sábado, 18 de junho de 2011

SEGUNDA FEIRA TEM MAIS

NA SEGUNDA FEIRA SEM FALTA A POSTAGEM DO PILOTO DO LIVRO

AS CARACTERISTICAS DE DEUS E DO DIABO - QUAIS DELAS TEM SE MANIFESTADO EM SUA VIDA?



BOM FINAL DE SEMANA, COM ORAÇÃO NO MONTE , SEMINÁRIO E CULTO DE LOUVOR A DEUS.


BISPO ROBERTO TORRECILHAS

JESUS, NOSSO LIBERTADOR



 
1. Abertura: Palavra de boas vindas, apresentação de visitantes, louvor e oração.
 
2. Ministração: orando pelas necessidades dos discípulos e pelas vidas a serem alcançadas.
 
3. Estudo:
 
Objetivo:  Que os discípulos compreendam a necessidade de todo homem ser liberto pelo poder de Jesus Cristo, nosso Senhor.
 
Quebra-gelo:  Pergunte aos presentes se algum deles já esteve numa cadeia alguma vez. Comente que a maior aspiração de um preso é a liberdade – imagine o que é cavar um túnel com ferramentas improvisadas por dias a fio, como por vezes acontece nas prisões do país. Perder a liberdade é um castigo terrível para aqueles que a sociedade julga culpados.
 
Transição para o estudo: A Bíblia ensina que sem Jesus o homem vive aprisionado. Leia João 8:32,36 ...e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (...) Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.
 
a) A Palavra/Ensino de Jesus traz libertação verdadeiraLeia João 8:31,32 Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.  Explique que conhecer a Verdade/Palavra significa conhecer o próprio Jesus. O Evangelho de João apresenta Jesus como a Palavra (Jo 1:10-12), logos, no grego, também traduzido por Verbo e a Verdade (Jo 14:6).
 
b) O pecado é que escraviza as pessoas: (Jo 8:33-34) Explique que os judeus contenderam com Jesus alegando que eram descendentes de Abraão e que por isso não eram escravos de ninguém. Jesus revela que todos, inclusive os judeus, são escravos do pecado. Isto quer dizer que todos são pecadores e que não conseguem por si mesmos deixar de ser – é preciso haver uma intervenção sobrenatural de Deus através de Jesus (realce o v. 36 Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres).
 
c) Jesus liberta do poder do diabo: (Jo 8:42-44) Explique que o pecado é desobediência a Deus e que todo pecado oferece legalidade para ação do diabo. Leia o texto e note que há quatro características dos cativos do diabo no ensino de Jesus: i) Eles não amam Jesus (v. 42); ii) Eles não dão ouvidos às Palavras de Jesus (v. 43); iii) Eles obedecem aos desejos do diabo (v. 44); iv) Eles são mentirosos - apegados à mentira (v. 44).
 
Conclusão: Jesus liberta. Aleluia! O apóstolo João escreveu em I Jo 3:8,9 sobre a razão da vinda de Jesus: destruir as obras do diabo (v. 8). Somente Ele tem este poder, de libertar alguém do pecado (cf. v. 9). O v. 9 fala da semente divina. Ore com seus discípulos levando-os a confessarem a fé na Verdade, Jesus, à renúncia ao pecado. Peça a presença do Espírito Santo, a semente divina, sobre eles. Leve seus discípulos a repetirem com você: Eu amo Jesus. Creio na Palavra, recebo a Palavra e vivo na Verdade. Sou liberto pelo poder de Jesus. Sou livre, porque o Filho de Deus me libertou. Aleluia! O pecado não mais domina minha vida. O diabo não mais domina a minha vida. Jesus é meu Senhor e Salvador! Aleluia!

VOCÊ QUER ISSO NO BRASIL ?

E O MUNDO GIRA AO CONTRÁRIO 



 
No Sudão, muçulmanos enfurecidos prenderam e exigiram a execução de Gillian Giggons, professora inglesa, que permitiu que seus alunos nomeassem um urso de pelúcia Maomé, o nome do profeta do Islã. Condenada por insultar o Islamismo, a professora foi presa e depois da indignação do mundo, perdoada pelo presidente. Em Darfur, no Sudão, o governo patrocina o genocídio do próprio povo, em uma espécie de elitismo cultural dos árabes em relação às várias tribos africanas espalhadas pelo Sudão – que têm suas mulheres estupradas, crianças mortas e tribos destruídas, em uma guerra que parece não ter fim. Árabesafricanos matam em nome do Islã, obrigando milhões de sobreviventes a andarem pelo deserto se relocando constantemente, sem comida, família, água. Além da imposição da lei islâmica no país inteiro – grande parte do país é cristão – os árabes acreditam que os africanos são inferiores e servem apenas para escravos. Paralelamente, os árabes do Oriente Médio não reconhecem os árabes negros, da África, como muçulmanos, acreditando na sua superioridade racial . Já em Israel, uma muralha de 7 metros de altura e mais de 400 quilômetros é construída para separar os judeus dos árabes. Segundo os responsáveis, é necessário separar a parte feia – os árabes – da parte bonita, judeus. A muralha tem cerca elétrica, câmeras e sensores. Fundamentalismos à parte, enquanto a guerra pelo elitismo religioso e pelo monopólio da moralidade parece se perpetuar desde os primórdios, parte do mundo tenta chegar a um acordo sobre o que pode dar um fim ao que nenhum santo salva – aquecimento global. Em Bali, 191 países se reúnem para discutir um acordo sobre o protocolo de Kyoto – e se decidir entre proteger o mundo para as futuras gerações ou continuar com o consumo exagerado dos recursos naturais do planeta. Enquanto isso, na vida real, é quase Natal. Shoppings lotados, sacolas, filas, roupas, celulares, carros, tecnologia. O mundo norte americano das celebridades, do falso luxo e do consumismo sem fim. Como suprir o vazio de quem não tem uma religião fanática para pôr um fim às dúvidas que afligem a alma? As doenças do primeiro mundo são outras; depressão, apatia, vício, stress, obesidade. Adolescentes problemáticos atiram em shoppings e escolas, crianças tomam Ritalin, as pessoas vivem cada vez mais imersas em seus mundos particulares. O mundo anda realmente muito louco, e pode parecer mais fácil viver envolvido com a própria vida, já tão complicada, do que se preocupar com coisas que simplesmente não temos o poder para mudar. Ainda assim, essa constante busca por individualismo e egoísmo parece não acalmar a alma, e vivemos a vida sem fazer nada a não ser por nós mesmos – talvez esse seja o sinal de que talvez, quem sabe, seja hora de fazer alguma coisa, fazer uma diferença – uma espécie de responsabilidade de cada um com o resto do mundo.  


GRITOS DE ALERTA .

BISPO ROBERTO TORRECILHAS.

QUER ISSO TAMBEM NO BRASIL ? Muçulmanos queimam seis cristãos em confrontos no Paquistão


Seis cristãos foram queimados vivos e ao menos dez ficaram feridos neste sábado em confrontos com a maioria muçulmana na cidade de Gojra, na Província de Punjab, no centro do Paquistão.

A tensão está alta na localidade após alegações de que os cristãos profanaram o Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos.


Emissoras de televisão locais mostraram casas em chamas e móveis queimados nas ruas, enquanto pessoas atiravam contra outras de cima de telhados.

O ministro para as minorias, Shahbaz Bhatti, disse que uma multidão "confundida por extremistas religiosos" atacou uma vizinhança cristã e ateou fogo a dezenas de casas.

