quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Morre russa internada em hospital em Barbacena, em Minas Gerais Natalia Sinyukova teve ferimentos graves como politraumatismo craniano. Ela estava internada na Santa Casa de Misericórdia desde segunda (3).

A funcionária da Embaixada Russa Natalia Sinyukova, de 29 anos, que estava internada em estado grave na Santa Casa de Misericórdia de Barbacena, na Zona da Mata, em Minas Gerais, morreu na tarde desta quinta-feira (6). Ela estava hospitalizada no Centro de Terapia Intensiva (CTI), desde a última segunda-feira (3), e tinha ferimentos graves como politraumatismo craniano. De acordo com informações do hospital, não há ninguém da Embaixada Russa no local.
Segundo o Corpo de Bombeiros, Natalia viajava em um carro com placa da Embaixada Russa com o marido, Anton Sinyukova, e com o filho de cinco anos, além de outros dois funcionários da embaixada, Oxana Tkachenko, de 26 anos, e o motorista Anton Gaspanyan, de também de 26 anos.
Conforme a ocorrência, o condutor teria perdido o controle do carro na BR-040, próximo a Santa Bárbara do Tugurio, saído da pista e atingido um matagal. Ainda segundo os bombeiros, Natalia estava no banco de trás e foi jogada para fora do veículo. Somente a criança não sofreu ferimento. Os outros ocupantes do carro tiveram ferimentos generalizados, mas sem gravidade. A Santa Casa de Barbacena diz que apenas Natalia permanece internada.

Do G1 MG

Tribunal de Justiça decide que Cruz em memorial de guerra é inconstitucional

Os Juízes da Corte de Apelações dos EUA para o 9º Circuito decidiram por 3 a 0 no caso Trunk versus cidade de San Diego que a cruz do Mt. Soledad em homenagem aos soldados caídos é inconstitucional.

O Conselheiro Sênior da Alliance Defense Fund, Joe Infranco, rotulou a decisão uma tragédia.

“É trágico que a corte tenha escolhido uma interpretação distorcida e cansada da Primeira Alteração sobre a idéia de senso comum que as famílias das tropas americanas caídas devem ser autorizadas a honrar esses heróis como eles escolherem,” expressou em uma afirmação na sequência da decisão de ontem.

A guerra do memorial da Califórnia foi armada em 1954. O memorial inclui uma cruz Latina e seis paredes concêntricas com placas de granitos negros gravadas com os nomes e fotos dos veteranos de guerra. Foi originalmente dedicado como o Memorial dos Veteranos da Guerra da Coréia, mas agora honra os veteranos Norte-americanos da Primeira e Segunda Guerra Mundial.

A cruz do memorial tem estado no coração da disputa de duas décadas. A cruz tem 29 pés de altura e está em La Jolla, Califórnia.

A União Americana pelas Liberdades Civis processou a cidade de San Diego em 1989 para remover a cruz. O requerente do grupo, veterano de guerra ateu Philip Paulson, argumentou que a cruz era um símbolo religioso e que sua exibição em terras públicas era inconstitucional. Os Veteranos de Guerra Judeus também acharam errado a presença da cruz e está também processando pela remoção.

Antes desta decisão, o Juiz Distrital dos EUA, Larry Burns Alan decidiu em 2008 que a cruz não viola a separação da Igreja e Estado.

“A corte acha que o memorial em Mt. Soledad, incluindo sua cruz latina, comunica as mensagens essencialmente não religiosas, morte, e sacrifício,” escreveu Burns em sua decisão. “Com tal, apesar de sua localização em terras públicas, o memorial é constitucional.”

No entanto, no recurso, os juízes derrubaram a decisão de Burns. Ainda assim, Infranco alega que a cruz não viola a Cláusula de Estabelecimento mantendo a separação entre Igreja e Estado. A cruz tem o direito de estar onde está, disse ele.

“Os heróis de guerra ganharam o direito de serem lembrados. A memória daqueles que sacrificaram suas vidas por nossa liberdade não deve ser desonrada por que a ACLU encontra um pequeno número de pessoas que estão ofendidas,” afirmou ele.

Fonte: The Christian Post

PLC 122: Após quase 5 anos de luta, “Mordaça Gay” não é votado no Senado e será arquivado

Fim de legislatura no Congresso significa, além da preparação para receber os novos parlamentares eleitos, a organização, o saneamento e o arquivamento de projetos. Pelo Regimento Interno do Senado, todas as propostas que estão tramitando há mais de duas legislaturas são imediatamente arquivadas. Neste caso, terão o arquivo como destino todas as matérias apresentadas em 2006, último ano completo de trabalhos da 52ª legislatura, e dos anos anteriores.
Estão nessa situação, por exemplo, o PLC 122/06, que criminaliza a homofobia. Mesmo já tendo sido aprovado pela Câmara e pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado – faltam as análises das Comissões de Assuntos Sociais e de Constituição, Justiça e Cidadania, além do Plenário. Mas o fato de ter chegado à Casa ainda na legislatura passada já o qualifica para o arquivamento.
- O que é considerado não é a relevância do tema, e sim a antiguidade da proposição – explica o secretário-geral adjunto da Mesa, José Roberto Leite de Matos.
Também serão arquivados pelo mesmo motivo a proposta de emenda à Constituição (PEC 20/99) que reduz a idade para imputabilidade penal dos atuais 18 para 16 anos, de autoria do então senador José Roberto Arruda; a PEC 24/05, do senador Paulo Paim (PT-RS), que pretendia criar o Fundo de Desenvolvimento da Educação Profissional; e o PLS 126/01, do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), que inclui a figura do companheiro entre aqueles sujeitos ao aumento de pena por abandono de incapaz.
Entretanto, as proposições arquivadas ainda poderão tramitar por mais uma legislatura – a próxima será a 54ª – caso haja requerimento apoiado por um terço dos senadores para a continuidade da análise da proposta. Os interessados devem apresentar esse requerimento com 27 assinaturas até 60 dias após o início do ano legislativo, e o pedido deve ser aprovado em Plenário. O desarquivamento só pode ocorrer uma vez, caso contrário, o projeto será arquivado definitivamente.
Marta Suplicy, senadora eleita por São Paulo, afirmou em entrevista que levaria o PLC da homofobia adiante nesta nova legislatura.
Do fim da 52ª legislatura (de 2003 a janeiro de 2007) para o início da 53ª (de 2008 a janeiro de 2011), segundo o secretário-geral adjunto, foram arquivadas cerca de 500 proposições. A estimativa é de que dessa vez o número de projetos destinados ao arquivo diminua. O balanço final do arquivamento de proposições estará pronto em janeiro.

Exceções

O Regimento Interno diz ainda que, como regra geral, também as proposições apresentadas na atual legislatura deverão ser arquivadas, mas há algumas exceções: as que são originárias da Câmara ou por ela revisadas; as de autoria de senadores que permaneçam no exercício do mandato ou reeleitos, ou de seus suplentes; as apresentadas por senadores no último ano de mandato; aquelas que têm parecer favorável de pelo menos uma comissão, ainda que preliminar; as que tratam de matéria de competência exclusiva do Congresso Nacional (projetos de decreto legislativo) ou do Senado (projetos de resolução); ou ainda os pedidos de sustação de processo contra senador em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF).
Fonte: Agência Senado

CBF pede investigação sobre sumiço de medalhas do Brasileirão

A Confederação Brasileira de Futebol entrou nesta quinta-feira com uma pedido para o Ministério Público investigar o furto das medalhas entregues aos jogadores e comissão técnica do Fluminense, campeão do Campeonato Brasileiro de 2010. Segundo a entidade, o técnico Muricy Ramalho e alguns representantes do time ficaram sem as suas medalhas.
Nesta quinta-feira, o diretor jurídico da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi recebido pelo procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes, no edifício-sede do Ministério Público. O representante da CBF entregou um documento solicitando para que o MP-RJ apure o roubo.
"Houve entusiástica e generalizada comemoração no palco do teatro (Theatro Municipal), onde se encontravam, além dos jogadores e demais componentes do Fluminense, campeão brasileiro de 2010, vários torcedores, o que tornou o ato confuso e tumultuado", diz o documento.
A CBF afirmou também que pediu às empresas Etmetal Comércio e Indústria Placas Metálicas Ltda. a cunhagem de novas medalhas e disse ter ficado surpresa com as notícias divulgadas pela imprensa, informando que uma das unidades furtadas estava sendo vendida pela Internet.
Redação Terra

A luta das cristãs por mais espaço

Feministas católicas fecham o cerco em favor da ordenação das mulheres, tratada como delito grave pelo Vaticano e praticada pelos protestantes há quatro décadas.

Em pleno século XXI, no interior da Igreja Católica as mulheres desempenham um papel semelhante ao que lhes era atribuído durante o período em que Cristo viveu na Terra. São elas que impulsionam a instituição, participando ativamente das atividades eclesiais, movimentando as pastorais sociais, auxiliando padres e bispos em todos os tipos de tarefas, das corriqueiras às mais intelectuais. Tal qual as primeiras cristãs, que acompanharam Jesus em suas pregações, foram fiéis em todos os momentos, não o abandonaram em seu calvário e, mesmo assim, não estavam entre os 12 apóstolos. Mas pulsa cada vez mais forte no seio da Igreja um movimento de católicos que pleiteia a ordenação das mulheres e reivindica que elas possam ser “padres”. Há um número muito maior de freiras do que de sacerdotes no mundo hoje (leia quadro), mas as religiosas têm atribuições limitadas, quando comparadas aos homens: não podem consagrar a hóstia, ungir enfermos ou atender confissões, por exemplo.

As católicas estão atrasadas – os protestantes históricos dão voz e vez às suas fiéis desde 1960. Mas a luta das seguidoras da Igreja Católica Apostólica Romana é mais difícil. O Vaticano chegou a dizer que a ordenação feminina é um delito tão grave quanto a pedofilia. “É uma ofensa à mulher ver a Santa Sé evoluir em vários aspectos e continuar ignorando os novos discursos de gênero”, argumenta Yury Puello Orozco, teóloga feminista e doutora em ciências da religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “Os argumentos usados pela Igreja para legitimar essa posição vão contra o discurso de inclusão que ela prega.”

A indignação é mundial

Em junho, seis organizações que defendem a ordenação das mulheres em países como Áustria, Inglaterra e Estados Unidos se juntaram em frente à Basílica de São Pedro, no Vaticano, para reivindicar o direito feminino ao sacerdócio. Dois meses depois, em agosto, durante a visita do papa à Inglaterra, a Catholic Women’s Ordination (CWO) adesivou 15 ônibus em rotas pelas quais o pontífice circularia com a seguinte frase: “Papa Bento, ordene mulheres agora!” “A igreja precisa mudar para incluir as mulheres, senão ela vai morrer”, disse a porta-voz da CWO, Pat Brown.

