quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil



Protestantes que colaboraram com comunistas no Brasil foram beatificados pelo tabloide sensacionalista Genizah, cujo dono, Danilo “Marqueteiro” Fernandes, sabe fazer qualquer pedaço de estrume render adubo para sua plantação de haxixe de calvinismo e esquerdismo.
Reproduzindo matéria da revista Istoé, que vê a adulação ao PT como jornalismo imparcial e objetivo, Danilo dá credito a seu próprio tabloide, atribuindo-lhe a inspiração para o artigo “Os evangélicos e a ditadura militar” da Istoé.
O texto segue uma direção errada, pois dá a impressão de que evangélicos de todas as denominações tinham simpatias comunistas, quando na verdade os culpados eram somente protestantes de igrejas históricas, como presbiteriana, metodista, batista, luterana, etc. Mesmo nesse caso, o número de colaboradores era muito pequeno em comparação aos protestantes históricos que eram contra o comunismo.
A Universidade Mackenzie, que é presbiteriana, é famosa pelos confrontos de rua entre seus estudantes anticomunismo com estudantes comunistas arruaceiros da Universidade de São Paulo no final da década de 1960.

Lidando com cúmplices de criminosos

Desconsiderando esse fato, Genizah, junto com Istoé, chora os protestantes comunistas que sofreram nas mãos dos militares brasileiros. Mas, sejamos realistas: Quando chamamos a polícia para lidar com uma ameaça de violência, primeiro tentamos investigar os policiais com questionamentos religiosos? Primeiro, paramos para lhes perguntar: “Vocês são cristãos? Vocês vão tratar o criminoso com respeito e delicadeza?”
O fato é que, para tratar de crimes e seus autores, que usam ou incitam a força bruta, a resposta tem de vir na mesma proporção do crime estimulado. Quem não quer sofrer tal castigo, como diz a Bíblia, deve obedecer às normas sociais, pois, “se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal.” (Romanos 13:4 RA)
Os poucos protestantes brasileiros que haviam se aliado à ideologia comunista cometeram dois crimes:
1. Violaram a sacralidade do Evangelho, manchando-o com uma ideologia que estava — durante o própria época do regime militar do Brasil — derramando sangue inocente cristão na União Soviética, China, Cuba, etc. A diferença é que enquanto esses milhões de cristãos estavam perdendo a vida exclusivamente por amor ao Evangelho, os poucos protestantes comunistas do Brasil foram castigados por seu amor à ideologia comunista acima do Evangelho.
2. Violaram as leis do Brasil, cuja liderança militar havia banido todo apoio ao comunismo.
Se não queriam ser castigados, esses poucos protestantes comunistas poderiam ter optado por renunciar ao comunismo e se dedicar exclusivamente ao Evangelho.

Evangelho livre no Brasil militar

Na época do regime militar, Billy Graham, o maior evangelista do mundo, visitou o Brasil e pregou em estádios. Na época do regime militar, havia programas de TV evangélicos como o Clube 700, de Pat Robertson, e Rex Humbard. Na época do regime militar, havia também muitos programas de rádio evangélicos. Não havia qualquer perturbação dos militares à autêntica pregação do Evangelho. Aliás, todos os grandes ministérios que conhecemos hoje floresceram justamente no período militar. Só vieram a apodrecer depois de terem atendido ao chamado de sereia de Caio Fábio para irem para a cama com o PT.
Contudo, esses mesmos programas evangélicos de TV e rádio eram oficialmente banidos nos países comunistas, onde somente os protestantes aliados da ideologia comunista tinham liberdade, em igrejas controladas pelo Estado policial, de falar seu evangelho vermelho. Quem se recusasse a aceitar esse evangelho era colocado na lista negra. Em seguida, era enviado à Sibéria gelada para trabalho escravo até a morte. O coitado era explorado até a última gota de seu suor e sangue.
O preço de se pregar o Evangelho num país comunista era a tortura e a morte — para todos os cristãos verdadeiros. Esse preço nunca foi imposto aos cristãos do Brasil durante o regime militar. Minha mãe, que se converteu das religiões afros nessa época, nunca teve nenhum impedimento dos militares brasileiros para conhecer e seguir o Evangelho. Sorte dela não ter nascido em Cuba ou União Soviética!

Frei Betto, símbolo máximo da resistência “cristã” ao governo militar brasileiro

A matéria da Istoé apresenta então Frei Betto como símbolo dos “cristãos” daquela época que começaram a “assumir posturas contrárias à ditadura” anticomunista no Brasil. O que Frei Betto propunha como substituição a essa “ditadura”? Uma “democracia” semelhante à de Cuba ou União Soviética.
Hoje, Betto, que é admirado entre os atuais evangélicos esquerdistas, diz:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
“O Fidel [Castro] nunca diz que é ateu. É uma pessoa que respeita profundamente as religiões. Nunca em Cuba, uma Igreja foi fechada, em mais de 40 anos da revolução”.
“A minha espiritualidade está muito centrada no exemplo de Jesus, sou uma pessoa apaixonada pelo testemunho e pelo exemplo Dele. Mas me enriqueci muito espiritualmente com contribuições, principalmente do budismo”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta”.

Conselho Mundial de Igrejas por trás da canonização de protestantes vermelhos no Brasil

Istoé usou como base de sua reportagem “imparcial” e “objetiva” material vindo do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), organização protestante liberal cujos líderes têm histórico de ligação com o comunismo internacional. Istoé garante que o CMI vai disponibilizar mais documentos que tratam de “correspondências entre o reverendo presbiteriano Jaime Wright (1927 – 1999) e o cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, que estavam à frente do Brasil: Nunca Mais, e as conversas que eles mantinham com o CMI”. E o Genizah garante que vai liderar a campanha da canonização dos protestantes vermelhos.
Nas décadas de 1960 e 1970, enquanto o Brasil vivia um regime militar que nunca ameaçou a pregação do Evangelho verdadeiro, o CMI tinha essencialmente abandonado as doutrinas cristãs tradicionais acerca da salvação e evangelismo. Em vez disso, o centro da atenção do CMI havia se tornado a “libertação” política e econômica. Era quase impossível distinguir a agenda do CMI da agenda que a KGB soviética tinha para grupos protestantes vermelhos. A presença de protestantes marxistas na alta cúpula do CMI assegurava que o CMI jamais criticasse as atrocidades dos países comunistas do bloco soviético. Pelo contrário, durante essas décadas, havia protestantes brasileiros que viajavam livremente para esses países.

Enéas Tognini: “traidor” dos ideais do CMI e do Genizah?

Istoé, com a bênção do Genizah (conhecido também por Ojerizah), nunca repudia os poucos protestantes históricos que estavam lutando pela carniceira ideologia comunista, mas tenta desqualificar o testemunho de cristãos que ajudaram a salvar o Brasil da carnificina comunista. O texto reproduzido no Genizah diz: “Em novembro de 1963, quatro meses antes de o marechal Humberto Castelo Branco assumir a Presidência, o líder batista carismático Enéas Tognini convocou milhares de evangélicos para um dia nacional de oração e jejum, para que Deus salvasse o País do perigo comunista. Aos 97 anos, o pastor Tognini segue acreditando que Deus, além de brasileiro, se tornou um anticomunista simpático ao movimento militar golpista. ‘Não me arrependo (de ter se alinhado ao discurso dos militares). Eles fizeram um bom trabalho, salvaram a Pátria do comunismo’, diz”.
Na década de 1930, os comunistas tentaram tomar o Brasil, provocando muito derramamento de sangue inocente, mas foram detidos pelos militares. Trinta anos depois, os militares conseguem novamente deter os comunistas. E agora, em vez de honrarmos os militares que salvaram o Brasil, queremos honrar os traidores que usaram e abusaram do Evangelho?
Sim, os militares tinham suas falhas, que de forma nenhuma desqualificam seu serviço. Quando um policial salva sua filha de um estuprador ou um militar do corpo de bombeiros salva você ou seu filho de um afogamento, você procura primeiro conhecer as falhas dele para saber se pode dizer um simples “obrigado”?
Se os protestantes apoiadores de carniceiros vermelhos pensam que os militares foram duros, eles não sabem como a justiça de Deus é infinitamente mais dura, provocando “choro e ranger de dentes” nos condenados, embora muitos deles duvidem da existência do inferno. Aliás, cristãos vermelhos recusam-se a crer num Deus que seria tão “cruel” a ponto de condenar à tortura eterna os apostatas e descrentes.

A turma do sexo, escândalo e sensacionalismo

Danilo “Marqueteiro” Fernandes deve ter lá suas dúvidas também. Hoje em dia ele está andando com Caio Fábio, que foi o primeiro líder protestante histórico do Brasil a ter sucesso na ideia de aproximar os evangélicos junto ao PT. Antes dessa aproximação, até pentecostais e neopentecostais viam o PT como Partido das Trevas, e o comunismo como produto do inferno.
Hoje, Caio ocupa seu tempo com um “evangelho” de sexo, escândalo e sensacionalismo. Até o Julio Severo ele já atacou. E Danilo? A mesma profissão. Aliás, os dois especialistas em sexo estiveram juntos na TV recentemente, para falar de seu assunto preferido: sexo.
Danilo segue a mesma estratégia de marketing de seu mestre Caio: fale, aumente e invente tantos escândalos dos outros que ninguém tenha tempo de falar dos escândalos dele. Em vez de ficar vermelho de vergonha com sua falta de ética, Danilo prefere manter seu vermelho marxista.
Danilo Fernandes, Caio Fábio e Carlos Moreira do Genizah
Antes de Caio Fábio cair em adultério, sua antiga revista Vinde já elogiava seu colega presbiteriano Jaime Wright, sem dúvida alguma para preparar os evangélicos para aceitar o evangelho da carnificina, que é muito pior do que os piores erros dos militares, pois embora os militares do Brasil, em sua luta contra o comunismo, tivessem cometido erros, absolutamente nada se compara aos mais de 100 milhões de mortos que o comunismo produziu.
Enquanto um gato-pingado de protestantes históricos no Brasil sofreu por terem voluntariamente escolhido amar mais o comunismo do que o Evangelho, na União Soviética, Cuba, China e outros países comunistas milhões de cristãos sofreram por terem voluntariamente escolhido amar mais o Evangelho do que o comunismo.