"Nós recebemos seis corpos de pessoas que morreram queimadas. Eles incluem quatro mulheres, um homem e uma criança", disse um funcionário do Ministério da Saúde na cidade, Abdul Hamid, à agência de notícias Reuters.
O ministro provinçal da Justiça, Rana Sanaullah, que também é responsável por questões de segurança em Punjab, condenou o ataque e disse que ordenou um inquérito sobre os confrontos.

Ele disse, entretanto, que uma investigação preliminar mostrou que não houve profanação do Alcorão.

"Foi apenas um boato explorado por elementos anti-Estado para criar o caos."

"Peço à ambas comunidades muçulmana e cristã que mostrem controle", Sanaullah disse, afirmando que o governo irá agir rigidamente contra desordeiros e também policiais, que não conseguiram impedir a violência.

Religião

O Paquistão é predominantemente uma nação muçulmana, e minorias religiosas, como os cristão, representam apenas 4% de uma população de 170 milhões de pessoas.

As comunidades religiosas vivem em harmonia, mas tem ocorrido ataques periódicos de alvos cristão desde que o país se tornou um aliado dos Estados Unidos após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

As minorias também enfrentam uma certa intimidação, principalmente através de lei discriminatórias, incluindo uma que prevê pena de morte para quem usar uma linguagem depreciativa contra o Islã, o Alcorão e o profeta Maomé. Essa lei é frequentemente usada para resolver rivalidades pessoais.

"Os tumultos religiosos são assustadores, onde religiosos islâmicos aplicam a lei com suas próprias mãos", disse o chefe-adjunto da comissão de direitos humanos do Paquistão, Mehdi Hassan, em um comunicado.

"Militantes islâmicos de fora da aldeia [têm] criado uma atmosfera de medo e [têm] destruído e queimado propriedades usando armas de fogo e explosivos", diz o texto, pedindo que autoridades intervenham para salvar vidas de cristãos na região.

Oremos aos nossos irmãos missionários, eles precisam de nossa ajuda.................
Existem 03 tipos de ações a se tomar quanto a levar o evangelho as nações da janela 10/40.
1ª Cumprir o ide, ir você mesmo levar o evangelho
2ª Contribuir.Se você não pode ir, contribua.
3ª Orar.Se você não pode ir, não pode contribuir, ore, interceda.

Ex-bispo da IURD acusa advogado da igreja de vender suas emissoras de rádio com procuração falsa


Advogado da IURD teria assinado como procurador e vendido as rádios sem a autorização do dono
Ex-bispo da IURD acusa advogado da igreja de vender suas emissoras de rádio com procuração falsa
O ex-bispo da Igreja Universal Jorge Coelho da Cunha entrou com ações judiciais na Bahia e em Pernambuco para reaver três emissoras de rádio que, segundo ele, teriam sido tiradas dele por meio de procuração falsa.
Cunha rompeu com a IURD em 2002, depois de 10 anos sendo o bispo responsável pelos trabalhos no nordeste do país.
De acordo com uma reportagem da Folha de São Paulo, a cota que o ex-bispo tinha nessas rádios foi vendida por meio de um documento de um procurador assinado pelo advogado Marcelo de Lima Brasil, que presta serviços jurídicos à igreja.
Esse advogado teria assinado as transferências em juntas comerciais da Bahia e de Pernambuco se apresentando como procurar do ex-bispo e da ex-mulher dele.
Procurado pela reportagem da FSP o advogado disse que não se lembrava dos processos e nem sabe se eles “existiram”. E ainda afirmou que, caso tenha sido “alguma coisa de cliente”, “existe o sigilo” e a “ética profissional” que o impedem de falar.
Jorge da Cunha afirma na Justiça que demorou a reivindicar a retomada das rádios porque teria sofrido perseguição religiosa. Disse que, após o rompimento, viu-se forçado a deixar o país, e morou por cinco anos nos Estados Unidos.
A Folha tentou entrar em contato com a advogada da Universal, Simone Galhardo, que respondia interinamente pela diretoria jurídica, disse que a igreja não é parte no processo. O bispo Edir Macedo também não aparece como réu.
Esse não é o primeiro processo envolvendo ex-líderes da IURD e  propriedades de radiodifusão. Em 2007, a Justiça do Rio condenou o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) a pagar R$ 1,5 milhão ao ex-bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição, referente a ações da TV Cabrália, de Itabuna (BA), depois de uma sociedade desfeita.
Outro processo parecido corre em Santa Catarina, onde o ex-bispo Marcelo Nascente Pires tenta anular a transferência de ações das TVs Itajaí e Xanxerê. Em outra ação em Curitiba (PR), ele acusa dirigentes da igreja de fraude.



Com informações Folha de São Paulo.

Notas do GRITOS DE ALERTA.

antes de fazermos cometários sobre esta matéria , devemos esperar a justiça se pronunciar.


Bispo Roberto Torrecilhas

NÃO PERCMA , NO MES DE AGOSTO DE 2011 , GRANDE CONGRESSO DE MISSÕES NA IGREJA PODER DA FÉ EM JAGUARIÚNA - SP

IGREJA PODER DA FÉ EM JAGUARIÚNA ESTA PREPARANDO SUA NOVA TURMA PARA FORMAÇÃO DO CURSO TEOLÓGICO NO MES DE DEZEMBRO

No mes de Dezembro DE 2011  a IGREJA PODER DA FÉ EM JAGUARIÚNA , SP , fará uma grande festa na formatura dos obreiro que estarão concluindo seu curso de teologia básico .
Será realizado um culto de ação de graças , onde teremos a presença de diversas personalidades.


GRITOS DE ALERTA.

Igreja Universal realiza evangelismo em Tel Aviv, Israel


O grupo fazia o convite para um evento chamado "Negatividade, Não!"
Igreja Universal realiza evangelismo em Tel Aviv, Israel
A Igreja Universal do Reino de Deus realiza campanhas de evangelização em várias cidades do mundo onde possui um templo. Esse trabalho também aconteceu recentemente em Tel Aviv, Israel, onde um grupo de evangelistas saiu às ruas para falar do amor de Deus.
O grupo passava convidando os sofridos para participar do evento chamado “Negatividade, Não!” Que tinha o objetivo de “livrar” as pessoas de “forças que trazem negatividade” e mostravam que existe um poder que pode edificar as vidas e fazer o impossível acontecer.
Como exemplo de que é possível sair de situações difíceis, o site Arca Universal mostra o testemunho de Mila, uma fiel que chegou na igreja com a vida bastante complicada e teve vitórias depois de passar pelas reuniões de Conquistas Financeiras.
“A minha situação, quando aqui cheguei, era muito complicada. Escutava apenas pela rádio, participava do copo com água consagrado através da oração do bispo. Até que determinei que teria o meu restaurante e assim foi”, conta bem satisfeita. Mila está feliz e muito realizada, pois há pouco tempo inaugurou outro restaurante, após ter participado do propósito da Fogueira Santa de Israel.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Arca Universal

DO JEITO QUE VAI CAMINHANDO , O BRASIL VAI SE AFUNDAR MAIS RÁPIDO QUE PENSAMOS - STF pode liberar o uso de psicoativos em cultos religiosos