Entre os argumentos preferidos do Vaticano contra a ordenação feminina está o de que Jesus era homem e que, não por acaso, escolheu 12 apóstolos do sexo masculino. Em entrevista dada ao jornalista alemão Peter Seewald, publicada em novembro passado, o papa Bento XVI se justificou ao dizer que não é a Igreja que impede a ordenação de mulheres – ela simplesmente não pode porque não existe respaldo bíblico para isso. “Há uma tradição consolidada de não ordená-las”, resume o cônego Celso Pedro da Silva, reitor do Centro Universitário Assunção (Unifai) e pároco da Igreja Santa Rita de Cássia, no bairro do Pari, em São Paulo.

A preocupação das católicas é de que, sem chancela oficial, conseguir fazer a diferença na Igreja não está garantido. “Reconhecemos que existem padres que dão espaço à mulher, mas hoje dependemos da boa vontade deles”, diz Yury, que sofreu na pele com a mudança de sacerdote da paróquia que frequentava. O religioso, que dava espaço aos trabalhos femininos, foi substituído por outro, que o limitou. “Não faz sentido”, afirma Yury. “No fim a argumentação se reduz ao fato de que somos mulheres e não homens.”

Dentro das variações do protestantismo histórico, mulheres com aspirações sacerdotais já têm maneiras de iniciar a caminhada rumo à ordenação há algum tempo. Tradicionalmente, cada igreja decide se autoriza ou não o procedimento, mas sabe-se, por exemplo, que a Metodista do Brasil ordena mulheres desde 1974. Já os anglicanos o fazem desde 1944, enquanto os luteranos tiveram o primeiro registro na Dinamarca, em 1948. Os batistas, por sua vez, deram autonomia para que as igrejas decidissem só em 2000, embora existam registros de ordenação feminina datando do final do século XVIII.

Em nenhuma das denominações é fácil chegar ao cargo. Entre os metodistas, por exemplo, são pelo menos seis anos de preparação, que incluem formação em teologia e experiência com representações locais, distritais, regionais e nacionais da fé. A reverenda metodista Margarida Ribeiro começou a caminhada em 1983 e só foi ordenada em 1989. “Hoje temos mulheres presentes em todos os níveis da hierarquia”, diz. Mas a representatividade ainda não é proporcional. “Trabalhamos para mudar isso”, diz ela. Os católicos ainda estão vários passos atrás. Nada que faça desanimar suas valorosas representantes.

INWO - ILLUMINATI THE NEW WORLD ORDER --///-- INWO - Иллюминаты новый мировой порядок


 As outras versões do site havia um artigo sobre esse jogo na seção "Variados" (primeira) e "Mistérios e curiosidades" (segunda). Entretanto fez -se necessário refazer completamente porque muitos dos eventos tidos como futuros já aconteceram, e também descobri muitas outras cartas interessantes que vale a pena comentar. 
 Sem mais delongas:
 Esse é um jogo de RPG criado em 1995 que mostra muitos eventos que antecedem a Nova Ordem Mundial. A impressão que passa em um primeiro momento é que se tratam de previsões, mas na realidade tudo isso foi meticulosamente planejado pelos Illuminati (sociedade secreta que trabalha para implantar a nova ordem mundial) ao longo dos séculos. O jogo possuí mais de 500 cartas, mas decidi comentar as que mais chamaram atenção.                           
 
É impressionante a semelhança dessas cartas com os atentados de 11 de setembro de 2001. Isso mostra que o plano já era conhecido há muitíssimo tempo. Alem disso, tudo levra a crer que foi realizado um mega ritual de sacrifício para abrir um portal dimensional (STARGATE : Star = estrela = Pentágono e Gate = Portal = colunas = WTC). Também é nítida a simbologia oculta do numero 11 que para os ocultistas significa ultrapassar a Deus, representado pelo 1 ou 10. Me disseram, não sei se é verdade, que quando o jogo foi feito a arquitetura do Pentágono não era da forma que está na carta, mas era assim em 2001.
DESASTRES PLANEJADOS OU APROVEITADOS:
 Muitos desastres realmente são naturais e os illuminati aproveitam pra cumprir a sua agenda, outros são planejados mesmo porque já há tecnologia suficiente pra simular desastres naturais. Lembram que nas olímpiadas de 2008 a China falou que tinha equipamentos para evitar que chovesse durante os jogos e que ia usar? Se a China tem, imagina os illuminati que estão com a tecnologia a frente em no mínimo 30 anos da que é divulgada?
 
Furacão, Onda gigante, Terremoto, Tornado, Vulcão, Epidemia, Desastres combinados, Fome mundial
SOCIEDADES SECRETAS IRMÃS (QUE COMPARTILHAM DOS MESMOS IDEIAIS)
 
Igreja de satanás reformada, druídas, rosacruzes, sociedade de Thule, sábios de sião, Templários.
ONDE INFILTRAR?
A intenção deles é se infiltrar em absolutamente todos os setores da sociedade, a mesma coisa que a igreja de Cristo deveria estar fazendo há muito tempo. Alguns exemplos:
 
 Serviço secreto, FBI, NSA, CIA, Reserva federal, Nações Unidas, Complexos industriais, NASA, Companhias farmacêuticas, TV a cabo, Hollywood, Gravadoras.
PERSONALIDADES QUE PODEM CONTRIBUIR PARA OS PLANOS
 
 MANIPULAR A ECONÔMIA
 
 Manipulação do mercado, expeculação da moeda, privatização, corrupção (a foto se parece com a industria da fome, onde os pobres não recebem os alimentos doados), crise eergética, fusões bancárias
 INDUZIR PENSAMENTOS
 Reescrevendo a História, Reorganização (eles veem o mundo como um tabuleiro de xadrez), teoristas da conspiração (para as pessoas focaram apenas nos problemas), desprogramadores, ativistas gays (minando a base a familiar) e humanistas seculares (olha a cara de palhaço da sombra lá atrás)
 FORJAR O APOCALIPSE
 Isso ao que tudo indica é a operação do erro descrista na Bíblia, fazer as pessoas pensarem que estamos nas "pragas do apocalipse", quando ainda é o princípio das dores, citado nas escrituras como o caos planejado para o anticristo se manifestar (dores de parto) e ser adorado pela população como deus porque resolveu todos os problemas (que eles mesmos criaram). Acredito ser essa a função de filmes sobre o fim do mundo como o "2012"
 Projetor de terremotos, terceira guerra mundial, acidente nuclear, queda de meteoro, líder carismático, anticristo, messias (falso messias, né?), fim do mundo.
 RIDICULARIZAR A IGREJA
Salvação eterna ou o triplo do seu dinheiro de volta (igrejas que "vendem" a salvação), Pregadores da TV (Que só pregam prosperidade), almas queimando (inferno?), Igreja da América Central (uma tentativa de sugerir que os extraterrestres causarão o arrebatamento - é nisso mesmo que eles acreditam), fita correndo o mundo (divulgação  até o arrebatamento antes de sairmos desse mundo), morte para todos os fanáticos (é assim que são taxados os cristãos verdadeiros)
 COMPUTADORES
A Internet é o unico meio onde a informação ainda circula totalmente livre (apesar das ridicularizações), por isso foram acriados as pragas com o intuito de tentar tirar a credibilidade. Achei muito interessante que no fim de semana anterior ao que estou escrevendo aqui (fim de dezembro/2009)o missionário da igreja em que congrego que faz uma missão no Peru estava relatando que estão passando vírus em nome dele para os mantenedores da obra a fim de tentar denegrir sua imagem.
 Hackers, vírus de computador, vermes de internet
 PERDER A CONFIANÇA NAS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS
 É conveniente para eles expor ao publico de forma extremamente exagerada os deslizes cometidos (ou armados para) as autoridades, como políticos, líderes de igrejas, donos de empresas, etc. Alguns realmente estão comprometidos com o plano, mas muitos não estão, então tentam fazê-los cair porque os que verdadeiramente são do plano nunca terão esses escandalos expostos dessa forma, a não ser que seje com um propósito bem específico. 
Clpper chip (sem tradução - serve para monitorar conversas telefonicas - dizem que foi extinto. Será mesmo?), Exposto, Escândalo ( pego na cama)
 O jogo tem muitas outras cartas,algumas que nem entendi direito, suponho que também há várias que não conheço. Mas enfim... Acredito que por essas deu para se ter uma ideia dos planos dos Illuminati.

Itamaraty concede passaportes diplomáticos para filhos de Lula

Solange Spigliatti
Os dois filhos do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, Luís Cláudio Lula da Silva, de 25 anos, e Marcos Cláudio Lula da Silva, de 39, obtiveram, no último dia 29 de dezembro, a renovação do passaporte diplomático.
Segundo a assessoria do Ministério das Relações Exteriores, a concessão dos passaportes diplomáticos foi “feita com base na legislação vigente, de acordo com o decreto 5.978 de dezembro de 2006″.
O decreto autoriza o benefício do passaporte diplomático a presidentes, vice-presidente, ministros de Estado, aos ocupantes de cargos de natureza especial e aos titulares de Secretarias vinculadas à Presidência da República, parlamentares, chefes de missões diplomáticas, ministros dos tribunais superiores e ex-presidentes.
Os cônjuges, companheiro ou companheira, e os dependentes, inclusive os enteados, até 21 anos de idade ou, se estudante, até 24 anos ou, se inválido, de qualquer idade, também estão autorizados a receber o documento.
Também poderão receber o benefício, mediante autorização do Ministro de Estado das Relações Exteriores, as pessoas que, embora não relacionadas nos incisos do decreto, “devam portá-lo em função do interesse do País”.
O Itamaraty não soube informar qual seria a prerrogativa usada para a autorização da emissão do passaporte diplomático, com validade de quatro anos, para os filhos do ex-presidente.
Vantagens
Segundo o Itamaraty, uma das vantagens do passaporte diplomático é a dispensa de vistos para alguns países que mantêm relações diplomáticas com o Brasil, como por exemplo a China. O documento é emitido sem nenhum custo para a autoridade e seus dependentes.

estadão.com.br

O Papa e os "papa-anjos"






Weslley Talaveira -
Homens considerados acima de qualquer suspeita que cometem um dos crimes mais crueis da humanidade. Assim posso definir os padres que cometem pedofilia. Homens que deveriam cuidar da vida espiritual de pessoas humildes das periferias desse país aproveitam sua reputação e posição para abusar de meninos e meninas que mal tem como se defender.