Jonathan Edwards versus Caio Fábio, Danilo Fernandes e Jaime Wright

Se o ex-presbiteriano Caio Fábio, o presbiteriano Danilo “Marqueteiro” Fernandes e o presbiteriano falecido Jaime Wright queriam tanto um envolvimento político, por que não fizeram como o calvinista Jonathan Edwards, que Deus usou num poderoso avivamento no século XVIII que influenciou de forma tremenda a fundação dos Estados Unidos como república?
Eu teria me juntado com alegria ao avivamento de Jonathan Edwards. E, como muitos pastores americanos fizeram, eu também teria me juntado ao movimento de independência dos EUA. Entre o regime militar do Brasil e o movimento de independência dos EUA, é claro que eu ficaria do lado dos americanos.
No Brasil as opções eram muito menores. Mas mesmo assim, entre os genocidas comunistas e os imperfeitos militares a escolha é claríssima. Mesmo discordando da falta de espiritualidade do regime militar anticomunista do Brasil, eu jamais elogiaria Frei Betto, o grande ídolo de Caio Fábio, Danilo “Marqueteiro” Fernandes e Jaime Wright. Juntar-me aos ideais políticos deles? Nem pensar! Eu também jamais compactuaria com o Conselho Mundial de Igrejas, em sua tarefa infernal de adular o comunismo internacional e demonizar a oposição anticomunista.
Não me estranha ver o CMI nunca denunciando seus comparsas vermelhos e seus crimes de perseguição, tortura e assassinato de milhões de cristãos. Da mesma forma, não me espanta ver o Genizah fazendo um banquete com os documentos do CMI. Para o Genizah, que é uma fábrica de sensacionalismo, um escândalo inventado ou aumentado gera audiência. Se até o Evangelho é sacrificado bestialmente em favor do esquerdismo, o que dizer então da ética por amor ao Ibope?

A justiça do rei Davi

Eu só gostaria que esse tipo de falso evangélico, que usa o Evangelho para promover uma ideologia carniceira, tivesse de enfrentar a justiça de um governante de Deus como o rei Davi.
Enquanto em nações comunistas cristãos vermelhos atuavam como espiões nas igrejas, entregando ao Estado milhões de cristãos fiéis ao Evangelho para uma morte de tortura e sofrimento em campos de trabalhos forçados, os militares brasileiros muitas vezes permitiram que essa raça de cristãos traidores escapasse sem a merecida punição. Gostaria muito que esses cristãos vermelhos tivessem sido entregues à justa espada do rei Davi, que era um homem de Deus, mas sabia punir rigorosamente os maus.
A Bíblia diz que aquele que usa a espada morrerá pela espada. Davi usava espada, mas não morreu pela espada porque ele a usava com justiça. Mas os que promoveram ou promovem a espada comunista, com todo o seu genocídio, não mereceriam ser poupados de sofrerem as consequências de suas loucuras.

Exílio de protestante comunista nos EUA: quanto sofrimento!

Não há a menor dúvida de que os protestantes vermelhos estavam muito bem amparados por uma rede de proteção. A semelhança de brasileiros comunistas ateus, que em vez de se exilarem na União Soviética, Cuba ou Coreia do Norte, preferiram Estados Unidos, Inglaterra e França, um dos protestantes vermelhos citados pela Istoé diz que sofreu “13 anos de exílio em países como Uruguai, Suíça e Estados Unidos”. Pobrezinho! Por que a rede de amparo dele não o enviou diretamente para a União Soviética ou Cuba?
Não existe pior “castigo” para um marxista do que ser condenado ao exílio no maior país imperialista capitalista do mundo. Para compensar todo o sofrimento que essas pobres criaturas tiveram nos EUA e Europa, o governo brasileiro sob possessão socialista dá indenizações bilionárias aos exilados. Essas indenizações, que invejariam qualquer empresa capitalista multimilionária, conseguem deixar moderadamente satisfeito qualquer marxista que carregue “traumas” por viver nos EUA e Europa.
É claro que se o Brasil tivesse sofrido o destino cruel das nações que foram tomadas pelos comunistas, essas inocentes criaturas cristãs de rabinho vermelho e tridente de Karl Marx teriam que se contentar com uma renda mais “humilde”, ocupando importantes postos nas igrejas, traindo os irmãos e irmãs que ousassem pregar um Evangelho sem o óleo santo de Moscou.
E quanto aos milhões de cristãos que foram trucidados em países comunistas, o que é que suas famílias ganham? Essa é uma boa pergunta.
Em vez de canonizarmos protestantes vermelhos, deveríamos respeitar o testemunho dos milhões de cristãos que deram sua vida pelo Evangelho nos países comunistas. O sangue inocente derramado desses milhões clama por justiça há décadas. Em vez de respeitarmos o vermelho marxista, deveríamos ficar vermelhos de vergonha por tolerarmos hoje iniciativas de calvinistas como Danilo “Marqueteiro” Fernandes beatificando protestantes que traíram o Evangelho por amor ao comunismo.
Diferente dos protestantes vermelhos bem amparados e mimados por seus camaradas, não há nenhuma rede de proteção para amparar cristãos que não são vermelhos. Eu, que sou conhecido por monitorar e denunciar o movimento ideológico gay através de meu blog e artigos nacionais e internacionais, sou obrigado a permanecer escondido em outro país para proteger de represálias minha esposa e quatro filhos pequenos, porque o atual Estado brasileiro de linha marxista está empenhado em impor uma ditadura gay no Brasil.
Embora não tivesse conseguido, graças aos militares brasileiros, provocar no Brasil o genocídio e carnificina que causaram em outras nações, o comunismo hoje alimenta desde neuroses religiosas esquerdistas até movimentos ideológicos radicais, como o movimento homossexual.

Julio Severo na igreja do Pr. Enéas Tognini

Nas poucas semanas anteriores à nossa saída do Brasil, estávamos frequentando a igreja pastoreada pelo Pr. Enéas Tognini em São Paulo. Não sei o motivo por que Deus nos permitiu estar ali, na igreja do homem que alertou o Brasil contra a ameaça comunista. Mas foi uma honra.
Eu prefiro respeitar o testemunho de um homem de Deus como Enéas Tognini. Mas não dou respeito algum ao sensacionalismo de baixo nível de Danilo “Marqueteiro” Fernandes, que quer canonizar protestantes vermelhos com a ajuda de “documentação” do CMI, que passou as décadas de 1960 e 1970 acobertando os genocídios cometidos pela União Soviética e sendo instrumento da KGB para sabotar toda ação cristã anticomunista. Hoje o CMI dedica-se a um ecumenismo babilônico com ativistas gays, adeptos das religiões afros e ativistas esquerdistas que odeiam Israel.
Com a ajuda do pastor presbiteriano progressista Jaime Wright e do cardeal da Teologia da Libertação Paulo Evaristo Arns hoje o CMI pode alimentar como heroísmo a própria traição comunista que o CMI praticou durante décadas.
A ideologia marxista (socialista, comunista, progressista, etc.) é a ideologia que está construindo o reino do Anticristo. Apesar de muitos líderes evangélicos estarem sucumbindo a essa ideologia e apesar do CMI estar há décadas servindo a um politiquismo claramente marxista, nem todos se venderam e se prostituíram. Há muitos homens e mulheres fiéis a Deus que amam muito mais o Reino de Deus e seu Rei do que o Anticristo e seu reino.
 
 
 
Fonte: www.juliosevero.com

Após prisão, polícia do Rio vai buscar ex-jogador Edmundo em SP

Edmundo deixa a 3ª Delegacia Seccional Oeste de São Paulo para fazer exame de corpo de delito no IMLSegundo a Polícia Civil do Rio, ainda não está definida a hora em que Edmundo será transferido nem o local onde ele vai permanecer preso. Enquanto aguarda a transferência, o ex-jogador permanece sozinho em uma cela da 3ª Delegacia Seccional Oeste de São Paulo.

Até o início da manhã desta quinta-feira não foi impetrado nenhum habeas corpus em favor do ex-jogador, segundo o Tribunal de Justiça do Rio.



Zanone Fraissat /Folhapress
Edmundo deixa a 3ª Delegacia Seccional Oeste de São Paulo para fazer exame de corpo de delito no IML


PRISÃO

Edmundo foi preso na noite de quarta-feira (16) em um flat na rua Amauri, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. A detenção foi feita por agentes da 3ª Delegacia Seccional Oeste da Capital após uma denúncia anônima.

Os policiais chegaram ao flat por volta das 23h e confirmaram com funcionários a presença do ex-jogador no local. Edmundo, que estava sozinho no apartamento, tomou um banho e ligou para seu advogado antes de ser conduzido ao 14º Distrito Policial, em Pinheiros.

Segundo informações da Polícia Civil, o ex-jogador estava calmo e disse que aguardava orientações de seu advogado para se entregar.

Edmundo era considerado foragido. A Polícia Civil do Rio já havia realizado ontem buscas em ao menos quatro endereços à procura dele, sem sucesso.

Edmundo foi condenado em março de 1999 a quatro anos e seis meses de prisão, em regime semiaberto, por homicídio culposo e lesão corporal culposa, por conta de um acidente de carro ocorrido na Lagoa, zona sul do Rio, na madrugada do dia 2 de dezembro de 1995.