Atualmente apenas o chá ayahuasca pode ser usado em cerimônias, mas até mesmo a maconha poderá ser permitida
STF pode liberar o uso de psicoativos em cultos religiosos
Depois de liberar as passeatas pela descriminalização da maconha, o ministro Celso de Mello, relator do processo, acredita que em breve o Supremo Tribunal Federal (STF), será acionado para liberar o uso de psicoativos em cultos religiosos.
No Brasil é permitido apenas o uso do chá ayahuasca em cerimônias religiosas, com a Resolução número 1 de 2010, do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), as religiões como o Santo Daime e a União do Vegetal têm aspecto legal para fazer uso de psicoativos.
O ministro afirma que uma futura provocação no STF poderia liberar também o uso de outras substâncias para fins religiosos, como a própria maconha ou o chá de maconha.
“Hoje, a Constituição do Brasil, cuidando da liberdade religiosa, que admite múltiplas interpretações, reconhece o direito a quem pratica qualquer religião, e o Estado tem que respeitar qualquer liturgia. Se alguém pretender discutir esse tema, é evidente que isso pode ser debatido em uma ação no Supremo”, afirma Mello.
Na ação julgada na última quarta-feira (15), a Associação Brasileira de Estudos Sociais do Uso de Psicoativos (Abesup) chegou a pedir que o uso de substâncias ilícitas fosse liberado em cerimônias religiosas. Entretanto, os ministros negaram a análise da questão porque entenderam que ela extrapolava o pedido inicial do Ministério Público, que era somente a liberação das marchas pela legalização da maconha.



Fonte: Gospel Prime
Com informações Jornal do Brasil

MARTA SUPLICY TRAI SEUS ELEITORES EVANGÉLICOS E CATÓLICOS - UMA TRAIÇÃO ANUNCIADA


                    A digníssima senadora, Marta Suplicy, do PT de São Paulo terá que pedir perdão a Deus e as igrejas católicas e evangélicas de onde grande parte de seus votos para senadora saíram caso ela tenha interesse em ser eleita novamente para algum cargo político neste país.  Nem bem chegou a Brasília a referida senadora já desengavetou o PL 122 que estava arquivado. Este projeto de lei que agora tem a senadora Marta Suplicy como sua relatora em comissão específica naquela casa, se aprovado como é o desejo da mesma, será uma grande ameaça a liberdade religiosa garantida pela Constituição Federal de nosso país.
               Imagine você o tamanho do privilégio que esta representante do povo deseja dar aos gays de do Brasil:
1° - um padre ou um pastor pode chamar a atenção de um casal de namorados (UM RAPAZ E UMA MOÇA) que por ventura estejam beijando ou se agarrando dentro das dependências de uma igreja sem nenhum prejuízo para eles, agora se o casal for gay (DUAS MOÇAS OU DOIS RAPAZES) tanto o padre quanto o pastor numa situação dessas poderão ir presos (prisão de 2 a 5 anos) acusados de homofóbicos; (A Bíblia e a igreja serão transformadas em homofóbicas).
2° -  Qualquer pessoa pode criticar um padre, um pastor, a sua mãe ou a presidente Dilma sem nenhum prejuízo, agora se criticar a um ser humano que se diz gay essa pessoa poderá ir presa (prisão de 2 a 5 anos) acusada de ser homofóbica;  (desde quando fazer críticas a alguém é crime no Brasil?)
3° -  Até uma empresa que deixar de contratar um determinado candidato ou que decidir demitir um funcionário que não se enquadra no perfil profissional da empresa poderá ser classificada como uma empresa homofóbica e o seu responsável (quem não contratou ou demitiu) poderá ser preso (prisão de 2 a 5 anos) acusado homofóbico.
              Essas são algumas atrocidades desta lei que é uma vergonha nacional. Essa lei é uma afronta a Bíblia Sagrada que é a Palavra de Deus. Se essa lei for aprovada a Bíblia passará a ser um livro homofóbico. Bem colocou o Pr. Silas Malafaia em suas palavras na concentração do dia 1° de junho de 2011 em frente ao congresso nacional quando destacou que a senadora Marta Suplicy está pensando que os crente são bobos. Ela acha que fará um favor aos pastores e padres incluindo na lei um artigo que autoriza aos mesmos a poderem falar (criticar os gays) somente dentro das igrejas.  
                 Está de parabéns o pastor S ilas Malafaia grande idealizador do movimento contra a aprovação do PLC 122 que aconteceu no dia 1° de junho de 2011 em frente ao Congresso Nacional em Brasília onde mais de 60.000 pessoas entre evangélicos, católicos e pessoas que amam a família se uniram num grande gesto de mobilização nacional para demonstrar que não vamos nos calar nem perante ao STF e nem perante ao Congresso Nacional para fazer valer os direitos a nós cristãos garantidos pela Constituição Brasileira e para defender os princípios bíblicos que cremos e pregamos. Eu fui privilegiado por Deus em poder ter participado daquele movimento que será um marco neste país.
                Podem escrever, gravar e arquivar o que você vai ler agora: Marta Suplicy não apenas afrontou aos cristão e a igreja de Cristo, mas mexeu na menina dos olhos de Deus que é a família. Ninguém mexe com Deus e sai impune. Eu, Pierre Perensin, como ministro do evangelho de Jesus Cristo estou dizendo que essa senadora, se não se arrepender e pedir pubicamente perdão a Deus, a igreja de Cristo e as famílias brasileiras não ganhará mais nenhuma eleição nesse país.  As pessoas de bem desse país, as igrejas e líderes católicos e evangélicos não vão deixar nem Marta Suplicy nem nenhum outro político criar leis que sejam contrárias a Palavra de Deus. Que os membros do STF (Supremo Tribunal Federal) se arrependam o quanto antes e revejam suas posições sobre essa lei para que não caiam também nas mãos de Deus. Nenhum poder constituído é maior que Deus. Todo poder pertence Ele e nenhuma autoridade é constituída sem a permissão de Deus. Basta uma palavra de Deus e quem está no poder cai inexplicavelmente aos olhos humanos. Ai daquele que ousar afrontar ao Deus vivo. Que Deus tenha misericórdia dos poderes constituídos em nosso país e nos abençoe para que dos quatros cantos desta nação ecoem as vozes do grande exército de Deus unido em oração a favor de nosso país e das famílias brasileiras.
é de ficar indignado com tamanha mentira .
VAMOS COMEÇAR UMA LUTA E DIZER  . MARTA SUPLICY NUNCA MAIS

FONTE .Pr. Pierre Perensin
VIA GRITOS DE ALERTA / Bispo Roberto Torrecilhas

PEC 23/2007 será votada nessa terça (21) na ALERJ DIGA NÃO A SODOOMIA , UMA ESTADO LAICO NÃO É UM ESTADO GAY.