Isso ficou muito claro com uma denúncia feita pela TV, no programa do jornalista Roberto Cabrini do SBT. Cabrini e sua equipe entrevistaram vários coroinhas que relataram casos de abusos sexuais cometidos por sacerdotes de Arapiraca, segunda maior cidade do estado de Alagoas, com crianças e adolescentes. Um vídeo mostra um dos dois "monsenhores", Luiz Marques Barbosa, 82, no momento em que mantém relações sexuais com um jovem de 19 anos. A gravação foi feita em janeiro de 2009, ao que parece, por outro jovem que sofreu abusos.

O jovem contou que, desde os 12 anos, quando entrou para a Igreja, era alvo do assédio sexual por parte do chamado "monsenhor". A denúncia ganhou repercussão no mundo e chegou ao Vaticano, onde o porta-voz da Santa Sé Frederico Lombardi manifestou-se dizendo que os padres alagoanos já haviam sido afastados. "Foi confirmado que nenhum dos três envolvidos era bispo. Um deles foi afastado da paróquia e será julgado pela justiça civil", disse o padre Lombardi, citado pelas agências de notícias France Presse e Ansa.

Os outros dois foram suspensos de suas tarefas eclesiásticas e estão sendo submetidos a um "processo canônico" por suspeita de pedofilia, mas até agora negam tudo.


Na semana passada o Papa Bento XVI divulgou uma carta aos fieis da Irlanda, país que vem sofrendo com padres pedófilos, onde diz se "envergonhar" com os crimes cometidos pelos sacerdotes. Mas nada disse sobre outras lideranças católicas que trabalharam para acobertar os "pecados" de seus pares. O Papa fez apenas declarações vagas e direcionadas a um único país, sendo que católicos de todo o mundo vem denunciando atrocidades.

Não, não sou católico nem nunca fui. Para ser sincero nunca entrei num templo católico, mas admiro a função do padre. Além de serem pessoas que tem uma preparação teológica admirável, geralmente são homens que sentem a vocação religiosa. É por esses que o Papa, a quem admiro muito apesar de não o ver como líder espiritual, poderia ter sido um pouco mais duro em seu pronunciamento. A Igreja precisa mostrar que nem todos os padres estão na Igreja com a intenção de acariciar meninos, assim como nem todos os pastores evangélicos tem a intenção de roubar pobres. Mas como é de praxe na religião, acobertaram os erros. Toda religião tem essa cultura de encobrir os podres de suas lideranças, com o medo de "difamar um ungido de Deus". Enquanto isso, pessoas sofrem nas mãos de crápulas.




As Sete Coisas Que Não Haverá no Céu


(Texto: Ap 21.1-5)


Introdução:
       Na eternidade tudo será maravilhoso, se acabarão as lutas as provações, daqui apouco tudo isso irá acontecer na nossa vida, para aqueles que esperaram as promessas do Senhor.

  • No céu não haverá mar (Ap. 21.1)
       O mar fala de inquietação, agitação tribulação, ventos e tempestades - se acabarão no céu.

  • No céu não haverá choro (Ap. 21.4)
        O Deus dos abatidos e tristes, ele mesmo enxugará pessoalmente as nossas lágrimas, que serão transformadas em alegria (Sl 126.5) , bem aventurados os que choram pois eles serão consolados.

  • No céu não haverá dor (Ap. 21.4)
        O ser humano sofre com dores, cansaços, dor no coração, na alma, e é afligido lá ele tirará todo fardo pesado toda opressão deste mundo de pecado que nos rodeia e os enfados da carne.

  • No céu não haverá tristeza (Ap. 21.4)
        Tristeza é algo que destrói a alma e deixa abatido nosso coração, lá não seria possível ter a tristeza pois na presença do Rei dos Reis até a tristeza salta de alegria, pois será alegria no Espírito, a tristeza será transformada em uma alegria eterna.

  • No céu não haverá noite (Ap. 22.5)
       A noite é período de trevas, Jesus mencionou sobre a noite, noite lembra o juízo de Deus sobre o rei Belsazar quando apareceu a mão misteriosa, noite lembra as trevas do mundo onde não pode mais trabalhar, noite lembra o choro (Sl 30.5), mas lá o Cordeiro de Deus iluminará a cidade para todo sempre.

  • No céu não haverá maldição (Ap. 22.3)
       No Éden, o homem vivia em comunhão, após pecar a maldição entrou na terra e ela começou a produzir espinhos e abrolhos, gerada pela desobediência do homem quando pecou, mas no céu tudo será restaurado e a maldição do pecado, da terra será aniquilada (Gl 3.10) A maldição já foi destruída.

  • No céu não haverá morte (Ap. 21.4)
       O último inimigo foi vencido ele ressuscitou e vive, morte onde está seu aguilhão onde está a tua vitória, a morte foi vencida eu e você viveremos com ele estaremos com ele, pois somos vencedores e lá no céu tudo será imortal, para toda eternidade.

CONCLUSÃO:
       Na vida futura tudo isto vai acontecer, se você vive por momentos difíceis vale a pena continuar pois estaremos indo para o céu e participando de todas as bênçãos de Cristo Jesus.

*Mensagem disponívél em audio


 

Quem é o Pastor Luis Dicara
 
* Pastor Luis Dicara - Foi Ex -integrante de uma banda de rock pesada estilo Death Metal chamada Eternal Death, ex- satanista lutador e professor de Kick Boxing e Full Contact. Se converteu ao Senhor Jesus e recebeu a chamada para levar o Evangelho as nações. Foi ajudado no inicio de seu ministério por homens como o Pr Napoleão Falcão. Hoje o Pastor Luís Dicara, conferencista, avivalista e pregador tem realizados vários trabalhos de impacto no Brasil e no Exterior atuou no Campo de missões no Exterior. Formado em Missiologia (mestrado), Teólogo, escritor, articulista, representante do CNPB (Conselho Nacional dos Pastores do Brasil), presidente do Projeto Despertar das Nações, Diretor da FATEDNS (Faculdade Teológica Despertar das Nações em implantação), Membro do Conselho e da Academia Cultural de Missões Cristocêntrica, Ministro de Evangelho ordenado pela Convenção Nacional das Assembléias de Deus(CONAMAD), atualmente é pastor auxiliar na Sede das AD. em Campinas - São Paulo. O Pastor Luis Dicara foi preletor em vários congressos e seminários, Professor de Homilética, Ética Cristã e Escatologia, tem vários estudos e mensagens gravados em Cds, Dvds e livros. Meu objetivo é ver a Glória de Deus e vidas sendo resgatadas, tenho um objetivo pregar a palavra de Deus "Ainda há Pentecoste" até ao arrebatamento pregando sem cessar até Cristo voltar, viajei a outros paisés como Estados Unidos, Canadá, Australia, Nova Zelândia, Tazmania, Indonésia, Ilhas Salomão paisés da America do Sul e Europa pregando em todos os estados de nosso Território Brasileiro.



 



A Cruz Completa


Marcos 15.21-41


Introdução:

         A revista Época, na edição 202, de amanhã, 01/04/02, em reportagem de Antonio Gonçalves Filho sobre os "evangelhos apócrifos", ressalta que a Páscoa deveria ser a data mais importante para o cristianismo, mais até do que o Natal, visto que o Cristo crucificado e ressuscitado é o centro da fé que move dois bilhões de pessoas no mundo.
Sem a crucificação e ressurreição de Cristo não haveria igreja e nem esperança a ser celebrada no memorial da Ceia, pois não teríamos evangelho que se proclamasse. Creio que o próprio Cristo queria criar em seus discípulos este sentimento, pois em Marcos 8.34 ele instiga o imaginário popular ordenando a tomada individual da cruz por parte de cada discípulo.
         Tomar a cruz implica na negação de si mesmo, o que não é meramente uma exortação. É uma ordem. Devemos negar o próprio eu, dando as costas à idolatria e ao egocentrismo. Negar-se a si mesmo é muito mais do que abandonar a prática usual de pecado. É colocar-se em inteira e incondicional submissão ao Cristo crucificado.
         Tomar a própria cruz é muito mais do que pensar nos sofrimentos naturais ou nos problemas existenciais que nos afligem. A cruz era instrumento de crudelíssima tortura e seu patibulum - a viga horizontal da cruz - devia ser carregado pelo condenado em vias públicas até o local da execução, tornando patente a sua desonra e humilhação. Crucificar alguém era como desnuda-lo de sua dignidade e promover o esvaziamento de todos os seus conceitos existenciais. Tomar a cruz exige, por isso, uma dedicação absoluta e uma identificação ideológica, física e espiritual de nossa parte para com Jesus, sem precedentes na história da humanidade.
         Segundo o ensinamento de Jesus mesmo, tomar a cruz significa fazer de nossas vidas um hábito peculiar de seguir o seu exemplo, sem contestações ou ajustes aos interesses pessoais que destoam da propositura do evangelho. Afinal, assevera John Stott no livro A Verdade do Evangelho, a fé cristã e a fé do Cristo crucificado. Diria que além de ser a fé do Cristo crucificado, a fé cristã é a fé do povo que se predispõe à crucificação diuturna na busca de ideais cristocêntricos, cristológicos e cristossímeis. A fé cristã é a fé das pessoas que tomam a cruz completa.
         Vejamos em seguida, alguns momentos específicos na vida de Jesus que nos orientam para o entendimento do que seria a nossa cruz completa.

  • O Batismo - Mateus 3.13-17:

        Se observarmos o texto com a devida atenção, verificamos que o batismo de Jesus não foi um mero ritual. Foi para cumprir toda a justiça de Deus, verso 15, o que indica que aquele ato era uma confissão pública de compromisso assumido. Compromisso motivado pela renúncia deliberada a partir da interação da Palavra de Deus na mente e no coração do homem Jesus, como deveria ser em nossas mentes e em nossos corações.
Vemos também que foi por imersão, verso 16. Jesus saiu da água, o que significa que o envolvimento era total e irrestrito. Não houve partes ou particularidade da vida de Jesus que tenha ficado de fora do compromisso messiânico. A totalidade do ser se entregara para a missão assim como deveríamos nos entregar integralmente, sem restrições, ao Senhor que nos comissiona.
         Além disso, vemos que o batismo de Jesus foi um cerimonial promovido pela ação do Espírito Santo, verso 16. Jesus estava totalmente revestido de unção e de poder do Espírito Santo, como nós deveríamos estar hoje, como igreja, para realizar as obras que realizou e para ministrar a sua graça salvadora em cumprimento da profecia de Isaías, como nos indica Lucas 4.17-21.
         Uma última peculiaridade do batismo de Jesus, que deveria ser realidade em nosso batismo, foi a alegria que aquele momento proporcionou ao coração de Deus. Jesus realmente abdicou de seus interesses humanóides para assumir o propósito de Deus como monotético fator de motivação de sua vida.
         Se Jesus não tivesse sido batizado a cruz não teria significado sacrificial, mas apenas penal.
         Um outro momento significativo na trajetória de Jesus para a cruz foi...