Patricia Santos - 2.dez.95/Folhapress
Cherokee do jogador ex-jogador Edmundo, após colidir com outro veículo na Lagoa Rodrigo de Freitas em 1995
Cherokee do jogador ex-jogador Edmundo, após colidir com outro veículo na Lagoa Rodrigo de Freitas em 1995


ACIDENTE

Na tragédia, Edmundo dirigia uma Cherokee e havia acabado de sair da boate Sweet Love com as amigas Roberta, Débora, Markson Gil Pontes e Joana, que morreu no hospital. O carro de Edmundo bateu em um Uno, na Lagoa.

O Uno era dirigido por Carlos Frederico Brites Pontes, que morreu no local do acidente. Ele estava acompanhado da namorada Alessandra, que morreu no hospital, e de Natasha.

O laudo policial sobre o acidente concluiu que a alta velocidade em que o jogador conduzia seu carro foi determinante para a batida. Ele foi acusado (denúncia formal) de triplo homicídio culposo, em 1996.

Em sua defesa, no depoimento para o Ministério Público, Edmundo disse que foi fechado pelo motorista do Uno, mas não convenceu a Justiça.

No dia 5 de março de 1999, Edmundo foi condenado. Os advogados do jogador entraram com um recurso e conseguiram a liberdade provisória.

Em outubro, o Tribunal de Justiça confirmou a sentença e determinou a imediata detenção do jogador. Depois de ficar foragido por 24 horas, Edmundo se entregou e chegou a passar uma noite detido na Polinter (Polícia Interestadual). Foi liberado graças a uma liminar do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Em dezembro de 2000, o STJ recebeu um recurso dos advogados do esportista pedindo a diminuição da pena. Solicitaram ainda a suspensão condicional da pena e, em caso de negativa, sua substituição por penas alternativas, como a prestação de serviços à comunidade.

Além disso, o jogador teve de fazer acordos com as famílias dos envolvidos no acidente, que entraram na Justiça com pedidos de indenização.


FONTE . http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2011/06/16/apos-prisao-policia-do-rio-vai-buscar-ex-jogador-edmundo-em-sp.jhtm

Raízes e desenvolvimento homessexual , APRENDA COMO LIDAR COM ESSE TEMA.