O Doloroso Segredo dos Muçulmanos Convertidos ao Cristianismo

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Você nunca leu uma história como esta
Era uma reunião como centenas de outras de que tínhamos participado durante vinte anos. Meu irmão estava envolvido num debate amistoso com um outro árabe cristão, num seminário sobre os melhores métodos de pregar o Evangelho de Cristo aos muçulmanos. Os “pontos de discordância” eram praticamente os mesmos de sempre. De fato, já tínhamos discutido os mesmos assuntos em incontáveis reuniões e de várias maneiras. Tudo estava dentro dos padrões normais, até que um inocente estudante levantou-se para fazer a pergunta fatídica:
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. Como podemos proclamar fielmente o Evangelho a Israel? Os judeus estão envolvidos numa guerra horrível e pagando um preço tremendo. Como a experiência de ex-muçulmanos os ajuda a falar de Cristo aos judeus?
Meu irmão sorriu consigo mesmo. Embora ele soubesse a resposta, até aquele momento não sabia qual era a posição de seu colega. Seu companheiro de debates nesse fórum era um cristão evangélico muito culto que, como nós, se convertera do islamismo. Ele já havia falado inúmeras vezes a milhares de evangélicos americanos e era considerado um especialista em evangelização do Oriente Médio. O homem se ajeitou na cadeira, quase imperceptivelmente, e arrumou seus papéis, esperando que Emir respondesse a pergunta. Mas meu irmão ficou quieto e deixou que o silêncio pesado forçasse o outro a responder.
Lentamente, sem levantar os olhos, ele disse: “Bem, com relação à evangelização dos judeus, devemos sempre apresentar Jesus como o Messias. Isto é ponto pacífico. Entretanto… no que se refere ao conflito entre palestinos e israelenses… acho que devemos permanecer… neutros”.
Bem-vindo ao nosso mundo!
“Abrindo o jogo”
Esta história poderá ser um choque ou uma surpresa para os leitores. Em todo caso, decidi contá-la, e “seja o que Deus quiser”. Levei vinte anos para escrever este artigo. Estou prestes a trair meus irmãos segundo a carne. Estou prestes a revelar nosso terrível segredinho.
A maioria dos artigos e livros que escrevi em parceria com meu irmão foram trabalhos acadêmicos ou obras que falavam sobre como entender e alcançar os muçulmanos. Em 2002, quando nosso livro Unveiling Islam (O Islã Sem Véu) tornou-se um best-seller, ficamos sob os holofotes da mídia. Nossos debates, sermões e palestras passaram a ser assistidos por milhares de pessoas. Por duas vezes falamos aos milhares de pastores presentes à reunião anual da Convenção Batista do Sul dos EUA. Aparecemos em incontáveis programas de televisão, entrevistas e programas de rádio transmitidos em todo o país.
Em 2003, O Islã Sem Véu conquistou o Gold Medallion, prêmio concedido anualmente às melhores publicações cristãs dos Estados Unidos. Além disso, nossos livros More Than a Prophet (Mais Que Um Profeta) e Voices Behind the Veil (Vozes Detrás do Véu) – ainda não publicados no Brasil – também foram sucessos de venda e concorreram a vários prêmios. Atualmente, estamos escrevendo nosso maior livro, um manual de referência de um milhão de palavras que será o primeiro comentário cristão abrangendo todos os versos do Corão. Nosso editor vendeu todas as cópias de nosso último livro, Christian Jihad (Jihad Cristã), numa só conferência, em meados de 2004. Isso basta para mostrar quanto gostamos de escrever.
Porém, esses livros foram fáceis de escrever, se comparados com este artigo. O que escrevi aqui é algo extremamente pessoal e pensei e orei a respeito durante semanas.
Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.
Entretanto, por mais difícil que fosse, senti que, finalmente, deveria contar a história. Porém, isso significava que meu irmão e eu, ambos professores em universidades cristãs, seríamos objeto de escárnio. Na verdade, já estamos acostumados com o desprezo dos muçulmanos. Eles vivem atrás de nós e nos ameaçam toda semana por e-mail, por carta ou pessoalmente. Eles protestam quando aparecemos em programas de TV e fazem escândalos nas igrejas onde pregamos.
Mas esse escárnio seria de um tipo completamente diferente. Ele viria de nossos próprios irmãos cristãos. Seríamos desprezados porque revelamos o segredo daqueles que, como nós, são crentes [em Cristo] de origem muçulmana.
Finalmente, decidi “me expor” na revista Israel My Glory. Conhecendo os editores como conheço, eu sabia que eles ficariam ao nosso lado. Pelo menos, Emir e eu não estaríamos sozinhos.
Um ódio residual
Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.
Leia de novo essas palavras, com atenção. Deixe seu significado e importância penetrar na sua mente. Com certeza, você já conheceu centenas de pessoas como nós durante sua vida. Os ex-muçulmanos saíram do segundo plano e subiram ao palco central de muitas conferências e reuniões denominacionais [nos EUA]. Embora todos nós sejamos questionados sobre assuntos ligados à apresentação do Evangelho aos muçulmanos, raramente nos perguntam a respeito de Israel, da nação judaica e das alianças entre Deus e Seu povo, narradas nas Escrituras.
Muitos de nós, cujos nomes você conhece e cujos livros já leu, ficam agradecidos porque ninguém os questiona sobre isso. Por quê? Porque muitos ex-muçulmanos que hoje são cristãos ainda sentem desdém, desprezo e ódio pelos judeus. Entre estes, estão muitos que falam em conferências, escrevem livros e pregam nas igrejas. Realmente, este é o nosso segredinho terrível.
Emir e eu chamamos isso de vestígios do islamismo. Quando éramos crianças, aprendemos nas madrassas (escolas religiosas islâmicas) que os judeus bebiam o sangue das crianças palestinas. As mensagens pregadas pelos imãs destilavam ódio aos judeus e à nação judaica. Para nós, eles eram os “porcos” e “cães” que tinham roubado nossa terra e massacrado nosso povo.
Então, quando um muçulmano se converte e abandona o islamismo, convencido de que Isa (Jesus) não era um profeta de Alá, mas sim o próprio Messias, ele se defronta com a mesma ameaça que nos atinge a todos. Muitos de nós fomos repudiados, expulsos de casa, deportados, presos, ou sofremos algo pior. Os que sobrevivem, começam vida nova separados da tradição de seus ancestrais e de sua família. Não resta quase nada de nossa vida antiga – exceto uma tendenciosidade que teima em não ir embora. Nós ainda odiamos os judeus. Tenho que confessar uma coisa: isso também aconteceu com meus irmãos e comigo.
No início da década de oitenta, após nossa conversão, meus irmãos e eu começamos uma nova vida em Jesus Cristo. Em muitos aspectos, a igreja tornou-se nossa família, já que nosso pai nos renegou. Eu estava ávido por conhecer nosso Senhor e a Sua Palavra, e lia a Bíblia apaixonadamente, às vezes durante três ou quatro horas por dia. Eu gastava muitas canetas marcadoras de texto à medida que ia estudando o Antigo Testamento.
Quando cheguei à aliança abraâmica, em Gênesis 12, tropecei. “Antigo Testamento” – resmunguei – “Jesus acabou com isso”. Em pouco tempo, comecei a ficar aborrecido com a constante repetição do refrão: Abraão… Isaque… Jacó… José. Eu tinha sido ensinado a acreditar no que Maomé tinha escrito: Abraão… Ismael… Jesus… Maomé.
No Corão está escrito que Ismael, e não Isaque, foi levado para ser sacrificado no Monte. Essa é a doutrina central de nossas celebrações (Eid). Agora, eu estava sendo confrontado com o fato de que, 2200 anos depois de Moisés ter escrito Gênesis 22 e quase 2700 anos depois do evento ter ocorrido, Maomé mudou a história.
Rapidamente, pulei para o Novo Testamento. Eu tinha certeza de que iria descobrir que Jesus, meu Salvador, havia repudiado o Antigo Testamento e que meu preconceito poderia permanecer intocado.
Foi aí que cheguei a Romanos 9-11. “E o prêmio vai para”… os judeus, como a nação sacerdotal de Deus. Eu comecei a fazer perguntas. Comecei a ler livros. Cheguei até a assistir cultos de judeus messiânicos.
Então, lentamente… muito lentamente…
comecei a amar os judeus com o mesmo amor que nosso Pai celestial tem por eles.
Eles são os escolhidos de Deus – e a terra de Israel lhes pertence.
Levou algum tempo até que isso acontecesse comigo e com meus irmãos, e nós achávamos que todos os ex-muçulmanos passavam pela mesma experiência e chegavam à mesma conclusão que nós. Aparentemente, estávamos errados.
[...]
O mito de Alá
Outro componente estranho dessa questão é o uso da palavra “Alá”. Recentemente, ouvimos um missionário evangélico falar sobre o movimento “Alá-leuia”, em que os missionários estão usando a palavra árabe “Alá” para proclamar o Evangelho. Alguns chegam ao cúmulo de entrar nas mesquitas e ficar na posição de oração (rakat), mas orando a Jesus em pensamento. Alá, concluem eles, é só o nome árabe de Deus. Adonai e Alá seriam o mesmo Deus.
Mesmo correndo o risco de ofender mais alguns leitores, quero deixar uma coisa registrada: Alá não é o nome árabe de “Deus”. Alá é um ídolo.
Em todos os debates de que participamos em universidades e entre colegas, meu irmão e eu nunca encontramos um ulema muçulmano que acredite que o Alá do Corão e o Deus da Bíblia sejam o mesmo Deus. Nunca. Se o monoteísmo é o único critério para distinguir a verdade neste caso, então deixe-me dizer uma coisa: se Alá é o mesmo deus que o Deus vivo, então Elias deve desculpas aos profetas de Baal (que também eram monoteístas).
Então, por que usar essa palavra? Perguntei a um árabe cristão por que ele continuava usando o termo “Alá” quando orava, e ele me respondeu baixinho: “Eu não consigo me convencer a usar os nomes hebraicos, sabe?”
Sim. Eu sei. Infelizmente, eu sei.
Estou ciente das implicações deste artigo. Eu as aceito. Numa única crítica dura, de poucas páginas, ataquei a teologia da substituição, a escatologia puritana, os teólogos modernos e denominações inteiras. Entretanto, meus vinte anos de silêncio acabaram. Nosso segredinho terrível foi revelado.
Emir e eu continuaremos do lado de Israel no conflito contra nossos parentes segundo a carne. Continuaremos contestando a teologia da substituição sempre que necessário.
Também continuaremos a defender Israel como nação escolhida por Deus, porque Ele nos manda fazer isso no Antigo e no Novo Testamento. Os judeus precisam aceitar Jesus como o Messias, isto é certo. Mas eles também precisam que a comunidade cristã – a Igreja – fique ao lado deles num mundo que quer a sua destruição. Isso começa agora. (Israel My Glory – Ergun Caner – http://www.beth-shalom.com.br)
O Dr. Ergun Mehmet Caner é professor de Teologia e História da Igreja na Liberty University, em Lynchburg, Virginia (EUA). O livro O islã sem véu, escrito em co-autoria com seu irmão, Dr. Emir Fethi Caner, pode ser pedido em nossa livraria virtual.