  • A Tentação - Mateus 4.1-11:

        Por mais absurdo que pareça, era propósito de Deus aquela experiência controversa na vida de Jesus, assim como muitas vezes o é em nossas vidas, verso 1.
         A tentação exigiu de Jesus preparo e firmeza espiritual, verso 2, visto que foi um confronto direto com o diabo. O mesmo nos é exigido hoje. Satanás insiste em nos induzir, como tentou fazer com Jesus, à soberba, à idolatria, à apostasia e a pratica sucessiva de pecados, seja pela banalização dos conceitos ético-cristãos ou pela admissão de uma postura sociológica que cristianiza costumes antagônicos a Palavra de Deus.
         A vitória de Jesus, que será também a nossa vitória, foi pela Palavra de Deus, a partir do conhecimento associado a ação prática do Texto Sagrado, versos 4; 7 e 10. Não foi um ato de bravura ou um feito sapiencial, foi vivência prática da Palavra.
         Se Jesus não tivesse vencido a tentação a cruz lhe seria merecida, anulando assim o seu significado vicário.
         Um terceiro momento que muito nos ensina sobre a nossa cruz completa é...

  • O Getsêmane - Mateus 26.36-46:

        Este foi um momento de angústia e de profunda depressão, verso 38, para Jesus, quando ele se derramou em intensa intercessão, prostrando-se em aviltante e plena submissão a Deus, no afã de cumprir o propósito salvífico, verso 39.
         Muitas vezes nos sentimos como Jesus, mas diferente dele, reagimos com lamúrias, com questionamentos e com blasfêmias reclamando da solidão que faz ressoar altissonante a confrontação direta entre a devoção sincera e a fraqueza humana, versos 40-41. Muitas vezes nos vemos pressionados pelo desafio de resistir e vencer, apesar das cicatrizes que ficarão, ou de ceder e nos retirarmos covardemente para nos entregarmos a mediocridade espiritual.
         Para Jesus, o Getsêmane foi um momento de resignação, verso 42, como deve ser para nós. Todo o cristão tem o seu Getsêmane. É o momento no qual é testada a nossa capacidade de resignação, bem como a nossa fibra espiritual diante da traição que dilacera o coração devido a negação do amor que demonstramos, versos 45-46. Mas, como Jesus, devemos resistir e vencer a depressão, encarando o traidor sem nos demovermos do objetivo espiritual traçado por Deus em tal experiência.
         Se Jesus não resistisse a amargura do Getsêmane Filipenses 2.5-11 jamais teria sido escrito pelo apóstolo Paulo. O cristianismo não seria nada mais do que o propalado pelo postulados marxistas, "o ópio do povo".
         Depois disto Jesus passou por experiências amargas no Sinédrio, o tribunal supremo dos judeus que impunha obediência ao sistema mosaico, e diante de Pilatos, o governador romano representante de César na Palestina, chegando ao momento último de sua trajetória messiânica, que foi...

  • A Crucificação - Marcos 15.21-41:

        Jesus não apenas nos ordenou a tomada da cruz, como ele mesmo tomou a cruz para a nossa salvação.
         A crucificação teve início no pretório, o pátio da guarda romana. Jesus foi colocado na presença de uma coorte, onde vestiram-no de púrpura, um tecido fino e valioso, e em sua cabeça colocaram uma coroa de espinhos. Todos os soldados o saudavam, debochadamente, como a um rei, pois esta era a acusação que sobre ele recaía; Jesus Nazareno Rei dos Judeus.
         Segundo o Dr. José Humberto no livro As Três Horas do Calvário, a coroa de espinhos encravou-se na caixa craniana, perfurando os ossos, dilacerando o couro cabeludo e rasgando-lhe a fronte, no momento em que os soldados batiam em sua cabeça com a cana, o suposto cetro de sua majestade. Batiam na cabeça e cuspiam-lhe no rosto, ajoelhando-se diante dele em atitude de suposta adoração, que na verdade era inenarrável blasfêmia, versos 16-20. Eram 600 homens fortes e devidamente preparados para a guerra torturando a Jesus.
         Jesus, enfraquecido devido a situação degradante a que fora submetido - levara 39 chibatadas, verso 15 - chega ao Gólgota carregando o patíbulo de sua cruz. Vale ressaltar que no caso de Jesus a cruz era mais pesada que o usual, pois do sinal do cravo de uma mão até o sinal da outra Jesus tinha uma envergadura de 1,70m, conforme pesquisa científicas no Santo Sudário. No Gólgota, ofereceram uma espécie de droga para embotar os sentidos de Jesus, o que ele rejeita, preservando a sua lucidez e sofrendo todas as dores que lhe foram impostas, validando assim o seu sacrifício e consolidando a sua vitória contra o inferno, a morte e o pecado, verso 23.
         Às 09h00 crucificaram a Jesus. Primeiro pregaram as suas mãos com cravos de 12 a 15cm no patíbulo. Eram quatro marteladas para se perfurar cada mão e mais oito em cada cravo para se perfurar e prender bem cada mão na madeira. Depois, com desprezo e brutalidade, pregaram o patíbulo na estaca vertical, colocando uma minúscula banqueta pontiaguda para que ele sentasse, evitando assim um colapso devido as contorções do corpo e postergando a agonia e o sofrimento. Em seguida, juntaram-lhe os pés, pregando um no outro com oito marteladas, para então pregarem os dois na madeira com mais doze marteladas. Por fim, levantava-se a cruz deixando o crucificado exposto ao causticante sol da Palestina.
         A morte na cruz era por asfixia mecânica ou por hemorragia, visto que para respirar era necessário se levantar o corpo, dilacerando as mãos e os pés, a cada movimento, bem como comprimindo cada vez mais a caixa torácica sempre que se respirava um pouco mais fundo.
         Cumpre-se a profecia de Isaías 53.12. Não só pelo fato de Jesus estar entre os transgressores, mas principalmente por ter ele tomado sobre si o pecado de muitos, versos 27-28. No decurso das horas, zombaram de Jesus insultando-o e mandando-o descer da cruz para salvar-se a si mesmo.
         Queriam um milagre para que pudessem crer, visto que não foram capazes de entender que o milagre era a própria cruz. Na cruz reside o milagre da salvação e do perdão de pecados, versos 29-32.
         O Texto informa que do meio dia até às três horas da tarde a Terra escureceu. A ciência afirma ser impossível pensar em um eclipse na ocasião por ser período de lua cheia. John Stott, no livro A Cruz de Cristo, diz que aquela escuridão era uma espécie de símbolo externo das trevas espirituais que envolveram a Jesus naquele momento.
         Às três horas da tarde Jesus clama em alta voz: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste", citando o Salmo 22.1. Um terrível grito de abandono, o sentido é de deserção mesmo, indicando que naquele momento Jesus entendera que se havia consumado o propósito divino para a nossa salvação, sentindo na própria carne o peso da justiça de Deus e satisfazendo-a, para a nossa justificação. Jesus conhecia as Escrituras e viu cumprir-se plenamente em si mesmo a Palavra do Senhor a Moisés em Deuteronômio 21.22-23; "maldito todo aquele que for pendurado no madeiro".
         As pessoas ao redor não compreenderam o que se passava e esperavam que Elias, o profeta, viesse para salvar a Jesus. Mas não há profeta, pastor, guru, santo ou papa capaz de nos salvar. A nossa salvação só é possível no Cristo crucificado e ressuscitado, versos 33-36.
         Jesus morreu. O véu do Templo se rasgou de alto a baixo dando início a uma nova aliança; o pacto no sangue que nos purifica de todo o pecado. A cruz foi um momento de dor, de humilhação, de desamparo para que na realidade pudesse ser o momento de maior manifestação de amor e de redenção. O cruento momento da cruz é o momento da vitória.
         Se Cristo não padecesse a morte na cruz não haveria vitória para celebrarmos. O pecado nos teria derrotado a todos.

Conclusão:

         Desejo concluir dizendo que ainda hoje Cristo nos chama para negarmos a nós mesmos. Jesus quer que tomemos a nossa cruz em sua inteireza e o sigamos. Portanto, se estamos dispostos a carregar a nossa cruz e se estamos realmente seguindo a Jesus, há somente um lugar para onde podemos estar indo: para a morte. Não há como seguir a Jesus, não há como ser igreja, se nos acovardamos diante da cruz.
         Stott assevera, em A Cruz de Cristo, que movido pela perfeição do seu santo amor, Deus em Jesus substituiu-se por nós, pecadores. Esta substituição é o coração, o epicentro da cruz, tornando o cristianismo evangélico em uma religião pautada em uma incondicional cruzcentricidade experiencial e espiritual.
         Tomar a nossa cruz é o desafio. Não uma cruz de isopor, de néon, de mármore em um epitáfio ou de ouro para enfeitar a lapela, mas a cruz completa. A cruz que inicia no compromisso assumido publicamente no batismo. A cruz que nos capacita para vencermos a tentação e que nos mantém a fibra espiritual nos deprimentes tenebrosos getsêmanes que sofremos.
         Devemos tomar a cruz completa. A cruz que mortifica o nosso ego. A cruz que vicariza os nossos pecados e que nos faz contados dentre os malfeitores. Devemos tomar a cruz que nos leva ao sentimento de que somos malditos de Deus, desamparados e sem alternativas, a não ser a rendição taciturna voluntariosa, como a de fez Jesus, conforme o relato de Lucas 23.46; "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito".
         Amados irmão e irmãs, a cruz completa é a cruz do testemunho público, do confronto direto como o diabo e a da angústia que muitas vezes nos faz derramar o sangue da alma devido a humilhação, o escárnio e o abandono. Se suportamos a tamanha dor; se suportamos agonizante sofrimento e se ressuscitamos depois de cruenta morte a cada dia, podemos bradar ao mundo que estamos crucificados com Cristo. Não nos incomodamos mais com as circunstâncias da vida, pois temos no corpo as marcas da cruz; temos as marcas da salvação, Gálatas 2.20 e 6.17. Amém.


Autor: Pr Fernando Fernandes

Acorda, "Crente"!