Considerações preliminares:
1. A homossexualidade, como qualquer outra inclinação para o pecado, resulta da queda, isto é, difere pouco das outras formas de pecado sexual. É uma expressão específica da confusão de identidade sexual. Os homossexuais podem sofrer de formas mais extremas dessa confusão, mas, mesmo assim, estamos lidando com diferenças de grau e não de natureza. Estou convicta de que não existe uma condição isolada, como se o homossexualismo fosse um pecado imutável, pior que qualquer outro – existem apenas pecadores com diferentes formas de fraquezas. Por isso, aqueles que adotam a vida homossexual talvez não gostem de ouvir isso, pois querem ver legitimado seu comportamento como condição ou estado especial, mas ainda assim natural. Assim, pessoas que estão na homossexualidade são homens e mulheres como todos os outros, todos pecadores como nós, lutando contra vulnerabilidades sexuais específicas ou simplesmente desistindo diante delas.
2. Apesar de toda inclinação para o pecado, ser, em parte inata, isto não constitui ‘desculpa’ para atos pecaminosos, pois todos compartilhamos a conseqüência do pecado de Adão e Eva. Como Davi, nós também somos homem decaído e nascemos em pecado, “em iniqüidade fui formado” (Salmo 51:5). O mesmo é verdadeiro para todos os homens e mulheres: mesmo nas condições em que poderíamos resistir, acabamos dando lugar ao pecado.Todavia, não podemos nos valer disto para vivermos imersos em escolhas erradas e na prática pecaminosa
Mas como a Igreja tem visto a questão da homossexualidade?
Segundo Esly Carvalho, importante psicóloga cristã brasileira que em boa medida inspira e fundamenta a escrita deste artigo, a Igreja pode ver a homossexualidade por meio de três perspectivas:
Homossexualidade como ‘possessão’ demoníaca;
Homossexualidade como conduta apreendida;
Homossexualidade como um estilo de vida alternativo.
Vejamos cada uma delas:
1.1 Homossexualidade como ‘possessão’ demoníaca;
1. Ao encararmos a homossexualidade como algo somente espiritual, como opressão demoníaca, devemos considerar se:
a) Cristãos podem ou não “ter” demônios?
b) Somente orar resolve?
Comentário 1:
Quando concebemos a ‘possessão’ demoníaca como a única causa da homossexualidade, acabamos por nos equiparar à maioria absoluta das igrejas. Estas costumam tratar a homossexualidade como algo puramente espiritual, que seria “resolvida” com meios de libertação que estejam, pois, na esfera espiritual.
Contudo, ao considerarmos esta perspectiva, adentramos em discussões bem mais profundas do que a própria questão homossexual inserida neste aspecto. Temos de considerar como as igrejas lidam com assuntos como estes, pois: existem igrejas que não acreditam que existam demônios, outras sim; outros crêem que demônios não podem estar em cristãos, outros já crêem, e assim por diante.
Adotando uma postura imparcial, diremos apenas, sem muitas delongas, como se definem estes dois pontos de vista:
A primeira discussão em que se assentam algumas igrejas, diz respeito ao fato de que cristão não pode ter demônio, porque dentro do corpo de alguém que aceitou à Cristo, não pode haver comunhão entre luz e trevas.
A outra abordagem diz respeito ao fato de a pessoa já possuir um demônio antes de aceitar Jesus, e esta entidade estabeleceria uma relação de inquilinato no corpo de tal pessoa. Assim, quando a pessoa aceita Jesus “o título” da casa passa a ser de Jesus e não mais de satanás, ele perde o direito legal da propriedade. Somos transportados do reino de Satanás para o reino do Senhor. Mas nesta passada, segundo esta abordagem, o simples fato de a pessoa aceitar Jesus não é indicio de que esteja liberta, é preciso mandar ir embora os inquilinos que estão, por assim de dizer em alguns “cômodos da casa”. Sendo assim, dentro desta compreensão um destes demônios poderia ser o da homossexualidade, do lesbianismo, da pornografia, e tantos que existem. Eis as duas abordagens.
É comum, por vezes, pessoas que lutavam com a homossexualidade sofrerem uma série de manifestações demoníacas no momento em que entregam-se à Cristo, e cremos que como cristãos aptos, podemos com muita sabedoria, lidar com estas questões, a saber que este também foi o ministério de Jesus e nós já fomos comissionados por Ele para tal. Todavia, acreditamos que devemos lidar com fatos mais profundos do que simplesmente “expulsar” demônios; devemos fugir de atitudes simplistas e exageradas e partirmos em busca de soluções mais eficazes que o próprio Deus tem para nos ensinar no que diz respeito à libertação de homens e mulheres com lutas homossexuais. Vejamos, pois as outras perspectivas pelas quais a Igreja pode conceber a homossexualidade.
2. Homossexualidade como uma questão de conduta apreendida (raízes)
Algumas premissas:
• A distinção entre sexo e gênero.
• A homossexualidade não é inata, ou seja, não nasce com a pessoa.
• A Bíblia trata a homossexualidade essencialmente como um comportamento pecaminoso, e não como uma identidade.
• I Cor.
2.1 – As raízes (e o desenvolvimento) do homossexualismo:
Esta segunda postura trata a homossexualidade como uma desordem de conduta, trabalhando a idéia de que o homossexualismo é apreendido; é uma dificuldade de comportamento; disfunção/imaturidade emocional.
Ainda segundo E. Carvalho, esta teoria é bastante confiável. Dentro desta perspectiva a pessoa se torna homossexual, por uma série de causas psicológicas e emocionais por influência do seu meio ambiente, incluindo obviamente a sua família. Esta abordagem baseia-se, principalmente no que chamamos de exposição das raízes, pois as raízes de uma árvore embora superficiais, podem espalhar-se por centenas de metros em todas as direções, entretecendo-se com o sistema de raízes de outros gigantes. Exatamente como o sistema de raízes presentes por baixo das árvores, o homossexualismo ou qualquer que seja a disfunção emocional, apresenta raízes, isto é, muitas coisas por baixo da superfície das vidas de pessoas atreladas ao homossexualismo, alimentam a identidade gay e mantendo-a firme no lugar, exatamente como as árvores. Logo, se descobrirmos as raízes que sustentam a homossexualidade, podemos ter sucesso em encontrar o caminho de saída deste comportamento.
É bom que saibamos que não analisamos as raízes do desenvolvimento homossexual para dragar a sujeira de nossa infância ou jogar a culpa sobre nossos pais. Fazemo-lo porque entender o desenvolvimento do homossexual aponta o caminho da verdadeira solução. E conforme estas raízes são identificadas e tratadas, através da orientação de Deus e no seu tempo, a homossexualidade se torna cada vez menos firmemente estabelecida. Mesmo a identidade lésbica ou homossexual, tão abrangente e tão enraizada, vai submeter-se à cura paciente, persistente e gentil de Deus. Atentemos para algumas raízes:
1ª raiz: Antecedentes familiares: O processo de identificação com o genitor do mesmo sexo
Comentário 3:
Obviamente todos nós nascemos de um corpo de uma mulher. Tanto os homens como as mulheres, ao nascerem do corpo de uma mulher, precisam desenvolver primeiro um processo de identificação com a figura materna, figura feminina, já que é a mãe quem costuma cuidar, trocar as fraldas; é ela quem está mais perto do bebê principalmente no primeiro ano de vida. Mas os homens tem uma tarefa emocional diferente das mulheres Então o menino, ao completar 2 ou 3 anos de idade, precisa começar um processo de des-identificação com a mãe e iniciar uma identificação com o pai ou com um representante do pai. A saber que, quando nos referimos a estes papéis de mãe e pai, estamos falando de uma pessoa deste gênero encarregada de cuidar desta pessoa: tio, tia, avô, irmã, mãe adotiva, etc. Sendo assim, o menino tem de dar este “salto de fé”, tem de soltar esta comodidade de sua mãe e começar a procurar essa figura masculina a qual ele tem de se identificar. Nessa procura, quando o pai é um pai presente, é amoroso, é um pai que confirma este menino como homem, este processo se dá sem maiores dificuldades. Mário Bergner[1], explica que o desenvolvimento da homossexualidade em uma pessoa está relacionado ao que ele chama de “amor em desordem”. Tal como a maioria dos psicólogos e especialistas, acredita-se que no caso da homossexualidade, a desordem no amor manifesta-se desde a primeira infância. Toda criança precisa identificar-se com as formas de amor estabelecidas por Deus. Este primeiro amor, o amor ágape, é também chamado de amor fundamental, natural ou amor familiar. É aquele que une as pessoas em algum grupo natural C.S.Lewis considera este amor (ágape) muito importante. Ele o chama de afeição e diz ao seu respeito: “a imagem que deve ser o nosso ponto de partida é a da mãe alimentando sue bebê, da cadela ou gata deitada em uma cesta e rodeada de seus filhotinhos”[2]
O amor ágape possui expressões masculinas e femininas e nosso contato com estas diferentes formas variam durante a infância. Quando crianças, a principio provamos o sabor do ágape em sua manifestação feminina por intermédio de um toque, um seio repleto de comida. Na simbiose entre mãe e filho, o bebê nem sequer suspeita que é um ser desligado da mãe. Tudo o que ele conhece são sentimentos de amor e nutrição, resultantes do fato de ele ter feito parte do corpo dela por alguns meses. Um cordão invisível, persiste, muito tempo depois do cordão umbilical ter sido cortado.O bebê conhece um senso de ser e individualidade no amor da mãe. Nele, a história do amor de bebê recebe suas primeiras influências do feminino e da feminilidade, bem como do ser. Contudo com o intuito de encontrar um senso seguro de individualidade longe da mãe, a criança necessita do apoio afetuoso do pai.O Dr. Daniel Trobisch diz que a mãe representa um ciclo, e o pai, aquele a quem cabe nos resgatar desse ciclo”. Geralmente quando as crianças começam a engatinhar, elas o fazem em direção ao pai, afastando-se da mãe. Graças ao seu apoio afetuoso, o pai desempenha importante papel de ajudar o filho a desvicular sua identidade pessoal da identidade materna. O amor do pai, no caso do filho, lhe permitirá identificar-se positivamente com as características masculinas e de homem que vê nesse pai. O que é essencial para o desenvolvimento de “uma identidade de função do gênero” saudável – o papel que se desempenha na vida como homem ou mulher. Tanto para os filhos, quanto para as filhas, o pai é uma representação de tudo o que se pode associar ao masculino e ao homem no mundo, da mesma maneira que a mãe é tudo é uma representação de tudo que se pode associar ao feminino e a mulher no mundo. É importante que os filhos identifiquem-se positivamente com os papéis desempenhados especificamente pelo seu gênero, percebidos no genitor do mesmo sexo que eles ou elas.Isso para que adquiram uma identidade positiva da função de seu gênero. Por outro lado, a criança deve vivenciar positivamente as diferenças entre os gêneros com o genitor do sexo oposto ao dela. Só assim aprende a estabelecer uma relação complementar com representantes do sexo oposto.
Então o que acontece quando este processo não se dá de uma forma normal e tranqüila? Muitas coisas podem acontecer que vão interrompendo este processo de descoberta e identificação com o masculino. Este menino pode procurar esta figura masculina para se identificar e não encontrar. Quem sabe este menino more com a mãe, 5 tias e a avó, não tendo acesso a esta figura masculina, consequentemente não terá figura paterna para começar o processo de desvinculação com o mesmo. Então sua única identificação será com o genitor do sexo oposto, o que lhe acarreta confusões a respeito de quem ele é. Talvez seja por isto que a maior parte dos homens que estão na homossexualidade apresentem tanta devoção pela mãe, pois foi o único modelo de amor que conheceu e que até hoje não conseguiu separar-se dela. Também é muito comum situações de abandono, aonde o pai não viveu com sua mãe, a abandonou. Um extremo é o abandono, a ausência, uma falta de modelo. O outro extremo é um pai que mesmo presente é ausente, sendo um péssimo modelo : drogado, que abusa da família, um pai que abusa verbalmente, psicologicamente, sexualmente do próprio filho, que e alcoólatra., que bate, que grita etc. Daí a criança reflete mesmo sem percepção imediata: “Se ser homem é ser como meu pai, então não quero ser homem! Esta conclusão e decisão é relativamente inconsciente, mas fica impressa na criança e como a natureza odeia o vazio, se este menino não vai se tornar homem, como sugere o contato com o seu pai, o que sobra? A figura feminina, a figura da mãe. É por isso que escutamos bastante em aconselhamento de homossexuais, a frase: “Desde que nasci, que me entendo por gente eu sou assim, eu sinto assim”. E é verdade! Isto não significa que ele necessariamente tenha nascido assim, mas a memória que este homem possui da primeira infância expressa este quadro de disfunção. E como estas são as únicas lembranças que ele possui, entende é claro, que desde a tenra idade já era homossexual, devido a sua perene dificuldade de adequar-se ao ser masculino.