Muçulmanos da Malásia criam o ‘clube de esposas obedientes’


Ummu Atirah tem 22 anos, é recém-casada e acredita que conhece o segredo de um casamento feliz: obedecer a seu marido e assegurar a satisfação sexual dele.

Ummu e cerca de 800 outras muçulmanas na Malásia fazem parte do “Clube das Esposas Obedientes”, que gera controvérsia em um dos países de maioria muçulmana mais modernos e progressistas, onde muitas muçulmanas ocupam altos cargos no governo e em empresas.

Lançado no sábado, o clube diz que pode sanar males como a prostituição e o divórcio, ensinando as mulheres a ser submissas e manter seus maridos felizes na cama. O índice de divórcios na Malásia dobrou de 2002 a 2009 e é mais alto entre muçulmanos.

“O islã nos impõe ser obedientes a nossos maridos. O que meu marido disser devo fazer. Se eu não o fizer feliz, será pecado”, afirma Ummu.

Fundado por um grupo islâmico conhecido como Ikhwan Global, o clube foi tachado por políticos e ativistas de retrocesso aos tempos medievais e insulto às mulheres modernas da Malásia.

“Lamentavelmente, ainda hoje há muitas muçulmanas que desconhecem seus direitos ou são demasiado inibidas culturalmente para exercê-los plenamente”, afirmou Shahrizat Abdul Jalil, ministra de Política Familiar da Malásia e muçulmana.

Rohayah Mohamad, uma das fundadoras do clube, rebate: “O sexo é tabu na sociedade asiática. Nós o temos ignorado em nossos casamentos, mas tudo depende do sexo. Uma boa esposa é uma boa trabalhadora sexual. O que há de errado em ser uma prostituta para seu marido?”.

QUE ALERTEM MESMO , VAMOS PARA TODAS AS NAÇÕES - Aiatolá alerta muçulmanos sobre propagação do cristianismo


Ele acusou os inimigos da República de anarquistas e místicos, pois espalham “falsas religiões”.


Mesbah Yazdi,um líder islâmico iraniano que ficou famoso por suas crenças fundamentalistas, fez comentários recentes sobre a rápida difusão do cristianismo no Irã. As declarações dele mostram que as medidas tomadas pelo governo com o objetivo de conter essa expansão falharam.

Segundo fontes, Mesbah, em uma recente reunião com chefes islâmicos, declarou: “Em razão do crescimento do cristianismo em algumas das nossas províncias, as ações tomadas pelo governo e pelas autoridades foram insuficientes, e isso é devido à falta de disciplina sobre tais ações dos cristãos.”

Além disso, no encontro, o aiatolá reiterou as advertências sobre o aumento das atividades de outras religiões – sempre se referindo ao cristianismo e outras crenças – que tendem a converter muitas pessoas, como nos países onde elas se originaram. “O governo está ciente de que os jovens iranianos têm se interessado muito por novas ideias”, disse.

“Vírus cristão”
Conforme relatos, Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irã, fez um discurso relacionado às últimas eleições presidenciais, chamando toda a população para ficar atenta a uma “ameaça”; segundo ele, “esta ameaça existe em âmbito nacional e deve ser controlada como um vírus”. Ele acusou os inimigos da República de anarquistas e místicos, pois espalham “falsas religiões”. Ele estava se referindo ao cristianismo e às igrejas domésticas que existem no país.

Tem sido um tempo de grandes lutas internas entre a elite religiosa e o governo. Ondas de repressão e pressão vêm sobre aqueles que professam uma fé diferente da islâmica, especialmente contra cristãos.
No entanto, com a exposição pública de tantos conflitos internos entre políticos e ideologias, várias alas do país, mais uma vez, aquecem suas chamas de ódioe intimidações contra outras crenças, em razão das declarações do aiatolá Mesbah Yazdi.