   A queda do homem criou um crise perpétua. Durará até que o pecado seja eliminado e Jesus Cristo reine sobre um mundo redimido e restaurado..
         Enquanto não chegar esse tempo, a Terra continuará sendo uma área em estado de calamidade e os seus habitantes viverão num estado de extraordinária emergência.
Os estadistas e os economistas em geral falam esperançosamente de "um retorno às condições normais", mas a verdade é que as condições nunca foram normais, desde quando a mulher viu "que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou-lhe do fruto e comeu, e deu também ao marido, e ele comeu".
         Não basta dizer que vivemos num estado de crise moral; é verdade, mas não é tudo. Para ilustrar, podemos dizer que a guerra é uma crise das relações internacionais, um rompimento da paz entre nações, mas isto é deixar muita coisa por dizer. Juntamente com esse rompimento vem a vastíssima destruição, a morte de incontáveis milhares de seres humanos, o desarraigamento de famílias, indescritível sofrimento mental e físico, desenfreada destruição da propriedade, fome, doença e mil e uma formas de misérias que brotam desses outros horrores e se alastram como o fogo por extensas porções da terra, afetando milhões de pessoas.
         Assim a queda do homem foi uma crise moral, mas afetou todas as partes da natureza humana - moral, intelectual, psicológica, espiritual e física. Todo o seu ser foi profundamente danificado; do seu coração o pecado transbordou para a sua vida inteira, afetando a sua relação com Deus, com os seus semelhantes, e com tudo e todos que o toquem.
          Há também firme razão bíblica para crrer que a natureza mesma, o mundo animal, a terra e até o universo astronômico - tudo sentiu o choque do pecado do homem e foi adversamente afetado por ele.
         Quando o Senhor Deus expulsou o homem do jardim situado na região oriental do Éden, e colocou ali querubins e uma espada flamejante para impedir o seu regresso, a catástrofe começou a crescer, e a história da humanidade é pouco mais que um registro do seu desenvolvimento.
         Não há muita precisão em dizer que quando os nossos primeiros pais fugiram da face de Deus, tornaram-se fugitivos e errantes na terra; e seguramente não é certo dizer que eles deixaram de ser objeto do amor e do cuidado dAquele que os criara e contra quem tinham se rebelado tão profundamente. Se eles não tivessem pecado, Deus cuidaria deles mediante a Sua presença; agora cuida deles por Sua providência, até que um povo resgatado e regenerado possa olhar outra vez para a Sua face.
         Os seres humanos estão perdidos mas não abandonados; é o que as Escrituras Sagradas ensinam e a Igreja foi comissionada para declarar. O viajante perdido em meio a uma tempestade de neve sabe que está perdido; a certeza de que um grupo de resgate está à sua procura é que impede que o seu conhecimento se transforme em desespero. Seus amigos talvez não o alcancem a tempo, mas a esperança de que o farão o capacita a continuar vivo quando a fome, o frio e o abatimento dizem que deve morrer.
         É só uma enchente ou um incêndio ferir uma região populosa, e nenhum cidadão fisicamente válido acha que tem direito de descansar enquanto não tiver feito o máximo para salvar quantos puder. Enquanto a morte rondar a casa grande da fazenda e o povoado, ninguém ousará repousar; este é o código aceito pelo qual vivemos. A emergência crítica de alguns torna-se uma emergência de todos, desde o mais alto oficial do governo até à tropa local de escoteiros. Enquanto a enchente mantém a sua fúria ou o fogo ruge, ninguém fala de "tempos normais".
         Em tempos de crises extraordinárias as medidas ordinárias não bastam. O mundo vive num tempo de crise assim. Somente os cristãos evangélicos (verdadeiros) estão em condições de resgatar os que perecem. Não nos atrevemos a sossegar e tentar viver como se as coisas fossem "normais". Nada é normal, enquanto o pecado, a concupiscência e a morte devoram o mundo, precipitando-se sobre uns e outros até ser destruída toda a população.
         Não dá para entender como é que pessoas que se dizem cristãs insistem em viver na crise como se não existisse crise. Dizem que servem a Jesus, mas dividem os seus dias de molde a deixar também bastante tempo para jogos e lazer, e para desfutar os prazeres carnais do mundo. Estão tranquilos enquanto o mundo arde em chamas; e podem dar muitas razões convincentes de sua conduta, chegando mesmo a citar a Bíblia, se os pressionamos um pouco. É tão fácil enganar e ser enganado. Mas quem pode enganar a Deus?


Acorda, "crente" !

Autor: Adail Campelo

Avivamento Na carta à igreja de Éfeso, o Senhor Jesus diz:

"Eu sei as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência... Trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste... Tenho porém contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te de onde caíste e arrepende-te." Apocalipse 2.2-5.
 
       Aqueles irmãos tiveram um início glorioso em sua experiência com Deus. A epístola de Paulo aos Efésios nos dá a entender que aquela igreja não era problemática, como a de Corinto por exemplo. Os efésios eram espirituais, entusiasmados e abençoados no princípio.
       Contudo, o tempo passou e algo mudou. Aparentemente, tudo estava como antes: as obras continuavam a todo vapor. A igreja de Éfeso era muito ativa e trabalhadora. Entretanto, a essência estava comprometida. Havia muito trabalho e pouco amor; muita atividade humana e pouca unção do Espírito.
       Veio então a palavra do Senhor com o objetivo de avivar a sua igreja. E o que é avivamento? É renovação. É reanimar. É dar vida. Avivamento não é sinônimo de barulho, música agitada, palmas e gritos. Tudo isso pode, eventualmente, ocorrer em nossos cultos, mas o avivamento legítimo é o resgate de valores espirituais outrora abandonados.
       Seu fundamento está firmado em três fatores indispensáveis: estudo da Bíblia, oração e arrependimento. Esses elementos "movem a mão de Deus" a favor do seu povo. Esta afirmação é fiel e digna de crédito porque o Senhor está comprometido com a sua Palavra, prometeu ouvir nossas orações e não rejeita um coração contrito e arrependido (Salmo 51). Não podemos, porém, separar esses três pontos. Palavra sem oração pode resultar em intelectualismo e heresia. Oração sem arrependimento do pecado não produz nenhum efeito. E arrependimento, sem um confronto com a Palavra de Deus, é impossível, pois é a Bíblia que nos mostra nossas falhas, enquanto o Espírito Santo nos convence.
       É bom lembrar:
 
"E se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." II Crônicas 7.14
 
       No contexto em que esse versículo foi escrito, sarar a terra significava fazer cessar as pragas na lavoura, enviar a chuva, que estava tão escassa, e fazer com que houvesse grande produção no campo e no rebanho. Assim, a vida do povo seria beneficiada em todos os aspectos.
       Isto é avivamento. Deus tira as pragas e maldições e derrama a sua bênção. Tudo começa com estudo da Bíblia, oração e arrependimento, e culmina com bênçãos sem medida. Seus principais efeitos na igreja são: renovação do nosso entusiasmo pela obra de Deus, grande número de conversões, manifestações de dons espirituais, despertamento de novos ministérios, além de bênçãos pessoais diversas.
       Tudo isso é resultado do mover do Espírito Santo, que muitas vezes fica bloqueado pelos nossos pecados e pela nossa negligência.
       Louvamos ao Senhor porque estamos notando a operação do Espírito de Deus em nossa igreja. O resultado está aí. A obra está acontecendo. Vidas estão se convertendo e a igreja está crescendo. Meu irmão, não fique de fora dessas águas do Espírito. O Senhor está operando. Não pensemos, porém, que o que temos visto é tudo. De modo nenhum! Isto é apenas uma pequena amostra do que Deus quer fazer no nosso meio. Vamos buscar ao Senhor. Vamos participar. Assim, veremos a glória de Deus se manifestanto. Aleluia! Avivamento já!

Autor: Anísio Renato de Andrade

Julian Assange – Mais uma Vítima das Corporações

Julian Assange – Mais uma Vítima das Corporações no protócolo da Nova Ordem Mundial. O site wiki leaks vem por meses desmascarando fatos que foram incobertos durante anos sobre os militares aliado ao governo de alguns países, massacrando povos por ganância e poder.
Sem razão legal para impedir que o site continuasse a divulgar tais verdades, empresas responsáveis a veiculação de informações na internet, simplesmente começaram a negar provedor ao site, de forma que empresas como pay pal, visa, entre muitas outras, deixaram de ter qualquer relação com o site e com seus idealizadores.
E de forma abusiva, ressuscitaram uma antiga queixa criminal contra Julian Assange, fundador do wiki leaks, que inclusive foi arquivada e assim ficou por meses. E somente agora que o site ganhou evidência global, com provas, evidência documentais e tudo mais, é que realmente conseguiram usar isso contra ele.
Fica claro na notícia da bbc, no texto abaixo, que nem a Austália quer relação alguma com Julian Assange que se explica nos vídeos para Democracy Now.
Imagem de Amostra
 do You Tube Imagem de Amostra
 do You Tube Imagem de Amostra
 do You Tube Imagem de Amostra
 do You Tube Julian Assange - Mais uma Vítima das CorporaçõesO fundador do site Wikileaks, Julian Assange, disse a um tribunal que ele vai lutar contra a extradição para a Suécia.
A fiança foi recusada e o australiano, que nega abuso sexual de duas mulheres na Suécia, esteve em prisão preventiva na pendência de uma audiência na próxima semana.
Sr. Assange disse a um juiz na cidade de Tribunal de Magistrados de Westminster “, ele iria contestar a extradição.
Um porta-voz disse que a prisão Wikileaks Senhor Assange foi um ataque à liberdade de imprensa.
Kristinn Hrafnsson disse que não iria parar a liberação de mais arquivos secretos e disse à Reuters na terça-feira: “O Wikileaks está operacional Continuamos na mesma faixa tal como previsto antes..
“Qualquer evolução no que respeita à Julian Assange não vai mudar os planos que temos com relação aos lançamentos de hoje e nos próximos dias.”
locais secretos
Ele disse Wikileaks estava sendo operado por um grupo em Londres e outros locais secretos.
Cinco pessoas, incluindo o jornalista John Pilger e socialite Jemima Khan, levantou-se na oferta de corte para colocar-se garantias de fiança, mas foi recusado e ele estava em prisão preventiva até 14 de Dezembro.
A Scotland Yard disse Assange foi preso pela nomeação em uma delegacia de polícia de Londres em 0930 GMT.
Sr. Assange é acusado pelas autoridades suecas de uma acusação de estupro, uma de coerção ilegal e duas acusações de abuso sexual, que teriam sido cometidos em agosto de 2010.
As denúncias envolvem duas mulheres, uma Miss e Miss W.
Se as regras do distrito julgar o mandado de prisão é juridicamente correta, ele poderá ser extraditado para a Suécia.
Mas o processo pode levar meses, especialmente agora que ele indicou que se opõe à extradição.
A polícia contactou o seu advogado, Mark Stephens, na noite de segunda-feira após receber um mandado de detenção europeu por parte das autoridades suecas.
Um mandado anterior, divulgado no mês passado, não tinha sido preenchido corretamente.
Sr. Stephens disse que seu cliente estava ansioso para aprender mais sobre as alegações e ansioso para limpar seu nome.
Ele disse: “É sobre o tempo chegamos ao fim do dia e temos um pouco de verdade, justiça e Estado de Direito.
“Julian Assange foi o de perseguição para se vingar de limpar o seu bom nome.”
Sr. Stephens disse Assange vinha tentando encontrar o promotor sueco para descobrir os detalhes sobre as acusações que ele enfrenta.
Sr. Assange tem sido objecto de críticas na última semana para as revelações feitas no Wikileaks.
Na segunda-feira secretário de Relações Exteriores, William Hague, criticou o site para publicar os detalhes dos locais sensíveis, incluindo alguns na Grã-Bretanha, dizendo que eles poderiam ser alvo de terroristas.
Ex-EUA vice-candidato presidencial Sarah Palin descreveu o Sr. Assange como “um agente anti-americana com sangue nas mãos”.
Wikileaks foi forçado a mudar para um servidor de host Suíça depois de vários provedores de internet EUA recusaram-se a lidar com isso.
Foi também sob ataque cibernético e várias empresas, incluindo PayPal e Amazon, têm se recusado a fornecê-lo.
Na terça-feira uma outra empresa, Visa, também suspendeu todas as operações envolvendo Wikileaks.
Sr. Assange compareceram perante um juiz do distrito de Cidade do Tribunal de Magistrados de Westminster. Cidade de Westminster lida com a maioria dos casos de extradição, mas há grandes diferenças no tempo necessário.
A extradição pode ser extremamente rápida, se o acusado renuncia a seus direitos legais.
Mas alguns casos, como a extradição do hacker Gary McKinnon para os Estados Unidos, que se arrasta há anos por causa de questões legais.
Um mandado de detenção europeu foi projetado para acelerar o processo, mas pode haver atrasos.
Na semana passada, um juiz distrital, finalmente concordou em extraditar o empresário britânico Ian Griffin para a França 18 meses depois que ele foi preso pelo assassinato de sua namorada em um hotel de Paris. Griffin tinha sido alegando que ele era doente mental.
Gerard Batten, um deputado UKIP, disse que o caso Assange destacou os perigos do mandado de detenção europeu, porque o juiz não tem poder para ouvir as provas para julgar se há fumus boni principal.
Ele disse:. “O que me preocupa é que ela poderia ser usada contra dissidentes políticos eu não sei da qualidade da evidência no caso do Sr. Assange, mas parece que ele está envolvido em tumulto político e de intrigas, e há muito de pessoas ávidas para calá-lo e não há nada que um tribunal do Reino Unido pode fazer para examinar as provas antes de extraditá-lo. ”
Sr. Assange é um cidadão australiano e seus apoiadores escreveram uma carta aberta ao primeiro-ministro australiano Julia Gillard pedindo a ela para protegê-lo.
Um dos signatários, o advogado proeminente, Julian Burnside QC disse: “Em primeiro lugar Julian Assange é um cidadão brasileiro que tem direito à proteção de seu país e não merece ser traído por seu país.
“Julia Gillard foi tornando-se praticamente impossível para Assange para regressar à Austrália, onde ele tem o direito de ser. E ela chegou mesmo a ameaçar cancelar o seu passaporte. Essa é uma atitude escandalosa a tomar.”
Fonte: http://www.bbc.co.uk/news/uk-11937110