“Quando o homem deixa de receber a forma masculina de ágape na infância, o déficit é anotado em sua identificação de gênero. Talvez então ele tente compensá-lo estabelecendo um vínculo no qual se apegar, e do qual se torne dependente com um outro homem, ou por intermédio de uma expressão do Eros (amor dos romances, o amor sexual), resultando na neurose homossexual. Se ao homem faltar o filéo (amor da amizade, dos relacionamentos entre amigos, companheirismo), ele pode criar expectativas nada razoáveis e depositá-las sobre os homens. A mulher que não encontrou um senso seguro de ser no amor materno pode transferir essa necessidade para os relacionamentos com outras mulheres,esperando delas algo que simplesmente não podem ou que não deveriam lhe dar. É possível compreender certas expressões de homossexualidade, tanto do homem quanto na mulher como necessidades de afeto relacionadas ao mesmo sexo que não satisfeitas,e que foram erotizadas. Em casos assim, o eros foi erroneamente incluído no enredo da identificação do gênero, e ao mesmo tempo que ficou de fora do caráter complementar do gênero. Considerando que se sente falta do ágape, a tentativa de encontrar amor no eros jamais acabará com esta deficiência. A pessoa “está procurando amor no lugar errado” literalmente. Determinadas expressões de homossexualidade resultam em fuga impulsionada pelo medo do sexo oposto,e um apego ao mesmo sexo. Ao evitar membros do sexo oposto, o homossexual não precisa mais lidar com seu senso de inadequação sexual em relação à eles. [3]
Homossexualismo – Raízes e Desenvolvimento (Parte II)
Por Brena Riker
2ª raiz: Abuso sexual
Comentário 4:
Em um número conservador, 85% das pessoas que nos procuram para tratar de sua homossexualidade, foram abusadas na primeira infância (5à 10 anos) e tem uma história de abuso sexual. Isto não significa que todas as pessoas que foram abusadas sexualmente se tornam homossexuais. Mas é importante levar em consideração que o abuso sexual distorce a compreensão e a vivência sexual das pessoas, homens e mulheres. Algumas pessoas podem se tornar homossexuais, outras podem apresentar problemas em outras áreas, outro tipo de dificuldade. Porém, a grande maioria absoluta das pessoas que sofrem com a homossexualidade tem histórico de abuso em sua vida. Então este é um outro elemento que costuma estar presente na psicogênese da homossexualidade.
A atividade sexual em casos de abuso na família, fora dela, com homens mais velhos, apaga a distinção entre intimidade e sexo. Por exemplo, um menino naturalmente anseia ficar emocionalmente ligado ao pai; quando é molestado por este pai ou uma “figura” paterna, esses anseios provocam confusão. Ele quer afeto ou sexo? Seus sentimentos são normais ou pervertidos?
Ainda o abuso provoca confusão sobre a identidade sexual da vítima. Ele foi parceiro sexual de um homem. O que isso faz dele? Uma mulher? Um homossexual? Além disto, qualquer criança ao ser tocada nas partes intimas reage com excitação, e isto é claramente normal. Somos seres essencialmente sexuais, Deus nos fez assim, e ao sermos estimulados, ocorrem reações. Daí este menino pode pensar: Eu acho que gostei do que aquele homem fez comigo quando pequeno, então sou gay!
3ª raiz: Desajuste no período de latência
Comentário 5:
O período de latência ocorre geralmente entre os 5 e 10 anos. Muitos rapazes que lutam com a homossexualidade já compartilharam que o período escolar foi um verdadeiro campo de concentração. Período de apelidos: “Este menino é muito moça, efeminado, é um mariquinha”. Provérbios 18.21 nos ensina que as palavras tem um poder tanto de vida como de morte, e, neste período das séries iniciais, tanto os professores, como os colegas e os pais dos colegas começam a dizer que este menino deve ser homossexual. O menino nem sabe ainda o que significam estas palavras. Pelo menos por enquanto, é apenas um menino com gestos mais delicados, que não conhece um modelo de agressividade como a a maior parte de seus colegas. Este garoto não é homossexual. Até aqui, ele simplesmente não aprendeu a ser masculino, pois já vem fazendo todo um processo de identificação com a figura feminina.Por não se adequar ao universo dos homens, não joga futebol com os meninos e prefere brincar de casinha, de boneca com as meninas.Tudo isto porque não teve a vivência de como ser homem; ninguém ensinou para ele como é ser homem.Daí, foi se identificando com a figura feminina(único modelo que teve) e aprendeu isto até demais. Então um dia ele começa a entender o que significam os nomes: gay, mariquinha, homossexual… e começa a acreditar naquelas palavras. Logo os pensamentos são: “Puxa, Será que sou isto mesmo? Se Todo mundo diz que eu sou, então eu sou; todos sabem; só não contaram pra mim!”
Começa o processo de crer nesta identidade que a sociedade está outorgando à ele, nestas palavras de morte que são confirmadas pela série de limitações e dificuldades que tem de se relacionar com o mundo masculino. Unido a este quadro,se neste período se construir uma história de abuso sexual, este fato é uma confirmação final, pois este garoto passa a pensar: “Se eu sou atrativo para os homens e os outros homens querem fazer isto comigo, é porque eu realmente sou homossexual. Se fosse um homem normal, estes homens não me procurariam para fazer sexo comigo.”
À esta altura, este menino já está confuso, e não encontra quem lhe ensine, quem lhe oriente, a quem perguntar. Às vezes até aparece alguém que possa ajudá-lo mas o coração dele já está fechado para o mundo dos homens. Daí é necessário um processo muito árduo para re-identificá-lo com a figura masculina.
4ª Raiz: Temperamentos e interesses
Comentário 6
O temperamento inato também exerce papel importante. Meninos que nascem com uma natureza mais sensível, intuitiva e artística podem ser mais vulneráveis aos desarranjos no relacionamento com o pai. Na verdade, se um garotinho assim experimentar rejeição e for exposto ao ridículo pelo seu pai, podemos apostar que terá lutas de identidade sexual mais tarde.
Geralmente a mãe percebe que o filho está sendo rejeitado, ou foi abandonado (ou negligenciado) pelo pai, sente compaixão e lhe dá amor e atenção extras. Mães sufocantes costumam ser tidas como culpadas pela homossexualidade de seus filhos (ouvimos isto bastante em algumas famílias). É verdade que uma mãe excessivamente intima e dominadora que procura atender às necessidades emocionais de seu filho, necessidades que o seu marido não atende (ou porque ela não o tem), pode prejudicar a masculinidade de seu filho (Incesto emocional). Contudo, o mais freqüente e que estas mães só estão tentando suprir a carência de seu filho, para compensar a ausência ou falta de interesse do pai. Quando o garotinho é sensível, torna-se fácil para ele imitar sua mãe, adotando seus gestos, sua maneira de falar e toda a sua perspectiva de vida. O que era para ser uma identificação saudável com o feminino, emerge para um comportamento efeminado. Enquanto isso, a “fome” que o menino sente de amor, orientação e proteção de um homem continua crescendo.
O Incesto emocional ocorre quando mães ou pais que mantém uma relação doentia com seus filhos. Lança-se sobre estes um fardo de homem adulto, quando ele ainda não o é. Daí ocorre um certo “cansaço emocional” do masculino ou feminino.Também isto ocorre por conta do abusivo e exagerado processo de identificação só com o feminino no caso do menino, ou com o masculino no caso da menina
Mas é bom que esclareçamos que a sociedade imprime um senso de ser homem muito elevado. A cultura é muito brutal com os homens. Estabelece-se um padrão de masculinidade que não tem nada de bíblico. E parece que nós como igreja, estamos nos amoldando, nos conformando à este mundo. O Ser homem hoje, significa ser um homem garanhão, que tenha casos extra-conjugais e que fale e jogue futebol. A nossa cultura é muito dura com os homens. Define masculinidade num conceito muito estreito. Para ser homem você deve seguir uma serie de padrões que nem sempre são padrões bíblicos: homem que é homem tem de ter muitas mulheres, tem a mulher fora de casa, é conquistador. Mostra sua masculinidade pela sua sexualidade. Este não é um modelo adequado.
Nós vemos algo bem diferente na pessoa do Senhor Jesus e em muitos homens que tem sua sexualidade bem resolvida. Mas esta é a pressão social com a qual vivemos especialmente no Brasil. Nós tínhamos que ampliar muito mais este conceito de ser homem para incluir homens que nascem com temperamento mais delicado. Por que ele não pode ser homem heterossexual que se casa, tem seus filhos e não tem traços agressivos que muitos homens consideram como a única forma de ser homem? Homem tem que jogar futebol? Não tem não! Pra provar que é homem não é preciso jogar futebol e bancar o machão. A sociedade oferece um falso conceito de ser homem. Nós, a Igreja de Jesus, não podemos firmar isto, mas mudar.
Acredito que nós a Igreja, precisamos ser sal e luz. As mulheres precisam saber criar seus filhos homens e vice-versa, e oferecer modelos mais adequados de masculinidade, baseado nos padrões bíblicos.
Jesus foi o maior exemplo de masculinidade, e não vemos Jesus adotando posturas machistas. Vemos um Jesus que se compadecia das multidões, um homem que chorava quando seu amigo morreu, um homem que recebia afagos de seus discípulos…e tantos outros exemplos. E Jesus Cristo era homem! Ele esperava do Pai, e esta postura de espera é concebida como feminina, não? “Jerusalém. Jerusalém, você que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo de Suas asas (Lc.13:14)
Na verdade precisamos fazer a distinção entre sexo e gênero. Sexo e gênero não são a mesma coisa. A identidade sexual tem a ver com ser macho e fêmea, homem ou mulher, menino ou menina. A forma e os órgãos do corpo. A identidade de gênero se relaciona com algo um pouco mais diferente – o sentimento de ser homem ou mulher. Masculino e feminino estão ligados ao caráter, à disposição e, acima de tudo, ao que sentimos por nós mesmos. Obviamente que sexo e gênero dependem um do outro até certo ponto. Não podemos dissociá-los entre si. Mas em termos de temperamentos costumamos rotular homens mais sensíveis como gay e mulheres menos sensíveis como lésbicas. Chega-se a um consenso de que homens e mulheres apresentam características mistas entre si, e isto não é desculpa para se dizer que se é gay ou lésbica porque houve o desenvolvimento da “parte feminina” ou “masculina.
Contudo precisamos entender que em Deus encontra-se toda a essência do ser. Somos a sua imagem e semelhança, e da Sua pessoa derivam todas as qualidades que chamamos de masculinas e femininas. Entenda o que estamos dizendo: Deus conhece o que é ser homem e mulher; Ele é Deus! Quando pensamos em masculinidade pensamos em termos de iniciativa e força, qualidades supremas de Deus. E de fato, Ele é demonstrado na palavra essencialmente na figura de um homem.. Ele é soberano e forte; toma o controle e resolve tudo com poder.
Por outro lado, pensamos em Deus em termos de sensibilidade, cuidado e capacidade de responder com características que chamamos de femininas. Deus tem essas qualidades também.Ele disse aos habitantes de Jerusalém: assim como uma mãe consola seu filho, também eu o consolarei.” (is. 66:13)/; E Moisés descreve assim a reação de Deus a Israel: como a águia que desperta a sua ninhada, paira sobre os seus filhotes, e depois estende as asas para apanhá-los, levando-os sobre ela. O Senhor sozinho o levou. (Deut.32:11-12)
5ª Raiz: Desajuste na puberdade
Na puberdade a necessidade emocional legitima que todos apresentamos começa a se erotizar. Nesta fase, o garoto com quadro de desenvolvimento homossexual começa a pensar sobre sexo como todos os pré-adolescentes. A idéia começa a ser esta: preencher uma necessidade emocional legítima com uma conduta sexual. Só que sexo não preenche necessidade emocional em nenhuma pessoa; sexo preenche uma necessidade sexual legitima, inclusive Deus nos fez seres sexuais, pois Ele criou o sexo para dar prazer ao homem e mulher no casamento.
Mas sem um entendimento claro desta dinâmica,este rapaz sai à procura de preencher a necessidade emocional com sexo, e isto nunca vai acontecer. Esta é uma das razoes porque se vê muita relação de promiscuidade na homossexualidade masculina, muitos parceiros entre os homens na adolescência e até na fase adulta. Tudo em uma tentativa de preencher o vazio do coração. Na verdade, quando perguntamos para alguns rapazes que estão no homossexualismo:
-“Se você tivesse que encontrar um parceiro ideal com o qual você pudesse gastar o resto da sua vida, como ele seria?” Sabem o que eles dizem? -
-“Um homem que me ame, que me aceite como eu sou, que gosta de mim com todos os meus defeitos e virtudes, uma pessoa que vai me acompanhar e não vai me deixar sozinho, uma pessoa pra quem posso abrir meu coração em absoluta confiança e ser aceito, etc”
Vocês estão ouvindo sexo no meio desta história? O que vocês ouvem? Carência afetiva. Carência de pai. A falta do pai. Em outras palavras:
-“Eu quero um homem na minha vida que faça aquilo que a figura masculina não fez. Eu quero alguém que não vai me deixar sozinho,” (Esta é a função de um pai na vida de todo mundo, não só de homossexuais, mas de todos os homens e mulheres).
Quanto mais a pessoa vai desenvolvendo uma conduta sexual desordenada, vai arraigando muito mais esta atração homossexual, e fica mais difícil de abandonar o estilo de vida gay.Junta-se à isto, toda a questão da pornografia homossexual e os elementos de adição (álcool, drogas, etc). Esta questão da adição é muito séria. Pessoas que sofrem de adição de vicio sexual ou de atividades sexuais compulsivas, demoram muito mais para se libertar, já que não é só a questão homossexual, mas as prisões dos vícios constitui-se em um elemento mais complicador.Na verdade, para tentar medicar a dor,muitas pessoas tem uma vivência no mundo das drogas e do alcoolismo.É claro que este caminho não trata a causa, a raiz dos males, que são justamente, nos termos de Esly Carvalho, as farpas que espezinham o coração que precisam ser removida, isto é, traumas que precisam ser curados..
6ª Raíz: Preferência no sexo dos filhos
