vou fazer quando chegar lá fora? Meu namorado está me esperando, vai ser meu dia de folga’”, relembrou, rindo de si mesma.

Ela só deu o braço a torcer no 13º andar, quando se apoiou no ombro de Rosa e se abaixou para descalçar os sapatos, enquanto a amiga ria e brincava: “Não falei?”

Foi a última vez que Genelle ouviu a voz de Rosa. Antes que pudesse levantar o corpo, seu pesadelo começou. “Tudo ficou escuro e comecei ouvir as paredes explodirem”, descreveu, ainda impressionada com a experiência pela qual passou. “Houve barulho, escuridão, poeira. Tudo estava caindo.”

O prédio estava desabando.

Preparada para morrer


Genelle ainda segurava a mão de Rosa e, antes de cair, viu a amiga correr para trás, como se quisesse subir os degraus da escada. Ao tentar se levantar, Genelle recebeu um novo golpe e voltou ao chão. Dessa vez o tremor era muito maior do que o de um terremoto e os destroços continuavam vindo em sua direção, com cada vez mais força. Sem saber o que fazer, ela colocou as mãos sobre a cabeça, como se formasse um casulo, e esperou. “Fechei os olhos e fiquei parada esperando tudo acabar”, contou. “E quando acabou, houve um silêncio mortal.”

Ela ouviu um homem gritar por socorro duas vezes. Não o ouviu mais. Ela também gritou por ajuda e para saber se Rosa estava bem. Não houve resposta. Dos 15 funcionários que desciam as escadas, só mais um sobreviveu ao colapso das torres: Pasquale Buzzelli, que caiu em cima de uma pilha de destroços e deixou o local andando, com a ajuda de bombeiros.

Genelle tentava se mover, mas não conseguia: deitada do lado direito do corpo, ela tinha a cabeça presa entre blocos de concreto, as pernas viradas e presas em parte da escada, os olhos cheios de poeira e incapazes de definir, em meio à escuridão dos escombros, se era dia ou noite. A mão esquerda tinha algum espaço para fazer curtos movimentos, mas só sentia mais destroços.

Ela não chorava, apenas pensava: na mãe, na filha que deixara para trás, no namorado, nas pilhas de destroços que teriam de ser removidas até que alguém pudesse chegar a ela. Se ouvia o som de máquinas ou pessoas falando em walkie-talkies, ela gritava e tentava fazer barulho, até que a volta do silêncio a fizesse desistir.

Não sentia fome, apenas sede. Algumas vezes urinou em si mesma. Sentiu os dentes rangerem e o corpo tremer de frio para depois quase não suportar o calor provocado pelos incêndios próximos a ela. A todo momento fechava os olhos, torcendo para que não pudesse abri-los novamente. “Sabia que ninguém me encontraria porque 100 andares tinham caído sobre mim. Então fechava os olhos e pedia para não acordar, para morrer sem dor”, afirmou.

Mas Genelle sempre acordava, e em determinado momento prestou atenção ao fato de que ainda respirava. “Se tudo isso aconteceu e estou respirando”, disse a si mesma, “acho que não vou morrer”.

Genelle não queria morrer. Presa aos escombros, ela desejava um futuro ao lado da filha enquanto repassava as lições da mãe e pensava sobre o que ela faria. Sem saber rezar, começou a conversar com Deus e a implorar por uma oportunidade de corrigir seus erros. “Percebi que precisava mudar minha vida, tudo aquilo que planejava para mim mesmo sabendo que era errado - sair, beber, usar roupas provocantes, expor meu corpo aos homens”, afirmou. “Minha mãe dizia que aquilo não era vida, mas era a minha vida. Então comecei a fazer promessas a Deus. Disse que, se ele me salvasse, se me tirasse dali, passaria a fazer sua vontade.”

Milagre

O resgate de Genelle durou cerca de três horas. Segundo ela, o milagre começou quando tateava o concreto com a mão esquerda e, de repente, sentiu que alguém a segurava. “Ele pediu para que eu não soltasse, disse que tudo ficaria bem e que seu nome era Paul”, afirmou Genelle, que guardara o nome porque planejava conhecê-lo quando o pesadelo terminasse.

Enquanto segurava sua mão, Genelle ouviu homens conversando e gritou para chamar sua atenção. Eles não podiam vê-la, mas insistiram na busca. Mais tarde, Genelle saberia que os resgatistas - Brian Buchanan, um ex-militar, e Rick Cushman, integrante da Guarda Nacional - tinham sido atraídos ao local onde ela estava pelo faro de um cachorro, Trakr, e pelo uniforme de um bombeiro morto que reluziu em meio à poeira e aos escombros.