Nova Ordem Mundial: Tratado de Copenhague foi “Refém”, diz Gordon Brown

Nova Ordem Mundial: Tratado de CopenhaguenNova Ordem Mundial: Tratado de Copenhague foi “Refém”, diz Gordon Brown. Gordon Brown disse que um novo tratado global sobre mudança climática foi “refém” por alguns países que se opõem a um acordo em Copenhague, e pediram uma reforma da maneira como essas negociações têm lugar, incluindo um organismo internacional para lidar com gerenciamento ambiental.
O primeiro-ministro disse que o acordo alcançado fraco em Copenhague, no fim de semana após as deliberações toda a noite era um “primeiro passo para uma nova aliança para superar os enormes desafios da mudança climática”. Ele exortou todos os países para mostrar mais ambição, como parte de uma campanha nos próximos meses para transformar o acordo para um tratado juridicamente vinculativo.
“As negociações em Copenhague não foram fáceis e chegaram a conclusão que eu tinha medo do processo entraria em colapso e nós não teríamos nenhum negócio em tudo”, disse ele. “Temos de aprender lições de Copenhaga e as duras negociações que tiveram lugar. Nunca mais devemos enfrentar o impasse que ameaçava derrubar estas conversações. Jamais devemos deixar que um acordo global para avançar para um futuro mais verde ser refém apenas um punhado de países “.
Brown acrescentou: “Uma das frustrações para mim foi a falta de um organismo global, com a responsabilidade de gestão ambiental Acredito que em 2010 vamos precisar de olhar para reformar as instituições internacionais para enfrentar os desafios comuns que enfrentamos como internacional. comunidade “.
Brown disse que era importante para o Reino Unido e os países em desenvolvimento, como as Maldivas e Bangladesh, que suportam um acordo legalmente vinculativo para formar uma “aliança” para convencer as nações, incluindo China céticos para se inscrever. Autoridades britânicas disseram que calculou mal a atitude do governo chinês, que teve uma linha mais dura do que o esperado em Copenhaga e vetou esforços para introduzir metas de carbono e um prazo para que o acordo juridicamente vinculativo. Ed Miliband, secretário de energia e mudança climática, disse ontem no The Guardian que a China liderou um grupo de países que “seqüestrou” nas negociações.
premiê da China, Wen Jiabao, insistiu que seu governo tinha jogado um “importante e construtivo” papel.
Outros países, incluindo Venezuela e Bolívia, tentaram bloquear o acordo que está sendo passado pelo grande conferência.
Miliband disse em uma reunião hoje em Londres que o mundo ainda poderia concordar com um acordo ambicioso e juridicamente vinculativo no final do ano. “É importante convencer a China que não tem nada a temer de um tratado legal.”
Mas ele repetiu as críticas de Brown do processo, e disse que o mundo precisa reavaliar a maneira como o clima da ONU fala de trabalho. “A maioria dos países quer um tratado legal da ONU, mas infelizmente não funciona com a maioria.”
Os ministros devem ter me envolvido mais cedo, disse. As negociações de Copenhague passou tanto tempo discutindo sobre o processo que deixou pouco tempo para negociar a substância de um acordo. Assessores sugeriu a Grã-Bretanha poderiam pressionar por um processo de negociação simplificado para os próximos 12 meses, com grupos de países convidados a apresentar um representante, ao invés de tudo o debate entre todos os 193 estados.
O acordo de Copenhaga obriga os países a apresentar compromissos para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa até o final de janeiro. Brown disse que, se todos os países, incluindo China e os EUA, mostrou uma maior ambição e, em seguida os cortes prometidos pode deixar o mundo de dentro “da distância de ataque” de limitar o aquecimento global a 2C.
Ele disse: “Precisamos aproveitar o melhor da tecnologia de baixo carbono para o mundo continuar a crescer, mantendo a nossa promessa feita neste fim de semana para limitar o aumento da temperatura global a 2C.”
Em um relatório separado, a ajuda de caridade Oxfam pediu uma “revisão” do processo de negociação da ONU.
Antonio Hill, assessor da Oxfam para a mudança climática, disse: “O acordo de Copenhaga é extremamente decepcionante, mas também revela como a abordagem tradicional de negociações internacionais, com base na atitude temerária e interesse nacional, é tanto imprópria para prosseguir o nosso destino comum e perigoso. ”
Ele acrescentou: “Há muito em jogo para esta abordagem política-as-usual Precisamos agir rapidamente para corrigir as deficiências destas negociações, para que possamos recuperar o tempo perdido e enfrentar a mudança climática com a firmeza e urgência necessários.. Isso não pode acontecer novamente. ”
Arcebispo Desmond Tutu, que é embaixadora mundial para a caridade, disse: “O fracasso do processo político em Copenhague para alcançar um acordo justo, adequado e vinculativo sobre as alterações climáticas é profundamente angustiante um propósito maior estava em jogo mas os nossos dirigentes políticos têm provado. se incapazes de enfrentar o desafio. Devemos olhar para o futuro. Nossos líderes devem se reagrupar, aprender e fazer o seu fracasso bom para o bem do futuro da humanidade. ”
Fonte traduzida via google translator e pode conter erros. No entanto ainda pode causar o entendimento e a ferramenta dessa maneira, disponibiliza um melhor entendimento em diversas línguas. via: http://www.guardian.co.uk/

Banco Central do Brasil entra no Golpe Illuminati

Banco Central do Brasil entra no Golpe Illuminati
Banco Central do Brasil entra no Golpe Illuminati e anuncia medida para conter alta do real, comprando US$ 41,4 bi de dólares em 2010. Um forte plano dos bancários americanos forçou o banco central brasileiro mover os pauzinhos para os planos realmente darem certo.
Uma vez o Brasil com uma reserva de moeda que não vale nada, quem vocês acham que perdem com essa desvalorização?
É óbvio, eu, você e todos os contribuintes, porém nada será feito, porque você não comenta com as pessoas sobre o que sabe, e não pensa sobre essas coisas, alias, parabéns por obter essas informações, agora lembre-se, que se houver união algo poderá ser feito.
Ao menos para diminuir esse prejuízo que estão causando, com objetivo de conter o avanço da moeda…
Que piada, quando um país poderia conter a valorização de sua própria moeda?
Pensem na notícia abaixo publicada pela Reuters e tirem suas próprias conclusões, porque eu, estou ficando cheio de tanta coisa aberta para o povo ver, mas ainda assim, ninguém comenta e prefere seguir o pastor das ovelhinhas que mantém muito bem o papel de disciplina social…
BRASÍLIA (Reuters) – O Banco Central anunciou nesta quinta-feira que vai impor depósito compulsório sobre o valor da posição vendida dos bancos em dólar. Caso os bancos optem por não recolher o compulsório, a posição vendida total deverá cair para cerca de 10 bilhões de dólares, afirmou o diretor de Política Monetária, Aldo Mendes.
No final de 2010, a posição vendida dos bancos em dólar era de cerca de 16,8 bilhões de dólares, disse Mendes. Segundo ele, as medidas visam reduzir a volatilidade no câmbio. A atuação do Banco Central no câmbio atualmente, por meio de leilão de compra de dólares, não será alterada.
O depósito compulsório será de 60 por cento sobre a posição que exceder o menor dos seguintes valores: 3 bilhões de dólares ou o patrimônio de referência dos bancos. O depósito será recolhido em espécie e não será remunerado. A medida vale a partir de 4 de abril, o que dará tempo aos bancos, segundo Mendes, para se adaptarem.
Mendes disse que o Banco Central entende que o mercado primário terá condições de gerar os dólares necessários para as instituições financeiras que queiram reverter sua posição em câmbio. Atualmente, 35 bancos possuem posição vendida em dólar, enquanto 55 estão com posição comprada, estimou o BC.
O diretor enfatizou que a medida não tem objetivo de política monetária. Ele também ressaltou que o efeito da medida sobre a política monetária é marginal, uma vez que os bancos terão tempo para comprar os reais necessários para a compra de dólares visando ajustar a posição cambial.