Conservando a pureza da doutrina pentecostal



Conservando a pureza da doutrina pentecostal
Antes de tudo, é preciso advertir que o assunto da verdade é tema muito amplo; os pontos que se seguem são observações fundamentais, que requerem um estudo mais extenso. Nas Escrituras, a palavra “verdade” retém primeiro seu sentido comum, natural. Neste caso, suas acepções básicas agrupam-se sob aspectos intelectuais e morais: “realidade”, “exatidão”, “genuinidade”, “legitimidade”, “validade”, “confiabilidade”, “sinceridade”.
Entretanto, nas Escrituras, palavras de uso comum adquirem significados especiais, elevados, pelo fato de constituírem os meios materiais de comunicação da revelação divina. Deus, querendo dar ao homem o conhecimento necessário dos grandes fatos relativos à sua salvação, agradou-se transmiti-los por palavras, que assumiram significados novos. Para além de seu uso normal, a verdade passou a acumular significados que remetem à esfera espiritual, relacionados diretamente com a revelação de Deus.
Em sentido teológico, a verdade refere-se, em primeiro lugar, ao próprio Deus. A verdade, inclusive, é um de seus atributos, pelo qual se afirma que Ele é absolutamente verdadeiro, em si mesmo e em tudo quanto declara. Esse sentido da verdade estende-se, então, à realidade espiritual; se, em seu uso comum, a verdade relaciona-se com a realidade, em seu uso especial relaciona-se com a realidade das coisas espirituais e eternas. A verdade, em termos teológicos, também se refere à revelação divina; com revelação, queremos dizer o ato pelo qual Deus dá ao homem conhecimentos, dele e de toda realidade espiritual, que lhe seria impossível alcançar por quaisquer outros meios (Mateus 11.25,26). Então, como acontece com a revelação, a verdade refere-se igualmente a Jesus Cristo, a Palavra divina, o Revelador do Pai (João 1.18); por ser o Filho do Pai, Ele não somente revela a verdade, mas Ele é a verdade mesma. Por fim, a verdade refere-se ao próprio registro da revelação divina, as Escrituras Sagradas; a verdade outrora revelada foi, por último, colocada na forma escrita, e este registro inspirado corresponde agora aos livros de nossa Bíblia. Pelo fato de as Escrituras representarem a forma escrita da revelação, consequentemente o conceito de verdade abrange todas as doutrinas ou ensinamentos que derivam dela.
Considerando estes pontos, concluímos que a verdade inclui os grandes fatos relativos à revelação divina, seu conteúdo e seus meios, desde o conhecimento de Deus até o registro de sua revelação: Deus (que é a verdade) revela-se (apresenta a verdade acerca de si mesmo) ao homem por seu Filho, Jesus Cristo (que é a verdade), e sua revelação constitui os escritos produzidos sob a santa inspiração, a Palavra de Deus (que é a verdade).
Definida conforme nossa descrição, a verdade não pode ser alcançada pelo homem, no uso de suas faculdades naturais. Evidentemente, esses sentidos especiais do termo só podem ser apreendidos mediante revelação divina; por serem sentidos espirituais, só podem ser assimilados por uma mente em condições espirituais adequadas, iluminada pelo Espírito Santo. Em outras palavras, a compreensão da verdade, em suas várias referências espirituais, requer antes o conhecimento da verdade (João 17.3).


Fonte: CPAD

Graça Filmes lança o musical “Davi e Golias” Um musica

Quem nunca ouviu sobre o pequeno rapaz que apenas com uma pedrinha derrotou um gigante? A bonita história bíblica, Davi e Golias, narrada no Livro de I Samuel 16-18, é um exemplo de fé e coragem.
Neste filme, por meio dos olhos de Amélia (Lauren Faber), uma menina tímida e moderna, que tem seu próprio confronto pessoal para enfrentar o seu gigante – uma performance no concerto do coro da sua escola. Para ajudar a construir a confiança de Amélia, sua professora de coral (Angela Winston) lhe conta a história de um outro jovem chamado a fazer algo grande – um rapaz de nome Davi.
A história toma vida com um musical divertido e comovente. A menina, apoiada por sua professora, busca lutar contra seu gigante pessoal. Será que ela vencerá esse duelo?
Confira o trailer aqui
Assessoria

Minha opinião

Recentemente via uma noticia que vinha com o seguinte tema ; Jovens fazem sexo em frente a altar de igreja para “protestar” pelo meio-ambiente.

Meus Deus , eu não tenho sangue de barata para certas coisas.  Como tem lider lerdo , sem vocação , sem chamado , lider do dinheiro , das coisas faceis , LOBOS EM PELE DE CORDEIRO.

Para começar , na igreja que sou pastor não tem e nunca terá esse tipo de manifestação , pois lá temos a presença de Deus.

Outra coisa ,  se isso ocorrece na igreja que sou lider.

Pegava um chicote , e dava nas pernas desses indecentes , sem dó , para marcar mesmo , pois se tem algo que eu não admito , e fazerem da casa de Deus um recinto de pornografia , de antro de sujeira .

Pois se tem uns lideres  que não prestam para nada , eu sou ao contrário, não brinquem de servir a Deus , e menos ainda na casa DELE. 


BISPO ROBERTO TORRECILHAS.

 

ESTOU INDIGNADO COM A TELEFÔNICA , POIS FIQUEI QUASE 5 DIAS SEM SPEED PELA INCOMPETÊNCIA SESSA EMPRESA , QUE GANHA PARA PRESTAR UM SERVIÇO DE PESSIMA QUALIDADE.

Mesa Diretora da CGADB na festa da AD em Belém


Mesa Diretora da CGADB na festa da AD em Belém Celebrações da igreja paraense têm início nesta quinta
A Mesa Diretora da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), presidida pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, está hoje em Belém do Pará participando das comemorações dos 100 anos da Assembleia de Deus na capital paraense, a primeira da denominação no país. As comemorações tiveram início hoje, com a inauguração de um Museu da Assembleia de Deus mantido pela igreja em Belém, e que conta com acervo literário, peças sacras, fotografias, instrumentos de trabalho e objetos pessoais de personalidades da história da AD. O prédio foi totalmente restaurado e a fachada é uma réplica da casa da irmã Celina Albuquerque, na Cidade Velha, onde aconteceram as primeiras reuniões dos fundadores da igreja, Gunnar Vingren e Daniel Berg.

Ainda na quinta-feira, acontecerá abertura oficial da Avenida do Centenário, trecho que liga a Avenida Júlio César à Avenida Augusto Montenegro. O nome da via foi mudado por uma homologação assinada em 17 de maio pelo prefeito de Belém, Duciomar Costa. Também será inaugurado o Centenário Centro de Convenções. E à noite, às 19h, será realizada a primeira grande concentração no Estádio do Mangueirão, com culto de gratidão a Deus. No culto comemorativo, a presença de todos os membros da Mesa Diretora da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

Nos dias 17, 18 e 19, ADs em todo o Brasil estarão celebrando o Centenário em suas regiões com grandes eventos, e a AD em Belém do Pará estará realizando a sua grande festa. Na sexta-feira, 17, às 8h, o Centenário Centro de Convenções receberá o "Impacto Pentecostal". À noite, novamente os fieis se reunirão no Estádio do Mangueirão para louvar a Deus com várias apresentações musicais.

No sábado, 18, a Carreata do Centenário pretende reunir mais de 200 mil pessoas.  A concentração será a partir das 8h, na Escadinha do Cais do Porto, ao lado da Estação das Docas, região portuária da capital paraense. Antes da saída dos veículos e trio elétrico, haverá uma encenação teatral que reproduzirá o desembarque dos fundadores da Assembleia de Deus, em Belém. No Mangueirão, a partir das 19h, será realizada a última noite de cultos e shows, já que o dia 18 de junho é a data exata de aniversário de 100 anos de fundação da igreja. Para o dia 19, está programado o Batismo do Centenário, na Praia Grande, em Outeiro. São aguardadas cerca de 5 mil pessoas para serem batizadas.