Para tirar Genelle dali, a equipe de resgate cortou pedaços de aço e moveu enormes blocos de concreto com cuidado. Enquanto era transportada em uma maca até a superfície, ela perguntava se ainda teria de esperar muito. O sol fez seus olhos arderem, mas o tempo todo ela sorria.

Ao contar sua história ao iG, Genelle ressaltou que, quando chegou à ambulância, respondeu corretamente todas as perguntas feitas por um paramédico. Com isso, tentou evitar qualquer dúvida sobre sua lucidez que pudesse ser provocada pelo fato de que Paul, o homem que segurou sua mão, nunca apareceu. Um a um, todos os resgatistas disseram que não havia nenhum Paul na equipe.

Ainda assim, ela tem certeza de que o nome e sua versão da história estão corretos. “Paul era um anjo, o milagre que pedi”, afirmou, confiante. “Sei que estava consciente o tempo todo. Sei que podia ouvir tudo e sei que alguém segurava minha mão. Paul estava lá.”

Cicatrizes

Foram seis semanas de internação e quatro cirurgias na perna direita. Horas após ser internada, deitada em uma cama do hospital, Genelle recebeu a visita de Roger, que já havia perdido a esperança de encontrá-la. Ao entrar no quarto, ele mal podia reconhecê-la: seu rosto estava inchado, os olhos estavam roxos e o corpo tinha queimaduras e poeira por toda parte. Sem conter as lágrimas, ele se aproximou da namorada e disse, ao ouvido: “Por que você não saiu do prédio quando eu pedi?”

Foi a primeira vez que Genelle chorou, segundo disse ao iG. Em sua autobiografia, porém, ela diz ter chorado outras duas vezes: quando viu as imagens do ataque na TV da sala de conferências e em um momento de desespero durante o tempo que passou presa aos escombros.

Parentes se preocuparam ao ver que Genelle não chorava durante sua recuperação e insistiram para que ela visse um terapeuta. Ela concordou, mas desistiu logo após a primeira sessão. Seu objetivo era se dedicar à fisioterapia, o que exigiu determinação. Médicos chegaram a dizer que Genelle teria de amputar a perna, depois garantiram que ela usaria uma muleta pelo resto da vida. Meses depois, porém, ela andava sozinha. Os movimentos não são tão ágeis como antes, mas ela ainda pode dançar.

É quando olha para a perna ao se vestir para o trabalho ou durante o banho que Genelle se lembra do 11 de Setembro. Para esconder as grandes cicatrizes e evitar perguntas ela evita usar saias e nunca esquece da meia-calça. “Não quero que tenham pena de mim, nem quero explicar tudo”, disse. “Não saio por aí dizendo que sou a última sobrevivente, mas quase todos os dias lembro do que aconteceu.”

Alçada à fama, ainda que por motivo diferente do que havia sonhado, quando voltou para casa Genelle recebeu inúmeros pedidos de entrevistas e até planejou seu casamento com Roger, celebrado em 2002, com a ajuda de uma emissora de TV e uma revista que noticiaram o evento. Neste mês, lança nos EUA “Angel in the Rubble” (“Anjo nos Escombros”, em tradução livre), autobiografia que a levará a turnês promocionais na Austrália e na Nova Zelândia. Mas Genelle garante que já não quer ser “um ídolo como Beyoncé”, mas, sim, ser famosa por causa de Deus. “Quero mostrar que há esperança, que as pessoas não devem desistir, que devem continuar orando e acreditando”, afirmou.

Acostumada a contar sua história em visitas a igrejas americanas, Genelle já não chora e sempre consegue manter a calma ao falar sobre o 11 de Setembro. Mas ela não sabe se irá ao Marco Zero (local onde ficavam as torres) para participar da homenagem às vítimas nos dez anos do ataque. Em geral, o aniversário do atentado é um dia de reclusão. Genelle pede folga (ela voltou ao trabalho na polícia portuária dois anos após o atentado), evita assistir à televisão e procura ficar em casa com Roger, as filhas mais novas, Kaydi, 7, e Kellie, 5, o enteado Kadeem, 20, além de Kimberly, 22, que hoje mora com ela.

Algumas vezes Genelle se lembra de como teve sorte e chora sozinha. “Gostaria que não tivesse que ser assim, que tanta gente não tivesse morrido. Mas minha vida não podia ficar nesse clima, então segui em frente e prefiro pensar que coisas boas virão”, afirmou, com ar de tristeza. “Queria que a Rosa e a Susan estivessem aqui”, lamentou, “mas a decisão não cabia a mim.”


Fonte: IG

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