(Reportagem de Isabel Versiani e Ana Nicolaci da Costa)
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Resposta Cristã à afirmação Islâmica de que Maomé foi profetizado na Bíblia

O islamismo e o cristianismo são as duas religiões de maior porte no mundo atual. Ambas são as que mais se dedicam a missões. Suas crenças são semelhantes em muitos aspectos. São monoteístas, foram fundados por indivíduos específicos em contextos definidos e historicamente verificáveis, são universais, crêem na existência de anjos, no céu e no inferno, numa ressurreição futura e que Deus se manifesta ao homem por meio de uma revelação (ver matéria: Islamismo – desafio à fé cristã – Defesa da Fé no. 08 – p. 10-23).

Todavia, existem também diferenças óbvias entre elas, particularmente em relação à pessoa de Jesus, o caminho da salvação e a escritura ou escrituras de fé. Estas diferenças abrangem as doutrinas mais fundamentais de cada religião. Portanto, mesmo que ambos possam ser igualmente falsos, o islamismo e o cristianismo não podem ser verdadeiros ao mesmo tempo.

Toda religião que se iniciou depois do cristianismo tenta mostrar que é compatível com a Bíblia, esforçando-se para demonstrar que a Bíblia se refere a seu fundador ou fé(1). Assim sendo, não é surpresa descobrir que os muçulmanos também afirmem que seu fundador foi profetizado no Antigo e Novo Testamentos. Embora o islamismo não seja o único a afirmar ser validado pela Bíblia, suas afirmações poderiam ser consideradas verdadeiras? Nosso objetivo é examinar as declarações islâmicas para ver se cada uma delas são confiáveis. A razão deve ser evidente por si mesma: é muito fácil fazer declarações a respeito de si mesmo, prová-las, porém, torna-se mais difícil.



ANALISANDO OS VERSÍCULOS
Há alguns versículos secundários e menos específicos que os muçulmanos declaram ser profecias relacionadas a Maomé. Entretanto, os versículos que a maioria dos muçulmanos citam como os mais explicativos são Deuteronômio 18.15-18 e João 14.16; 15.26 e 16.7.


Em Deuteronômio 18: 15-18 lemos: O Senhor, teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis; conforme tudo o que pediste ao Senhor, teu Deus, em Horebe, no dia da congregação, dizendo: Não ouvirei mais a voz do Senhor, meu Deus, nem mais verei este grande fogo, para que não morra. Então, o Senhor me disse: Bem falaram naquilo que disseram. Eis que lhes suscitarei um profeta no meio seus irmãos, como tu, e porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar.

Estes versículos são tidos universalmente pelos muçulmanos como uma profecia relativa a Maomé(2). Há várias razões porque acreditam que essa passagem não pode ser uma referência a Jesus. Primeira, o Profeta Prometido deveria ser um Profeta Legislador . Jesus não apresentou nenhuma declaração referente a uma nova lei. Segunda, o Profeta Prometido seria suscitado não dentre Israel, mas dentre seus irmãos e Jesus era um israelita. Terceira, a profecia diz: ... porei as minhas palavras na sua boca...Os evangelhos não consistem nas palavras que Deus pôs na boca de Jesus, eles apenas nos contam a história de Jesus, o que ele disse em alguns de seus discursos públicos e o que os seus discípulos disseram ou fizeram em ocasiões diferentes. Quarta, o Prometido deveria ser um profeta. O ponto de vista cristão é que Jesus não era um profeta, mas o filho de Deus(3). Nesse sentido o muçulmano salientará semelhanças entre Maomé e Moisés. Cada um deles surgiu dentre idólatras. Ambos são legisladores. Inicialmente foram rejeitados pelo seu povo e tiveram de se exilar. Retornaram posteriormente para liderar suas nações. Ambos casaram e tiveram filhos. Após a morte de cada um, os seus sucessores conquistaram a Palestina.

A conclusão muçulmana é que esta profecia foi cumprida somente por Maomé: se estas palavras não se aplicam a Maomé, elas ainda permanecem sem cumprimento(4).

Antes de prosseguir, analisaremos primeiramente estes pontos. A primeira objeção levantada contra esta profecia ter sido cumprida em Jesus foi a de que Jesus não foi um legislador. Os muçulmanos que afirmam isso demonstram apenas falta de compreensão do Novo Testamento. Vejamos o Evangelho de João 13.34 e a Epístola aos Gálatas 6.2: Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos ameis a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo.

A próxima objeção foi que irmãos deve se referir aos ismaelitas, não aos próprios israelitas. Este argumento pode ser refutado facilmente. Basta verificar como o termo irmãos é usado na Bíblia. Um exemplo irrefutável encontra-se no próprio livro de Deuteronômio 17.15. Moisés instrui os israelitas: porás, certamente, sobre ti como rei aquele que escolher o Senhor, teu Deus, dentre teus irmãos porás rei sobre ti; não poderás pôr homem estranho sobre ti, que não seja de teus irmãos. Ora, alguma vez Israel estabeleceu algum estrangeiro como rei? É claro que não! Escolher um rei dentre teus irmãos refere-se a escolher alguém de uma das doze tribos de Israel. Da mesma forma, o Profeta Prometido de quem se fala no livro de Deuteronômio 18 deveria ser um israelita.

Outra objeção à passagem de Deuteronômio 18.15-18 é que supostamente os evangelhos não consistem nas palavras que Deus deu a Jesus, dado extremamente importante à luz do versículo 18. Entretanto, dizer que Jesus não fala o que Deus Pai lhe orienta, revela, novamente, falta de conhecimento do Novo Testamento: Porque eu não tenho falado de mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de dizer e sobre o que hei de falar. E sei que o seu mandamento é a vida eterna. Portanto, o que eu falo, falo-o como o Pai mo tem dito (Jo 12.49-50)(5).

Percebemos, outra vez, que os muçulmanos têm pouca familiaridade com o Novo Testamento. O próprio Jesus, profetizando sua morte iminente, disse que deveria continuar sua jornada até Jerusalém: Importa, porém, caminhar hoje, amanhã e no dia seguinte para que não suceda que morra um profeta fora de Jerusalém (Lc 13.33)(6).

O muçulmano salientará que as muitas semelhanças entre Moisés e Maomé ainda não foram explicadas. É verdade que existem muitas analogias, mas também muitas diferenças. Por exemplo, se Maomé era analfabeto como a maioria dos muçulmanos afirmam, então, ele não era como Moisés que foi instruído em toda a ciência dos egípcios... (At 7.22). Diz-se que Maomé recebeu suas revelações de um anjo. Moisés, porém, recebeu a Lei diretamente de Deus. Maomé não operou sinais ou milagres para corroborar o seu chamado. Moisés, entretanto, executou muitos sinais. Maomé era árabe, Moisés, israelita. Analisando os evangelhos, percebemos que Jesus era diferente de Moisés em alguns aspectos; em outros, muito parecido. Ambos eram israelitas, o que é muito importante à luz do que aprendemos acerca da expressão dentre teus irmãos. Ambos deixaram o Egito para ministrar a seu povo (Mt 2.15; Hb 11.27). Ambos renunciaram grandes riquezas, a fim de melhor se identificar com seu povo (Jo 6.15; 2 Co 8.9; Hb 11.24-26).

Dessa maneira, percebemos que tanto Jesus como Maomé tiveram semelhanças com Moisés. Em que sentido, então, este Profeta Prometido seria semelhante a Moisés? A resposta encontra-se em Deuteronômio 34.10-12, porquanto duas características peculiares de Moisés são mencionadas: E nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, a quem o Senhor conhecera face a face; nem semelhante em todos os sinais e maravilhas, que o Senhor o enviou para fazer na terra do Egito, a Faraó, e a todos os seus servos, e a toda a sua terra; e em toda a mão forte e em todo o espanto grande que operou Moisés aos olhos de todo Israel.

Esta é uma referência direta a Deuteronômio 18.15-18. Referindo-se à profecia anterior, uma característica de Moisés é mencionada aqui: o Senhor conhecia Moisés face a face(7). Maomé nunca teve esse tipo de relacionamento com Deus. Deus é tão transcendente no islamismo que, exceto no caso de Moisés, nunca falou diretamente com o homem. Jesus, o verbo feito carne (Jo 1.14), é o único que teve relacionamento com Deus, assim como Moisés. De fato, o relacionamento de Jesus ultrapassa em muito o de Moisés: No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (Jo 1.1).

Pouco precisamos falar sobre a segunda característica de Moisés. Os muitos milagres que tanto Jesus como Moisés operaram são bem conhecidos. O próprio Alcorão testifica que Maomé não operou milagres(8), mas que Jesus operou milagres (9).

Finalmente, o próprio Jesus nos diz quem é o Profeta Prometido de Deuteronômio 18.15-18: Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim, porque de mim escreveu ele (Jo 5.46)(10).


EVANGELHO DE JOÃO 14.16; 15.26; 16.7
Os muçulmanos afirmam que os versículos referentes ao Consolador vindouro (Parácletos no original grego) são, na verdade, alusões à vinda de Maomé. A razão para tal afirmação está contida no Alcorão, o qual diz que seria enviado um apóstolo depois de Jesus, cujo nome será Ahmad (Alcorão 61.6). Yusuf Ali faz o seguinte comentário sobre este versículo: Ahmad ou Muhammad o Louvado é quase uma tradução da palavra grega Periclytos. No atual evangelho de João, XVI. 16 XV. 26 e XVI. 7, a palavra Confortador na versão inglesa é para a palavra grega Parácletos que significa Advogado, aquele chamado para ajudar um outro, um amigo, bondoso, mais que Confortador. Nossos doutores sustentam que Parácletos é uma leitura corrompida de Periclytos, e que no discurso original de Jesus havia uma profecia de nosso santo profeta Ahmad pelo nome(11). Esse é um dos motivos que leva os muçulmanos a acreditar que todas as nossas Bíblias foram corrompidas e que João realmente usou a palavra Periclytos nesses versículos, ao invés da palavra Parácletos.