Redação CPAD News

Fieis lotam Mangueirão na abertura do Centenário da Assembleia de Deus


Fieis lotam Mangueirão na abertura do Centenário da Assembleia de Deus Pastor José Wellington Bezerra da Costa participa do evento
Cerca de 60 mil pessoas lotaram o Estádio Olímpico do Mangueirão na noite de ontem (16), durante a abertura da programação oficial do Centenário da Assembleia de Deus, que se estende até o próximo sábado (18). A multidão acompanhou pregações e louvores de conferencistas e cantores nacionais e internacionais. A preletora da noite foi a missionária Helena Raquel.

O evento teve ainda a participação do pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que deu uma palavra ao público que lotava o Estádio do Mangueirão, enfatizando a importância de "a igreja não deixar de lado os ensinamentos deixados pelos missionários", destacou o líder.
O ápice do evento foi a apresentação do grupo paraense Celebrai, que interpretou um dos hinos do Centenário, "Avante Vai!". Houve ainda queima de fogos e apresentação de uma coreografia que simulou a chegada dos pioneiros, Daniel Berg e Gunnar Vingren, em Belém, no ano de 1910.

Dona Hulda Vasconcellos, que é filha de um dos pastores pioneiros da Igreja em Belém, Alcebiades Pereira Vasconcelos, estava emocionada com a festa: “Foi tudo muito lindo. O momento do louvor com a coreografia e os fogos foi de arrepiar. Estou muito feliz em participar desse momento histórico para a Igreja e para Belém”.

Os familiares de Gunnar Vingren e Daniel Berg e caravanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e do interior do Pará marcaram presença no local, além de autoridades como o prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho e o deputado estadual Raimundo Santos.

O presidente da Assembleia de Deus em Belém, pastor Samuel Câmara, disse que o momento reflete a força do povo e a gratidão a Deus por um século de vida da Igreja, que começou com dois homens em Belém e se expandiu por mais 176 países, alcançando milhões de pessoas em todo o mundo.
 
Centenário é destaque no Jornal Nacional
A festividade foi destaque na noite desta quinta-feira no Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão. A reportagem mostrou as milhares de pessoas que estão na capital paraense para a comemoração do Centenário da AD. No sábado (18), a Igreja Assembleia de Deus completará 100 anos de existência e foi em Belém que ela surgiu.

A reportagem mostrou ainda um pouco da história da maior denominação evangélica do país, que hoje tem mais de 110 mil templos e trabalhos de evangelização e de ação social em todo o Brasil e também em diversos países do mundo.

Assista a reportagem completa


Fonte: AD Belém

Mulheres sauditas desafiam proibição de dirigir

Nenhuma lei proíbe as mulheres de dirigir, no entanto, as autoridades se fundamentam em um pronunciamento religioso.

Várias mulheres sauditas assumiram o volante nesta sexta-feira, em resposta a um chamado nas redes sociais, no único país do mundo onde as autoridades proíbem as mulheres de dirigir.

"Voltamos do supermercado. Minha mulher decidiu começar o dia pegando no volante na ida e na volta", escreveu em sua conta no microblog Twitter Tawfiq Alsaif, um editorialista.

"Minha esposa, Maha, e eu retornamos de uma volta de carro de 45 minutos. Ela dirigiu pelas ruas de Riad", escreveu Mohamad al Qahatani, presidente da associação saudita de direitos civis e políticos, também no Twitter.

Em uma comunidade na rede de relacionamentos na internet Facebook, várias mulheres deixaram mensagens para anunciar que desafiaram a proibição de dirigir nesta sexta-feira.

A campanha Women2drive, iniciada há dois meses nas redes sociais, deve continuar "até a publicação de um decreto real que autorize as mulheres a dirigir", destacou a página dos organizadores no Facebook.

As mulheres são chamadas a agir individualmente, ao contrário de uma carreata celebrada em 1990, na qual as participantes foram detidas.

"As autoridades devem parar de tratar as mulheres como cidadãos de segunda classe e abrir as estradas do reino às mulheres motoristas", advertiu a organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional em um comunicado.

"Não permitir às mulheres assumir o volante é um obstáculo imenso à sua liberdade de movimento e limita sua capacidade de realizar suas atividades diárias, como ir ao supermercado ou levar os filhos ao colégio", acrescentou a organização.

Nenhuma lei proíbe as mulheres de dirigir. No entanto, as autoridades se fundamentam em um pronunciamento religioso (fatwa), promulgado no reino, cujas leis são inspiradas em uma interpretação rigorosa do Islã, e invocam a oposição dos religiosos e dos meios conservadores para manter a proibição.

Para se deslocar, as mulheres sauditas precisam contratar um motorista e, se não tiverem recursos, dependem da boa vontade dos homens da família.

O ícone da campanha desta sexta-feira foi Manal al Sharif, uma jovem especialista em informática, libertada em 30 de maio após ter permanecido detida por duas semanas por ter desafiado a proibição de dirigir e publicar no site Youtube um vídeo no qual aparecia ao volante.

Fonte: AFP

SERÁ QUE O LOBÃO TA ATACANDO ? Pastor é preso acusado de abusar de meninas no DF

Um pastor de uma igreja evangélica de Samambaia foi preso acusado de abusar de sete crianças.

Segundo a polícia o religioso pedia que as jovens fossem à casa dele, para fazer orações.

De acordo com denúncias sete crianças teriam sido abusadas sexualmente pelo pastor Manoel Teoplicio. A mãe de uma das vítimas, de 13 anos, que não quis ser identificada, frequentava a igreja evangélica e ficou revoltada com a situação.

Depois de receber uma denuncia anônima a polícia investigou a ação do pastor. A partir do depoimento das vítimas descobriu como ele fazia para agir sem levantar suspeitas.

A polícia apurou que o pastor teria abusado das sete crianças na casa dele. Algumas vezes esteve acompanhado de até três ao mesmo tempo. Para convencer as mães a deixarem as filhas em companhia dele dizia que iria fazer orações para espantar más energias. Depois do abuso sexual oferecia presentes e fazia ameaças as vítimas para que não contasse o que havia acontecido.

O pastor Manoel foi preso em casa e negou que tivesse cometido os abusos.

Fonte: eBand

Centenário da Assembleia de Deus é destaque no Jornal Nacional

Em Belém do Pará, onde ela surgiu, as celebrações começaram nesta quinta (16), com a inauguração de um museu nacional e um centro de convenções com capacidade para 20 mil pessoas.

A capital do Pará está recebendo a visita de milhares de pessoas para um aniversário. No sábado, a Igreja Assembleia de Deus completará 100 anos de existência e foi em Belém que ela surgiu.

Era 1910 quando os suecos Daniel Berg e Gunar Vingren receberam a missão de pregar o evangelho em um lugar chamado Pará. Foram 14 dias de barco dos Estados Unidos, onde moravam, até chegar a Belém pelas margens da Baía do Guajará.

Um grupo da igreja batista recebeu os missionários. No ano seguinte, os dois fundaram a Assembleia de Deus. A capital paraense foi o ponto de partida de um processo de evangelização que se espalhou rapidamente pelo interior.

Hoje são 110 mil igrejas no Brasil, frequentadas por 12 milhões de fiéis, segundo a Assembleia, e inúmeras obras sociais.