Outra raiz é a preferência dos pais por um sexo, isto é, o casal espera, prepara-se para um filho e nasce uma filha. Daí estes pais criam tais filhos como se fossem alguém do sexo que eles desejavam.Isto é muito prejudicial, pois é possível uma pessoa retomar ao gênero de seu nascimento, mas é uma experiência muito transtornante e dificultosa, quando tais pessoas tiveram sua criação “às avessas”.
OBS>:Também existem situações de homossexualidade circunstanciais. Como nos presídios e na marinha, aonde por falta de mulheres, os homens fazem sexo com homens, mas depois retornam à condição heterossexual
HOMOSSEXUALISMO FEMININO
O que causa o lesbianismo?
E como as mulheres se tornam atraídas por outras mulheres? Não há respostas simples, mas veremos algumas dinâmicas comuns que temos visto durante estes anos de aconselhamento.
Algumas mulheres não se identificam como lésbicas até que conheçam outra mulher e iniciem um relacionamento sexual com ela. Há outras que acreditam que nasceram no corpo errado. Acham que Deus cometeu um grande erro quando as criou. E há muitas mulheres entre os dois extremos. Para os fins deste material, definiremos como lésbicas “todas as mulheres cujas atrações físicas e emocionais são preenchidas por outras mulheres”
Tal como o homossexualismo masculino, nós não acreditamos que o lesbianismo seja genético ou que alguém nasça com ele, mas, sim, que ele ocorre como uma resposta às circunstâncias da vida. Esses “fatores para uma predisposição” – que não são a causa em si – contribuem para o desenvolvimento do lesbianismo na mulher adulta. Tais fatores incluem a personalidade da mulher, a forma como ela vê o mundo, e as circunstâncias que ocorreram em sua vida. Todas essas circunstâncias se entrelaçam de modo a fazer com que uma mulher fique vulnerável a atrações e relações lésbicas quando adulta.
Ainda há um mistério quanto as raízes que originam o lesbianismo – e porquê circunstâncias de vida similares influenciarão uma mulher ao lesbianismo, enquanto outras mulheres sob as mesmas circunstâncias não será afetada desta maneira. Por exemplo, uma das amigas mais chegadas de Pat Allan[1] é heterossexual. Pat diz, “quando comparamos nossas vidas, vemos muitas áreas em que passamos pelas mesmas coisas, especialmente o fato de que ambas sofreram abuso sexual. Ela tem tido dificuldade em manter um casamento estável- atualmente está vivendo com seu terceiro marido – mas ela nunca lutou com atrações lésbicas como eu lutei”Aqui vão mais detalhes sobre o que entendemos ser os possíveis fatores que levam ao lesbianismo.
Relação mãe e filha
As mães ocupam um papel fundamental na existência humana. Mas o fato é que nem todas as mães foram e são perfeitas. E nem todas souberam ser mães. Quem sabe tiveram mães que deveriam tentar compartilhar seus filhos em adoção porque não cuidaram bem deles, e não tinham condições de cuidar de suas filhas e filhos. É fato que nem todas as mulheres são boas mães. Algumas mulheres que são boas mães hoje, tiveram que aprender a ser, tiveram que rever algumas falhas para serem mães melhores. A criança quando cresce começa a pensar, A mamãe não gosta de mim. Ela me rejeita. Eu sou má. Isso causa grande carência na vida da criança. Deus criou a criança com a necessidade de receber amor da sua mãe e, se isso não acontece, ela começa uma busca sem fim. Com freqüência ela vai atrás disto em lugares errados
A verdade é que estamos vivendo uma grave crise de masculinidade. Os homens não sabem ser homens porque eles não foram ensinados a serem homens pelos seus pais, porque estes também não aprenderam a ser homens e pais de forma saudável. Mas a verdade é que existem mulheres que não souberam e sabem ser mães e trazem sofrimento aos filhos e se tornam modelos péssimos para os mesmos. Tem muitas meninas que não receberam bons modelos de feminino de suas mães.
Relação pai e filha
Algumas mulheres não querem ser femininas em função das coisas que aconteceram entre seus pais. Em um quadro típico, o pai é machão, o rei do castelo, e a mãe desempenha um papel péssimo de mera subserviente. Então, a menina olha para o fardo que sua mãe carrega e pensa, Por que eu iria querer ser uma mulher?
O pai desempenha um papel-chave na afirmação da identidade sexual da criança, quer seja ela menina ou menino. Os pais podem transmitir, sem querer, mensagens erradas aos filhos. Quando ele diz ; “ Eu quero que você pense como eu, não como sua mãe”, o que a criança ouve? Ela ouve, “Ser mulher não é muito bom. Pensar como uma mulher é algo do tipo idiota, bobo”
Outras meninas viram suas mães serem maltratadas pelos pais e por outros homens. E inconscientemente pensaram: “Comigo não! Homem não encosta em mim. Se ser mulher é agüentar essas coisas que minha mãe está agüentando.Prefiro ser homem. Eu vou aprender a me proteger. Eu vou aprender a ser homem. Os homens é que mandam. Mulher só apanha.” E ela então começa a se identificar com o sexo oposto quando ela deveria se identificar com o seu próprio sexo. A
Antigamente, pelos estudos de Freud, pensava-se que a dificuldade com a homossexualidade era com o sexo oposto. Mas com os estudos de Elizabeth Moberly, que tem feito uma extensa pesquisa sobre a raízes que causam a homossexualidade e autora do livro Homosexuality: a New Christian Etic (Homossexualidade:uma vnova ética cristã) – quando a criança não se sente amada, ocorre um distanciamento entre ela e o pai (se for menino) ou entre e a mãe (se for menina). A menina percebe que não consegue ter suas necessidades básicas supridas. Estas necessidades são legítimas, dadas por Deus – necessidades de afirmação, de ser amada, de ser dependente. Essas necessidades ainda estão lá e, porque elas não foram supridas pelos pais, ela vai procurar que outras mulheres as preencham. O doutor Joseph Nicolize (estudioso conceituado nesta área), constatou pelos próprios estudos científicos que a dificuldade no homossexualismo, não é com o sexo oposto, mas com o genitor do mesmo sexo. E, a dificuldade com o sexo oposto vai se desenvolvendo como uma conseqüência e não uma causa da homossexualidade. Eu não sei me relacionar de uma forma apropriada com o sexo oposto porque eu ainda não tenho meu gênero bem definido.
Outro aspecto relevante no caso das mulheres, é o abuso sexual. Elas internalizam: “Se se relacionar com homem é ter esta experiência nojenta, eu prefiro as mulheres, porque elas são mais sensíveis, mais conhecidas, e não fazem sofrer”. Se ela tiver um pai ruim, é pior ainda. As mulheres tem muito mais dificuldades na hora de sair da homossexualidade com as questões de dependência emocional, já que são seres mais relacionais que os homens. Estes, tem mais dificuldade com as questões de atividade sexual promíscua. Esta é uma das grandes diferenças.
1. Homossexualismo como um estilo de vida alternativo
A terceira abordagem diz respeito à homossexualidade como estilo de vida alternativo. Esta é uma posição que surgiu nos últimos 40 anos. Inicialmente começou a se defender que a homossexualidade teria uma causa genética. E nos últimos anos temos encontrado muitos estudos tentando provar que a homossexualidade é causada por um gene. E até hoje isto não aconteceu. Os adeptos desta teoria alardeiam sobre estes estudos, mas todos possuem uma estruturação metodológica falha.
Entretanto, tais discussões parecem verdadeiras porque, ao final das pesquisas, com resultados obviamente inconclusivos, ninguém surge na mídia para afirmar que aquele estudo apresentou falhas.Até hoje não existe nenhuma base cientifica para provar que a homossexualidade é inata, mesmo porque a conduta sexual é muito complexa para ser determinada por um único gene.
Acreditamos que provar algo nesse sentido não será possível. Talvez se consiga detectar algum gene que trazem carga e predisposição a certas vulnerabilidades para a homossexualidade, assim como se tem para o alcoolismo. Mas todas as pessoas que tem vulnerabilidades para o alcoolismo ou para a esquizofrenia o são? Não!
A defesa dessa posição vem da compreensão de que pessoas gay são normais cientificamente, a conduta gay é natural, e portanto deve ser entendida como normal, e deve ser uma forma abençoada se celebrada com um único parceiro em termos de casamento.
Nicolize diz que “gay” é uma postura política e não uma identidade. Na verdade, as pessoas lutam com uma homossexualidade e não com um ser gay. Para os militantes desta abordagem, o “problema” são os de fora: a igreja, a cultura, a sociedade é que não aceitam a homossexualidade. É por isso que vemos um movimento tão ferrenho na tentativa de normalizar a homossexualidade. Para eles a idéia é a seguinte: “se todo mundo nos aceitasse como somos não teríamos mais problemas, pois os problemas são externos.” Inclusive nos EUA se eles conseguissem fazer com que a orientação sexual pudesse ser legitimada como uma minoria, ganhariam uma série de direitos financeiros significativos, uma série de privilégios, tais como as minorias negras, os hispanos, ou então populações fragilizadas como a terceira idade, ou os infantes.
Ainda nessa idéia de gay cristão seria preciso fazer uma releitura da bíblia, pois a forma conservadora de leitura da bíblia não é mais atual. Segundo estes ativistas, a bíblia foi escrita por homens a dois mil anos atrás, e , por isto, deveríamos fazer uma releitura de acordo com a nossa cultura.Esses são princípios básicos defendidos pelas igrejas gays, que foram criadas para que gays e lésbicas possam adorar à Deus do seu jeito, uma vez que eles sentiam-se rejeitados nas igrejas conservadoras.
2. E as soluções?
> Se concebermos a homossexualidade como manifestação demoníaca, ou seja, se é um problema espiritual, a solução deverá ser tratada de uma forma espiritual. Neste caso, a solução seria expulsar o demônio da pessoa. Seria necessário jejuar, orar, e lidar com o demônio Nestes casos, a cura, (se é que podemos falar em cura), seria relativamente instantânea, em poucas horas a pessoa estaria liberta.
Todavia é muito comum que as pessoas tenham as duas dificuldades. A maior parte das igrejas ainda não tiveram esta compreensão. É possível que a pessoa possa estar opressa, mas que também a pessoa tenha uma questão psico-emocional e sexual que é um complicador em sua vida e, que por isso, precisa ser cuidada.
Na maioria dos casos, a igreja faz um trabalho espiritual: expulsa a entidade, e a pessoa se sente melhor (quem não se sentirá melhor após uma libertação?). Isso significa que esta pessoa foi imediatamente liberta da homossexualidade? Não necessariamente. A maioria das pessoas, depois que tem a questão espiritual resolvida, sofre ainda com a questão psico-emocional de toda a vivência anterior dela. Mas o que costuma acontecer? A pessoa se converte, e depois de seis meses apresenta lutas homossexuais e volta pra igreja pra procurar aconselhamento. Aí os conselheiros tendem a afirmar escandalizados: “Ah, deve ser porque você ainda não se converteu mesmo! Você não é salvo de verdade, se não isso aí não voltaria. Isto não está certo!” Mas a pessoa foi salva, foi selada pelo Espírito Santo, mas apresenta uma dificuldade emocional que não foi tratada. Ou o conselheiro diz: “Isso deve ser algum pecado oculto. Confesse seu pecado!” Mas a pessoa não está em pecado, não está ligada a pornografia, não possui mais parceiros, está apenas lidando com aquela “tacinha emocional” vazia. Comportamentos como este, acabam por afastar estes rapazes e moças de nossas igrejas. Isso é terrível!
Neste sentido, nós como Igreja devemos adotar uma postura de arrependimento. Interceder diante do trono de Deus pela ignorância, por não sabermos cuidar das ovelhas tão preciosas de Jesus. Vamos clamar para que a igreja possa entender qual o seu papel legitimo e redentor.
Vale lembrar que posturas como: ore mais, leia mais a bíblia, jejue não vão resolver, embora estas disciplinas sejam imprescindíveis e recomendadas. Contudo, temos de saber que a dificuldade emocional legitima continuará ali. Enquanto o coração vazio de pessoas que lutam com a homossexualidade não for preenchido, as dificuldades irão persistir, pois é necessário que esta pessoa receba aquilo que Deus nos criou para receber, que é amor de mãe e de pai, e isto tem de ser mediado de alguma forma em nossos corações.
Ø Raízes e Soluções: o que a Igreja pode fazer?
ü Investir no treinamento de líderes espirituais idôneos para o aconselhamento e consolidação de homens e mulheres com lutas homossexuais;
ü Estimular a ação de “mentores espirituais”, principalmente do sexo masculino para “adotar” crianças e adolescentes que vivam em famílias desfuncionais, sem modelos apropriados de pai e/ou mãe;
ü Saber que o simples fato de estimular o casamento não se constitui solução eficaz para a mudança do comportamento homossexual;
ü Lidar com o preconceito de maneira sincera, adotando uma postura de arrependimento.
ü Apoiar ministérios de ajuda nessa área;
ü Entender o que é realmente constitui-se mudança na questão homossexual (o desaparecimento completo dos trejeitos, por exemplo, não pode ser visto como a única e suficiente condição para a mudança)
ü Estimular entre os jovens uniões saudáveis, o que acarretará em famílias saradas e bons modelos para a sociedade.
Tudo isso porque,
“Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho de Seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.” (Col.1:13-14)
Assim, também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo;
vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos.
E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!
De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus.
Gl. 4:3-7
Fonte: http://ministerioabapai.com/2009/11/homossexualismo-raizes-e-desenvolvimento-parte-ii/