Ao examinar a afirmação muçulmana de que o texto foi corrompido, a crítica textual deveria analisar criteriosamente a verdadeira evidência textual. Há mais de 24 mil manuscritos do Novo Testamento que datam antes de 350 d.C.(12). Não existe manuscrito algum que contenha essa citação e apareça a palavra periclytos. A palavra registrada todas as vezes é Parácletos. Não há evidência textual que possa apoiar a alegação de que o texto tenha sido corrompido. A posição muçulmana encontra ainda maiores dificuldades quando lemos cuidadosamente estes versículos para vermos o que Jesus estava dizendo. Poderíamos dizer muitas coisas a respeito de cada versículo. Limitaremos nosso exame às discrepâncias óbvias entre a posição islâmica e o que realmente está sendo dito: E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador(13), para que fique convosco para sempre (Jo 14.16). Jesus disse que o Pai vos dará outro Consolador. A quem Jesus estava se dirigindo nesses versículos? Aos árabes ou, mais especificamente, aos ismaelitas? É claro que não. Ele está falando aos crentes judeus. Por conseguinte, o Consolador deveria ser enviado inicialmente a eles, não podendo logicamente referir-se a Maomé. Além do mais, este versículo afirma que o Parácletos, o Consolador estaria convosco para sempre. Como pode, então, referir-se a Maomé? O profeta muçulmano morreu e foi enterrado há mais de 1.300 anos.

O evangelho de João diz: o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós (Jo 14.17). Aqui, o Espírito da verdade é um outro título ou sinônimo de Parácleto. Vemos, a partir deste versículo, que o Parácleto estaria em vós. Reconciliar esta declaração com a posição islâmica é impossível.

A declaração do Senhor Jesus no Evangelho de João 14.26 desmonta completamente a hipótese islâmica de que Maomé era verdadeiramente aquele profetizado nos versículos, pois eles se referem ao Consolador ou Parácleto: Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. Jesus disse que o Consolador é o Espírito Santo. Esta é a razão pela qual todos os apologistas muçulmanos não citam esse versículo .

O Consolador foi dado aos discípulos de Jesus. Maomé não foi seu discípulo. Jesus disse que os seus discípulos conheciam o Consolador: ...vós o conheceis (Jo 14.17) Eles não conheciam Maomé, que nasceu no século sexto depois de Cristo. Jesus disse que o Consolador seria enviado em nome de Jesus. Nenhum muçulmano crê que Maomé tenha sido enviado em nome de Jesus. Jesus disse que o Consolador não falaria de si mesmo (Jo 16.31). Em contrapartida, Maomé constantemente testifica de si mesmo no Alcorão(14). A Bíblia diz claramente que o Consolador iria glorificar a Jesus (Jo 16.14), e Maomé declara substituir Jesus, estando na condição de profeta superior.

O Senhor Jesus em Atos 1.4-5, ordenou a seus discípulos: ...que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes. Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. Estes versículos poderiam honestamente ser aplicados a Maomé, que surgiu 570 anos depois, em Meca na Árabia? À luz do texto bíblico, a interpretação islâmica é impossível. O cumprimento das palavras do Senhor Jesus ocorreu dez dias depois, no dia de Pentecostes (Atos 2.1-4) e não seis séculos depois, a centenas de milhas de Jerusalém.

Concluímos, portanto, que não há base bíblica alguma para afirmar que o Profeta Prometido em Dt 18.15-18 e o Consolador em Jo 14.16; 15.26 e 16.7 sejam profecias relacionadas ao fundador do islamismo, mas, como a própria Bíblia Sagrada declara, o Profeta Prometido em Dt 18.15-18 é o Senhor Jesus (Jo 5.46) e o Consolador (Jo 14.16; 15.26 e 16.7) é a pessoa Bendita do Espírito Santo (Jo 14.26).

Ahmadinejad felicita líderes cristãos pelo aniversário do “profeta” Jesus

Presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad 250x166 Ahmadinejad felicita
 líderes cristãos pelo aniversário do profeta JesusNo final do ano passado, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad enviou uma mensagem ao Papa Bento XVI. Ele parabenizou o líder maior da Igreja Católica por ocasião do aniversário de nascimento do profeta Jesus, reconhecido assim pelo Islã, e pela chegada do  Ano Novo no calendário cristão. A informação foi divulgada pelo governo iraniano neste sábado .
Segundo o departamento de mídia da presidência iraniana, em sua missiva ao Papa, Ahmadinejad expressou sua esperança de que no ano de 2011, a sociedade global possa “voltar aos princípios dos ensinamentos divinos, como a luta pela liberdade e pela justiça, e redobre os esforços para estabelecer harmonia entre todos os seres humanos, incluindo os seguidores das religiões abraâmicas “.
A mensagem diz ainda: “Ao fazer isso, pessoas de todo o mundo poderão contribuir para o desenvolvimento da solidariedade, defender o que é correto, apoiar os oprimidos e combater os opressores”.
O líder iraniano também desejou o Papa um ano “cheio de felicidade e prosperidade”. Desde 2006 ele envia mensagens ao papa no final do ano.
Ahmadinejad enviou igualmente mensagens individuais para líderes dos países cristãos, felicitando-os pelo ano novo.  Ele afirmou esperar que os valores divinos sejam verdadeiramente apreciados no ano de 2011 e que a paz possa prevalecer. Encerrou desejando sucessoduradouro, prosperidade, saúde e felicidade para todos os seguidores de Jesus do mundo.

Fonte: Pavablog / Gospel Prime

Alexandria. Comunidades cristãs na mira de radicais islâmicos


O atentado com um carro armadilhado no dia de Ano Novo frente a uma igreja em Alexandria, Egipto, provocou 21 mortos e 79 feridos e foi já amplamente condenado, não só pelas autoridades egípcias como pelo Papa Bento XVI, que define o atentado como "um acto vil de morte, como o de colocar bombas junto a casas de cristãos no Iraque para os forçar a partir, ofende a Deus e à Humanidade". 

Ontem pelo menos 20 pessoas foram detidas por envolvimento no massacre. No mesmo dia em que se celebrava o Dia Mundial da Paz, Bento XVI expressou o seu pesar pelas vítimas e pelos seus familiares, reiterando o apelo aos líderes mundiais para que defendam os cristãos: "Face às discriminações, aos abusos e à intolerância religiosa, que hoje atingem essencialmente os cristãos, uma vez mais faço um convite urgente a que não nos rendamos ao desânimo e à resignação", afirmou durante a missa de Ano Novo, na Basílica de São Pedro.

Enquanto as investigações prosseguem, as pistas sugerem o envolvimento de um grupo local de fundamentalistas islâmicos, que, apesar de não estar directamente ligado à Al-Qaeda, se inspira na organização: "A Al-Qaeda quer espalhar estas acções espontâneas, sem muito planeamento, para lançar o pânico e mostrar que está contra tudo e contra todos, diz José Manuel Anes ao i, acrescentando: "Não há dúvidas que o atentado se deve a grupos ligados à Al-Qaeda. A filosofia é a mesma: proclamaram desde sempre a luta contra os infiéis e os cruzados. Os primeiros são aqueles que não pertencem à sua religião, os segundos são os cristãos."

Perseguições De acordo com o "Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo 2010", apresentado pela Fundação Ajuda à Igreja Que Sofre, há 200 milhões de cristãos perseguidos em todo o mundo. Dos 194 países analisados no relatório, as maiores violações à liberdade religiosa acontecem na Arábia Saudita, no Bangladesh, no Egipto, na Índia, na China, no Usbequistão, na Eritreia, na Nigéria, no Vietname, no Iémen e na Coreia do Norte.

No Egipto há cerca de 20 milhões de cristãos (dos quais 5 milhões de católicos), entre os cerca de 356 milhões de habitantes. O ataque "foi uma atitude de uma franja fundamentalista", concorda D. Januário Torgal Ferreira, em entrevista ao i. O bispo das Forças Armadas Portuguesas acredita que o ataque "está relacionado com a intolerância religiosa" e acrescenta: "Infelizmente, o Ocidente já não estranha."

O acto sustenta as palavras de Bento XVI: "O ano foi marcado pela perseguição, pela discriminação, por terríveis actos de violência e de intolerância religiosa." D. Carlos Azevedo está de acordo e defende que "é um exemplo claro daquilo que disse na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz. Os cristãos são perseguidos. Umas vezes de forma subtil, outras de forma descarada". 

Os bispos estão em consonância. De um lado, D. Januário Torgal Ferreira sublinha: "A tolerância religiosa deve existir em qualquer geografia e em qualquer história. Os cristãos devem vivê-la e exercê-la." Por outro lado, D. Carlos Azevedo afirma: "Uma religião não deve atacar ou ofender outra. Deus nunca pode ser chamado para fundamentar violências."

Nas últimas análises realizadas, Portugal é considerado um dos países europeus onde se verifica maior tolerância religiosa. É neste ponto que se afastam os responsáveis da Igreja. D. Januário Torgal Ferreira salienta que "sempre tivemos esta tradição, mas a verdade é que nunca tivemos muitas confissões religiosas, e isto é importante. Onde houve maior intolerância foi em sectores católicos, antes do concílio". No entanto não deixa de evidenciar: "Em Portugal tem-se aprofundado o ponto de vista ecuménico. A tolerância que existe é devida ao trabalho da Igreja e à promoção de proximidade às outras religiões." D. Carlos Azevedo alerta para "a índole cultural do país, que contribui para esta aceitação entre religiões. Portugal é um país que acolhe e que se expande".

O bispo das Forças Armadas sublinha ainda que estes grupos radicais, "ao atacarem o cristianismo, acham que estão a atacar os sistemas políticos do Ocidente", pelo que "esta é mais uma razão para o Ocidente ser tolerante e não cometer loucuras. A razão nunca se defende pela força, mas pela tolerância". Por sua vez, D. Carlos Azevedo, bispo de Lisboa, considera que "nos países onde os cristãos são minoritários é necessário que sejam vigiados, para que possam realizar os seus cultos em segurança".

José Manuel Anes lembra ainda que a "Al-Qaeda não abandonou totalmente os alvos políticos no Ocidente. Convém não esquecer a quantidade de conspirações terroristas que foram desmontadas agora na Europa. Essas têm uma dimensão política. Agora estas são um complemento."

Paulo Gorjão, director do IPRIS, entende também que "há aqui a intenção de atingir um público específico com uma motivação religiosa. E há, indiscutivelmente, a tentativa de provocar tensão política entre católicos e muçulmanos. O que ainda ninguém sabe, porventura, quando muito os serviços secretos egípcios poderão já ter algumas pistas, é se de facto os atentados são de origem externa, como alega o presidente Hosni Mubarak, ou se isso é uma forma de desviar as atenções". Resta perceber se este ataque "tem a ver com a agenda política interna, ou se tem a ver com células filiadas na Al-Qaeda central e que obedecem aos tais objectivos político-religiosos", acrescenta.
Fonte: i online (Portugal)

JACO - ISRAEL

De todos os relatos da Torá, este é um dos mais envoltos em mistério. Conta-nos a história da luta entre um ser humano e um anjo e a da ...