Em casa de apoio em Belém, a igreja mantém uma creche para 200 crianças, oferece assistência a quem está em tratamento médico e também às vitimas de violência sexual. Todo cuidado e carinho que esses pequenos recebem dependem da dedicação de 30 voluntários.

“Eles estão carentes de amor, carinho, atenção. E eu procuro dar de tudo um pouquinho”, conta a professora voluntária Elaine Costa.

As celebrações pelo centenário começaram nesta quinta-feira (16). Foram inaugurados, em Belém, o Museu Nacional da Assembleia de Deus e um centro de convenções com capacidade para 20 mil pessoas.

“Nós estamos realmente felizes, em receber o Brasil todo nesse lugar e todo mundo vai conhecer o espírito do Amazônida e, sobretudo de uma igreja extremamente feliz”, afirma Samuel Câmara, líder da Assembleia de Deus no Pará.

“Sentimento de prazer, felicidade por ver nós chegarmos ao centenário”, vibra uma mulher.

Assista:















Milhares de fiéis lotam o estádio do Mangueirão em Belém do Pará

Na noite desta quinta-feira, 16, mais de 45 mil pessoas lotaram o estádio do Estádio Olímpico do Mangueirão em Belém do Pará para festejar os 100 anos da igreja Assembleia de Deus.

O louvor ficou por conta de Elaine de Jesus, Dedos de Davi, Mara Lima, Quarteto Gileade, Marco Feliciano, Roberto Marinho, Cristina Mel entre outros e a ministração principal da noite foi feita pela Missionária Helena Raquel.

Vários pastores de diversos ministérios estiveram juntos para comemorar esta preciosa data para os evangélicos brasileiros. Entre eles estavam o pastor e deputado Marco Feliciano, o apóstolo René Terra Nova e até o pastor José Wellington Bezerra, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) que organizou outras comemorações na semana passada.

A participação do presidente da CGADB foi comemorada por todos que acreditavam que a Celebração do Centenário poderia unir os líderes das ADs. Inclusive o pastor Marco Feliciano comemorou a presença do pastor no culto; “Que festa linda! Pr.Samuel Camara de parabéns! Emocionante ver o Pr. José Wellington na festa dando uma palavra viva! O diabo foi derrotado!” escreveu Feliciano em seu twitter.

Nesta sexta-feira, 17, terá outras comemorações, as festividades do Centenário em Belém acontecerão até o dia 18 de junho.

Fonte: Jornal Nacional e Gospel Prime

Cristãos da Síria se preocupam diante do movimento de protestos contra o regime

Ortodoxos, católicos ou protestantes, veem na hipótese de o regime baathista ser derrubado, o risco de que emerja um fundamentalismo muçulmano.

“Somos sírios antes de sermos cristãos”: por muito tempo esse foi o mote da comunidade cristã em Alep, Damasco e Homs, três cidades onde está ancorada. Entretanto, são como membros de uma minoria (de 5% a 10% da população, segundo estimativas) preocupada com sua sobrevivência que muitos cristãos parecem estar reagindo, desde o início dos protestos na Síria, no dia 15 de março.

Ortodoxos, católicos ou protestantes, muitos veem na hipótese de o regime baathista ser derrubado não a esperança de uma nova ordem, mas sim o risco de que emerja um fundamentalismo muçulmano. “Seríamos, assim, as primeiras vítimas”, acredita um religioso.

Essa angústia é alimentada em parte pela propaganda do governo, que tem brandido a ameaça islâmica desde o início dos levantes. A posição oficial foi repassada por diversos membros do alto clero, que reafirmaram sua lealdade ao presidente Bashar Al-Assad e alertou contra a desestabilização do país.

Mas o medo também se explica por razões mais profundas, dentro de uma comunidade que teme uma erosão final de sua presença. A Síria foi uma das principais terras no Oriente Médio a acolherem iraquianos que fugiam do caos depois de 2003. Os relatos dos refugiados cristãos iraquianos chocaram seus correligionários sírios. A angústia também se fundamenta naquilo que parece ser uma deterioração nas condições dos cristãos na região.

“No Egito, a sociedade se mostra cada vez mais explicitamente muçulmana, aos olhos de muitos cristãos da Síria. Esse é um modelo que eles rejeitam: tornar-se uma comunidade que seja somente tolerada”, explica ao “Le Monde” o padre Paolo Dall’Oglio, jesuíta italiano morando há quase trinta anos na Síria e responsável pelo mosteiro de Mar Moussa (norte de Damasco). Os cristãos, que há muitos anos se preocupam com a ascensão do islamismo, sobretudo em Alep, também viram um bastião em um governo que se declara laico.

Os que participam das manifestações são somente uma minoria, segundo diferentes religiosos entrevistados. Uma maioria optou pelo silêncio frente aos acontecimentos: “A comunidade não está mais à vontade dos que os outros. Ela sabe bem que vive sob um regime ditatorial. Todos aspiram à democracia. Mas os cristãos acreditam que, permanecendo neutros, eles garantem seu futuro, independentemente do sistema que saia vitorioso. E muitos não se reconhecem no movimento atual”, explica um prelado libanês que costuma efetuar missões na Síria.

Porém, esse silêncio, reforçado pelo pavor despertado pela repressão, corre o risco de “marginalizar os cristãos”, teme Samir Franjié. Esse intelectual libanês, grande nome da coalizão do 14 de Março, fez um apelo para a comunidade para que “não tenham medo”.

Além disso, alguns cristãos aderem à teoria oficial do regime, que acusa a mídia estrangeira de estar fabricando notícias sobre a revolta. Ou, pelo menos, insistem na “confusão” local, na violência “de ambos os lados”, como faz uma jovem de Homs, cidade sitiada pelo Exército em maio. Essas palavras são ainda mais surpreendentes vindas da boca daqueles que, como ela, antes do levante rejeitavam em voz baixa um governo liberticida.

Durante anos, cristãos de fato lutaram muito por mudanças, promovendo o espírito crítico e a liberdade, denunciando a corrupção e o sistema policial, livres do olhar das autoridades e do alto clero. Uma parte de seus membros era criticada por sua proximidade com o governo.

À mercê do regime
Embora reconhecessem gestos de abertura por parte de Bashar Al-Assad em relação aos cristãos, muitos nunca se deixaram enganar. As igrejas – assim como outros cultos – continuaram sendo vigiados. A comunidade nunca se sentiu representada só por ter deputados. “É: ‘seja bonitinha e fique quieta’. Se não fizermos nem críticas, nem reivindicações, estamos tranquilos”, resumia um bispo antes da revolta. Ele traduzia um sentimento difuso, de estar à mercê do regime, mais do que de ser um parceiro em um sistema de aliança das minorias promovido pelo clã alaouita dos Assad.

Para o padre Paolo, “nós, cristãos, não podemos apostar em uma identidade repressiva, mas sim na possibilidade de que a sociedade evolua com nossa participação.” Ele diz “ainda ter esperanças de que a presidência guie o Estado para um processo democrático, obtido sem uma guerra civil. Mas essa esperança vai diminuindo a cada dia.” O religioso pede por esforços diplomáticos, sobretudo por meio do Vaticano, para se chegar a uma mediação e afastar o fantasma de um conflito interno, temido pelos cristãos.

Fonte: Le Monde

CULTO NA BOLA DE NEJE EM JEQUIÉ - O CUMPADRE , VAI LÁ

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