Thalles Roberto : confira informações sobre a gravação do DVD do cantor

No DVD serão gravados 20 músicas, que contarão com sucessos do cantor e múusicas inéditas. Os ingressos podem ser adquiridos pela internet na bilheteria do Chevrolet Hall e nas principais lojas evangélicas de Belo Horizonte (Ômega, Cristo Reina, Nova Vida, Espaço Music.
Confira informações sobre a gravação do DVD:
Data: 30 de julho de 2011
Horário: 19h
Local: Arena Chevrolet Hall (Av. N. Sra. do Carmo, 230, Savassi, Belo Horizonte (MG).
Ingressos: R$ 20,00 (Vinte reais) – inteira. R$ 10,00 (dez reais) – meia entrada (estudantes e idosos)
Mais informações: 31 2191-5700
Fonte: Gospel+
Com informações de Graça Music

ÁFRICA , LOGO TO CHEGANDO AI - BISPO ROBERTO TORRECILHAS

Logo é o modo de falar , pois no tempo  de Deus tudo vai acontecer.

Pois mesmo tendo os convites oficiais , dependo do mover de Deus em algumas áreas ,pois essa ida até a áfrica implica em alguns gastos , mas esperamos em Deus.


Bispo Roberto Torrecilhas

- “Crescimento desordenado das Igrejas em Luanda pode chocar organização da sociedade”

O membro da Igreja metodista unida considerou preocupante o crescimento desordenado das Igrejas na capital do país, onde cada uma delas quer implantar os seus hábitos, costumes e doutrinas.

Para o Reverendo António João, é preciso ter muita atenção porque existem hábitos e doutrinas que chocam com a organização da sociedade.

“Não se trata aqui de um meio de impedir a manifestação religiosa, mas de coordenar estes esforços nós temos vindo a desenvolver, no sentido de dar crescimento espiritual a nação, porque este crescimento, não tem nada a ver com estes usos e abusos que algumas denominações emergentes vêem trazendo à nossa sociedade”, atestou.

O Reverendo revelou mesmo que as Igrejas tradicionais Evangélicas estacionaram um pouco no tempo no espaço e permitiram que Igrejas de orientação neopentecostal cobrissem esse espaço deixado.

“Cada Igreja tem o seu lado forte, e o seu lado fraco, mas precisa-se de se dar mais seriedade a este desenvolvimento Evangélico que vem chegando, na intenção de se dar um novo reavivamento espiritual em Angola”, disse.

Fonte: Rádio Luanda

Por unanimidade, STF aprova a realização da Marcha da Maconha

O STF (Supremo Tribunal Federal) liberou nesta quarta-feira a realização da Marcha da Maconha, evento que reúne, em diversas cidades brasileiras, pessoas favoráveis à legalização da droga.

Por unanimidade, os ministros afirmaram que a Justiça brasileira não pode interpretar o artigo 287 do Código Penal, que criminaliza a apologia de "fato criminoso [o uso da droga] ou de autor de crime [o usuário]", para proibir a realização de eventos públicos que defendem a legalização ou regulamentação da maconha.

Segundo o tribunal, quem defende a descriminalização da maconha está exercendo os direitos à liberdade de reunião e expressão, previstos na Constituição Federal.

Em um longo voto, o relator do caso, ministro Celso de Mello, afirmou que a livre expressão e o exercício de reunião "são duas das mais importantes liberdades públicas". "A polícia não tem o direito de intervir em manifestações pacíficas. Apenas vigiá-las para até mesmo garantir sua realização. Longe dos abusos que têm sido impetrados, e os fatos são notórios, a Polícia deve adotar medidas de proteção", disse.

Ao defender a liberdade de expressão, o relator avaliou que a exposição de novas ideias podem ser "transformadoras, subversivas, mobilizadoras". "Ideias podem ser tão majestosas e sólidas, quanto são as mais belas catedrais. Ideias podem ser mais poderosas que a própria espada. E é por isso que as ideias são tão temidas pelos regimes de força".

Ele foi seguido pelos colegas Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewndowski, Carlos Ayres Britto, Ellen Gracie, Marco Aurélio Mello e Cezar Peluso. Os ministros José Antônio Dias Toffoli, Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes não participaram.

Os ministros afirmaram que proibir a marcha seira considerar que a legislação penal brasileira não pode mudar. 'Nenhuma lei, nem penal, pode se blindar contra a discussão de seu conteúdo. Nem a Constituição', disse Ayres Britto.

Já Marco Aurélio lembrou que a discussão da marcha é a mesma de um documentário protagonizado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "mostra-se criminoso o documentário protagonizado pelo ex-presidente da República em que defende a discriminalização da maconha? A resposta é desenganadamente negativa".

Ao final, ele fez uma bricadeira, dizendo que o voto de Celso de Mello foi "muito bem baseado", provocando risos no plenário do Supremo.

PROCESSO

O processo, ajuizado pela Procuradoria-Geral da República em 2009 questiona a interpretação dada pela Justiça de alguns Estados, que consideraram que as marchas pró-legalização caracterizam o crime de apologia.

Falaram no plenário a vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat --que propôs a ação-- e os advogados que representam duas entidades que atuam como "amicus curiae" (interessadas na causa).

Uma das entidades, o Ibccrim (Instituto Brasileira de Ciências Criminais), se limitou a defender a realização da marcha. Já a Abesup (Associação Brasileira de Estudos Sociais do Uso de Psicoativos) pediu que o tribunal conceda um habeas corpus permitindo o cultivo doméstico, uso medicinal e religioso da maconha e a utilização econômica da planta para a "distribuição ou venda de insumos ou produtos oriundos do cânhamo".

Fonte: Folha Online

IGREJA NA ANGOLA - Pastores brasileiros da Igreja Mundial são acusados de desviar US$ 3 milhões

Ao menos três pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus foram expulsos pelo bispo que supostamente paga um aluguel de US$ 28 mil dólares por mês em Angola.

Alguns jornais angolanos estão divulgando uma denúncia de que pastores brasileiros da Igreja Mundial do Poder de Deus de Angola estão desviando dinheiro da igreja para benefício próprio.

De acordo com o jornal semanal Agora, o bispo Juliano Marques responsável pelos trabalhos no país africano demitiu pelo menos três pastores que teriam descoberto que os brasileiros responsáveis pela IMPD teriam desviado para seus bolsos US$ 3milhões de dólares. Esse dinheiro é fruto de dízimos e da venda de canetas e gravatas “com poder de cura divina”.

Ainda segundo informações do periódico angolano, os brasileiros estão aplicando o dinheiro do dízimo em negócios próprios em Angola e no exterior. Marques também estaria pagando por mês cerca de US$ 28 mil (R$ 44,4 mil) pelo aluguel de um casarão em Talatona, o bairro dos ricos de Luanda. Sendo que o salário de um pastor angolano é 30 mil kwanzas, o que corresponde a US$ 344 ou a R$ 546.

O site AngoNotícias também divulgou o assunto e um dos leitores comentou que o governo local precisa tomar providências diante desses brasileiros que vão até a Angola para roubar o povo. “O governo angolano é tímido em agir perante estes casos, sobretudo perante aos brasileiros que vêm roubar o povo. [O governo] só olha os bandidos das ruas e esquecem os bandidos e diabos brasileiros que enganam os angolanos diariamente”. Disse um leitor.

A IMPD abriu a primeira filial na Angola no ano passado e funciona em um templo provisório na capital Luanda. Até o momento nenhum representante da igreja de Valdemiro Santiago comentou as acusações.

O bispo Marques foi para Angola para substituir o bispo Marcelo Paiva que resolveu abrir o ministério Sê Tu Uma Benção de Deus, também na Angola.

Fonte: Gospel Prime via AngoNotícias

Jovem cristão é raptada por extremistas muçulmanos

Uma jovem cristão foi supostamente seqüestrada sequestrada após sair da reunião de sua igreja. Aprilia Dyah Kusumaningruom desapareceu na noite de quinta-feira, após estar sairndo de um culto em Situbondo, na Indonésia. A garota de 22 anos foi vista pela última vez em cima de sua bicicleta, voltando para seu dormitório.

Quem a encontrou foi Esther Lomboan, esposa do ex-professor de seminário de Aprilia, onde ela se formou, em Magelang. Esther a encontrou na sexta-feira àa noite em Yogyakarta.

“Quando percebi que ela tinha cortes e hematomas por todo seu corpo, era óbvio que ela tinha sido torturada por seus seqüestradoressequestradores”, disse Esther. Ela disse que, de acordo com as lembranças de Aprilia, três homens vestidos de branco e lenços na cabeça em um carro se aproximaram dela em um carro, e, como ela estava de bicicleta, perguntaram a ela qual a sua religião. Quando Aprilia disse que era cristã, o homem a puxou para dentro do carro.

Dentro do carro, Aprilia ainda conseguiu enviar uma mensagem de texto para sua mãe e duas amigas de dormitório avisando que tinha sido raptada. Os amigos foram ao local do incidente e encontraram a bicicleta de Aprilia abandonada no meio da estrada.

Esther disse que Aprilia afirmou que ela havia sido amarrada e vendada dentro do carro, e, então, levada para uma casa vazia. Na casa, ela diz que foi espancada e cortada várias vezes, antes de ser jogada no meio de um milharal.

Aprilia ainda disse a Esther que ela acordou nua e ferida na sexta-feira àa tarde, a cerca de 320 quilômetros de Situbondo. Ela foi ajudada por agricultores da região e conseguiu pegar o ônibus no terminal.

“Ela estava em estado de choque e com cortes estranhos por todo o corpo, como se alguém a tivesse a cortado com uma navalha”, disse Esther.

No entanto, o comandante Sunarto, chefe da polícia de Situbondo, disse que está com dificuldade em lidar com o caso de Aprilia, pois acha a história mal contada. “Como ela foi capaz de mandar mensagem de texto para sua mãe e amigos depois que ela foi sequüestrada? Como ela fez isso? Por que os seqüestradores sequestradores permitiriam isso?”

Ele acrescentou que não parecia haver nenhum motivo para seqüestrásequestrá-la, uma vez que nenhum pedido de resgate foi feito. A polícia tentou falar com Aprilia, mas sua mãe não autorizou, dizendo que ela ainda está muito abalada ainda.

“A polícia de Situbondo claramente acha que ela é uma mentirosa. Nós temos todas as evidências de que precisamos para provar que não é mentira”, disse Esther.

Fonte: Missão Portas Abertas

Declarações de Ricardo Gondim sobre a volta de Cristo deixam pastores indignados

O pastor Ricardo Gondim disse em uma reunião de pastores que o Arrebatamento da Igreja é uma utopia.

O vídeo onde o pastor Ricardo Gondim ensina os pastores da Igreja Betesda que o Arrebatamento da Igreja é uma utopia causou revolta entre pastores e escritores de outras denominações.

Alguns chegaram a dizer que esse declaração prova que ele é realmente o herege da vez, título já concedido por outras declarações como negar a soberania de Deus sobre o mundo e também por defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O pastor Ciro Sanches Zibordi, que é editor e colunista do Christian Post chegou a dizer em seu blog que o líder da Betesda criou a escola “gondimista” que tem se revelado “antibíblica e relativista” ao defender o teísmo aberto, apoiar a união entre pessoas do mesmo sexo e também por não acreditar no Arrebatamento da Igreja.

“Como pode um pastor, que já foi um referencial de pregador no Brasil, ignorar as promessas do Senhor registradas em João 14.1-3 e Apocalipse 22.20?” Questiona o pastor Ciro.

Renato Vargens, escritor e pastor da Igreja Cristã da Aliança, também ficou inconformado com os dizeres do pastor da Betesda sobre a Volta de Cristo, uma das principais doutrinas cristãs que ele classificou como uma utopia, ou seja, algo que não vai acontecer.

O escritor pede aos seus leitores para que orem pelo pastor da Betesda, pois ele “brevemente se transformará em um falso profeta”, diz Vargens que confessa já ter admirado as palavras de Gondim em outros tempos.

Quem também manifestou sua opinião sobre os ensinamentos deste vídeo foi o pastor Leonardo Gonçalves, editor do blog Púlpito Cristão, que fez um pequeno resumo sobre a esperança dos cristãos pela volta de Cristo e citou alguns textos bíblicos que comprovam que Ele voltará.

Falando sobre a reunião de pastores da Betesda, Gonçalves escreve que o líder da denominação “enveredou de vez no terreno dos falsos profetas” principalmente ao citar uma obra de Jurgen Möltmann, considerado pelo editor do Púlpito Cristão como um escatólogo de linha liberal.

Essa “é a prova cabal de que Gondim há tempos deixou de beber nas fontes sagradas para embriagar-se das heresias de Charles Hartshorne, Jurgen Moltmann, Overback, etc. Gondim definitivamente trocou Jesus por Nietzsche, Paulo por Karl Marx, Pedro por Clark Pinnock e o céu pela terra,” escreveu Leonardo Gonçalves.

Fonte: Gospel Prime

Festival Pentecostal em Londres mostra o melhor da Igreja


Festival Pentecostal em Londres mostra o melhor da Igreja Programação incluiu workshops, música, flash mobs, ensino, tratamento de beleza e muita diversão
Nesta última semana Londres viu uma eclética mistura de acontecimentos desde danças, músicas, ensino, tratamento de beleza, diversão, etc. Tudo visando celebrar e propagar ‘o melhor da igreja’ – Jesus e a comunhão entre os irmãos.

Milhares de pessoas participaram do Festival de Pentecostes, uma iniciativa internacional que se tornou um dos eventos cristãos favoritos no calendário britânico.

Dez dias de festa culminou, no último final de semana, em uma celebração maciça na O2 Arena com adoração conduzida pela Holy Trinity Brompton, Hillsong e Jesus House.

A programação deste ano do Festival de Pentecostes incluiu workshops sobre a Bíblia em Mangá, desfiles de moda ética, exibições de filmes, exposições sobre a situação dos “dalits” na Índia, muita adoração e seminários de ensino.

As mulheres foram tratadas com terapia de beleza e mimos bem ao estilo cristão, no Centro de Ação Social Waterloo, enquanto turistas e moradores nas ruas próximas ficaram agradavelmente surpresos com flash mobs dançados e orquestrados pelo Dance Christian Fellowship.

A União Bíblica ofereceu aos transeuntes orações e um ouvido atento na sua tenda de cura, enquanto as crianças, jovens e idosos – obtinham divertimento à moda antiga com jogos e brincadeiras atemporais.

Para quem procurava um entendimento rápido sobre questões importantes sob uma perspectiva bíblica, seminários sobre criacionismo, Jesus no cinema, e crescimento da igreja no Reino Unido foram oferecidos e ficaram completamente lotados.

Fonte: Christian Today

Políticos do Nepal tentam criar leis contra o cristianismo

Políticos do Nepal tentam criar leis contra o cristianismo

Projeto precisa ser aprovado pela Câmara
O Ministério Voz dos Mártires do Canadá tem informações de que haverá uma mudança no Código Penal do Nepal. O país, apesar de ter abolido o hinduísmo como religião do Estado, em 2006, agora está trabalhando para alterar o código penal. As alterações proibirão cristãos de "converter uma pessoa ou instigá-la a mudar sua religião".

O artigo 160 do código proposto também diz que ninguém será autorizado a fazer nada ou se comportar de forma que possa levar alguém de casta, comunidade ou credo perder a fé em sua religião tradicional ou convertê-la para uma religião diferente.

As cláusulas de "incentivos de oferta" e de "pregar uma religião ou fé com qualquer outra intenção" também estão incluídos nas proibições.

Evangelistas condenado sob o código poderia enfrentar uma pena de prisão de cinco anos, bem como uma pesada multa (U$ 685). Se o infrator for estrangeiro, expulsão viria dentro de sete dias.

O projeto ainda precisa ser aprovado pela Câmara e também fazê-lo através do Comitê legislativo. No entanto, caso a comissão aprove o projeto, ele voltaria ao parlamento e, em seguida, seria enviado para o presidente.

Na semana passada, porém, o governo nepalês não conseguiu concluir a nova constituição, devido a uma prolongada batalha pelo poder político.

O Ministério perde oração por todas as autoridades do Nepal. “Peça a Deus para trazer uma verdadeira liberdade religiosa neste país. Ore para a igreja que permaneça fiel, crescendo em força e em número”.


Fonte: Mission Network News

JACO - ISRAEL

De todos os relatos da Torá, este é um dos mais envoltos em mistério. Conta-nos a história da luta entre um ser humano e um anjo e a da ...